#Gay #Incesto #Teen

A Primeira Vez: Brotheragem com meu Primo

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ALXPUTO

Nunca pensei que uma punheta safada seguida de um boquete daquele puto ia me transformar num viciado em sexo e me fazer curtir até incesto.

Fala, rapaziada! Depois de passar anos lendo os contos daqui, resolvi criar coragem pra contar umas histórias minhas também. Pode ser que esse primeiro relato fique grandão, mas quero contar tudo do jeito que aconteceu (ou pelo menos o que ainda lembro).

Meu nome é Alex, tenho 26 anos e sempre me considerei hétero. Só que a vida dá umas voltas malucas, né? Até os 15 anos eu nunca tinha ficado com outro cara e nem passava pela minha cabeça fazer qualquer parada dessas. Aí rolou uma brotheragem com meu primo Wendel, que mudou tudo. Nunca pensei que uma punheta safada seguida de um boquete daquele puto ia me transformar num viciado em sexo e me fazer curtir até incesto.

Foi em 2015. Eu tava namorando a Ingrid, uma japinha baixinha, mas um tesão de mina, bundinha empinada, cobiçada por toda a molecada do bairro. Eu também não tava mal, não. Jogava bola, treinava calistenia, tinha um corpo trincado. O problema é que eu era um completo cabaço quando o assunto era sexo e relacionamento. Com ela só rolava beijos, mão boba e, no máximo, ocorreu uma chupadinha rápida no meu pau antes da irmã dela atrapalhar.

E foi aí que o safado do meu primo Wendel entrou na jogada. Dois anos mais velho, alto, forte, cara de malandro, o tipo que as minas do bairro viviam abrindo as pernas. Eu já tinha perdido a conta das histórias dele comendo as garotas depois das festas. Naquela noite eu saí da casa da Ingrid puto da vida, pau duro e sem ter onde descarregar. Esbarrei com ele no caminho. A gente sempre foi muito irmão, então desabafei tudo.

— Qual foi, Alex? Tá com uma cara de quem perdeu dinheiro.

Soltei um suspiro.

— Tô de saco cheio, mano. Gosto da Ingrid pra caramba, mas o bagulho não anda.

Ele arregalou os olhos e deu uma risada.

— Porra, Alex! Tu é muito frouxo, caralho! Tá namorando uma puta gostosa daquelas e ainda não meteu nessa bucetinha? — falou ele rindo, zoando minha cara.

— Deixa de sacanagem, Wendel! Tô te falando porque confio em ti, mano. Tô pensando em terminar, mas não quero magoar e nem trair ela. Tá foda pra mim essa porra.

— Relaxa, priminho. Eu não tô zoando. Mas é foda mesmo tu ainda não ter comido ela. Tu tem um corpão, as minas são tudo caída por ti… tá faltando é atitude, porra! — Ele me olhou com aquele sorrisinho sacana. — Mas fala a verdade… tá com a rola esfolada de tanta punheta sozinho, né? Kkkkk.

— Pior que não… Depois que o Rodrigo (meu irmão mais novo) começou a estudar de manhã também, à tarde eu tenho que cuidar dele, então nem privacidade eu tenho mais pra bater uma.

— Caraca, mano… eu já tinha surtado no teu lugar.

A gente foi andando a caminho das nossas casas e, quando tava quase chegando no ponto de nos separarmos, o Wendel veio com a ideia:

— Saca só, peguei o FIFA 16 com um mano. Bora lá pra casa virar a madrugada jogando?

Na época o jogo tinha acabado de ser lançado, e eu curtia muito futebol. Mas eu imaginei que ele devia tá com pena ou algo assim do tipo por causa do que eu tinha falado e por isso estava fazendo o convite.

— Melhor deixar pra outro dia. Minha mãe já deve tá achando que eu sumi.

Ele deu uma batidinha no meu ombro.

— Que nada, parceiro. Minha mãe liga pra tua e resolve isso rapidinho. Para de neurose e bora.

Acabei indo. Quando chegamos na casa dele, minha tia ligou pra minha mãe e avisou que eu passaria a noite lá. Depois que jantamos, subimos para a parte de cima da casa, onde ficava o quarto do Wendel e da minha prima Letícia. A Letícia tava de plantão. Tomamos banho, ele me emprestou um short fininho de futebol e ficamos jogando até umas três da manhã.

— Wendel, o sono tá me matando. Me empresta uns lençóis aí que vou dormir na cama da Letícia.

