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Carla e suas Historias

03-02-17 4 ★ 0.00

AVISO: Conto de ficção, representando taras e desejos, apenas!!!

Conto a história de minha irmã Carla, sob os detalhes que vi e os que não vi, transcrevo com minha imaginação com os detalhes que que ela me contou ao longo de nossa longa história incestuosa.

O flagra e o inicio de minha relação incestuosa com Carla

Tenho uma irma, Carla, 5 anos mais nova que eu e, desde pequena, ela já era muito “arteira”. Um dia vi um dos meus amigos entrar sorrateiramente na garagem com ela. Segui-os e vi que minha irmã se sentou de frente para ele, que tirou o pau para fora da bermuda e deu para minha irmã mamar. Surpreendi os dois, e meu amigo disse que tinha sido ela que tinha pedido.
Minha irmã então me contou que nosso tio a fazia chupar-lhe fazia uns dois anos e ela viciara no gostinho de porra, mas como meu tio passava muito tempo longe e ela estava “carente” de seu vício, pedira para mamar meu amigo.
Fiquei excitado e minha irmã, vendo isso, veio até mim, baixou minha bermuda e começou a me chupar. Nas semanas que se seguiram, nos nos trancávamos na garagem, eu minha irmã e esse amigo, e minha irmã mamava nós dois. Nós também chupávamos a bucetinha e o cu dela, que sempre se contorcia de prazer, e até tentamos comer o cuzinho dela, mas ela reclamou da dor e desistimos por medo de machuca-la.
Sabendo do que ela fazia com meu tio, espiei duas sessões de “mamadas” dela por uma fresta da janela da casa de meu tio e ela, em nossas conversas me contou tudo nos máximos detalhes.

Iniciação – Chupando o Tio

Nosso tio Walter, que trabalhava em uma plataforma petrolífera, morava em uma pequena casa nos fundos do quintal. Morava, era modo de dizer, pois ele passava três meses na plataforma e uma ou duas semanas de folga em casa.
Sempre que ele vinha trazia muitos presentinhos para mim e minha irmã e fazia o tipo “tiozão” legal, que nos levava para passear em lugares maneiros, principalmente quando queria impressionar alguma garota de que ele estivesse afim.
Segundo Carla, uma tarde, ela foi para acasa dos fundos brincar com o tio e, apesar da casa fechada, ouvia gemidos e barulhos estranhos e então ela espiou e viu uma das “amigas” do tio ajoelhada na frente dele chupando-o e, recebendo jatos de porra na cara, engoliu boa parte e lambeu tudo com cara de quem estava gostando. Carla saiu correndo, com certo nojo, mas, curiosa a respeito do que assistira.
Ela guardou aquilo para si por um bom tempo pois meu tio voltara a trabalhar, mas, quando retornou de viagem, e numa brincadeira inocente, Carla se viu na frente do tio, com o rosto colado em seu quadril em um abraço apertado. Apesar de ser uma coisa comum, pela primeira vez Minha irmãzinha percebeu o volume que cresceu sob o calção que meu tio usava e, inocentemente, beijou aquele volume.
Meu tio, espantado, perguntou para ela o que era aquilo e ela contou para ele tudo o que tinha visto, e sentada no colo de meu tio perguntou se ela podia fazer aquilo para ele pois ela estava curiosa a respeito do gosto que tinha aquele “leitinho”, Meu tio disse que permitiria que ela experimentasse, desde que fosse um segredo apenas dos dois, e, assim que Carla concordou, ele se trancou em casa com ela e começou a iniciar ela na arte da felação.
Nos anos que se seguiram, minha irmãzinha sempre que podia, se trancava com meu tio e mamava em sua piroca. Ele também tirava a roupa dela e mamava a bucetinha e os peitinhos dela. Depois que descobri, espiei minha maninha mamando o tio duas vezes e na última, ouvi meu tio contando que fora transferido para uma plataforma no exterior iria se mudar.

