O dia do meu primeiro vibrador

Autor

Eu sou Alice, tenho 16 anos e sou viciada em sirica. Já postei dois contos aqui contando minha história com a masturbação. Hoje eu quero contar um dia bem estranho e delicioso.
Eu gosto muito de sentir prazer, tocar uma vez não basta para mim, gosto de 4, 5 vezes. Ano passado eu comprei meu primeiro vibrador escondida da minha mãe. Assim que comprei, veio uma vontade imensa de me masturbar, uma vontade incontável, então fui para casa bem rápido para testar. No quarto, eu finalmente pude me deliciar. Tirei minhas roupas de baixo, peguei o vibrador e passei na minha vagina. Nossa, a sensação era boa demais! O vibrador era muito melhor do que qualquer coisa que eu usava para sentir prazer. Eu gemia muito, me tremia e aproveitava a sensação gostosa. As vibrações de meu sex toy era tão boa que eu nem percebi o tempo passar: quando eu recuperei a consciência depois de gozar muito, eu vi que já era tarde. Eu estava planejando me deliciar mais, mas minha mãe me mandou ir para um lugar pegar algo para ela. Eu senti muita agonia, porque minha buceta estava formigando pedindo mais, no primeiro dia, eu já estava dependente do vibrador.
Tomei banho para me lavar de todo o gozo e claro que me masturbei no banheiro. Depois do banho-sirica, eu me troquei, vesti minha calça jeans apertada para destacar minhas coxas grossas, vesti uma blusa e coloquei meu celular no bolso. No caminho eu só pensava em ir pra casa e usar o vibrador. Peguei a coisa que minha mãe me pediu e senti o celular vibrar. Deu uma gemidinha porque a vibração era gostosa e esperei um tempinho para atender, só para eu sentir um pouco mais daquilo. Minha mãe estava me ligando para avisar que tinha que deixar na casa de minha amiga, porque a mãe dela tinha saído. Fui para lá, mais chateada ainda por não poder me deliciar, e depois de um trajeto torturante (por não poder tocar), eu cheguei lá.
Entreguei a coisa para minha amiga e recebi outra ligação de minha mãe. Fiquei sentindo o celular vibrar e já estava mordendo meus líbios e fechando os olhos, mas su lembrei que estava na casa de minha amiga. Eu senti um pouco de vergonha porque ela estava me olhando. Era minha mãe me avisando que eu ficaria na casa de minha amiga até a mãe dela voltar (só de noite)
– que cara é essa Alice?- perguntou ela
– Ah, nada, é que o celular vibrou
– então você estava gostando? Hehe
– hum- falei
Fomos para o quarto dela e eu já estava morrendo de vontade. Tiramos os calcados e ficamos na cama descalças. Conversamos um pouco, mas não estava prestando muita atenção porque só me imaginava usando o vibrador. Els percebeu e perguntou para mim
– você tá estranha, Alice
– eu? Nada…- dizia, me tremendo de desejo
– você está com frio? Se quiser eu posso aumentar a temperatura do ar- ela era muito fofa, se importava comigo
– não, é que…
– é que…- ela disse. Eu não aguentava mais então falei logo.
– desculpa, amiga, mas eu não aguento mais! Eu quero muito me masturbar! Não suporto mais ficar sem meu vibrador, eu quero ele, não consigo resistir!
Eu pedi licença e saí de lá, nem peguei meus calçados, porque estava com tanta vontade que até me esqueci. Descalça, eu corri pela rua até chegar em casa. Minha mãe estava trabalhando e meu pai havia se separado, então não havia ninguém lá. Cheguei na porta, mas estava trancada. Eu estava desesperada para entrar, afinal meu vício era mais importante. Eu lembrei que tinha as chaves na lavanderia, então corri até lá e abri a casa. Muito rápido, eu cheguei no meu quarto e peguei o vibrador. Finalmente! Eu consegui aliviar meu desejo depois de uns minutos (mas ainda estva querendo mais). Depois que me saciei um pouco, recuperei a razão e lembrei que tinha que voltar para a casa de minha amiga. Tranquei a casa, guardei o vibrador no bolso e fui para a casa dela.
Eu cheguei lá e ela me atendeu com cara feia. Eu me desculpei e expliquei meu vício incontrolável em sentir prazer, ela não entendeu então pedi para irmos ao seu quarto. No quarto, eu percebi que tinha deixado minha sapatilha lá e percebi que estava descalça: meus pés branquinhos como neve estavam muito sujos. Eu perguntei se tinha problema de ficar assim na cama dela, ela falou que não se importava (nem eu, eu já estava acostumada em andar descalça). Na cama, eu mostrei meu vibrador novo e falei como ele era a coisa mais maravilhosa do mundo e que se usasse uma vez não vai querer parar. Ela ficou estranhando, mas eu demonstrei para ela ver. Ela ficou excitada em me ver gozando com o brinquedo e pediu para experimentar. Por mais que eu queria continuar usando, eu deixei ela. Ela com receio colocou ele na vagina e começou a gemer, estava suando e com uma cara de prazer intenso, ela estava com um sorriso e com olhos meio fechados, apenas gemendo e aproveitando a delícia. Eu não consegui resistir e toquei uma sirica com os dedos, não era a mesma coisa, mas era muito bom. Ficamos nessa brincadeira, revesando dedo e vibrador por duas horas até que a mãe dela chegou. Eu escondi meu vibrador, me calcei e fui pra casa. Em casa eu aproveitei para me masturbar. No dia seguinte, eu recebi muitas mensagens dela desesperada para ter um vibrador porque queria sentir aquilo de novo e não estava conseguindo com nenhuma outra coisa. Eu falei onde o comprei e ela também se viciou.
Foi assim o dia que eu comprei meu primeiro vibrador.

Avalie esse conto:
PéssimoRuimMédioBomExcelente
(Média: 3,00 de 2 votos)
Loading...