— Pode pegar no guarda-roupa. Mas por que não dorme aqui mesmo? Ela chega cedinho, você não vai descansar direito lá.

— Relaxa, quando ela chegar eu volto pra cá. Eu ocupo muito espaço dormindo, não quero te incomodar.

— Você é folgado pra caralho mesmo quando dorme — riu ele. — Mas pode ficar tranquilo, não me incomoda. Se quiser dormir aqui na cama, fica à vontade.

Eu peguei os lençóis e fui pro quarto da minha prima. Tava tão cansado que deitei e apaguei na hora. Acordei no meio de um sonho gostoso: nele a Ingrid tava me batendo uma punheta bem melada. Só que a mão tava grande e forte demais…
Abri os olhos e tomei o maior choque da vida: não era um sonho, era o Wendel ali, segurando meu pau duro e batendo devagar.

— PUTA QUE PARIU! QUE PORRA É ESSA, WENDEL?! — gritei, tirando a mão dele e me afastando rápido, ficando em pé na cama.

— Fala baixo, caralho! Vai acordar a casa toda — disse ele tranquilo, com um sorrisinho malandro.

— Mano, você tava com a mão na minha pica! Tá louco?!

— Eu vim te avisar pra colocar o alarme do relógio antes da Letícia chegar. Quando entrei, você tava dormindo de pau duro, gemendo… Só quis te dar uma força. Você mesmo disse que não tá conseguindo se aliviar nem com a Ingrid nem em casa.

— Wendel, você tá maluco? Eu sou hétero, caralho! Gosto de mulher!

— Eu também gosto de mulher, adoro foder uma buceta gostosa. Coisa que você ainda nem experimentou — respondeu sarcástico. — Só tava te ajudando, mano. E pelo visto funcionou… Olha só como seu pauzão tá latejando. Na moral, que rola responsa, primo.

O pior é que o safado tinha razão. Mesmo com o susto, meu pau continuava duro pra caralho, babando. Eu nunca tinha imaginado uma situação dessa. Wendel era meu primo, praticamente um irmão mais velho, e sempre foi o cara que comia as minas. Nunca deu nenhum sinal de que curtia esse tipo de coisa.

— Tu é viado, Wendel? — perguntei ainda nervoso.

— Viado? Sai fora, porra! Tu me conhece. Eu adoro comer buceta. Mas quando um mano tá precisando, a gente se ajuda. Isso se chama brotheragem, Alex.

— Brotheragem? Que porra é essa?

Ele sorriu, sentou mais perto, voz baixa e sacana:
— Brotheragem é quando dois manos tão com o pau duro, cheios de tesão, e se ajudam no sigilo. Sem frescura, sem viadagem. Só pra aliviar a pressão, curtir pra caralho e gozar gostoso. Tu continua hétero, continua gostando de buceta… só que de vez em quando um mano pega na rola do outro, bate uma punheta bem dada… tudo pra matar a vontade. Olha pra essa tua rola aqui, priminho… tá latejando, babando inteira. Pra ela não faz diferença se é mão de macho ou de mina, o que importa é tá sendo bem tratada. Relaxa, Alex… deixa o mano te ajudar. Deixa eu te mostrar como é bom uma brotheragem de verdade.

O puto era bom pra caralho de lábia. Falava devagar, olhando no meu olho, passando a mão de leve na minha coxa. Eu tava assustado, mas o tesão tava maior. Meu pau não amolecia de jeito nenhum.

— Eu… eu nunca fiz essa parada… — falei ainda hesitante.

— Por isso mesmo, priminho. Tu tá carente pra porra. Senta aí, relaxa, abre as pernas e deixa eu cuidar dessa rola. Não precisa fazer nada. Só curte. Imagina que é a Ingrid aqui, aquela putinha safada, batendo uma pra ti com aquele carinha de vadia… — murmurava ele com a voz rouca e sacana.

A curiosidade e o tesão falaram mais alto. Acabei sentando na cama, short abaixado, pau pra fora latejando. O Wendel cuspiu na mão e começou a me bater uma punheta bem lenta e firme.

— Isso… relaxa… olha como tá gostoso — murmurou ele. — Imagina aquela putinha da Ingrid batendo assim, devagar, apertando bem…

De início foi estranho pra caralho sentir a mão de outro cara na minha pica, ainda mais sendo meu primo. Mas Wendel não parava de falar putaria, mandando eu imaginar que era a Ingrid ali. A voz dele ia ficando mais safada, a pegada mais firme e ritmada. Aos poucos eu me entreguei.

