Adãozinho – Parte II

Oi, sou Cesar… estas são minhas histórias de como comecei a dar a bundinha nos anos setenta, nessa época tínhamos 13/14 anos, (vejam Brincando de mocinho e bandido, partes I, II e III). Esta, é a sequência de como o Adãozinho começou a disfrutar de minha bundinha gostosa.
Não lembro exatamente quantos dias passaram depois que o Adãozinho me comeu pela primeira vez, lembro que, a cada encontro nosso na escola ele me comia com os olhos e, eu não tirava meus olhos do seu pau, apertando meu cuzinho imaginando ele dentro de mim, não ligava mais para as brincadeiras dos meus colegas, creio que foram desistindo de mim, vez ou outra, algum garoto dizia que ainda iria comer minha bundinha ou tentava passar a mão nas minhas tetinhas.
Um dia, na hora do recreio, ele me falou: hoje fico sozinho em casa, vá até lá. Senti um friozinho na barriga, minhas pernas tremeram e apenas gaguejei um “sim” quase inaudível.
Em casa, almocei correndo, juntei uns livros, não esperei muito tempo, avisei que estaria na escola para continuação de um trabalho em grupo e corri para a casa dele. Esperava-me no portão, sorriso largo, entramos e de imediato já me abraçava por trás, senti seu pau duro a pressionar minha bunda gordinha, suas mãos firmes agarravam minhas tetinhas, desceu uma mão sobre minha bundinha separando-a o suficiente para encaixar seu pau duro mesmo sobre meu calção, fomos caminhando para o seu quarto sem nos desgrudar, eu tremia e estava levemente arrepiado, o cuzinho piscando.
Deitei-me, Adãozinho ajoelhou-se sobre minhas coxas, levantei a bundinha o suficiente para que ele puxasse meu calção para baixo, até os joelhos, olhando para trás vi que ele já estava nu, abri bem minha bundinha, senti meu cuzinho molhar-se com sua cuspida certeira bem no centro dele, seu pau duro, bem maior do que a primeira vez que me comeu, a cabeça rosada exposta, segurou com dois dedos, suavemente pincelou de cima para baixo e de baixo para cima, mexi a bundinha sinalizando que estava pronto colocou a cabeça do pau bem no centro do meu cuzinho, empurrou devagar, como fez da primeira vez, senti meu anelzinho dilatar e a cabeça bem encaixada passou, doeu, ele notou e parou até eu me acostumar com o intruso que, realmente estava mais grossinho do que a primeira vez, porém, não menos gostoso, notei que seus joelhos tremiam sobre minhas coxas, suavemente passou suas mãos na minha bunda, foi deitando devagar sobre meu corpo, senti que seu pau deslizava mais um pouco para dentro de meu cuzinho, a sensação indescritível, cooperei mexendo a bundinha com o que fez que ele soltasse todo o corpo sobre o meu, senti suas bolas baterem na porta do meu cuzinho, tudo dentro, espichei bem as pernas, apertei seu pau com minha bunda e ele começou a meter e tirar um pouquinho, bem devagar, passou seus braços por debaixo de meu corpo, segurando-me pelos ombros, falando no meu ouvido: que bundinha gostosa, que cuzinho quentinho Cesinha… todo meu, só meu, eu mexendo a bunda no mesmo ritmo do seu vai e vem, meu pau duro roçando a colcha sobre a cama, definitivamente, estava selado meu destino: gostava de dar o cuzinho.
Adãozinho foi aumentando o ritmo, por duas vezes senti que seu pau saiu fora do meu cuzinho, mas, de imediato deslizava para dentro, molhado, duro, gostoso, fazendo com que seus gemidos aumentassem e os meus também, algumas estocadas que pareciam uma tentativa de enfiar as bolinhas juntas, senti seu pau pulsar mais forte, parecendo aumentar de tamanho preenchendo todo meu cuzinho, seu suor escorrendo sobre meu pescoço, vai e vem mais forte, a estocada final e senti seu leitinho quente preencher minhas entranhas ao mesmo tempo que eu também molhava a colcha de sua cama, passei minhas mãos por trás segurando sua bunda durinha, puxando seu ventre contra minha bunda não querendo que ele saísse de cima de mim. Mesmo tendo acabado, seu pau continuava duro, bem enterrado na minha bunda… alguns minutos que pareceram não ter fim, ele começou a levantar, seu pau deslizou para fora com um pouco de seu leitinho, mesmo eu tentando prender ao apertar meu cuzinho sobre ele.
Levantamos, cansados, felizes… Adãozinho foi até a geladeira e voltou com sucos para nós, bebemos, ele sorrindo aproximou sua boca de meu ouvido e disse: ainda tem mais para essa tarde!
Mas, essa é outra história!