# #

O Anel de controle parte 05

2529 palavras | 0 |4.75
Por

Homem controla mulheres com poder do anel (controle mental, hipnose)… Será que ele encontrará o velho?

Depois que pagamos a conta, saímos do motel e as meninas foram direto para um hotel, na forma em que eu determinei, pois lá passariam o final de semana na chamada “viagens de negócios”.
Após chegar em casa, tentei usar o meu poder do Anel na minha esposa, e para minha surpresa também não funcionou. Minha esposa estava muito puta por eu ter dormido fora ele tratar daquela forma pelo telefone, estando de malas prontas quando eu cheguei.
Tentei argumentar, mas vi que nada resolveria a situação e assim que o pai dela chegou, ela desceu com o meu filho nos braços e a malas falando o quê iria entrar com pedido de divórcio e pagamento de pensão.
Por um lado, foi até bom ela ter ido embora, pois me sobrou mais tempo para focar no que precisava naquele momento: encontrar o maldito velho!
A primeira coisa que fez foi olhar na câmera de segurança da loja que estava na frente do local que aconteceu os fatos, que para minha sorte era cliente do escritório. Com a imagem do velho comecei uma busca longa pela internet, em vários sites sociais, mas tudo em vão.
Então voltando ao vídeo, percebi que ele entrou em um carro e que estava estacionado naquela rua. Pesquisei a placa do carro, e descobrir o nome do proprietário. Após mais algumas pesquisas em sites e sistemas consegui o endereço que reside a aquela pessoa. Só precisava ter a sorte de que fosse o velho!
Depois de ter ficado todo o sábado efetuando estas pesquisas, ao conseguir o endereço fui diretamente a referida residência, não me importando que já passavam das 10 horas da noite.
Ao chegar no local, percebi que era uma mansão muito bonita, e que tinha na fachada as iniciais do nome dele, “AJ” de Alberto Juvenal. Depois da quarta vez que toquei o interfone, ele atendeu e disse que já era tarde eu não estava interessado em nada que eu estivesse vendendo.
Me identifiquei e neste momento ele desligou o interfone. Toquei novamente por umas três vezes, ele atendeu e me disse para ir embora desligando em seguida. Insistir por mais meia hora, então o portão se abriu. Quandoo entrei, me deparei com o velho sentado em uma sala e duas meninas novinhas, que pareciam ter pouco mais de 20 anos, lhe fazendo massagem nos pés e ombros.
Determinou que eu sentasse, e que as meninas se retirassem. Neste instante me disse:
– O que queres aqui? Veio me devolver o anel?
-não! Adorei este presente que o senhor me deu.
-então me diga, o que fazes aqui, se fui Claro que não iria te informar nada?
-senhor, por favor, preciso entender este anel. Lhe peço isso do fundo do meu coração, pois tive problemas na medida que ele funcionou apenas com duas pessoas e agora já tentei com mais duas que não funcionou.
Depois emendei perguntando o porquê de me dar tão precioso artefato.
O velho Riu e me disse que o presente foi por quê eu me importei com ele e salvei a sua vida, que não tinha a intenção de me dar, mas já está muito velho e aquela minha atitude lhe comoveu o fazendo ter certeza de que merecia essa recompensa.
Depois ele me esclareceu:
– não deveria tirar suas dúvidas, porque tudo eu tive que descobrir sozinho quando ganhei este anel de presente da minha avó, que me deixou em testamento. Mas vou lhe explicar um pouco do que eu sei e aprende ao longo do tempo. Mas antes disso, espere um momento.
Então ele gritou pelos nomes de Manuela e Isabel. Neste momento as duas jovenzinhas entraram na sala.
-Manuela e Isabel, estou muito triste, e só você pode me fazer ficar melhor, preciso que você Isabel dê um boquete no meu amigo e você Manuela em mim, senão vou passar mal.
-mas vou dar um boquete no estranho vovô? Disse isabel.
-e eu te dar um boquete na frente de estranhos vovô? Protestou Manuela
(Depois descobri que vovô era um apelido carinhoso que elas chamavam o velho, devido a sua idade)
-por favor, estou me sentindo muito mal. – disse o velho com falta de ar e voz arrastada, que também me deixou preocupado.
Nesta hora as duas se ajoelharam e, mesmo vermelhas com vergonha, foram desabotoando nossas calças e, mesmo sem graça, começaram a chupar nossos pênis. Que boca gostosa tinha a isabel. Ela era loira de cabelos compridos e lisos com lindos olhos azuis e uma boca carnuda, bem inchadinha… Seus peitos eram normais nem muito grande nem muito pequenos, e seu corpo magrinho mas com com uma bunda média e gostosa e coxas grossas mais proporcional ao seu corpo. Enfim, era uma delícia.