— Porra, Wendel… eu não acredito que a gente tá fazendo isso… caralho, que punheta gostosa, mano. Eu tava rebolando devagar contra a mão dele, gemendo cada vez mais alto. Meu corpo tremia, as pernas ficavam moles.

— Tá bom demais, Wendel… porra… tu bate melhor que qualquer mina, caralho… aaaahhh…

Quando eu já tava bem no limite, quase gozando, ele parou de repente, olhou pra mim com aquele sorrisinho malandro e perguntou com a voz baixa e safada:

— Quer que fique bem mais gostoso ainda, priminho?

Eu tava desesperado de tesão, pau pulsando na mão dele

— Quero… porra, eu quero sim, Wendel… faz o que tu quiser, mano…
Achei que ele ia cuspir mais, apertar meus ovos, bater mais rápido ou talvez bater de um jeito diferente. Mas nunca, em mil anos, imaginei o que ele fez em seguida.
O Wendel abaixou a cabeça de uma vez e engoliu a cabeça da minha pica quente e babada.

— PUUUUTA QUE PAAAARIIUUUUUU! AAAAAAHHHHH WENDEEEELLLL! QUE PORRA É ESSAAAAA?! — gritei, o corpo inteiro dando um solavanco de choque.

Tentei puxar a cabeça dele pra trás, mas minhas mãos tremiam e as forças sumiram rapidinho. A boca dele tava quente pra caralho, molhada, macia e apertada. Ele foi descendo devagar, engolindo meu pau grosso centímetro por centímetro até sentir a garganta apertando forte na glande.

— Caraaalhooo… Wendel… tu tá me chupando… porra, tu tá mamando meu pau, mano?! Aaaahhh meu Deus do céu…

Ele não respondeu com palavras. Só gemeu rouco com meu pau na boca e começou a subir e descer, chupando com força, língua rodando em volta da cabeça, sugando toda a baba que não parava de escorrer. Depois descia de novo, engolindo fundo, garganta lutando contra minha rola grossa.

— Weeeendeeellll… aaaahhh porraaa… que boquete gostosoooo… eu não esperava isso, caralho… tu mama muito bem, safado… aaaahhh!

O safado mamava com fome, guloso, fazendo barulho molhado de gluck gluck gluck. Segurava meus ovos com uma mão, massageando devagar, enquanto a outra apertava minha barriga pra eu não escapar. Tirava o pau da boca só pra respirar, dava uma lambida longa da base até a ponta, olhava pra mim com cara de puto e voltava a engolir tudo.

— Relaxa, priminho… só curte… deixa o mano mamar essa rola gostosa… — murmurou ele antes de voltar a chupar ainda mais fundo. Eu segurava a cabeça dele sem força, empurrando de leve, gemendo alto e sem controle nenhum. Eu tava no limite, o pau latejando forte dentro da boca quente do Wendel. Senti aquela sensação subindo rápido, as bolas contraindo, o corpo inteiro tremendo.

— Weeeendeeellll… aaaahhh caraaalhooo… tá bom demais… eu vou gozaaar, mano! — gemi, tentando puxar a cabeça dele pra trás — Para, Wendel! Eu vou gozar! Tira a boca, porra!

Tentei levantar o quadril pra tirar o pau da boca dele, mas o safado foi mais rápido. Ele prendeu minhas mãos com força contra a cama, pressionou o antebraço na minha barriga pra me segurar no lugar e engoliu meu pau até o talo de novo, ainda mais fundo.

— WENDEL! PARA, CARALHO! EU VOU GOZAR NA TUA BOCA! — gritei quase em pânico, me contorcendo. Ele nem ligou. Pelo contrário. O puto gemeu rouco com meu pau enterrado na garganta, segurou firme na base da minha rola e começou a mamar ainda mais rápido e guloso, garganta apertando, língua trabalhando sem parar. O barulho molhado de gluck gluck gluck ficava cada vez mais alto.

— WENDEEEELLLL! PARA! EU NÃO QUERO GOZAR NA TUA BOCA, MANO! Aaaahhh porraaa… não consigo parar… eu tô gozandooo!

Não adiantou. Meu corpo traiu minha vontade. Senti o pau engrossar ainda mais dentro da garganta quente dele e explodi violentamente.

