Vanessa, pequena e uma delícia – parte 3

Autor

Continuação: Vanessa, pequena e uma delícia – Parte 2
Os dias passavam e cada dia eu fico apaixonado pela pequena Vanessa. Uma menina muito pobre, que com seus 8 anos de vida, consegue encantar qualquer um.
Todos os dias damos um jeito de nos ver e como ela mesmo fala: Fazer saliência.
Já transamos como dois adultos. E em qualquer lugar. Até aqui na escola já peguei a menina.
Deixei todos irem embora, me tranquei com a Vanessa na escola e comi a menina em cima da minha mesa.
Outras vezes fizemos no meu carro, no mato, no riozinho e em casa.
Como tenho umas vizinhas fofoqueiras, evito justamente a minha casa. Embora com mais conforto, a chance de alguma me denunciar é grande.
Conversando com a Vanessa, eu fico atento ao que ela diz, vive e faz. Sei que ela tem outros irmãos, que vivem em um sítio e uma casinha muito humilde.
Em uma destas conversas ela me contou que tem uma irmã mais velha, que sofre de uma doença grave. A menina tem 9 anos, mas idade mental de uma criança de apenas 2. Usa fraldas e não fala. Ela anda, mas não consegue se expressar ou interagir com ninguém além da mãe.
Fiquei triste com a situação da família da Vanessa. Pensei durante muitos dias em como fazer para ajudar. Conversei com a Vanessa, até que acertamos que eu iria visitar a família dela, até como diretor da escola, eu precisava saber porque a menina de 9 anos está fora da escola.
Mandei um bilhete para a mãe… mesmo a mãe não sabendo ler, alguém podia ler para ela. E orientei a Vanessa como falar com sua mãe.
Comprei uma cesta básica e alguns doces. Avisei a professora da Vanessa, que eu iria representando a escola.
Saímos da escola (Eu e a Vanessa) as 11:00 hs.
Cheguei no final da estradinha de terra e fizemos o resto do caminho pela trilha. A pé mesmo.
Só então vi que a Vanessa anda muito mais do que eu pensava. É muito longe. Não tenho noção de distância, mas certamente dá uns 3 kmts.
Penei com a cesta básica. Era um peso lascado. Mas segui firme.
Ao chegar na casa eu até me assustei. O local é extremamente pobre. Uma casinha no meio do nada, cercado de vegetação seca. Uma construção de pau a pique, com uma portinha estreita e apenas 1 janela.
A mãe da Vanessa estava colhendo um pouco de feijão de corda, e parou logo ao nos ver.
Vi uma mulher que parece ter 50 anos… mas pelo que vi nos documentos que temos na escola, ela tem 26 anos. Aparenta o dobro. Um mulher sem os dentes da frente. Mãos calejadas e expressão de sofrimento.
Reparei outras crianças, inclusive uma menininha de 4 anos e um menino de 3… estavam peladinhos.
Após um breve comprimento, eu entreguei a cesta básica e dei os doces para as crianças.
Entramos na casa e senti um forte cheiro de urina.
Eles não tem banheiro dentro da casa. Fazem tudo fora, em um banheiro improvisado com madeiras e um plástico preto (furado pela ação do tempo).
Deitada em um pedaço de espuma, estava a menina que eu procurava. Uma criança magra, cabelos compridos, nua e com um cheiro de fezes.
Dei alguns doces e a menina devorou em poucos minutos.
Sem falar 1 palavra, apenas balbuciando coisas sem sentido, ela me pediu mais.
Dei outros doces e aos poucos ela foi me olhando com um olhar diferente. Parecia implorar por socorro. Chorei muito ao ver uma criança neste estado. Eu tinha que fazer algo.
Sai um pouco e a mãe da Vanessa me acompanhou.
– Dona Zefa, eu quero ajudar vocês. Eu não sei como fazer, mas seus filhos precisam de ajuda.
– Obrigado senhor.
– Não precisa agradecer. Qual o nome da dela (apontando para a menina de 9 anos).
– É Milena, mas ela não tem registro não.
