#Assédio #Bissexual #Gay #Teen

Se Cobrasse Ficaria Rico. Esse Rapaz é FODA!

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Tenente

Além de saber cuidar direito de um cu, esse rapaz ainda tem um arsenal de falas que eu até beijei ele quando estava indo. Que gostoso que foi.

Eu estou sempre comentando aqui e já postei muitos contos inventados. Mas nessa última sexta, depois de um tempão na seca, eu ganhei a noite com uma espiada no pau do jovem no banheiro do supermercado. Fazia tempo que não dava em nada sapiar em banheiro público. E eu andava receoso de fazer isso depois que um cara me segurou pelo pescoço e só não me bateu porque o funcionário da limpeza entrou na hora e o impediu. Mas o rapaz de sexta-feira era do tipo que eu sabia que não ia grilar. Então, quando tive a chance de olhar, dei aquela chegadinha pra trás com a cabeça e olhei pra ele perceber que eu queria ver. Ele me olhou e até facilitou pra mim. E ver o pau de outro lançando mijo chega a ser mágico. Vem aquela injeção de tudo que é hormônio no corpo, que só dá vontade de meter a mão, se ajoelhar e ir com tudo com a boca. Adoro tomar mijo direto da fonte. Mas eu não tive coragem de ousar. Ainda estava sem muita confiança. Mas quando ele olhou para a direção do acesso, pra ver se a barra tava limpa, que me chamou com os olhos para dentro do box, eu nem pisquei. Prendi o restinho do meu mijo e disse baixinho pra ele deixar eu beber o restinho do mijo dele. Ele soltou aquela carinha e eu já fui para o box. Assim que ele entrou e fechou a porta, com o pau pra fora pendurado, só sentei na tampa do vaso e meti a mão no pau dele, já trazendo para a boca. Mal senti a cabecinha no céu da boca, lá veio o mijo dele. Nossa! Como dá tesão olhar nos olhos do cara que está te fazendo de mictório. E estava bem salgado, azedinho e com cheiro forte que vinha por dentro. Trouxe na garganta a cabecinha. Meus lábios no talo e ele se curvado para ver, comigo com a cabeça meio de lado pra poder olhar ele nos olhos, sentindo o espetar nos lábios de seus pentelhos raspados. Pena que tinha pouco.

Quando acabou, o pau já estava durinho meia bomba. Então já emendei no boquete. Sei fazer. E como sei. De vagar e usando a ponta dos dedos, com sutileza, usando bem os lábios em volta da cabecinha, quase não encostando totalmente, eu fui fazendo aquele pau quase transparente de tão branquinho ficar em ponto de bala. Fui deixando o jovem doido com a minha boca. Mas então ele me surpreendeu, removendo e guardando. Eu olhei pra ele sem entender, quando ele me puxou pelos cabelos e disse baixinho no meu ouvido:

— Vamos fazer isso direito, vamos? Me leva pra tua casa pra tu ver só se eu não te estoporo todinho.

— É? Tu vai me estoporar? Vai?

— Bóra, vamos? Se vai me dar, então vombora logo.

— Tá. Mas pra não dar na cara, eu vou na frente e te espero no meu carro. É um Kia Soul Prata. Tá logo do lado do...

— Eu vi tu saindo dele. Meu carro tá quase do lado.

— Então tu me segue.

— Beleza.

Eu fui para o carro e fiquei esperando ele, que demorou uns vinte minutos. Já estava achando que me daria bolo. Mas quando eu saí do carro, que ia acender um cigarro, ele veio com uma bolsa de compras. Eu guardei o cigarro e voltei para o meu carro. Saí da vaga e fui lento para a saída do estacionamento pra dar tempo dele vir atrás. Chegando no acesso à garagem do edifício onde moro, eu saí do carro e disse pra ele estacionar em frente ao barbeiro e dizer que era amigo do Tenente e fiquei esperando. Então ele veio com a bolsa e eu o recebi no carona. Vi as latinhas de cerveja e outras coisa que não deu pra identificar.

— O que tem aí? Tá indo pra alguma festa por acaso?

Ele respondeu com um sorriso, já com a mão no meu joelho, me fazendo tomar aquele choquinho. Isso me fez perceber que eu não estava lidando com um garoto qualquer. Ele sabe das coisas. Não é nada fácil gerar esse choque pelo joelho. Pelo cotovelo é fácil. Qualquer um sabe. Mas a cara que ele fez...

Abri a porta do apartamento sentindo aquela mão gulosa apertando meu glúteu esquerdo. Soltei um sorriso e fui entrando, com ele vindo eu seguida. Disse pra ele ficar a vontade, que eu ia me aprontar.

