#Lésbica #Teen #Traições #Virgem

Amizade

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Cláudia

Conheci meu marido Arthur na Igreja que frequentava. Assim que ele terminou o curso técnico, nos casamos, ele com vinte e um anos e eu com dezessete, ambos ainda virgens e descobrimos juntos os prazeres do sexo . Por anos, levamos uma vida tranquila com muito carinho, respeitando os limites que nos impúnhamos na cama, até que com cinco anos de casados, conseguimos comprar um apartamento em um conjunto habitacional novinho. Ali conheci Lucy, mulher muito bonita e com um corpo espetacular e seu marido Claudio, homem atraente e muito expansivo. Criamos amizade que se aprofundou em pouco tempo. Em uma manhã quando nossos maridos já tinham saído para trabalhar, entrei no chuveiro para tomar banho e vi pelo vitro de meu banheiro que tinha movimento no banheiro do apartamento de Lucy, o que era comum, normalmente tomávamos banho no mesmo horário, ao terminar meu banho fiz um café e como já tinha feito inúmeras vezes, entrei pela porta da cozinha de minha amiga, levando uma xicara para ela, indo direto a seu quarto, mas fui surpreendida com uma cena que jamais imaginei encontrar, Lucy deitada em sua cama com os joelhos levantados, pernas abertas e um vibrador enterrado na buceta. Paralisada na porta do quarto sem saber o que fazer, a vi sair do transe e dirigir-se a mim e sem qualquer cerimônia roubar-me um beijo, enfiando a língua em minha boca, só tive tempo de apoiar a xicara de café no móvel antes da tarada apertar meu bumbum com uma mão e levar o dedo certeiro da outra mão a meu grelo que já estava excitado pelo que acabara de ver e passou a massageá-lo, tentei sem muita disposição de desvencilhar, mas a sacaninha sem me largar lambeu meu pescoço, nossa, senti que algo tinha escorrido pelo meu canal vaginal e uma sensação desconhecida percorreu meu corpo, involuntariamente geme e por reflexo, abracei aquele lindo corpo nu e logo percebi que iria gozar nos braços daquela mulher e não demorou, tive meu primeiro forte orgasmo lésbico ali mesmo em pé e enquanto me recuperava, a tarada retirou um de meus seios de meu penhoar e mamou de um modo tão gostoso embora tivesse chance de me afastar, não o fiz entregando-me à aquele prazer louco e querendo ver o que aconteceria em seguida, a deixei deitar-me na cama enquanto. Senti seus lábios em minha buceta. A língua e as chupadas de Lucy eram muito mais gostosas que as poucos que meu marido tinha feito comigo até então e assumi aquela mesma posição que tinha visto a gostosa quando cheguei, arreganhando a perna para ter a buceta devorada por aquela boca deliciosa, nunca gemi tanto e tão alto, atingindo meu primeiro orgasmo múltiplo, gozei como uma puta. Confusa, recebi um último beijo, levantei e voltei para minha casa carregando a culpa por ter gostado muito do estupro que acara de ser vítima sem saber o que fazer, entrei em baixo do chuveiro relembrando cada segundo daquela foda. Saí do banheiro enrolada em uma toalha e ao chegar em minha cozinha lá estava a fodedora com minha calcinha dependurada em um dedo dizendo: "Olha o que você esqueceu na minha cama". A sensualidade de Suzi fez com que eu relaxasse e me aproximei dela já com a intenção de ser novamente dominada. Minha lésbica não me decepcionou, voltou a me abraçar e me beijar enquanto alisava meu corpo abriu o robe que vestia e nossas peles se tocaram. Meu corpo experimentou uma sensação incrível e acabei de tirar o robe de minha amiga já com minha toalha no chão, nos esfregamos, gememos, balbuciamos palavras que não entendíamos e caminhamos emboladas para minha cama. Lucy mostrando sua prática em foder mulheres entrelaçou nossas pernas e passamos a esfregar nossas bucetas até gozarmos juntas. Lucy levantou e disse: "Sempre que você quiser ter o prazer é só me chamar". Fiquei ali deitada por horas tentando pensar em como falar para meu marido o que tinha acontecido e pior como eu tinha gostado. No fim da tarde preparei o jantar e logo que Arthur chegou senti que deveria aguardar para abordar o assunto. Quando deitamos, pronta para abrir o jogo perguntei: "O que você acha da Lucy?". Arthur sem pensar muito respondeu: "É bonita e o Claudio me falou que eles as vezes fazem anal". Espantada com a resposta olhei bem no rosto dele e vi um ar de sacana que não era comum nele e perguntei: "E você quer fazer também?". Meu marido com os olhos brilhantes responde: "É meu sonho, pena que você nunca permitiu". Eu nunca tinha nem pensado naquilo até aquele momento, mas vendo Arthur tão excitado, baixei a calcinha e virei a bunda para ele. Senti aquela cabeça ser esfregada em meu rego e depois de tantos anos de casada resolvi tentar aguentar a rola de Arthur em meu cuzinho completamente virgem. Passei a mão para trás do meu corpo e segurei a piroca que estava excepcionalmente dura e deixei meu maridinho cutucar minha argolinha e ele pediu: "Fica de quatro meu amor". Disposta a fazer o sacrifício que sabia que já deveria ter sido feito a muito tempo, me ajoelhei na cama, apoiei o corpo com os cotovelos e agarrei um travesseiro ouvindo novas instruções: "Abre as nádegas com as mãos tesão". Levei as duas mãos a meu bumbum que estava para cima, apoiando o corpo com meu peito no colchão e me preparei. Arthur que confessou mais tarde nunca ter comido um cuzinho, segurou minha cintura com as duas mãos com o cacete encostado na portinha, puxou-me contra ele ao mesmo tempo que empurrou seu corpo para frente e eu senti toda a dor do arrombamento brutal, a piroca entrou rasgando tudo e o berro ficou preso em minha garganta, pois perdi os sentidos por alguns segundos e tentei levar o corpo para frente para me livrar daquele empalamento terrível, mas o tarado tinha perdido a noção, puxando cada vez mais, enquanto eu chorava compulsivamente senti no fundo do meu canal tomado pela dor jatos e mais jatos de esperma. Levantei cambaleando achando que voltaria a desmaiar, entrei no box e tentei me lavar, mas a dor era tão grande que foi impossível fazer o trabalho que deveria ter feito. Nem vi meu marido sair pela manhã, acordei com Lucy beijando meu rosto e alisando meus seios. Choramingando contei para ela o que tinha acontecido e ela foi até o apartamento dela, voltando com um tubo de pomada e eu aplicador, me colocou embaixo do chuveiro novamente e com cuidado enfiou a mangueirinha no meu rabinho dolorido, depois me fez voltar para cama e enquanto colocava a pomada com o aplicador no meu canal anal disse: "Quando eu comer esse cuzinho, você vai esquecer essa dor".

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