História de família
Eu tinha uma informação solta para qual eu não dava importância. Meu pai cinco anos mais velho que minha mãe tinha sido namorado de minha tia Clara quatro anos mais velha que minha mãe. Tanto meu pai quanto meu tio Fernando trabalhavam em regime de turno na mesma indústria e faziam faculdade justos, na mesma classe e quando um estava trabalhando o outro assistia a aula e nas folgas estudavam juntos. Tanto minha tia quanto minha mãe, lecionavam só no período da tarde e era muito comum uma estar na casa da outra por morarmos na mesma rua. Eu estudava no período da manhã e no período vespertino, fazia natação três tarde por semana e nas duas outras, curso de inglês. Tudo corria deste modo até o dia que no intervalo das aulas da manhã acabou a energia elétrica na minha escola e como eu morava a cinco quadras de casa, percorri o caminho a pé, entrando em casa pelo corredor lateral e ao olhar para dentro da suíte de meus pais, fiquei chocada: Meu pai estava em pé mamando nos seios de minha mãe e minha tia Clara chupando o pau dele. Nossa fiquei paralisada e hipnotizada assistindo aquela cena e admirada com a vontade com que minha tia chupava aquela caceta dura, enfiando tudo aquilo na boca e subindo a cabeça mostrando aquele cilindro grosso e voltando a engolir tudo, ao entender o que estava acontecendo, pois já tinha quinze anos e entendia as coisas e pela primeira vez senti um tesão louco, colocando-me em posição que só parte de minha cabeça poderia ser vista por eles levantei minha saia e massageei meu grelo que até então eu sabia que poderia ficar duro, mas nunca tinha acontecido e enquanto experimentava aquela sensação estranha na boca do estômago, aquele fogo subindo por minhas entranhas dificultando minha respiração, vi o trio mudar de posição, minha mãe deitou na cama com as pernas arreganhada e minha tia ajoelhou na beira da cama, titia enfiou a cabeça entre as pernas de minha mãe e tive meu primeiro orgasmo, meu corpo se curvou para frente e instintivamente eu ouvi meu próprio gemido de prazer enquanto meus dedos se encharcavam com o liquido que minha rachinha virgem produzia, quando abri os olhos minha tia continuava com a cabeça no meio das pernas de mamãe e papai em pé ao lado da cama segurava seu quadril fazendo movimento para trás e para frente, o que motivou uma segunda siririca que não foi espontânea como a primeira, mas já por pura sacanagem já incluindo o esfregaço dos dedos nos lábios de minha bucetinha e ouvindo aqueles sons produzidos pelos três meu segundo gozo veio rapidamente e ainda vi os três se beijarem e sumiram no banheiro da suíte. Sem saber o que fazer com aquelas informações, fiquei um tempão na sorveteria da esquina de minha casa até ver minha tia sair e entrei em casa. Meus pais agiam com naturalidade mamãe mandou eu colocar a mesa para o almoço enquanto ela se arrumava para logo após o almoço sair para dar aula, papai ligou a tv em um programa de esporte pois só iria trabalhar no fim da tarde. Mamãe saiu eu fui lavar a louça e quando voltei para sala, vi papai dormindo no sofá com seu shorts largo e parte da cabeça de seu pau saindo pela perna do shorts aquele calorão voltou a tomar conta de mim e lembrei da expressão de prazer de minha tia com a rola na boca, eu queria aquilo para mim, mas como fazer? Fui a meu quarto e troquei de roupa, voltando para a sala vestindo só uma camisola fininha e deitei no sofá de costas para meu pai e passei sua mão por cima do meu corpo e fingindo estar dormindo passei minha mão para trás do meu corpo e passei a alisar aquela pinto e senti que aos poucos ele estava endurecendo, nossa sensação de fazer um pau endurecer me pareceu incrível e percebi que a respiração de meu pai não era mais de alguém que está dormindo e tirei a mãe e forcei a bunda contra aquele pau que endurecia mais a cada minuto e aquela mão que de papai que eu tinha colocado sobre mim, alisou meu seio e senti meu mamilo doer de tão duro que estava, mas continuei fingindo estar dormindo sem para de mexer meu bumbum, até que aquela cobra se aninhou exatamente no meu rego, tive que me controlar para não levar a mão a minha buceta, mas papai percebeu minha manobra e passou a língua desde de meu ombro, passando por meu pescoço até chegar a minha orelha e eu não consegui impedir meu gemido de prazer e virei de frente para aquele macho comedor de irmãs e que eu queria transformar em comedor de filha e troquei meu primeiro beijo na boca sentindo sua língua em minha boca, esperei ele recolher a língua e enfiei a minha em sua boca, ao ter a língua chupada pela primeira vez, voltei a gemer e senti a mão de papai alisando meu bumbum e aquele cacete que já tinha saído todo pela perna do shorts, não tive dúvida, agarrei a piroca e a informação de como masturbar um homem devia estar guardada em algum lugar em minha mente ou por puro instinto fiz o movimento lento, levantando e abaixando a pele no cacete que pela primeira vez eu tinha em minhas mãos quando veio a minha mente as expressões de titia ao chupar meu pai e não tive dúvida, joguei meu quadril para fora do sofá sentando no chão abocanhei o caralho duro eu chupei primeiro a cabeça e meu corpo começou a tremer ao conhecer aquela sensação maravilhosa e engoli mais um pouco sentindo a parte rígida do caceta evitando que a cabeça chegasse a minha epiglote para eu não engasgar, levei minha mão a minha buceta enquanto ouvia aquele som gutural tesudo que meu pai estava produzindo, esfreguei meus lábios vaginas, lambuzei meu dedo com liquido vaginal, em seguida só com o dedo indicador massageando meu grelo, senti minha boca ser borrifada com jatos de leite de papai e engoli o máximo que pude, enquanto gozava sem parar minha siririca. Quando vi sorriso sacana de meu pai baixei a cabeça e recebi um beijo na testa e saí correndo para o banheiro. Depois de tomar banho e escovar os dentes, voltei para sala sem saber como encarar meu pai, encontrando-o enrolado em uma toalha com uma expressão que eu nunca tinha visto em seu rosto e ele me abraçou, retirando pela minha cabeça a camisola que eu vestia e afastando-se para admirar meu corpo, sentindo-me uma mulher desejada naquele momento tive o instinto de cruzar as pernas e proteger minha bucetinha virgem daquele olhar cheio de tesão, mas meu pai me fez sentar, abriu minhas pernas e novamente parou para admirar minha rachinha e tive o maior privilégio que um pai pode dar a uma filha. Papai fazendo concha com a língua, passou a pontinha desde de lá de baixo até a parte mais alta do minha racha, arrancando de mim um gritinho que com certeza ele jamais esquecerá assim como eu, em seguida ele passou a comer com a boca e com grande voracidade minha grutinha, levando-me a um patamar de desespero inimaginável até que gozei gemendo como uma louca ao mesmo tempo que minha bucetinha mal criada borrifava liquido vaginal na cara de meu comedor.
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