#Assédio #Coroa

Amigo do papai: 01

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Espiral

Um homem nada atraente, mas que de algumas forma era magnético para os olhos jovens daquela garota.

Era estranho estar em outra cidade depois de tudo, o fim de um relacionamento de dez anos e um recomeço.

Eu tinha só 26 anos, era branca de olhos negros e cabelos longos, tão lisos que se moldavam as curvas do meu corpo de 1,54 e seios fartos, e apesar de pouca bunda, o quadril tinha um belo desenho.

Assim que cheguei em minha cidade natal fui recebida por um grande churrasco idealizado por meu pai, iria ficar alguns dias em sua casa antes de me estabilizar novamente. Ali naquela pequena confraternização conheci seus amigos mas um deles era magnético aos meus olhos, um homem negro de altura mediana, gordinho e de um modo geral nada atraente mas seu sorriso galanteador acompanhado de um bigodin e grandes olhos, essa composição de alguma forma chamou minha atenção.
Todos os chamavam de Alves, troquei poucas palavras com o mesmo mas tivemos uma troca de olhares intensas aquela tarde, ao anoitecer muitos foram indo embora enquanto outros se acomodaram pela granja, Alves foi um dos que ficaram.

Acordei de madrugada com um ranger de porta, me levantei para ir a cozinha, assim que passei pelo arco dei de cara com Alves sem camisa encostado na pai tomando água.

— Boa noite, não sabia que tinha gente aqui. Desculpa._falei me virando pra sair, mas com um pigarreio ele pediu q eu ficasse a vontade, confirmei.

— Espero não ter te acordado, eu não durmo bem a noite, sempre fico por aqui ou pela varanda._ele revelou dando a entender que passava noites na residência de meu pai.

— Eu também não durmo bem, não acostumei com a cama vazia._falei sem maldade mas sentindo a dualidade da situação quando ele soltou um riso maroto. — Não assim._ri nervosamente sentindo meu rosto esquentar, e ainda mais ao vê seus olhos me avaliando.

— Relaxa guria, mas convenhamos que gostei do seu baby Doll é mais ainda do seu bikine branquinho._ele falou rindo, tinha malicia na voz mas também um tom de descontração leve.

— Vai tomar no cu.

Falei rindo e indo pegar a garrafa do seu lado mas antes que meus dedos tocassem a superfície fria a sua mão alcançou meu pulso com firmeza, me fazendo o olhar.
Seu movimento foi tão rápido que mal senti quando me puxou para seus braços e mudou nossas posições me encostando na pia, seu corpo sobre o meu.

— Não me dê idéias gurizinha, eu posso querer muito bem querer fuder esse seu cuzinho rosa.

Sou tom era exatamente o mesmo, malicioso e brincalhão mas a mordida na minha orelha e aperto em minha bunda fez meu corpo reagir. Um gemido baixo e manhoso escapou de meus lábios e minha buceta escorrei imediatamente, quase que implorando pra ser fudida. Desde que havia separado que não tinha contato sexual, estava carente e sensível, minha buceta com certeza não tava diferente.

— Então a putinha gostou da idéia.

Ele falou segurando meu maxilar, seus lábios tão próximos aos meus antes de me beijar, um beijo quente e cheio de carícias. Podia sentir seu pau pulsar próximo ao meu corpo, enquanto seus lábios deslizavam em meu pescoço e seios, seu toque quente dentro do meu sorts apertando e abrindo a banda do meu rabo, o jeito sujo que ele me tocava me enchia de tesão.

Seu corpo se afastou do meu tão bruscamente quanto quando havia se aproximado, ele se virou indo embora me deixam com os lábios inchados, a alça do baby doll arrebentada e uma buceta que nunca havia sentido outro pau quase implorei por um naquela noite.

•••

Quero muito fazer a parte dois, contar como dei não só a bucetinha para o amigo meu pai mas como ele comeu meu cu virgem na baia dos cavalos, quase a força, me fazendo gemer com o seu pau no fundo do meu rabo.

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