— Não. Eu gosto natural.

Ele me agarrou de frente, me abraçando como se abraça mulher, ficando cara a cara comigo, com suas mãos levantado a minha bunda. E eu arrepiei. Normalmente eu é que domino a parada. Mas ele me fez sentir algo que não sentia desde o dia que fui iniciado. Nunca mais eu tinha sentido aquele frio na barriga. E quando senti o calor do ar dele no meu ouvido, veio um novo arrepio.

— Eu quero empurrar tudo de volta pra dentro.

— Ahn...

Isso foi um gemido que saiu de mim como resposta. Eu estava já no meu limite da vontade. E aí ele me beijou o pescoço e eu fui derretendo pra ele. Em pouco tempo, ele já tinha puxado a minha polo e estava beijando meus peitos como e eu nunca havia experimentado antes, sentindo suas mãos na minha cintura. E assim ele foi me despindo aos poucos. Retirou o meu relógio e jogou no sofá. Desabotoou minha calça enquanto beijava meu abdômen, sentado, comigo já me apaixonando. E a cara risonha dele me encarando era o que mais acabava comigo. E sentir sua boca no meu umbigo, simulando nele uma buceta, enquanto arriava a minha calça e removia uma perna por vez, me deixando só de cueca, eu acabei soltando um peido involuntário de quando se está sem força alguma de contenção. Meu cú não parava de piscar. Ele me olhou firme, como suas mãos em minha bunda, e eu cheguei a pensar que ele fosse me chupar quando olhou para o meu pau. Então ele se levantou, dando um tapinha na minha bunda.

— Teu caralho é maior que o meu, sabia? Mas o meu é mais poderoso.

Ouvir isso no ouvidinho, me fez perceber que aquela noite seria realmente uma festa para ele. Então ele suspirou e foi botar as cervejas na geladeira. Pegou uma pra mim e outra pra ele. Se sentou de pernas arreganhadas no sofá e me chamou com os olhos para mamar. Então eu fui até ele, me ajoelhei no tapete e retirei logo o pau dele pra fora, já puxando a bermuda e a cueca e mamei como fazia tempo que eu não mamava com tanta vontade, enquanto ele tomava toda a cerveja dele. De repente me puxou pelos cabelos e me perguntou cara a cara:

— Quer saber por quê eu trouxe as cervejas?

Eu já imaginava. Mas a minha alma já tinha sido sugada por ele. Meus lábios estavam até tremendo. Aliás, todo meu corpo estava tremendo. Então respondi negativamente com a cabeça. Eu não conseguia parar de olhar para a boca dele. Nunca havia beijado um homem, apesar de tanta experiência. Eu nunca tinha me sentido assim. Pela primeira vez eu não fazia ideia de que havia mesmo uma garota virgem dentro de mim. Eu me via apenas como um bissexual que curte mais um pau do que uma buceta. Nunca gostei de fato de homens. Era somente o pau e o que ele carrega consigo e pode fazer comigo. Mas eu estava louco de vontade de ouvir o que sabia que ele diria.

— Nada dá mais mijo do que cerveja. E eu vou encher a tua barriga de mijo, cara. Por cima e por baixo.

Ele se levantou e foi pegar mais uma lata, enquanto eu terminei de beber a minha. Quando ele voltou só com a latinha dele, se mantendo em pé, com uma mão na cintura, eu nem esperei ele chamar. Meti a boca com sede.

— Não desperdiça nadinha, tá bom?

Eu já estava tomando o mijo dele, quando ele esvaziou a latinha. E dessa vez o sabor estava aguado. Mesmo assim eu senti a barriga enchendo.

Quando ele terminou de mijar, me levantou com pressão e domínio, me colocou de costas e me debruçou no encosto do sofá pela lateral. Se abaixou, arreganhou a minha bunda e começou a linguar meu cu de me fazer dar pulinhos. E para a minha total surpresa e meu delírio, chupou meu cu sem nojo algum. Eu é que fiquei meio cismado. Também nunca tinha experimentado isso. Era um legítimo domínio o que ele estava conseguindo comigo. E eu só conseguia pensar no que aquela rapaz ainda tinha guardado de arsenal. Se nem tínhamos começado a foda e eu já estava a ponto de gozar com ele chupando meu cu, da língua realmente entrar, com as suas garras me expondo totalmente o rego, o que seria de mim quando a coisa subisse de nível?

Ele meteu o polegar no meu cu e ficou rodeando lá dentro. E então, sem eu esperar, ele se levantou, me abraçou por trás, ajeitou o pau no meu cú lambuzado, e foi me torturando com palavras, enquanto eu sentia a cabecinha ganhando a entrada e estacionando ali. Eu empinei a bunda, pra sentir logo a penetração, mas ele recuou um pouco.