De mamadora de pica a cadelinha

Aquelas farras com minha irmã e meus amigos acabaram quando minha mãe ficou desempregada. Ela ainda vinha a noite para meu quarto e eu me acordava com ela engolindo me pau. Ela dizia que não conseguia dormir sem dar uma mamada e ser chupada.
Porem, duas semanas apos seu aniversário, ela voltou de um fim de semana prolongado na casa de uma amiguinha diferente. Notei que ela andava de maneira estranha, fazia careta quando sentava e me evitando o máximo que podia.
Deixei quieto, mas, quando ela pediu para minha mãe se podia passar a tarde na casa de sua amiga, estranhei, pois ouvira ela perguntar a amiga se ela estaria em casa a tarde e essa ter dito que iria para a casa da avó.
Segui minha irmã e ela realmente foi na casa dessa amiga, mas foi recebida por Carlos, o pai da menina, um coroa cinqüentão. Assim que ela entrou, Carlos fechou as janelas e trancou toda a casa.
Fui lentamente a lateral da casa e espiei pela janela, e vi Carlos sentado no sofá e minha irmã ajoelhada no chão boqueteando-o. Estranhei, mas sabendo que ela gostava de mamar uma pica era natural e pelo que via, Carlos tinha uma senhora pica. Devia ter uns 18 cm e era grossa mal cabendo na boca de minha irmãzinha que só abocanhava a cabeça e ficava massageando aquele mastro com gosto, passando a língua pelo comprimento da vara e rodeando a cabeça com a ponta de sua lingüinha.
Então Carlos ficou em pé, segurou-a pela cabeça com os dedos entranhados em seu cabelos e forçava seu cacete contra a boquinha de minha irma. Ele tirava o cacete para que ela respirasse um pouco e depois cravava com mais empenho e minha irma, com lagrimas correndo pelos olhos ia recebendo aquele cacete enorme em sua garganta.
Então Carlos gozou, e era tanta porra que escorria pela boca de minha irma e caia no chão, mas Carlos, ainda agarrado aos cabelos dela, a forçou a limpar todo seu pau e depois a lamber a porra que tinha caído no chão.
Achei que acabaria por ai, mas não. Carlos mandou minha irma tirar toda a roupa, e começou a beijar e chupar seu corpo todinho fazendo ela se contorcer. Mamou e mordiscou os pequenos seios dela e chupou sua bucetinha e seu cuzinho, enfiando seus dedos naqueles orifícios.
Depois de uns vinte minutos, ele ajeitou minha irmãzinha deitada no sofá com as pernas para cima e passou a esfregar a cabecinha do pau na bucetinha dela, e eu ouvi ela implorando pra que ele não fizesse isso e choramingando que ainda estava dolorida da semana passada e que ela chuparia ele de novo até ele gozar para ele não comer sua “xotinha”, mas ele segurou ela e cravou todo aquele cacete dentro dela em um só fincasso.
Ela perdeu os sentidos, mas recuperou, e urrava a cada estocada que ele mandava para dentro de seu corpo diminuto e se debatia, mas ele socava a vara nela sem piedade segurando seus tornozelos para o alto e então, tirou o cacete, puxou a cabeça dela contra seu pau e ordenou que ela “tomasse o leitinho que tanto gostava”.
Mesmo chorando, ela chupou e recebeu golfadas de porra na boca e lambeu até limpar aquele enorme cacete. Carlos se ajeitou e puxou ela em um abraço e ficou fazendo carinhos nela. Ela parou com o choro e reclamou que a bucetinha dela estava toda dolorida, mas ele, enquanto acariciava o rostinho dela, disse que sabia que doía, mas que ela iria se acostumar com a vara dele e que ela não relaxasse, pois ele ainda iria comer sua bundinha nesta tarde.
Ela começou a implorar para que ele não fizesse isso e disse que desde a semana passada ainda sentia muita dor em sua bundinha. Carlos então segurou firme os cabelos dela e disse, de maneira bruta, que ela era uma cadelinha e deveria se acostumar a receber caralho em todos os orifícios.
Ele esbofeteou ela e disse que putinha tinha de obedecer. Mandou ela ir no banheiro se lavar e voltar para dar mais uma mamada em seu cacete e tremula, ela obedeceu indo até o banheiro e Carlos pegou uma pomada e colocou em cima de uma mesa.
Quando ela voltou, ele ordenou para ela “chupa meu pau e deixa ele bem babado pra entrar nesse teu rabinho” ela se ajoelhou e mamou aquele caralho, então Carlos ergueu ela e mandou ela se ajeitar na mesa.
Ela virou de costas para ele e deitou a parte de cima do corpinho na mesa e obedeceu quando ele mandou ela abrir as anquinhas com as mãos. Ele então espalhou a pomada no rabinho dela e começou a forçar seu caralho naquele cuzinho.
Minha irma urrava a cada milimetro da entrada daquele enorme caralho em seu rabo e rebolava, e chorava e implorava para ele parar mas ele continuava socando até que acomodou toda a geba dentro dela.
Ele fazia um vai e vem violento ignorando o choro e os apelos de minha irmãzinha e depois de uns dez minutos socando no rabinho dela, tirou o cacete de dentro dela, virou na mesa e serviu a rola para ela chupar e receber mais uma violenta esporrada na cara e limpar com a língua e com os lábios aquele imenso caralho, que agora estava sujo de porra.
Minha irmã tentou se erguer, mas suas pernas falharam e ela caiu no chão. Carlos a ergueu e colocou ela aninhada em seus braços no sofá.
Carlos dizia que ela tinha uma bucetinha de ouro e um cuzinho que era um vulcão e minha irmã chorando, falava que estava com muita dor em sua bunda e seu quadril, que não conseguia firmar as pernas e que novamente passaria a semana com muita dor para sentar.
Carlos disse que ela iria se acostumar e que ela teria uma semana para se recuperar antes do próximo “festival de pica” e que ela deveria vir na semana que vem.
Minha irmã se limpou novamente, se arrumou e saiu, recebendo um carinhoso abraço e um demorado beijo de Carlos.
Minha irmã cambaleou com as pernas bambas por uma quadra quando eu a abordei perguntando onde ela estava e fazendo o que e porque andava como se estivesse machucada.
Ela balbucionou aturdida que estava brincando com uma amiguinha e se machucara caindo no pátio e eu a cortei, e disse que se ela caiu, caiu encima da pica do senhor Carlos. Falei que vira o Senhor Carlos lhe comer a bucetinha e a bunda. Levei ela para casa e nos trancamos no meu quarto dizendo para a mamãe que iriamos “jogar vídeo game”.
Lá ela me contou a história de seu relacionamento com Carlos.

Violentamente violada

Após o divórcio dos pais de sua melhor amiga, esta passava a maior parte das tardes com o pai, Carlos, e ela ia lá com certa freqüência e em uma tarde na piscina ele viu minha irmãzinha hipnotizada pelo volume de seu caralho na sunga e deu um jeito de ficar mais próximo das meninas e quando ela percebeu, Carlos estava encoxando ela na piscina, primeiro discretamente, mas depois de pouco tempo, pediu para a filha pegar dinheiro em sua carteira e ir no mercadinho comprar refri para todos, e, sozinho com minha irmã pegou no braço dela e fez ela apalpar seu caralho.
Ela não se fez de rogada e logo estava masturbando-o por cima da sunga. Quando a filha dele voltou, aquilo encerrou, mas Carlos disse para ela vir na tarde seguinte.
Na tarde seguinte sua filha não estava presente e ele a levou diretamente para um quarto e começou a beija-la e passar a mão por todo seu corpinho e antes mesmo que ela recuperasse o folego, estava mamando naquele colosso.
Nas duas semanas que se seguiram, ela ia todos os dias na casa de Carlos, com a filha dele ou sozinha. Se a filha dele estava lá, ela dava uma desculpa e ficava mamando o pai da amiga no banheiro, se a amiga não tivesse junto, o Sr. Carlos a fazia mamar e chupava-a todinha e mesmo ela não querendo ele enfiava um ou dois dedos em seus orifícios
A amiguinha da minha irmã iria passar um fim de semana prolongado na casa de campo dos avos, e minha irmã iria junto, mas na última hora a viagem foi cancelada, mas, Carlos insistiu para que minha irmã não dize-se nada a nossos pais e fosse com ele para a casa de campo e ela concordou, achando que passaria apenas chupando aquela pica que ela já amava.
Na manhã de quinta, Carlos levou a filha até a casa dos meus pais e buscou minha irmã, e então devolveu sua filha para a mãe e explicou para a garota que daria carona para Carla ir para a casa do tio.
Durante boa pare da viagem, minha maninha foi chupando seu macho enquanto este dirigia. Assim que chegaram, Carlos já a despiu no carro e carregou ela nua para dentro da casa, caindo de boca em sua bucetinha e começando a devassar seu anus com os dedos, ignorando os protestos de Clara, para ser mais gentil.
Mesmo com a dor do vai e vem de dois dedos que Carlos enfiava firmemente em seu cu, ela confessou que delirou de gozo na língua dele a ponto de perder o ar. Carlos então a jogou na cama, subiu selvagemente encima dela imobilizando-a com o peso de seu corpo e guiando seu membro em direção a sua bucetinha babada e melada de gozo, foi forçando a cabeça a penetrar dentro dela.
Ela começou a se debater e implorar para ele parar, mas ele, com um único cravasso, enterrou seus dezoito centímetros de pica naquela bucetinha, tirando a consciência dela devido a dor. Ela disse que parecia que tinha sido rasgada. Ela retornou a consciência quando ele começou um vai e vem, lento no inicio, mas que foi ficando mais intenso, fazendo ela sentir uma dor terrível em sua buceta deflorada e em sua barriga. Parecia que a dor aumentava com as fincadas dele que iam aumentando de intensidade conforme aumentava seus protestos e suas suplicas para que ele parasse.
O suplicio durou uns cinco minutos, mas ela disse que sentiu como se fosse uma eternidade, mas ele gozou, e quando tirou seu caralho de dentro dela, escorreu um rio de sangue e porra de dentro dela. Ele ficou deitado ao lado dela que chorava encolhida pela dor e o susto, e fazendo carinho, a aninhou contra seu corpo e sussurrava que ele havia enlouquecido e perdido o controle, mas que ela era muito gostosinha e iria se acostumar a dar para ele e gozar como uma louca,