– Puxa… temos que providenciar documentos para ela.
– A senhora recebe bolsa família ?
– Não senhor
– Mas a senhora tem direito e precisa. E os outros tem registro ?
– Não senhor.. só a Vanessa tem registro, que o padrasto dela fez.
– entendo.
– Amanhã eu vou voltar. Vou trazer roupas para suas crianças, e vou levá-las até o cartório.
Me despedi da dona Zefa e a Vanessa me acompanhou.
Neste dia eu nem quis fazer sexo com a Vanessa. Fiquei muito consternado com tudo que vi.
Conversei com a Vanessa e nós dois, abraçados só choramos.
No dia seguinte eu fui até a prefeitura. O prefeito é meu primo, e o dono do cartório é meu tio.
Consegui ajuda e fui orientado.
Comprei algumas peças de roupas e chinelos. E fui buscar a dona Zefa e seus filhos.
Passei em casa antes de ir no cartório. Pedi para a Zefa dar um banho nas crianças e ajudei ela nesta tarefa.
A crianças são:
– Daiane (9 anos) e com idade mental de 2.
– Cristiane (4 anos e 10 meses)
– Romario (3 anos e 2 meses).
A Daiane apesar do quadro de saúde, é uma criança que anda mas não fala. Precisa de ajuda para tudo. Ela gostou do banho e das roupas novas.
As outras crianças fizeram uma bagunça enorme no banheiro. Até a Vanessa tomou banho com os irmãos menores.
Fomos para o cartório e primeiro fizemos o registro da Daiane. Foi o mais complicado. Depois fizemos das outras crianças. Foi um processo demorado.
Em posse dos documentos, eu fui até a Prefeitura e fizemos o pedido do bolsa família.
Na prefeitura eu consegui algumas roupas de doações.
Voltamos para casa e vi que estavam todos famintos.
Eu já tinha deixado comida pronta, foi só esquentar.
Após estarem alimentados, eu fiquei brincando com a Daiane.
Até que resolvi levá-los de volta. Ao parar no final da estradinha a Zefa me agradeceu muito.
Me disse que tudo que eu precisasse podia contar com ela.
A Vanessa pediu: Mãe deixa eu dormir na casa dele ?
– Não, você vai atrapalhar o moço… ele já fez coisas demais para nós…
– Não Zefa. Se a senhora deixar, amanhã eu levo ela para a escola e assim não precisa andar tudo isto.
– Ela vai dar trabalho pro senhor.
– Não vai. Estou te pedindo…
– Bom eu deixo.
Aí foi aquela bagunça. As outras crianças queriam ir também. Mas voltei só com a Vanessa.
Ao chegar em casa, ela me agradeceu toda ajuda e me deu um beijo de língua e falou:
– Hoje vou fazer bastante saliência… tô com desejo
A menina veio para e sem eu falar nada tirou meu pau para fora da calça e chupou.
Tirei minha camisa ela ajudou a tirar a calça. Tirei a roupa dela e fomos para a cama.
Deitei de barriga para cima e ela veio. Segurou meu pau e colocou na entradinha da bocetinha. Descendo o corpo até sentir que estava tudo dentro.
Ela fez como uma puta, nestes filmes de pornô. Subia e descia com força. Ouvi gemidinhos gostosos. Até que gozei bem fundo. Dei um urro forte e a abracei. Senti seu coração acelerado no meu peito, e a bocetinha dela se contorcendo, apertando meu pau.
– Tio, que gostoso isto
– Eu te amo menina.
– Eu também te amo tio.
Fomos no banheiro e vi uns trapos de roupas que as crianças deixaram jogados no chão.
Joguei tudo no lixo e tomei um banho com a Vanessa. Sem pressa alguma.
Ela me chupou até eu encher a boquinha dela. Engoliu tudo.
Deitamos pelados e ela agradeceu novamente.
No dia seguinte preparei um café com biscoitos e fomos para a escola. Cheguei cedo e deixei ela brincando no pátio. Uma criança ainda. Seus 8 anos não deixam ninguém desconfiar que transa tão bem. Eu nunca encontrei menina assim.
