Aos 10

Quando completei 10 anos, meu corpo começou a ganhar formato de mulher gostosa. Meus peitos eram grandinhos, minhas pernas grossas, bundinha bem empinada e minha pepeka era carnuda. Meu nome é Raquel e hoje tenho 30 anos. Não sou safada nem nada, me considero bem normal na cama, gosto de uma boa sacanagem, mas nada exagerado. O que vou contar aconteceu com o porteiro do prédio onde morava com meus pais, há 20 anos atrás. Confesso que com meus 10 anos, apesar de uma criação rígida por meu pai ser militar, sempre fui comunicativa e curiosa. Dando uma certa dor de cabeça aos meus pais.Sempre era a primeira da turma em armar as confusões rsrs. Mas era inocente fazia as coisas para brincar. O que fazia de mim uma vítima perfeita para qualquer homem mal-intencionado. No condomínio em que mora havia Seu Nelson, que na época deveria ter uns 60 anos. Ele era gordo, careca e falava engraçado. Como o condomínio é grande, digo é, porque ele existe até hoje. Eu vivia solta dentro dele, principalmente os finas de semana. Foi um desses finais de semana que Seu Nelson começou a comer minha pepeka.
Como sempre muito curiosa entrei na sala dos funcionários do prédio e lá estava ele, saindo do banheiro se enxugando. Fiquei paralisada ao ver sua rola grande e cabeluda. Quando Seu Nelson me viu tentou se esconder, voltando para dentro do banheiro. Ele percebeu minha curiosidade e saiu do banheiro nu e falou:
– O que você quer aqui?
– Desculpas ser Nelson! Entrei sem querer!
Ele se sentou no sofá e disse:
– Vem cá!
Fui andando devagar até chegar perto dele. Eu usava um shortinho e um top. Seu Nelson passou a mão nas minhas pernas:
– Você já viu um rola antes? -Com cara de safado
Balancei a cabeça negativamente e perguntei o que era uma rola?
– Rola é isso aqui! – Apontando para sua semidura
– Já meu pai uma vez sem querer nu! – Falei com a voz baixa
Ele começou a fazer carinha na minha bunda. Sua rola começava a ficar dura. Eu não tirava os olhas dela!
– Então quer dizer que já viu seu pai nu é! Hum..
Seu Nelson então começou a baixar meu short. Sem saber o que fazer fiquei quieta, com medo. Quando meu short ficou na altura do joelho, ele passou as mãos na rola falando:
– Deixa eu ver essa periquita aqui!
Seu Nelson passou o dedo na minha rachinha, que marcava bem a calcinha e a colocou de lado deixando minha pepeka a mostra.
– Olha só o tamanho dessa periquita! Eu acho que ela aguente a rola do Seu Nelson todinha!
Nessa hora ameacei ir embora, mas ele, matuto velho disse:
– Calma minha flor! Você não me viu nu? Eu só quero ver você também!
Ele já estava deslindado seus dedos todos em minha pepeka. Comecei a senti algo bom, mas sei ao certo o que era exatamente. Era como se fosse uma mistura de vontade de fazer xixi com uma leve coceira que ia até o umbigo. Seu Nelson então falou:
– Tá gostando né sua rapariga!?
Pegou na minha mão e conduziu até sua rola (estou usando “rola”, porque era assim que ele falava). Eu segurei sua rola e com sua mão por cima da minha fiquei masturbando. Lembro como era dura e quente, tinha uma cabeçona roxa. O medo aos poucos foi indo embora e já estava gostando de ficar naquela situação. Eu mexendo na rola dele, enquanto ele acariciava minha pepeka!
– Hum.. Eu sabia que essa rapariga ia gostar de segurar minha rola! – Dizia ele
Seu Nelson percebendo que eu não iria mais embora. Parou de mexer na minha pepeka e levantou meu top. Seus seios pularam para fora, já com os bicos um pouco duros. Mesmo tendo apenas 10 anos e não sabendo o que era sentir desejo sexual, estava ficando excitada.
– Olha só as tetas dessa rapariga! Vou dar uma bela mamada em cada dessas tetas!