Manoela que chupava o velho não ficava atrás, morena clara dos cabelos negros até a metade das costas, lisos também, com uma franjinha fora a fora na testa. Além de seus olhos castanhos, Tinha o corpo sarado, com uma barriguinha tanquinho maravilhosa que aparecia haja vista está vestindo um curto tomara que caia. Seus peitos eram menores do que de Isabel, mais durinhos pois pude perceber que não usava sutiã, sua bunda e sua coxa também eram como as de Isabel.
Isabel me chupava na cabeça até a base, enfiando todo o meu pau pela sua boca e garganta e voltava fazendo sucções na cabeça, uma coisa maravilhosa que me dava muito tesão. Nunca imaginei ter uma gostosa novinha daquelas, que mais parecia miss alguma coisa, me dando um boquete ali ajoelhada na minha frente. Achei interessante, que o velhinho também estava com o pau semiduro enquanto Manoela fazia o trabalho nele.
O velhinho então mandou Manoela tirar a roupa e começou a meter nela de quatro, sendo uma visão maravilhosa a que tive daquela morena de quatro com uma buceta pequenininha e carnudinha, além do rabão gostoso e o cuzinho pequenininho que até parecia ser virgem.
Aproveitando a situação pedi para Isabel fazer o mesmo para eu meter nela. Mas ela ficou brava e disse que não, que só ia fazer o boquete pois é o que o vovô dela precisava para não passar mal. Ô velho me olhou de cara feia e me disse se eu estava maluco, pois não ia deixar que eu metesse naquelas bucetinhas, pois elas eram só dele.
Pedir desculpa e disse que não sabia que ele se importaria, e falei que a morena estava com uma buceta que parecia uma delícia e o cuzinho que parecia virgem, e isso me dava tesão sendo o motivo pelo qual eu teria me exaltado.
Ele coçou a cabeça, olhou para mim e me disse:
-a bucetinha delas é só minha, mas o cuzinho acho que posso deixar você comer, pois nunca comi em razão da minha idade. É que o meu pau não fica tão duro para aguentar estourar um cú.
E completou: estou velho e quando eu morrer, provavelmente, outras pessoas irão comer este cuzinhos. Não tem porque não te liberar eles agora.
Naquela hora as duas viraram para o velho e começaram a reclamar dizendo que não iriam fazer sexo anal comigo e que achavam isso nojento e que não tinha cabimento e blá blá blá.
Ô velho então reiterou os argumentos que tinha usado, dizendo que estava passando mal e que ia morrer e que precisava de que elas deixasse eu fazer sexo anal nelas para ele melhorar…
Isabel parou boquete que estava fazendo em mim e correu para abraçar o velho pedindo desculpa e dizendo que ia fazer sim, que era para ele se acalmar. Manuela aumentou a socada que estava dando com a bunda no pau do velho De quatro e disse que também Faria, que era para ele ficar calmo.
Nesta hora fiquei doido vendo Isabel tirar a roupa e mostrar que também tinha uma bucetinha pequenininha e lisinha, o que me deixou ainda mais duro ao vê-la ficar de quatro no sofá. Ô velho então tirou o pau da buceta de Manuela e me disse para botar no cu dela enquanto ele iria foder a Isabel. Aproveitando me alertou:
– fode somente o cu dela! Se colocar este pau na buceta, irei parar agora com isso tudo e posso até te colocar na cadeia! – disse ele com a cara muito séria.
-posso passar o dedo na buceta dela apenas para ir lubrificando o cu? Perguntei meio sem jeito.
-pode, mas sem fazer graça de foder essa bucetinha com os dedos! Disse ele depois de pensar um pouco, e meio sem entender a regra que estava colocando.
Não me importei com isso, e fui passando o dedo em sua buceta que babava depois da transa que estava tendo com o velho e fui aos poucos enfiando meu dedo no seu cu.
Nesta hora, senti ela forçar seu quadril para trás e, mesmo resmungando de dor, procurava o meu pau. Segurei sua cintura e fui enfiando devagarinho, fazendo bastante força em cada estocada para que entrasse mais e mais.
Por mais que tenha lubrificado, aquela jovenzinha de 20 aninhos tinha o cuzinho muito pequenininho, talvez por ser ainda virgem, o que dificultava para minha pica entrar.
Mesmo molhadinho, o pau entrava com dificuldade e vi que estava um pouco vermelho de sangue. Significava que estava rompendo as preguinhas do seu cu. Agora sim ela iria passar aguentar um bom pau.
Depois que entrou meu pau quase todo, comecei a bombar com vontade e tirava apenas de vez em quando para ver o rombo que estava fazendo.
Como seu cuzinho era muito apertado, na hora que eu tirava via todas as preguinhas do seu ânus, que estava sofrendo.