Ela se acalmou, mas precisou da ajuda dele para ir ao banheiro se limpar. Sua bucetinha estava inchada e machucada. Ela ficou de cama a tarde toda, com ele abraçando-a, fazendo-lhe carinho e dando a rola para ela chupar. Ela disse que deve ter mamado ele umas quinze vezes até anoitecer e eles irem jantar.
Depois da janta, ele a levou para o banheiro e deu um banho nela, disse para ela “cagar” e que iria aproveitar e comer seu cuzinho antes dos dois dormirem abraçadinhos. Ela disse que não ia dar o cu para ele e ele ficou transtornado e a esbofeteou uma, duas, três vezes, até ela cair zonza no chão do banheiro, então ele a ergueu pelos cabelos e disse que iria comer o cu dela de qualquer jeito e que se ela não obedecesse iria apanhar muito.
Com medo, ela obedeceu a ordem dele de encostar na parede com as pernas abertas e o torso inclinado, para que ele, com os dedos ensaboados e a mangueirinha do chuveiro, limpasse seu cuzinho e preparasse-a para receber sua tora, e enquanto fazia isso, ela me contou que ele ficava dizendo que doeria, mas ela iria se acostumar.
Ele levou ela para a cama e começou a beija-la, abraça-la, acaricia-la, masturba-la. Ficou tanto tempo fazendo carinhos nela, e sussurrando palavras doces em seu ouvido que minha irmã superou os tapas que levara no banheiro e o fato dele ter arrancado seu cabaço tão violentamente e começou a se entregar e corresponder aos carinhos de Carlos.
Ele, conforme ela se entregava, sussurrava em seu ouvido como ele comeria o cuzinho dela, e ela disse que chegou aos céus, com ele massageando o clitóris dela e dizendo que ela veria estrelas sentindo o caralho dele invadindo o reto dela e que ela iria implorar para ele parar mas ele não pararia. Ele disse que iria amarra-la na cama de bruços e comer o cu dela tão violentamente que ela passaria a semana sem sentar e que ela ficaria viciada em dar o rabinho.
Ela me confessou que era estranho, mas as carícias dele misturadas com a descrição de como ele estraçalharia o rabo dela a excitavam, e ficavam mais intensas quando ele descrevia a recente experiência do pau dele rompendo o cabacinho dela. Ela disse que eles ficaram umas duas horas naquele arreto e ele fez ela implorar para ter seu cuzinho arrombado. Ela se deitou de bruços sobre uma almofada expondo sua bundinha e deixou ele amarrar suas mãos e pernas. Ele então, com ela imobilizada, passou a lhe lamber as costas, apertando sua bunda e dedilhando sua buceta até ela se contorcer novamente em prazer.
Ele então, enquanto a mantinha em êxtase, iniciou a lubrificação de seu anus e a fazia gritar que queria ser arrombada. Ela disse que se sentia num transe, e mesmo sabendo que doeria, implorava para ele arrebentar suas preguinhas. Ela disse que se curou daquela loucura somente quando ele finalmente encaixou o caralho na entrada do anus dela e deu a primeira forçada em suas preguinhas, mas ai ela começou a implorar para ele parar e isso despertou o monstro dentro dele e ele começou a forçar sem do dentro dela que urrava de dor, chegando a machucar os pulsos amarrados.
A dor foi tão intensa que ela desmaiou antes dele gozar, e acordou horas depois, já desamarrada e aninhada nos braços dele, que ao vê-la desperta, acariciou-a para acalma la da crise desesperada de choro que ela entrou. Ela disse que sentia uma dor atroz que se somara a que ela já sentia.
Realmente, como ele descrevera, ela não conseguia sentar, nem mesmo caminhar sem ajuda, devido a dor de seu rabo arrombado.