Ele já não estava mais com a mão em cima da minha, mas institivamente continuava a mexer em sua rola. Seu Nelson mal acabou dizer suas palavras e começou a mamar meus peitos. Ele mamava, chupava meus biquinhos de fazer barulho e mordiscava. Seu Nelson estava ofegante! Eu começava a gostar de ser bolinada. Ele mamou meus seios por longo tempo, dando pequenos intervalos, e cada intervalos dizia:
– Oh rapariga da teta gostosa! Olha como tá deixando minha rola!
Seu Nelson quando parou disse:
– Agora é a vez de ver essa periquita toda. Tira esse short sua rapariga safada!
Timidamente olhei para ele é disse:
– Mas Seu Nelson sou criança, não posso mostrar minha periquita para o senhor!
Ele com um olhar de pura cobiça respondeu:
– Olha minha rapariga! Eu já vi esqueceu?! Esó tem eu e você aqui, será segredo nosso?!
Comecei a descer meu short que já estava na altura dos joelhos e logo depois desci minha calcinha. Ficando praticamente nua na frente dele, apenas com o top levantado com meus seios à mostra.
– Olha só isso! Que periquita mais gostosa!
Ele segurou na rola dizendo:
– Essa periquita com certeza aguenta uma rola inteira dentro! É só chupar bem chupado!
A essa altura já não tinha mais medo ou vergonha. Sabia o que estava acontecendo não era certo, mas tinha ação de negar nada. Seu Nelson passou o dedo maior na minha pepeka, o enfiando dentro dela passando no meu grelho. Seu dedo era áspero, que chegava a arranhar um pouco, porém era uma sensação maravilhosa. Ele massageou um pouco meu grelho e quando tirou o dedo de dentro externou:
– Olha rapariga! Como você já tá melada! – Esfregando as pontas dos dedos com meu caldinho que saia da minha pepeka.
Eu sorrir e perguntei o que era isso? Ele a grosso, explicou que era o liquido que saia da periquita da mulher quando queria fazer amor ou quando está gostando de levar carinha nela. Sem entender muito!Aceitei a explicação!A final eu estava gostando realmente de ser tocada nela. Seu Nelson então pediu:
– Agora você vai deitar no sofá para o Seu Nelson chupar essa sua periquita!
Antes deitar no sofá, ele tirou meu top.Deu mais algumas mamadas nos meios peitos. Quando fiquei totalmente deitada. Seu Nelson abriu minhas pernas com todo cuidado. Foi aproximando seu rosto aos poucos para o meio das minhas pernas até sumir da minha visão. Foi quando senti sua língua encostando na minha pepeka. Na hora meu corpo tremeu, ficando toda arrepiada! Ele abriu minha pepeka dos os dedos e disse:
– Que periquita mais gostosa é essa! – E começou a chupar
Sua língua passava por toda a extensão da minha pepeka. Seu Nelson chupa meu grelho com força e às vezes lambia minha virilha, o que fazia cosquinha. Eu estava totalmente relaxada gostando de ser chupada, ao ponto de ele dizer por vezes “Olho como sai caldo dessa periquita! ”. Realmente não sei ao certo, mas acho que naquele dia tive meu primeiro orgasmo. Seu Nelson parou de chupar minha pepeka e falou:
– Tá gostando sua rapariga safada da periquita gostosa?
Eu respondi com um sonoro “sim”. Minha pepeka estava completamente melada e babada. Seu Nelson deitou no sofá ficando por cima de mim, mas sem deitar seu corpo sobre o meu. Me fez pegar em sua rola e disse:
– Rapariga dá um beijo na rola do Seu Nelson?! – Ele falou levantando meu pescoço
Quando meu rosto ficou perto da rola dele, tive um pouco de nojo para beijar e hesitei. Mas ele com uma voz autoritária me ordenou mais uma vez “beija minha rola sua rapariga! ”. Eu dei dois beijinhos e parei. Seu Nelson virou de lado no sofá passou a mão no meu cabelo e disse baixinho:
– Coloca minha rola na boquinhae chupa igual pirulito – com uma voz doce e suave
Ele colocou suas mãos em minha cabeça descendo em direção a sua rola. Novamente hesitei um pouco, mas ele deu uma forçadinha na minha cabeça fazendo meus lábios encostarem na cabeçona da sua rola.
– Agora é só abrir a boquinha e chupar minha rola!
