A professora Margarete segunda parte

Autor

Após gozar ele le conduziu até o banheiro, ele conhecia muito bem o prédio do campus…
Lavou-se e depois mandou que ela se lavasse. Com a pequena claridade do luar conseguiu ver um pouco sua silhueta, mas não chegou a reconhecer…
Após se lavares ele investiu novamente em seu peitos, desta vez parecia esfomeado, dava chupões que estalavam, seus bicos estavam mais que enrijecidos e ele enfiou seu dedos em msua boceta… ela estava desesperada para ser penetrada, mas ele apenas colocou dois dedos dentro de dela…
O movimento de entra e sai de seus dedos acabou por levar-le a mais um orgasmo, ele ria, ria bastante a cada gozo seu… ela o chamava de ordinário, tarado, estuprador, ele deliciava-se com tudo isso, e pedia para que ela o xingasse ainda mais…
Caiu novamente de boca em sua xaninha, chupou com vontade, enfiou dois dedos em sua bundinha, e tive o gozo mais forte até então…
Foi quando ele se levantou, ela permanecia atirada no chão do banheiro. Percebeu que ele tinha um frasco contendo um líquido, não viu o que era, apenas percebeu que ele molhou um lenço naquele líquido, sentiu o cheiro, amônia… deitou-se segurou sua cabeça e com violência fez com que ela cheirasse o pano profundamente…
Foi quando ela desmaiou. Ficou entorpecida, não totalmente desmaiada, mas sem forças, totalmente sem forças… Ele le manipulava sem fazer esforço algum, levou-le para a sala de reuniões e jogou-le sobre a imensa mesa central…
Ergueu suas pernas à altura de seus ombros, ele permanecia em pé, e com uma violenta estocada penetrou sua boceta… Sentiu dor, mas uma dor que le deu um prazer tão grande que em poucos movimentos daquele pênis enorme dentro de sua buceta, ela gozava novamente…
Sentiu uma verdadeira puta, drogada e transando com um cliente estranho… Ela não conseguia falar nada, balbuciava, babava, seus olhos reviravam de um lado a outro, eu apenas gemia, baixinho, mas tudo aquilo estava le dando um prazer que até então ela não conhecia… estava divino, delicioso, aquele cacete enorme le rasgando, ele penetrava com força, com raiva até…
– Tá gostando puta? Isso é par ti nunca mais sair por aí provocando os homens na faculdade…
Todos os vigilantes batem punhetas pensando em ti, todos eles ficam te espiando pelas janelas quando tu fica sozinha aqui no prédio.
Você nem percebe, se acha muito gostosa e considera os vigilantes inferiores a ti, passa por todos e nem diz boa noite… agora tu vai aprender sua vaca!!!!
Ele falava tudo isso e le comia com uma força descomunal, arregaçando completamente… Ele era maravilhoso, sabia muito bem segurar o gozo, e le comeu por infinitos minutos… parecia que nunca iria ejacular dentro dela, ela consegui pronunciar entre gemidos e sussurros:
– Goza. Goza que eu quero sentir tua porra queimando minha vagina, goza filho da puta!!!!
Quando falou isso ele pareceu ficar mais possuído ainda, deu um tapão no rosto, tirou de cima da mesa a jogou no chão, atolou o pau em sua boceta, ela arreganhou as pernas o máximo que pude, foi quando ele virou-le de quatro, enfiou seus dedos em sua boceta e com seus líquidos lubrificou seu cuzinho…
Ela nunca havia tido uma penetração anal, aquilo assustou, ainda mais com o pauzão que ele tinha, mas a idéia de ser enrabada foi deixando ainda mais excitada, ela estava irreconhecível…
Ele ainda cuspiu no seu cú, e foi atolando o pau no seu rabo…
Naquele instante o torror passou rapidamente, voltei à realidade e tentei fugir, ele deu uma gravata, que a sufocou, puxou seus cabelos e atolou com tudo o cacete no seu cú…
Ela não conseguia nem mesmo gritar, o fôlego faltava, mas consegui sussurrar para ele escutar:
– Que delícia…
Ele largou e começou o vai e vem rapidamente, com força, mas ela estava tendo prazer…
Comeu como ela sempre quis ser comida, e gozou aos berros dentro de seu cuzinho…
Gozou e continuou por mais uns cinco minutos comendo, até o pênis amolecer…
Tirou o pau, novamente deu o pano com amônia para ela cheirar e saiu nem viu para que lado…
Permaneceu ali, deitada, desfalecida, porém satisfeita… jamais imaginou que pudesse sentir tanto prazer sendo violentada…
Ela que sempre abominou esse tipo de atitude por parte dos homens.
Claro, que há situações em que eles exageram, matam, espancam, violentam crianças, aí sim, merecem a pena de morte, mas ela foi diferente, muito diferente!!!!
Ficou sem saber quem foi, mas tinha uma certeza:
Foi um dos vigilantes da faculdade. Não sabia qual, pois tentou em vão reconhecer durante os dias que se seguiram, mas todos são parecidos… À noite, ficou excitada ao lembrar do que ele falou, que eles ficam le olhando pelas janelas, batendo punhetas pensando nela…
Começou a provocar eles, já percebeu três diferentes olhando outro dia, vieram um por vez… percebeu que eles se masturbavam enquanto ela estava na sala, e de propósito ela virava de costas para eles, abaixava e deixava sua calcinha aparecer, escutou até quando um colou o rosto no vidro da janela para ver melhor… Quem sabe, aquele que teve coragem para vir agarrar, venha novamente… Quem sabe????

Avalie esse conto:
PéssimoRuimMédioBomExcelente
(Média: 5,00 de 1 votos)
Loading...