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Meu trato com o meu afilhado

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De quando comprei um ps5 e usei ele pra fisgar meu afilhado pra mim.

Eu tenho 37 anos e moro sozinho nessa desde que enviuvei. Quando meu novo PS5 chegou, eu soube que ia trazer os meninos pra cá. Comentei com sobrinhos, primos, e com meu afilhado que eles poderiam vir jogar quando quisessem. Não esperava que a coisa tomasse o rumo que tomou.

Naquela sexta-feira à tarde, a mãe do Lucas me ligou pedindo pra deixar ele comigo enquanto resolvia assuntos na cidade. Ele chegou por volta das duas horas, com short de nylon preto, camiseta folgada e chinelo. Meu afilhado de 14 anos era magro, cabelo liso, corpo mais esguio, de menino peralta. Assim que viu a televisão enorme do quarto ligada no videogame, parou no meio do cômodo, com os olhos brilhando.

Ele passou uns vinte minutos jogando, concentrado, o corpo se mexendo na cama. Eu observava sentado, de short largo e sem camisa. Meu pau já estava meio inchado só de olhar aquele menino ali, na minha casa, sozinho comigo.

Depois de um tempo, chamei ele baixinho:

— Vem cá, Lucas.

Ele se aproximou, ainda com o controle na mão. Eu abri as pernas devagar e baixei o short até as coxas, deixando meu pau grosso e pesado cair para o lado, já latejando. O cheiro forte de macho subiu no ar quente.

Lucas congelou. Olhou fixo, o rosto ficando vermelho rapidamente.

— Pra quê isso, dindo? — murmurou, voz baixa.

— Vamo fazer uma brincadeira. Se quiser continuar jogando, tem que mamar primeiro.

Ele ficou parado um longo tempo, respirando fundo, rindo de nervoso. Depois, devagar, quase relutante, se curvou e ali mesmo segurou meu pau com a mão quente.

— É meio grosso… — sussurrou, quase pra si mesmo, olhos arregalados.

Ele abriu a boca e chupou a cabeça. Foi desajeitado. Os dentes roçaram de leve, a língua mexia sem ritmo, batendo sem direção. Ele só conseguia colocar um pouco mais da metade, engasgando logo, saliva escorrendo descontrolada pelo canto da boca e pingando no meu saco. Tossiu, tirou um pouco, respirou fundo e tentou de novo, se queixava do cheiro. Depois, voltou, mais devagar, mas ainda sem jeito.

Eu gemi baixo, segurando o cabelo dele com uma mão, guiando com paciência. Sentia a boca quente e molhada, mas apertada e descoordenada. Lucas fazia esforço, olhos lacrimejando, nariz fungando. Cada vez que eu empurrava um pouco mais fundo, ele engasgava bem, o corpo inteiro tensionando, mas não parava.

— Assim… devagar — murmurei.

Ele tentava, lambendo desajeitado a cabeça grossa, passando a língua por baixo, chupando fraco. Saliva escorria abundante, molhando tudo. O som molhado e os engasgos leves enchiam a sala silenciosa. Eu segurava a cabeça dele e fodia sua boca com calma, já que ele só sabia fazer o vai-e-vem.

Quando gozei, segurei firme na cabeça dele e jorrei fundo. Lucas engasgou violentamente, parte do gozo descendo pela garganta, o resto saindo pelo nariz e escorrendo pelo queixo. Ele tossiu bastante, olhos vermelhos, limpando a boca com as costas da mão, envergonhado.

Limpei o resto do pau na cara dele, esfregando devagar nas bochechas molhadas. Depois entreguei o controle de volta e ele me olhou rindo, esperando uma resposta.

— Pode jogar agora.

Lucas jogou o resto da tarde quase em silêncio, às vezes limpando o canto da boca discretamente, o olhar fugindo do meu.

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No sábado, Lucas me mandou mensagem querendo voltar e trouxe o primo Mateus junto.
Eles chegaram juntos por volta das três da tarde, os dois de short e camiseta, suados do caminho. Mateus, mesma idade que o Lucas, era mais magrinho, pele clara, cara ainda bem de menino. Os dois ficaram parados no quarto olhando a TV enorme na parede, claramente ansiosos pra jogar.

Eu deitei na minha cama, abri as pernas e esperei um pouco. Depois falei calmamente:
— Hoje tem uma regra nova. Quem quiser jogar tem que ficar pelado. O tempo todo. Não pode nenhuma roupa.

Lucas olhou pra mim, depois pro primo, o rosto já vermelho. Mateus ficou quieto, sem entender direito no começo. Houve um silêncio longo e pesado. Eu não falei mais nada, só esperei, deixando o desconforto crescer. Lucas foi o primeiro a ceder, tirando a camiseta devagar, depois o short e a cueca, ficando completamente nu. O pau dele estava meio duro, dava pra ver. Mateus hesitou mais, mas acabou seguindo o primo, tirando peça por peça até ficar pelado também. Os dois ficaram expostos na minha frente.

Ver meus dois afilhados pelados no meu quarto, os pauzinhos a mostra, mãos tentando cobrir sem sucesso, me deixou extremamente excitado.
— Agora sim — murmurei.

Lucas se aproximou primeiro, ainda desajeitado, e ajoelhou entre as minhas pernas. Segurou meu pau grosso com as duas mãos.
— Tá meio grosso demais… não sei se vai caber direito — reclamou baixinho, voz tremendo de vergonha. Depois, virou pro primo Mateus e disse — É assim que tem que fazer, ó... —

Ele abriu a boca e tentou de novo. Ainda mais desajeitado que no dia anterior. Colocava só a cabeça, os dentes roçando, a língua batendo sem coordenação, engasgando rápido quando eu empurrava um pouco mais fundo. Saliva escorria sem parar pelo queixo, pingando nas coxas dele e no chão. Ele tossia, tirava o pau, respirava ofegante e tentava novamente, olhos lacrimejando.
Mateus ficou ajoelhado ao lado, pelado, olhando tudo com vergonha. Lucas puxou ele pelo braço e o primo começou a lamber desajeitado o meu saco, sentindo o cheiro forte.

Eu segurava as cabeças dos dois, alternando devagar. Fodia a boca quente do Lucas com calma, aproveitando cada engasgo, cada tentativa falha, cada vez que ele reclamava baixinho que era grosso demais ou pentelhudo demais.

Gozei primeiro na boca do Lucas. Ele engasgou forte, porra escorrendo pelo nariz e queixo, tossindo bastante. Depois obriguei Mateus a limpar tudo com a língua. Em seguida deixei os dois jogarem pelados. Os corpos nus deitaram de barriga pra baixo, as bundas deles apontavam pra cima: era uma visão do paraíso.

No final da tarde eu já tinha gozado mais duas vezes, uma no rosto de cada.
Eles saíram no fim da tarde ainda pelados, se vestindo só na hora de ir embora, cheirando a suor e sêmen, olhos baixos.

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Comentários (1)

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  • T. amnonico: Delicia de conto. Perfeito abuso

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