Eu Ariana amo o sexo #5
Final da férias, eu Maria e duplo com os garotos
Último domingo,
— Uai, fia, vão embora amanhã, num é? — ela falou, a voz baixa, arrastada.
— Sim — respondi eu, seca.
Ela passou a mão sobre meu ombro, o jeito meloso, e segredou no meu ouvido, no jeito mineiro:
— Uai, fia... foi uma doideira, sô... mas num dá pra gente ser amiga, num?
olhei meio surpresa e desconfiada.
— Quer ser minha amiga de verdade? — falei, a voz seca, os olhos firmes nela. — Ou é só mais jogo?
Ela colocou a mão no peito, os olhos brilhando, a voz baixa e arrastada no jeito mineiro:
— Uai, fia, juro por Deus, sô... juro pela minha mãe, juro por tudo que é sagrado. Eu quero ser sua amiga de verdade, uai. Num é mais jogo, num é mais disputa, num é mais competição. Foi bom, fia, foi bão demais, mas eu num quero mais brigá com você, não. Quero você do meu lado, uai. Quero rí com você, tomá um café, contá as fofoca, e se tiver que tê putaria de novo, que seja junto, sem raiva, sem ódio, só prazer. Cê acredita em mim, fia?
A olho bem fixo, os olhos presos nos dela, a voz baixa.
— Talvez... se eu vier cá para o ano.
Era mais safadeza de Maria. Ela chegou perto de mim, o olhar manhoso, aquele sorriso torto no canto da boca.
— Uai, fia... — ela falou, a voz baixa, arrastada no jeito mineiro. — A gente podia se despedi como amiga, uai... pros garoto vê. Seria trem bão demais, sô. Um jeito de mostra que num tem mais briga, num tem mais disputa. Só prazer, fia, só prazer...
Eu olhei desconfiada, os braços cruzados.
— Não, Maria. Já fizemos demais. Não vou dar esse gosto pros garotos, ficar de espetáculo...
Ela chegou mais perto, a mão no meu braço, os olhos brilhando.
— Uai, fia... num vai ser espetáculo, não. Vai ser despedida, uai. Vai ser um trem bão, gostoso, sem raiva, sem ódio. Cê num quer terminar assim, com briga, com rancor? Vem, fia, vem comigo. Vai ser bão demais, cê vai vê...
Olhei nos olhos dela, vi o desejo, vi a vontade. O corpo ainda quente de todos os dias de putaria. Suspirei.
— Tá bom, Maria. Mas se for, vai ser do meu jeito.
Ela sorriu, safada.
— Uai, fia, vai ser do jeito que cê quiser. Só vem.
Com dona Lúcia fora. A gente foi pro quarto da Maria. A porta fechada.
Ela veio pra cima de mim, sem aviso, os olhos brilhando.
— Uai, fia — ela sussurrou, a mão no meu rosto. — Vem cá, me beija...
Ela colou a boca na minha, a língua quente entrando, explorando. O beijo era molhado, cheio de vontade, diferente dos outros — mais doce, mais entregue. As mãos dela foram descendo, tirando minha blusa devagar, os dedos roçando minha pele. Eu fiz o mesmo, puxei a saia dela, a calcinha, até ficarmos peladas, uma na frente da outra, nos olhando.
Os garotos estavam sentados na beirada da cama, os olhos grudados na gente, os paus já duros pelas calças.
Ela passou a mão nos meus seios, apertou os mamilos, rosqueando entre os dedos. Desceu pela minha barriga, os dedos deslizando, até chegar na minha buceta molhada.
— Uai, fia... — ela falou, a voz baixa, os olhos nos meus. — Cê é gostosa demais, sô... cê tem gosto de goiaba madura...
Ela me deitou na cama, devagar, o corpo nu sobre o lençol. Abriu minhas pernas, enfiou a cara na minha xaninha e começou a chupar com vontade, a língua deslizando no meu clitóris, entrando, lambendo, sugando. Eu arfei, os dedos enroscados no cabelo dela, puxando, guiando.
— Isso, Maria... Isso...
— Uai, fia, cê é molhada demais, sô... — ela gemia contra minha buceta.
Aí a gente se ajeitou, cada uma na boca da outra, se chupando ao mesmo tempo, os gemidos se misturando. Eu sentia a xaninha dela na minha boca, molhada, quente, o gosto salgado e doce, enquanto ela lambia a minha, os dedos apertando minha coxa, arranhando. Os garotos se masturbavam assistindo, os gemidos baixos enchendo o quarto. Eu ouvia o Ruben gemer, sentia os olhos do Teodoro grudados em mim.
— Isso chupa ela... — o Ruben falou, a voz ofegante.
— Uai, fia, chupa gostoso, sô... — o Teodoro gemia.
A Maria gemeu contra minha buceta, a língua acelerando, e eu senti o orgasmo subindo. Apertei a bunda dela, puxei mais pra perto, lambi mais fundo, até a gente gozar junto, os gritos se misturando, os corpos tremendo, o suor escorrendo.
Ficamos ofegantes, deitadas uma na outra, os corpos colados. Depois que gozamos juntas, a Maria se levantou devagar, a boca molhada, os olhos brilhando. Olhou pros meninos, que já tavam com os paus duros, latejando, os olhos cheios de tesão.
— Uai, agora a vez é de vocês — ela falou, a voz rouca. — Vem, Rúben, vem, Teodoro. A fia vai prová do que é bão.
Eu olhei pros dois, o corpo ainda tremendo, o tesão queimando.
— Vem, Ruben — chamei, a voz grossa. — Vem me foder. E você, Teodoro, vem também. Quero os dois.
Ruben veio primeiro, deitou na cama, o pau duro apontando pro alto. Eu montei nele, a boceta ainda molhada, e sentei devagar, engolindo o pau dele centímetro por centímetro, sentindo ele me encher.
— Isso, fia — ele gemeu, no meu jeito, as mãos na minha cintura. — Senta, senta gostoso. Quero sentir você.
Comecei a subir e descer, o pau dele entrando fundo, a boceta apertando. A Maria olhava, os olhos brilhando, e veio por trás de mim, os dedos nos meus peitos, apertando os bicos.
— Isso, fia — ela sussurrou no meu ouvido, no jeito mineiro. — Sente ele, sente o pau do meu irmão te fodendo...
Teodoro veio, se ajoelhou na minha frente, o pau duro, latejando, a cabeça roxa e brilhando.
— Uai, fia — ele falou, no jeito mineiro. — Abre essa boca, sô... Quero sentir você me chupando enquanto o Rúben te fode.
Abri a boca, engoli o pau dele, o gosto salgado, o calor queimando minha língua. Chupava ele enquanto o Ruben me fodia por baixo, a boceta apertando o pau dele, os dois ritmos se misturando. A Maria apertava meus peitos, os dedos descendo, encontrando meu clitóris, massajando enquanto eu era fodida e chupava ao mesmo tempo.
Os gemidos se misturaram, o quarto cheio de som molhado, de suor, de corpos se movendo. Eu gemia no pau do Teodoro, o Ruben gemia debaixo de mim, a Maria gemia no meu ouvido.
— Isso, fia... sente os dois... sente a gente te fodendo...
Senti o orgasmo subir, o corpo todo tremendo. Larguei o pau do Teodoro, só pra gritar:
— Tô perto, tô perto...
— Vai, fia, goza — a Maria falou, os dedos no meu clitóris. — Goza com os dois dentro de você.
E eu gozei, o grito rasgando o quarto, o corpo se arqueando, a boceta apertando o pau do Ruben, enquanto o Teodoro metia na minha boca, os dois gozando também — Ruben jorrando quente dentro de mim, Teodoro gozando na minha boca, o gosto salgado escorrendo.
Fiquei mole, caindo no peito do Ruben, ofegante. A Maria deitou do meu lado, a mão no meu rosto.
— Uai, fia... — ela falou, a voz cansada. — Foi bão demais, sô... Foi a melhor despedida que eu podia tê...
Olhei nos olhos dela, o corpo ainda tremendo.
— Foi bom, Maria — respondi, a voz fraca. — Foi muito bom.
E ficamos ali, os quatro na cama, o suor escorrendo, o cheiro de sexo no ar, o sol se pondo lá fora. E eu soube que a disputa tinha acabado. Tinha virado amizade. Tinha virado prazer.
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