— AAAAAHHHHH CARALHOOO! WENDEEEELLLL! EU TÔ GOZAAAANDOOOO, PORRAAAA!!

Jatos grossos e fortes de porra saíram direto na garganta do meu primo. Um atrás do outro. Eu me contorcia desesperado na cama, tentando puxar o pau, mas ele mantinha tudo preso, engolindo o máximo que conseguia. Tossiu forte quando a porra encheu demais, mas não tirou a boca. Deixou vazar pelos cantos dos lábios, escorrendo no meu saco, e continuou mamando, sugando cada jato como se estivesse faminto.
O orgasmo foi tão intenso que eu apaguei na cama por alguns minutos. Sabe aquela gozada tão intensa que seu corpo desliga e você fica todo mole?

Quando voltei, ele ainda estava lambendo devagar minha rola hipersensível, passando a língua devagar pela cabeça inchada, me fazendo ter espasmos e gemer baixinho a cada passada. Quando finalmente soltou meu pau, ele levantou o rosto com os lábios vermelhos, brilhando de saliva e porra, e sorriu sacana:

— Porra, priminho… você goza pra caralho mesmo! Que porra grossa e quente… bem docinha. — Ele passou a língua nos lábios, recolhendo o que tinha escorrido. — Tava tentando tirar pra não gozar na minha boca, né seu safado? Mas eu queria tudo… e tu gozou gostoso pra porra.

Ele tinha gozado também, barriga toda melada

Eu não consegui falar nada. Ainda tava zonzo, o corpo mole, a cabeça girando. Parecia que tinha levado um soco de tesão. Quando ele terminou, puxou meu short pra cima com calma, como se estivesse fechando uma porta depois de uma bagunça. Depois se levantou, todo suado e satisfeito, e foi pro banheiro limpar a própria barriga. Ouvi a torneira correndo. Voltou minutos depois, já com cara de quem não tinha feito nada demais.

— Não esquece de colocar o alarme do relógio pra tocar antes da Letícia chegar — disse ele baixinho, com aquele sorrisinho sacana de sempre. — Dorme bem, priminho. Boa noite.

Falou como se tivesse acabado de me emprestar um carregador de celular. Depois apagou a luz e saiu do quarto. Eu fiquei ali, deitado no escuro, olhando pro teto. O coração ainda batia forte. Meu pau latejava de leve, sensível, ainda molhado da saliva dele. A boca, o cheiro, o jeito que ele engoliu tudo… tudo ficava repassando na minha cabeça sem parar.

Não preguei o olho o resto da noite. Quando o despertador tocou, levantei rápido, desci pra cozinha e esperei meu tio acordar. Pedi carona pra casa assim que ele saiu pro trabalho. Não tive coragem de voltar pro quarto do Wendel nem de cruzar com ele de novo naquela manhã. Precisava de ar. Precisava de tempo pra tentar entender que caralho tinha acabado de acontecer comigo.

Bom, foi isso aí, galera. Essa foi minha primeira experiência. O texto ficou longo, mas não quis contar de qualquer jeito. Essa noite abriu as portas pra um mundo que eu nunca imaginei. Mesmo anos depois, ainda fico confuso com a intensidade de tudo. A brotheragem com o Wendel foi só o começo. Vieram coisas bem mais intensas depois. Se quiserem, conto as próximas.

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Comentários (2)

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  • Edson: Legal essas descobertas sobre a própria sexualidade. É um universo de possibilidades que, muitas vezes, nem imaginamos. Certa vez conheci um cara, macho a toda prova, moto Harley, jaquetão de couro. Dava dois de mim. Eu fitei sua figura e ele percebeu. Me convidou na maior naturalidade pra sairmos. Quando tirou a roupa, era um deus grego. Me despiu. Eu tava excitadíssimo pra dar pra ele. Ele subiu na cama e caiu de boca. Pensei: - Eu não curto, mas acho que só uma mamadinha. De repente sinto seu dedo me penetrando, meio desconfortável a princípio, mas fui incendiando. Ele começou a dedar fundo sem tirar meu pequeno pau da boca. Fiquei doido, e disse: - Cara, pára senão eu vou gozar! Foi pior, ele me apertou com seu corpão de uma maneira predadora. Gozei litros. Ele se levantou se lambendo, se vestiu, e fiquei sem entender nada. Do nada ele me diz: - Gosto de fazer isso! Leitinho doce! Ele parecia que tinha gozado, e eu não. Vai entender!?

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  • Renan: Conta mais...

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