Tivemos uma reunião com as professoras e eu relatei que tinha conseguido o registro das crianças. Todos na escola ficamos bem contentes.
No final da aula a Vanessa saiu e foi ao local que combinamos me esperar.
Primeiro eu passei em um mercadinho e comprei alguns alimentos e doces.
Fomos direto para a casa dela.
Passamos pelo córgo e me deu uma vontade enorme de entrar com a Vanessa, mas ia ficar tarde. Seguimos até a casa dela.
Ao chegar as crianças vieram correndo em nossa direção. Estavam todos peladinhos, inclusive a Daiane. Entreguei os alimentos e os doces. A Zefa me agradeceu muito. Disse que chorou por toda ajuda que eu dei.
Eu agradeci a confiança dela em deixar a Vanessa em casa, até que ouvi:
– Sabe, se o senhor quiser eu dou ela pro senhor de papel passado.
Aquilo mexeu comigo.
– Zefa, eu quero sim. Mas vamos deixar assim. Quando a Vanessa quiser ir para minha casa, ela vai. E se a senhora precisar de alguma coisa, pode ir também. As crianças também. Eles podem ir um por vez, junto com a Vanessa. Eu gostei de todos vocês.
– O senhor é um anjo.
Me despedi e voltei sozinho.
Na sexta feira, após a aula a Vanessa estava me esperando no local combinado.
Logo que entrou no carro ela falou:
– Tio falei com mainha e ela deixou eu dormir na sua casa.
– Oba, gostei
– Só tio, eu queria ir buscar a Daiane, ela nunca sai de casa…
– Vamos buscar ela sim.
Ao chegar no sítio a Daiane estava peladinha. Veio correndo em minha direção.
A Zefa colocou roupas na menina e deixou ela vir comigo.
Ao chegar em casa eu coloquei as duas no banho.
A Vanessa falou:
– Vem tio, toma banho com a gente.
– Não Vanessa, hoje sua irmã está aí com você
– Mas o que que têm… vem junto
Relutei um pouco, mas resolvi ir.
Entrei e a Vanessa já pulou no meu colo.
Eu confesso que fiquei envergonhado no início, por estar com a Daiane ali. Mas aos poucos meu pau foi dando sinal de vida.
A Vanessa já queria chupar, mas eu interrompi: Na frente da sua irmã não né.
– Ela não sabe falar tio
– É mas é complicado… tadinha.
– Tio, a Daiane já fez saliência com meu padrasto.. ela gosta.
– O quê … como assim Vanessa ?
– é tio, meu padrasto fazia com ela e comigo.
– Sua mãe sabe disto ?
– Ela sabe sim tio.
Peguei um sabonete, fiz espuma na minha mão e fui lavar a Daiane.
Passei a mão na sua bocetinha e passei meu dedo. O dedo entrou com facilidade. Coloquei 2, 3 dedos e entrou sem ela reclamar de nada. Lavei a bundinha e coloquei 3 dedos no cuzinho dela, também entrou.
Meu pau já estava duro que até doía.
Mesmo com grande remorso e dó, eu decidi que iria fazer com ela.
Terminamos o banho e levei as duas para a cama. Coloquei as duas deitadas e olhei bem as bocetinhas. Parte de mim queria, outra parte não. Até que a Vanessa falou: Vem tio. Coloca nela para eu ver.
A Daiane só abriu as perninhas. Não resisti. Pincelei meu pau na bocetinha sem nenhum pelinho, lisinha e estufada. Coloquei a cabeça do meu pau. Vi um sorriso no rosto da Daiane.
Penetrei meu pau inteiro e bombei forte. Meti com gosto até gozar dentro dela.
Me deitei e a Vanessa me abraçou.
– Vanessa, eu não devia ter feito isto. Sua irmã é doente. O que fiz é muito errado.
– É nada tio. Isto é bom. Agora faz comigo
Pronto lá estava eu comendo a Vanessa.

Avalie esse conto:
PéssimoRuimMédioBomExcelente
(Média: 5,00 de 6 votos)
Loading...