— Calminha aí, tá bom? Meu caralho tá só conversando com o teu cu, cara! Deixe eles se entenderem primeiro.

— Vai, garoto! Me come logo. Eu quero.

— Primeiro, sente o gostinho do teu cu, sente.

Ele veio com o polegar nos meus lábios. E eu não fazia ideia de que era possível ficar de um jeito tão alucinado que nada mais importa e tudo se torna puro tesão. Eu sentia o meu gozo quase chegando. E eu chupei o dedo dele como se quisesse realmente sentir o sabor do meu cu. E quando ele falou aquilo, eu já estava além de todos os limites.

— Isso. Agora você vai receber mijo nesse cu, tá bom? Toma!

Aquela sensação é comum quando fazemos chuca. Mas sentir meu cu recebendo uma mijada, quentinha, isso foi o que rompeu o lacre. Eu comecei a gozar espremido, da porra ir saindo grossa e lenta, com o rosto dele colado no meu. Eu estava sugando o polegar dele, quando olhei para aqueles lábios risonhos ainda falando que o mijo pelo cu ia se encontrar com o mijo que eu bebi, e de maneira totalmente fora de controle, eu tirei a boca do polegar dele e fui com meus lábios de encontro aos dele, que simplesmente meteu a língua para dentro da minha boca, enquanto ia empurrando o pau para dentro do meu cu, de escorrer mijo pelas beiradas, sem que isso de forma alguma viesse a me incomodar. Eu nunca tinha beijado com tanto vigor e prazer. E quando eu levei a mão no meu cu, pra segurar o pau dele e sentir com a mão o seu progresso para dentro de mim, que já não havia nada de fora, foi justamente quando parecia que eu ia ter um infarto. Ele estava segurando a minha nuca, me beijando, e meu pau ainda liberando porra.

Ele parou de me beijar na boca e ficou com seus lábios colados ao meu ouvido.

— Meu caralho tá só explorando o território conquistado. Mas logo logo ele vai comer tanto esse cu, mas tanto, que quando ele tiver terminado, cada milímetro de você vai querer se fundir a ele. E de agora eu diante você tem dono, tá bom?... Fala!

— Ahn, ai... Me come, vai! Seu gostoso do caralho.

— Agora toma!

Espirrando mijo e fazendo uma lambança sem precedente, ele cravou as unhas nas minhas nádegas e começou a me maltratar nas estocadas, mudando posição.

— Seu covarde gostoso! Me come tudo. Come esse cu. Toma pra você meu cu.

— Meu caralho tá fazendo o seu cu de casinha, tá?

— Tá. Tá fazendo ele de casinha dele.

O Rapaz me comeu o cu de me fazer ficar desesperado me contorcendo. E de repente foi me levando para o banheiro. E debaixo do chuveiro a coisa que já estava na estratosfera, subiu ainda mais, me levando à lua, socando, socando e socando, tirando apenas para mudar a posição, que eu já não queria saber nem se os vizinhos estavam ouvindo os meus gritos e gemidos. Acho que estava até sentindo tesão. Era como se eu fizesse questão de que todos soubessem que havia um homem sendo arrebentado e totalmente dominado naquele apartamento. E então, com ele segurando a minha perna direita, de frente para mim, e sua outra mão na minha nádega esquerda, agarrada nela, ele quase removeu todo o pau, me encarando, e com um sorriso bem safado, deu uma cravada rápida até o fundo e ficou pressionando.

— Quer saber! Acho que o meu caralho comeu muito esse cu. Tá passando mau. Acho que vai vomitar e ench...

Aí eu não aguentei e calei ele com outro beijo, dessa vez como se eu quisesse morder e arrancar a boca dele eu rosto. E quando senti a primeira contratação do pau dele varado lá dentro, que meu cu tomou aquele primeiro jato de porra, eu parei de beijar ele e me esforcei pra olhar para baixo e tentar ver o pau dele no meu cu. Mas ele puxou de volta a minha boca e com a mão na minha nuca ficou me beijado enquanto o pau vomitava na sua casinha.

E essa foi só a primeira. Pois na minha cama, aí ele me fez chegar no final do arco-íris. Se eu nunca tinha sido feito de brinquedo de comedor, na sexta-feira foi exatamente o que me tornei. Foram três gozadas minhas e quatro dele. E nenhuma na boca. Ele disse que na próxima seriam todas só na boca, pra eu preparar o estômago para receber os espermatozóides que o saco dele ia produzir só para mim. Como uma encomenda.

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