Ela tentou desistir algumas vezes, mas o velho usava aquele argumento e então ela aguentava firme. Soltava pequenos resmungos, lacrimejava, mordi a almofada do sofá, mas já aguentava o meu pau entrar todo em seu cu e sentia minhas bolas batendo com força na sua buceta.
Por mais que quisesse gozar naquele cu, parece que tinha pegado uma certa resistência, e sentia que ainda estava longe de gozar. Foi quando o velho me disse:
– arromba aqui o cu da Isabel, que também vou meter um pouco no cuzinho da Manuela, já que você o deixou arrombado.
Sem pensar duas vezes tirei o pau do cu da Manuela e fui até Isabel para arregaçar aquele cuzinho, ela novamente protestou e o velho então usou da mesma tática que novamente funcionou. Com tesão a mil e o pau muito duro fiquei bolado por que teria ainda que arregaçar aquele cuzinho com os dedos.
Comecei enfiar os dedos na buceta dela, dois de uma vez, e aos poucos colocando um de cada vez no seu cuzinho. Aproveitei que o velho estava na minha frente, de costas, animado por estar fodendo o cuzinho da morena e enfiei o meu pau na buceta da Isabel. Creio que ela nem percebeu e continuo achando que era meus dedos, estava louco de tesão ainda mais por ser algo que o velho me proibiu.
Continuei dando algumas socadas com o pau dentro de sua buceta, enfiando os dedos no seu cu, até caber 3 dedos. Então dei uma salivado boa e comecei a enfiar a minha cabeça. Isabel era mais escandalosa que Manuela, e começou a gritos de dor e querendo sair fora do meu pau que a cabeça já havia entrado somente a metade.
O velho novamente deu uma chorada, e teve que ser mais contundente tenho certa dificuldade para convencê-la a continuar me dando o cu. Quando enfim ela aceitou, não quis saber de demorar muito mais tempo e segurei ela pela cintura depois de chegar um pouco para frente de modo que não teria como ela se esquivar. Neste momento aproveitei que estava bastante molhadinho o seu cuzinho e o meu pau e fui enfiando com mais força, de modo que na primeira vez a cabeça já tinha passado e com mais algumas estocadas coloquei o restante do pau ficando apenas três dedos de fora. Ela deu um grito e abafou o seu rosto com o travesseiro. Dava para ver que estava chorando, pois soluçava. Não liguei para isso e comecei a socar até entrar o restante.
A partir de então fodia aquele cuzinho como se fosse uma buceta, e ela também parou de chorar e parecia que estava até se acostumando igual Manuela com o velho. Se bem que eu acho que o velho tinha pedido para ela gozar com o pau dele enfiado no seu cu, pois ele sussurrava o tempo todo em seus ouvidos.
O cuzinho de Isabel era muito mais apertado do que o de Manuela, e aquilo fazia com que o meu pau ficasse completamente pressionado. Acho que por isso também, além da resistência natural que ela estava tendo, ela estava piscando no meu pau o que me dava ainda mais tesão naquela repulsa natural. Perguntei ao velho você poderia gozar dentro daquele cuzinho, ou se era para tirar.
Ele me respondeu o que podia, mas deveria ser no da Manuela, pois agora ele iria comer o cuzinho da Isabel. Trocamos de lugar e então voltei a foder aquele cuzinho da morena que já tinha fechado um pouquinho, talvez pelo fato do pau do velho ser bem mais fino que o meu. Passado uns 3 minutos, o velho soltou gritos atrás de mim e vi que estava gozando. Então acelerei e comecei a socar com força no seu cu que fazia um barulho muito grande na batida da minha coxa na sua bunda e do meu saco na sua buceta. Enquanto o velho limpava o seu pau na buceta da Isabel eu consegui então gozar, soltando jorros de porra nas entranhas daquela gostosa. Quando tirei o meu pau, parecia que era uma cachoeira a quantidade de porra que escorria pela buceta e pernas abaixo dela pingando tudo na ponta do sofá do velho.
Terminei de limpar o meu pau nas bandas da bunda dela e então o velho disse para elas irem tomar um banho e se arrumarem, saindo as duas imediatamente da sala.
Agradeci o velho por aquilo e lhe perguntei como tinha feito isso se não estava usando anel.
Ele então me disse:
-senta aí rapaz! Você tem muito o que aprender!
Fiquei ansioso e ao mesmo tempo feliz! Era tudo o que eu precisava, agora sim entenderei melhor quais são os poderes que isso me da e como velho fez aquelas mulheres fazerem tudo o que ele pediu.

Avalie esse conto:
PéssimoRuimMédioBomExcelente
(Média: 4,75 de 4 votos)

Por # #

Nenhum comentário

Talvez precise aguardar o comentario ser aprovado
Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos