#Incesto

Minha Filha Funkeira - A Noite que Quebrei o Tabu

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AninhaHot

Acabei me empolgando de mais com minha filha que causou algo muito ruim... Ou bom?

Desde que a mãe dela foi embora, éramos só eu e a Aninha em casa. Ela tinha acabado de completar 20 anos, mas continuava sendo a mesma menina safada que eu criava sozinho. Morena clara, cabelo preto liso até a cintura, corpo desenvolvido, bunda grande e empinada, peitos firmes. Ela era funkeira até o osso. Vivia de shortinho curto, cropped, e rebolando no quarto ouvindo funk pesado.

Eu, um moreno forte de 42 anos, 1,85m, com uma rola preta grossa de 23cm, tentava me controlar. Mas era difícil. Ela andava pela casa quase nua, me provocava o tempo todo.

Uma noite, ela chegou de um baile funk toda suada, shortinho jeans tão curto que a bunda tava praticamente de fora.

— Pai, tá calor pra caralho... — disse, jogando a bolsa no sofá e vindo sentar no meu colo.

Eu tava assistindo TV. Ela sentou de frente pra mim, as coxas abertas, encostando a bucetinha quente por cima da minha bermuda.

— Aninha... — eu tentei falar, mas ela começou a rebolar devagar no meu colo.

— Shhh, pai... só deixa eu relaxar um pouco — sussurrou, passando as mãos no meu peito.

O shortinho dela era tão fino que eu sentia o calor da buceta dela roçando na minha rola, que já tava ficando dura. Ela rebolava gostoso, descendo e subindo, gemendo baixinho no meu ouvido.

— Tá sentindo, pai? Tá ficando duro... — falou rindo safada.

Eu segurei na cintura dela, tentando me controlar, mas não consegui. Puxei ela mais pra perto e comecei a subir as mãos pelas coxas grossas. Ela gemeu quando senti a pele quente.

— Eu quero você, pai... faz tempo que eu penso nisso — confessou, mordendo o lábio.

Eu perdi o controle. Virei ela de costas no sofá, puxei o shortinho pra baixo e vi aquela bunda grande e empinada. Passei a mão, dei um tapa forte. Ela gemeu alto.

— Me fode, pai... me fode como se eu fosse sua putinha.

Eu tirei minha rola pra fora. 23cm grossa, preta, latejando. Encostei na entradinha dela e meti devagar. Aninha soltou um gemido longo quando sentiu o tamanho.

— Ai caralho... que rola grossa... vai devagar no começo...

Eu comecei a meter, primeiro devagar, depois mais forte. A bucetinha dela era apertada, molhada, quente. Cada estocada fazia a bunda dela balançar. Eu segurava no cabelo dela e metia fundo.

— Isso pai... me fode... sou sua filha safada... me usa...

Eu metia com força, o barulho de pele batendo enchia a sala. Ela gozou pela primeira vez tremendo, apertando meu pau. Eu continuei, virando ela de frente, levantando as pernas dela nos meus ombros e metendo mais fundo.

— Olha pra mim enquanto eu te fodo, filha — eu disse.

Ela olhava nos meus olhos, gemendo, pedindo mais. Eu metia fundo, sentindo a buceta dela pulsando.

— Goza dentro, pai... enche sua filha...

Não aguentei. Dei mais algumas estocadas fortes e gozei tudo dentro dela, enchendo a bucetinha da minha filha com porra quente.

A gente ficou um tempo abraçado, suados.

Desde aquela noite, virou rotina. Toda vez que ela chegava do baile, sentava no meu colo, rebolava, pedia pra eu foder ela. A gente fodia em todo canto da casa: no sofá, na cozinha, no banheiro, na varanda.

Aninha virou minha putinha particular. E eu virava o pau dela sempre que ela queria.

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> Se você ficou com o pau duro lendo isso... imagina ter uma filha funkeira safada como a Aninha te provocando todo dia, sentando no seu colo, gemendo "pai" enquanto você mete nela.
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