Eu abri minha boquinha, com ele acabará de pedi, colocando o que conseguia na boca. Praticamente estava somente com a cabeçona roxa dentro da minha boquinha. No começo senti enjoo, porque tinha muito cabelo e saia um liquido com o gosto ruim, mas fui chupando. Seu Nelson me auxiliava com dizeres “é pra chupar, não morder”, “mais devagar”, “passa a língua na ponta da rola”, “que boquinha mais gostosa tem essa rapariga”. O enjoo foi passando e aos poucos fui acostumando em chupar a rola do Seu Nelson. Chupei por um bom tempo e o liquido que saia começou a ficar mais grosso e o gosto mais forte. Quando ele disse:
– Tá bom se não vou gozar na sua boca! Eu quero e comer essa periquita agora!
Já havia passado um bom tempo e expliquei que tinha que voltar para casa se meus pais poderiam brigar comigo. Ele nem deu ouvidos. Falou que já cansou de me ver brincando sozinha pelo play, sem meus pais irem me buscar. Realmente ele falava a verdade. Ele fala ao mesmo tempo que ficava passando o dedo dentro da minha pepeka. Ele me deu um selinho, foi um primeiro beijo na boca, alisou meus cabelos e disse:
– Agora rapariga vem o melhor! Vou comer essa periquita!
Ele posicionou meu corpo no sofá. Abriu minhas pernas. Ficou por cima de mim, ainda sem deitar seu corpo em cima de mim. Pegou na sua rola e ficou passando no meio da minha pepeka, subindo e desceu como ele. Era gostoso senti sua rola passear na minha pepeka toda meladinha. Seu Nelson então fez seu comunicado:
– Agora vou meter a rola dentro dessa periquita! – Sua voz era de total prazer
Ele forçou a entrada, que doeu na hora arrancando um “ai” de mim.
– Calma rapariga safada! Essa sua periquita vai aguentar!
Seu Nelson começou a força cada vez mais forte. Cada tentativa, um pequeno grito meu!Que era abafado por suas mãos em minha boca. Mesmo estando doendo eu não pedia para parar ou queria ir embora. Em uma dessas forçadas sua cabeçona entrou de uma só vez na minha pepeka. Eu gemi de dor, que saiu lagrimas dos meus olhos. Seu Nelson percebeu que havia conseguido penetrar minha pepeka disse:
– Calma minha Flor! O pior já passou agora é só esperar um pouquinho que a dor vai passar e logo você vai gostar!
Ele ficou parado por algo tempo e perguntou:
– Ainda tá doendo muito?
– Não! – Respondi com a voz chorosa
Seu Nelson foi fazendo o vai e vem indo cada vez mais fundo. Eu com apenas 10 anos estava sendo comida pelo porteiro do prédio em seu sofá de descanso. Minha pepeka estava engolindo a rola dele cada vez mais fundo. A dor já não era tão intensa. Seu Nelson percebendo que eu estava relaxando cada vez mais, começou a socar um pouco mais forte colocando sua rola inteira na minha pepeka. Minha respiração foi ficando ofegante, comecei a senti prazer na penetração, sentia sua rola entrado e saindo e seu abdome encostado no meu. Ele acomodou seu corpo em cima do meu, sem fazer muito peso.Iniciou uma gostosa lambida no meu pescoço e passava a língua na dentro da minha orelha. Com uma das mãos apertava seus seios. A cada socada dizia:
– Rapariga da periquita gostosa! Seu Nelson vai encher ela de porra!
Ele não aumento seu ritmo. Ele comia minha pepeka de forma forte, porém suave. Até que ele soltou um uivo de prazer, gozando dentro da minha pepeka. Foi gostosa a sensação do leite quente enchendo minha pepeka. Seu Nelson ficou um pouco em cima de mim, relaxando do sexo que acabava de fazer comigo. Sua rola dava pequenos espasmos dentro da minha pepeka. Quando ele voltou ao normal tirou cuidadosamente sua rola de dentro e disse:
– Eu falei que ela aguentava uma rola!
Ele ficou sentado no sofá e eu deitada. Faz carinho nas minhas pernas e mando tomar banho. Quando levantei olhei para minhas pernas que estavam com um pouco de sangue, misturada com goza.

Depois desse dia Seu Nelson comia minha pepeka todos os finais de semana que ficava de plantão. Ele morreu quando tinha 14 anos e me comeu até essa idade. O mais incrível foi que ele nunca me pediu para não contar para ninguém, e eu por sua vez nunca tive vontade de contar.Sabia que não era certo o que ele fez comigo, mas havia gostado!

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