Lulu, a cruz, e o Estuprador

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[Meu primeiro conto, mais explicaçoes no final]

Gael morava em um pequeno vilarejo, cercado de fazendas de plantações de pimenta. Todo mundo ali sabia de suas depravações, porem ninguém tinha coragem de desafiá-lo, tamanho sua força, e quando o ameaçavam ele dava um jeito de fazê-los desaparecer. Na casa do padre, que o criara desde que ele era um bebê, o taradão lutava para aguentar o calor e o tesão, louco para enfiar seu cacetão anormal de 38cm em um buraquinho apertado, quando ouviu batidas na porta.
-Quem é?
-Gael, sou eu, a Lulu. – Gael abriu a porta. – O padre está ai?
-Não, ele me deixou arrumando umas coisas importantes, garota.
-Será que eu posso entrar? – Lulu o olhou toda "inocente", de vestido simples e segurando um rosário. – Ele sempre deixa eu orar aqui quando a igreja tá fechada.
Gael olhou para a garota, com desejo.
-Claro, pode entrar
-Obrigada.
-Pretende demorar aqui? Pois tenho muita coisa pra fazer e não quero receber reclamações.
-Eu vou ficar quietinha, juro. – de forma diferente, Lulu olhou para Gael, se sentando no sofá e orando.
Sem conseguir segurar o tesão, o pau de Gael começou a endurecer dentro da calça. Lulu ali quieta, sabendo que o homem estava pensando sobre sua buceta.
-O que você tá fazendo? Isso não parece orar pra mim!
A garota mostrou o rosário, sorrindo de leve.
-To rezando sim. Será que você tem um bíblia? Quero te mostrar as passagens mais bonitas.
-Atrás de você, tem uma na gaveta.
Quando Lulu se virou, sua bunda ficou bem na cara de Gael, que apalpou, sem resistência. Lulu fingiu não perceber, demorando mais que o necessário, para que fosse apreciada.
Lulu colocou a bíblia no colo, abrindo em uma passagem quase pornográfica de estupro pesado. Enquanto Gael lia, ela o olhava, sem parar.
-Por que me olha desse jeito?
-É que eu to curiosa, la na minha fazenda as pessoas vivem dizendo coisas sobre você.
-Curiosa com o que? E que coisas estão dizendo ao meu respeito?
-Eles dizem – Lulu baixou a voz. – que você tem um pirocão e que é um estuprador. É verdade isso, Gael?
O rapaz ficou um pouco sem graça.
-Mas você sabe o que é um pirocão?
-Não, me diz.
-Melhor não, você ainda é moça virgem… não quero que me veja dessa forma. E eu tô tentando ser uma pessoa melhor, mesmo você sendo tão linda.
Lulu passou a mão no bíceps forte de Gael, sobre sua camisa de flanela.
-Me conta, por favor. – pediu, quase fazendo beicinho.
-Não faz isso… é difícil para mim.
-Vai me deixar curiosa?
-Sim, para o seu bem!
-Ah ok. – respondeu, desapontada. – Acho que o padre não vai voltar mesmo. Será que pode me dar um pouco de água antes de eu ir embora?
Gael se levantou, tentando disfarçar seu pau extremamente duro e chamativo. Ele saiu para pegar a água para a moça, mas quando voltou para a sala não a encontrou.
-Lulu? Onde você está?
Gael escutou sons, viu a luz do seu quarto acesa. Calmamente foi até lá e abriu a porta, encontrando a garota deitada na sua cama, só com a calcinha de pano, esfregando um crucifixo na bucetinha, sobre o pano.
-Ah Gael!! Gostoso! – ela gemia, se convulsionando de tesao na cama.
-O que você pensa que tá fazendo? – perguntou, assustado.
Lulu abriu os olhos, sorrindo de leve.
-Não é isso que você gosta? Por favor…
-Daqui a pouco o padre vai chegar e você vai tá aqui blasfemando.
-Por favor, Gael, me mostra o que um estuprador gosta de fazer. – continuou acariciando a cruz em sua bucetinha, encharcando sua calcinha.
Com a bíblia ainda na mão, fechou a porta e ficou sentado na cama.
-Acho que não é verdade o que dizem. – provocou a fêmea, olhando profundamente. – Sabe, acho que o Damião deve ser mais homem que você. – Damião era o amigo de infância de Gael, com quem ele tinha uma rivalidade. – Ele vai cuidar bem melhor de mim.
O rapaz reagiu, caindo.
-Você quer saber do que eu sou capaz, é? – Gael pegou o crucifixo e fez ele mesmo a masturbação.
-Me mostra então, me mostra o depravado maldito que todo mundo diz que você é.
Gael botou sua pica dura pra fora.
-Então vem aqui e mama minha rola grande!
Lulu foi engatinhando, olhando depravada para aquele pênis anormal.
-É tão grande!
-Vem e faz o que você quer, porque depois vai ser minha vez.
Lulu arrancou a calcinha, dando o crucifixo para Gael ir metendo, enquanto lambia a baba que escorria do seu pauzão, engolindo ele em sua boca pequena. Gael meteu a cruz quase toda, não sentindo resistência.
-Deixa Jesus te fuder, deixa Jesus te fuder. – o estuprador ficou descontrolado, especialmente ao ver como a buceta de Lulu melava com suas blasfêmias. – Deixa Jesus te fuder e agradece ele ter te dado esse pauzão de quase meio metro pra chupar.
Gael colocou Lulu de quatro no chão.
-Le a bíblia enquanto eu te fodo, recita ela pra mim.
Sem piedade, começou a meter. Lulu não sentia dor, só tesao descontrolado e pecaminoso.
-AAAAAHH! Delicia, soca esse pau de estuprador todinho em mim.
-Nossa, que xaninha mais apertada. Deliciosa!
-Me estupra!
-Você é muito puta, vou te estuprar toda!
Gael metia forte, muito rápido. Seu pauzão empurrando o útero da garota na direçao da barriga, fazendo volume.
-Ahhh! – gemeu ele, depois de longos minutos. – Ai, to quase gozando
-Eu também, vou gozar com um macho estuprador me fudendo na casa do senhor, em cima da bíblia.
Lulu berrou, gozando feito uma cadela. Gael não resistiu e gozou junto, dentro do útero da depravada.
-Aiin, me da esse leitinho de tarado.
Lulu esperou Gael terminar de gozar e tirar o pau, se virando e deixando sua porra escorrer em cima da bíblia, pra completar a depravação.
-Por favor, me diz que você vai me fuder de novo, sempre!

Bom, primeiro, obg por ter lido.
Eu sou bem taradinha e sempre gostei de fants envolvendo personagens de filmes, séries e etc, e por fim algumas pessoas me perguntavam pq eu nao transformavam em conto, enfim aqui está rsrsrs
Esse é baseado no personagem de uma novela, um bem tesudo que ia adorar que tivesse me fudido assim, selvagem!
Beijos da Lulu para todos