Transei com minha mãe

Ola… Meu nome é Laura(nome fictício), tenho 22 anos e o que vou relatar a vocês aconteceu quando eu tinha 17 anos.
Minha mãe havia se separado do meu pai fazia um ano e alguns meses. Meu pai ficou com a guarda do meu irmão e minha mãe com a minha, além de ficarmos com o sítio.
Minha mãe se mudou comigo pra uma outra cidade, e a gente alugou um apartamento no centro. Era só eu e ela.
Uma coisa que eu reparava é que ela nunca teve um namorado e nunca trouxe ninguém pra casa, e eu que namorava na época, ficava surpresa pq eu nao conseguia ficar nem uma semana sem transar.
Num tal dia, meu namorado terminou comigo. E eu fiquei muito triste, desolada. Então minha mãe pra me alegrar tirou um dia de férias no trabalho e resolveu ir comigo para o sítio.
O sítio é muito bonito. Temos algumas galinhas, um cavalo e temos piscina, alem da casa. Mas isso não é relevante.
Quando chegamos no sítio já era madrugada e estávamos muito cansadas, entao fomos dormir. Como só tinha um quarto, eu tive que dividir a cama de casal com ela. Entao fomos dormir.

Acordei de madrugada com um barulho estranho, e tentei ignorar mas ele continuou. Demorei algum tempo para perceber que eram gemidos. Aproveitei que a luz estava apagada e abri meus olhos, me dando de cara com a minha mãe com um vibrador na buceta. Ela mordia uma meia para segurar os gemidos e enquanto o vibrador ficava em seu clitóris, ela penetrava dois dedos na sua vagina. Minha mae sempre foi muito foguenta e não foi surpresa pra mim quando vi aquilo.
Mas aquilo me subiu um fogo dentro de mim… Vendo a minha mãe toda encharcada enquanto se masturbava do meu lado… Minha buceta até piscava. Levei minha mão pra dentro da minha calcinha e vi o quanto eu estava molhada apenas com aquilo. Ela gozou após um tempo e voltou a dormir, e eu, tentando tirar aquilo da minha cabeça dormi também.

No outro dia, acordei com minha mãe me levando um pedaço de bolo de chocolate. Comi e depois fui escovar os dentes, e ela disse que iria de cavalo até o mercadinho próximo comprar arroz pro almoço. Ela saiu e eu voltei pra cama.
Fiquei martelando aquilo na minha cabeça… Lembrando da cena, em que minha mãe gemia e se contorcia ao chegar ao orgasmo. Eu estava excitada, mas era tao estranho porque ela era minha mãe. Então deixei de lado e decidi ir a piscina, aproveitando o calor.
Botei meu biquíni e fui até a piscina, e fiquei lá até a hora do almoço.

Depois de almoçar, eu voltei pro quarto e fui ver tv. Minha mãe disse que iria tomar banho. Ela ficou uns dez minutos lá quando eu ouvi um gemido de novo. As pressas, levantei e fui até a porta do banheiro. Botei meu ouvido e pude ouvir gemidos extremamente baixos, que ela tava fazendo para eu não ouvir. Abri muito pouco a porta, e agradeci a Deus que não fez barulho. Quando eu vi, minha mãe estava novamente metendo os dedos na sua buceta lisinha e rosada. Eu como uma adolescente cheia de hormônios, fiquei molhada na hora.

Aproveitei que ela iria demorar no banho e voltei correndo pro quarto, peguei o vibrador que ela escondia numa caixa de sapato dentro do armário e me deitei na cama. Tirei meu short e minha calcinha e botei o vibrador no meu clitóris, soltando um gemido baixo.
Fechei meus olhos e fiquei longos minutos naquilo, até que decidi penetrar alguns dedos na minha vagina. Eu gemia baixo e arfava, tentando não fazer barulho. Imaginei minha mãe botando os dedos dela na minha buceta e eu rebolando, gemendo alto enquanto a gente se beijava. Nessa mesma hora, eu ouvi a porta abrindo.
No que eu abri meus olhos e tirei o vibrador de perto de mim, minha mãe me olhava estática da porta.

— Laura o que você tá fazendo? – Ela gritou enquanto se aproximava de mim, eu como uma pessoa muito teimosa, botei o vibrador de novo na minha buceta e minha mãe tampou o rosto. Eu estava muito próxima de gozar e agora que minha mãe viu, fiquei muito mais. Quando gozei, o orgasmo foi tão avassalador que eu dei um gemido que mais pareceu um grito. Eu nunca havia usado um vibrador antes.

— Laura, para com isso! Você vai ficar de castigo! — Ela toda nervosa voltou a gritar, e tirou o vibrador da minha mão. E foi quando eu vi… A toalha dela caiu e eu obviamente olhei logo pra baixo, e gente… Ela tava tao encharcada que escorria pelas pernas.

