Viagem dos Homens - Parte 2: O cuzinho peludo do papai
Roberto ensinou Lucas o prazer de ter o cuzinho chupado. Agora era hora de ensiná-lo a dar esse prazer ao seu pai também.
Parte 1: O cuzinho do meu filho - /2026/07/conto-132997
Roberto acordou com o primeiro luz do sol invadindo a cabana. Seu corpo grande e peludo estava quente, o pau semi-duro descansando pesado sobre a coxa. Ao lado dele, Lucas ainda dormia profundamente, de lado, com uma perna ligeiramente aberta. O pintinho pequeno e branquinho do garoto estava totalmente exposto, mole, inocente.
O tesão subiu forte no peito de Roberto. Ele se aproximou devagar, quase sem fazer barulho, e baixou o rosto bem entre as pernas do filho. Encostou o nariz na virilha lisinha e cheirou fundo, demoradamente. Aquele cheiro leve, jovem, quase doce de menino ainda virgem fez seu cu piscar de tesão. Ele abriu as próprias nádegas com uma mão e começou a esfregar o dedo médio bem no buraco peludo, circulando, pressionando, enfiando devagar.
— Caralho… que cheirinho bom de criança, filho — murmurou baixinho, quase inaudível.
Sem tocar no próprio pau nenhuma vez, Roberto metia o dedo cada vez mais fundo, fodendo o cu peludo enquanto continuava cheirando o piupiu do Lucas. Depois enfiou dois dedos, abrindo bem o buraco, imaginando tudo que faria com aquele garoto durante a viagem. O tesão foi crescendo, subindo pelas bolas, até que, com um ronco rouco abafado, ele gozou sem encostar no pau. Jatos grossos e quentes explodiram da cabeça inchada, sujando toda a barriga peluda, o peito e até um pouco da barba. Ele ficou tremendo de prazer, ainda com o nariz colado na virilha do filho, aproveitando cada segundo.
Satisfeito, Roberto limpou os dedos na própria coxa, deu um beijo bem leve na cabecinha do pintinho de Lucas e se levantou.
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Meia hora depois, Lucas acordou. Os dois ficaram completamente pelados o tempo todo, sem nem pensar em vestir roupa. Prepararam o café da manhã na varanda: café preto forte, pão com manteiga, banana e ovos mexidos. Sentaram um de frente pro outro, corpos nus sob o sol da manhã. Roberto com seu peito largo e peludo, pau grosso descansando entre as coxas grossas. Lucas branquinho, lisinho, o pintinho pequeno balançando enquanto comia.
Durante o café, Lucas estava mais quieto, mas seus olhinhos não paravam de olhar pro corpo do pai. No meio de um gole de café, ele criou coragem e perguntou, voz baixa e envergonhada:
— Pai… qual vai ser a lição de hoje?
Roberto sorriu largo, orgulhoso, e abriu bem as pernas, mostrando tudo.
— Hoje você vai aprender a comer cu de homem, filho. Homem de verdade não tem frescura. Homem lambe, chupa e come o cu do outro com gosto. Essa é a nossa Viagem dos Homens. Sem tua mãe, sem mentira, só nós dois virando macho de verdade juntos.
Eles foram pro colchão grande na varanda. Roberto sentou na beira, recostou o corpo musculoso e abriu as pernas grossas ao máximo. Com as duas mãos segurou as nádegas peludas e abriu bem o cu, expondo o buraco escuro rodeado de pelo preto grosso.
— Vem cá, Lucas. Fica de joelhos aqui entre as minhas pernas. Esse é o cu do papai… o cu que piscou de tesão enquanto eu gozava dentro da tua mãe te fazendo. Desde o dia que você foi gerado eu fantasiava com esse momento: você com a cara enterrada aqui, me lambendo, me dando prazer como um filho macho deve dar pro pai.
Lucas se ajoelhou, o rostinho a poucos centímetros daquele cu peludo e cheiroso. Roberto segurou a nuca dele com firmeza:
— Cheira primeiro. Respira fundo. Sente o cheiro de homem de verdade. Cheiro de pai. Depois começa a lamber. Lambida larga, bem molhada. Não seja fresco. Homem não faz as coisas pela metade.
O garoto obedeceu. Encostou o nariz e cheirou, sentindo o odor forte e masculino. Depois deu a primeira lambida tímida. Roberto gemeu rouco:
— Isso… assim mesmo. Lambida grande, filho. Usa a língua inteira. Isso… passa por cima do meu cu. Caralho, que delícia…
Lucas foi ganhando confiança. As lambidas ficaram mais longas, mais molhadas. Ele passava a língua de baixo pra cima, circulava o buraco, sentia os pelos roçando no nariz e na boca. Roberto empinava a bunda contra o rosto dele, gemendo cada vez mais alto.
— Enfia a língua agora. Come o cu do pai. Isso, Lucas… enfia fundo. Esse cu te gerou, porra. Esse cu piscou enquanto eu te plantava dentro da tua mãe. Agora ele é seu também. Chupa ele. Sugue. Lambe com fome, caralho.
Lucas começou a ficar safado. Enfiava a língua o máximo que conseguia, fodendo o buraco peludo do pai com movimentos ritmados, babando tudo, fazendo barulho molhado. Seu próprio piupiu pequeno estava durinho pra caralho, latejando no ar e soltando fiozinhos transparentes.
Roberto segurava a cabeça dele com as duas mãos agora, guiando o ritmo:
— Isso, filho… come o pai direitinho. Homem lambe cu de homem. É assim que a gente se torna mais macho. Depois dessa viagem a gente vai continuar sendo pai e filho… mas também dois machos que se satisfazem. Tu vai me lamber toda noite se eu quiser. E eu vou te foder sempre que eu quiser. Sem vergonha. Só tesão e respeito de macho pra macho.
Lucas gemia abafado, completamente enterrado entre as nádegas peludas, língua trabalhando sem parar. Ele rebolava o quadril sem controle, o pintinho pulsando.
Roberto percebeu e mandou com voz grossa:
— Goza, Lucas. Goza seco enquanto chupa o cu do pai. Goza sentindo o gosto de macho. Agora!
O garoto soltou um gemido agudo e longo, o corpo inteiro tremendo. Seu pintinho pequeno contraiu forte várias vezes, gozando seco, só pulsando e babando, sem soltar quase nenhuma gota.
Enquanto o filho ainda tremia de prazer, Roberto se levantou, posicionou o pau grosso e latejando bem em cima do peito liso de Lucas e bateu punheta com força. Em menos de um minuto ele rosnou fundo, quase rosnando:
— Olha pra mim, filho… olha o pai te marcando.
Explodiu. Jatos grossos, quentes e brancos de porra voaram forte, caindo no peito, nos mamilos, no pescoço e até um pouco no queixo de Lucas. Roberto gozou bastante, esvaziando as bolas em cima do filho.
Ofegante, ele esfregou a cabeça do pau na própria porra espalhada no peito do garoto, depois puxou Lucas pra cima e deu um beijo profundo, molhado e possessivo, misturando saliva e gosto de cu.
— Bom garoto… muito bom mesmo. Você aprendeu direitinho. Essa Viagem dos Homens tá só começando, Lucas. Hoje à tarde vou te ensinar a mamar meu pau grosso até o fundo da garganta.
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