Ela me descreveu os outros três dias, mas eram uma repetição de carinho e violência ao qual ela se entregava e protestava. Ela disse que sentia prazer e ódio, asco e paixão. Implorava para ele come-la sob o efeito de seus carinhos e palavras doces, mas assim que ele iniciava, era sempre bruto e ela implorava para ele parar. Ele a comeu tantas vezes, e todas tão violentamente que ela entrou em nossa casa carregada, fingindo dormir, direto para a cama, para que ninguém notasse o estrago que Carlos causara nela.
Tinha a bouca baça de tanto chupar e beber porra. Ela, envergonhada me dizia que implorava para ele amarrar e bater nela até ela implorar por ser solta e possuída violentamente. Se trancava desesperada no banheiro, mas corria atrás dele se ouvia ele chamar.
Eles combinaram como seria o retorno dela para casa e ele entregara vários analgésicos que ela usou escondido para superar as dores que sentia e fingir perto de mim e dos nossos pais.
Ela me confessou que foi horrível, mas, quando Carlos a abordou na saída da escola, três dias depois, longe da filha e mandou ela lhe telefonar, ela resistiu mais dois dias, em desespero, mas cedeu ao seu desejo ligando para Carlos e marcando o encontro para a outra semana, onde flagrei os dois.
Em troca de meu silencio, ela me permitiu analisar bem de perto o estrago que ele fizera em seu lindo corpinho, e quando eu quis fazer com ela o que ele fazia, ela permitiu, mas, com carinho ao invés da violência exagerada com a qual Carlos a usava.
Passei a ajuda-la a encontrar seu amante, e ela me descrevia as viltezas que ele cometia com ela, e se entregava a meus carinhos. Essa relação durou 2 anos, onde ela o visitava para ser fodida quase que semanalmente, chegando mesmo a viajar em mais três ocasiões e ela sempre me descrevia em detalhes os horrores ao qual se submetia por seu amante.
Ela ajeitou para que a amiga, filha de Carlos, se entregasse para mim e presenciou, espiando, eu deflorar a bucetinha e o cuzinho da amiga dela que só tinha onze anos.
Ao longo dos anos, meus pais se orgulhavam de como eu e minha irmã eramos unidos, o que eles não sabiam e que varias noites trepávamos ao longo da madrugada e minha irmã me contava de sua vida sexual e dos muitos machos que ela colecionava.
O Senhor Carlos morreu, vítima de um AVC, mas minha irmã passou a dar para dois professores da escola, um médico e dois advogados. Ela era insaciável e aprontava muitas loucuras, mas era discreta e eu a ajudava em seus álibis.
Minha irmã chegou a chupar 25 caralhos em um único dia. Aos 15 anos, a vaca foi para o brejo e minha irmã apareceu grávida. Na mesma época fui estudar e trabalhar na Europa, e acompanhei de longe a briga de minha irmã com meus pais, minha irmã fugiu e se juntou a um caminhoneiro, deixando sua bebe recém nascida para minha mãe cuidar.
Retornou 5 anos depois, mas minha mãe não entregou a neta a filha, mas facilitou o convívio das duas. Voltei para o Brasil, bem de vida e reencontrei minha irmã e minha sobrinha. minha irmã envelhecera, mas era uma beldade e no auge de seus 22 anos estava protuberantemente sexy e eu não resisti, a botei no carro e levei ela para um motel onde passamos a noite recordando a adolescência. Ela se tornara exímia em usar suas curvas e sua buceta para enlouquecer os homens e continuava muito viciada no gosto de porra.

[email protected], quem quiser, pede meu whats que fico feliz em trocar ideias sobre o tema!

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4 Comentários

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  1. sei lá

    Viajou na maionese

  2. Gostei

  3. Anônimo

    Interessante

  4. Anônimo

    Longo, polêmico mas delicioso!