— Mãe, você tá exitada? — Eu sabia que fazia meses que minha mãe não era fudida com jeito. Ela olhou pra mim com cara de brava e arrumou a toalha de novo.

— Laura você vai apanhar! — Ela pegou a sandália do seu pé e me bateu com força na coxa. Eu soltei um grito de dor e levantei da cama, e ela ficou me olhando brava enquanto me batia mais uma vez.

Eu não sei da onde tirei tanta coragem, porque sei que empurrei ela com tudo contra a cama e ela caiu de costas pra mim. Eu era muito mais alta que ela, então tecnicamente mais pesada. Sentei em cima das suas costas e ela tentava se livrar de baixo de mim.

— Laura, sai! Me deixa sair!

Ela se remexia mas ela não conseguia sair de debaixo de mim. Eu, como só tava de blusa, a tirei e fiquei pelada, tirei a toalha da minha mãe e sentei de novo nas suas costas.
Ela ainda tentava sair dali, mas aí eu comecei a me esfregar contra as costas dela. Eu gemia enquanto ela tentava se livrar de mim e eu molhava as costas dela inteira.
Percebi que ela começava a ceder enquanto eu aumentava a velocidade que eu me esfregava. Me virei pra bunda dela e dei um tapa que fez ela gemer de dor. Meu pai sempre batia nela no sexo e dava pra ouvir, então eu sabia que ela gostava.

— Você quer sair?

Eu perguntei pra ela.

— Quero, Laura! Sai!

Eu sabia que ela não queria de verdade. Minha tia uma vez me contou uma história que minha mãe chupou meu outro tio, irmão dela. Então eu sabia que ela era uma safada de carteirinha.

— Então você vai me chupar.

Virei ela e rapidamente sentei na cara dela. Ela tentava se soltar ainda, mas era mais difícil desse jeito. Após alguns segundos de relutância, senti a língua quente dela entrar em contato com minha buceta. Só aquele mínimo contato me fez arrepiar.

Rebolei contra a cara dela com força enquanto ela pegava o jeito. Ela passava a língua por tudo, me fazendo gemer bem alto para incentivar ela ainda mais. Me inclinei e passei a língua pela buceta dela, que estava mais do que encharcada.

— Você gosta, né sua vadia?

Perguntei e ela me deu uma chupada profissional a partir desse momento. Ela chupava e lambia tudo que tinha direito, e eu ia me contorcendo em cima dela. Separei os lábios dela com os dedos e passei a língua por seu clitóris, começando agora a chupar ele como se fosse um bebê chupando o mamilo. Ela gemia contra a minha buceta e aquilo me deixava louca.

Após alguns minutos de muitos gemidos, gozei na boca dela. Ela passou a língua por tudo, não deixando nenhum resquício de nenhum líquido. Sai de cima dela e ela se sentou, e em seguida me puxou pra um beijo. Senti meu gosto na boca dela, enquanto ela sentia o gosto dela na minha boca.

Peguei ela no colo e com rapidez a prendi contra a parede. Nossos rostos estavam próximos e foi aí que eu levantei a perna dela e botei por cima do meu ombro, e meti dois dedos de uma vez.

Eu metia os dedos com força, com muita brutalidade e eles entravam facilmente. Ela gemia e gemia, pediu por mais e eu botei mais dois dedos. Ela tinha praticamente minha mão inteira dentro da buceta dela.
Eu me abaixei e meti os dedos com mais força ainda, e ela gritava de prazer enquanto eu a deixava praticamente arrombada. Meti o meu último dedo e botei minha mão inteira dentro da vagina dela. Meti com força e após alguns segundos, ela gritou e ficou toda mole, e foi aí que eu vi que ela gozou. Tirei os dedos e meti a língua naquela buceta gostosa, lambendo todo o gozo.

Em seguida a gente foi pra cama. Ela deitou e eu resolvi fazer tesoura. Me encaixei no meio das suas pernas e começamos a nos esfregar devagarinho, aproveitando a sensação de uma buceta contra a outra.
Aos poucos aumentavamos a velocidade, ficando cada vez mais gostoso e cada vez mais delicioso. Eu me esfreguei muito rápido e ela também, no que resultou em nós duas gozando ao mesmo tempo.

Depois de todo esse sexo, a gente voltou pra casa no outro dia. Agora a gente se chupa toda manhã e toda noite, uma antes de trabalhar e uma depois. Ajudou muito da nossa relação.

Avalie esse conto:
PéssimoRuimMédioBomExcelente
(Média: 4,54 de 28 votos)
Loading...