#Teen

naquela rua - parte 2

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cobra

Ja fazia uns dias que a gente namorava , quando ela começou vir la na rua se juntar a nós , sem seu irmão , quando perguntei ela respondeu que ela estava de cachumba , brincava ali junto e depois levava ela no casarão e la a gente se pegava , ela ficava molinha ai parava , depois ia nun canto ali e mijava , depois ia embora e eu me acabando na punheta e tentando algum plano pra comer ela .
Comecei perceber um olhar diferente para o vado , estava planejando voltar la no munjolo la no casebre outra vez , ia ser no feriado de 7 de setembro , fomos , saimos antes do sol , foi aquela algazarra toda , lukinha muito amigo do vado , brincava imitando mulheres andando porque andam rebolando e a mulecada riam , eu e verónica mais atras mas percebi ela meio fria , não quis parar nenhum momento , chegou la ja foram pulando na agua , eu não entrei , e ela entrou e começou a brincar com vado e eu sai fui comer marmelo , logo começou a briga os xingamento até que o vado saiu pra fora e agarrou o lukinha levantou ele e trouxe dentro do casebre , ai eu fui la ver oque acontecia , vi veronica assustada e lukinha ja chorando sem roupa e o vado ja com a picona ja preparando para enrabar ele , vi a veronica olhar a sena preocupada , chamei ela de um lado , de onde se via tudo , vi o vado dar tapinhas na bunda dele , guspir na mão e passar no rego e na pica , com a pica bem melada de guspe encostou no cuzinho do muleke , ai veronica chegou perto e ficou olhando , vi a rola ir entrando no cuzinho do menino , ele esperniando , chorando mas a pica ia entrando aos pouco , apertado mas ia invadindo , até a metade quando veronica falou – vado até ai e ja chega , mais vai machucar ele , vado puxou um pouco e socou novamente e foi indo assim , logo depois o muleke ja não reclamava mais , eu via a cabeça da pica estufar as preguinhas dele pra fora , pra sair e voltava encorregando macio para dentro novamente , até que vado puxou pra fora e saiu melado de merda e uma raia de sangue , voltou la no rio para se lavar e lukinha saiu mancando atras .
Logo estavam todos la no rio , até veronica , que subia no ombro de vado e pulava na agua , eu percebi ela mergulhando e pegando no pau do vado por baixo da agua , voltamos , tava tudo numa boa , ela não falou nada em acabar com o namoro e com isso a gente quando tinha oportunidade se agarrava , tentei passar a mão na bucetinha dela varias vezes e ela não deixava , até um dia deixou eu mamar na tetinha mas sempre a mesma coisa , assim não , assim eu sinto o corpo ficar estranho .
Lukinha ja tinha virado comida da mulecada , eu ainda não tinha comido ele mas a fama ja era grande , eu queria comer mesmo era sua irmã , depois iria investir nele .
Naquela tarde estavamos brincando , fazendo disputa de pião , depois apareceu o vado com uma espingarda feito com borracha tripa de mico ( borracha que se usa para prender a veia quando vai tomar injeção na veia ou tirar sangue ) , a espingarda feita com todo capricho , atirava pedrinhas longe ,e lukinha quis ela e ficaram ali trocando em quantas vezes ele daria a bunda em troca da arma , depois lukinha foi embora e nisso escureceu ai fomos brincar de esconde esconde , percebi algo de estranho na ar , logo chegou minha vez de bater cara e depois fui procurar , e passou um tempo não achava ninguém , me lembrei do casarão , e agora como vou fazer pra achar alguém la , aquilo e um breu a noite , parti pra la , chegando perto procurei não fazer barulho , fui chegando , dentro do silencio da noite ai ouvi um barulho , parecia um gemido , esperei a vista acostumar com escuro e fui entrando , ouvi outro barulho , ouvi alguém cochichar , logo ouvi a voz da veronica – assim não , assim falta meu folego , vai de novo – voz de vado , barulho molhado , subi a escada pro andar de cima e no último degrau me abaixei e direcionei minha vista na direção do barulho , pelo vulto vi ela engolindo a rola do vado e ele coçando a bucetinha dela com a mão , fazia moviemento alisando a bucinha dela enguanto a cabeça da pica estava dentro da sua boca , vado tirava o cabeção da sua boca e alisava a pica como que batendo uma punheta e voltava pra boca e sua mão ia la na bucinha dela fazendo ela engasgar com a pica , fiquei ali com raiva mas a pica dura como ferro , voltei pro posto não tinha chegado ninguém , peguei meu pião de ponta longa e fui embora .
Acordei de manhã , fui pra escola com sangue no olho , hoje vou comer alguém , nem que for na marra , voltei da escola mesma rotina joguei a pasta em cima da cama , tirei o uniforme dobrei direitinho e vesti o short de sempre e cai na rua , quase não dormia , o tesão era tanto que bati punheta até no banheiro da escola , peguei o pião e fui pra rua logo chega o lukinha , pensei comigo – é o destino – lukinha vamos no casarão ? – vamos mas oque tem la ? vamo la você ve , cheguei la subi la onde sua irmã chupou e gostou de chupar a picona do vado , ainda tinha porra viva no chão – é o seguinte , você da pra todo mundo e agora vai dar pra mim – não m não posso agora , minha mãe ta me chamando – seu filho da puta , vai dar e vai chupar meu pau agora , ou da ou quebro você na porrada , ele começou chorar saindo lagrimas eu baixei seu short e coloquei ele segurando a parede e guspi na mão passei na bunda dele e enterrei um dedo no cu , ele gemeu , guspi na cabeça da pica e fiz ele abrir a bunda , ficou apoiado so com a cabeça na parede e as mãos para tras abrindo a bunda , vi seu cuzinho – vai abre mais – não da , só vai até ai , encostei a cabeça e guspi novamente , acertei o reguinho e o guspi desceu alcançando a cabeça e as pregas ou oque sobrou inteira e soquei – aaaiiii assim nãoooo seu bruto , vai engole o choro ai vai e soquei de novo , ele abriu a boca chorar , guspi de novo e soquei outra vez aaaiii , aaaiii gospi mais que ainda doi , vai abre essa bunda ele puxou mais eu guspia e socava , na hora de gozar , gozei dentro do cu do muleke , nãooo , porque gozou la dentro ? porra me fudeu , agora tenho que ir embora , não não precisa abaixa ali e caga , ele foi la canto abaixou saiu um pouco de porra algumas gotas ai entreguei um pedaço jornal velho pra ele se limpar , limpou subiu o short – quero aquele pião da ponta longa – é seu ta la em casa , depois você pega , sai aliviado do ódio mas o tesão continuava , acho que era ódio da suposta traição ou certeza que não ganharia do vado , eu tinha percebido o interesse na pica do vado desde o começo quando ela ficou admirada com tamanho , sabia que não ganharia dele mas então porque não facilitar outras coisas , por exemplo as tetinhas , quando bati a boca ali , ela gemeu e se arrepiou toda , era sensivél , ela gostava do toque ali , tinha o grelinho saliente também , mas tudo era não , ja com vado e logo de primeira ja quase comeu , ai estava meu ódio .
Lukinha foi buscar o pião eu levei ele atras do muro , no matinho debaixo do pé de mamona e ele chupou meu pau e gozei na sua boca , o muleke era foda , colocava só a cabeça da pica na boca e batia punheta com o resto da pica , ia passando a lingua por baixo na parte mais sendivél e batendo a punhetinha quando gozei ele tirou da boca brigando porque engoliu um pouco , mas minha cabeça estava transtornada com a veronica , com ela chupando e gemendo na mão do vado , eu pensava a todo instante , via ele socando aquele rolão nela e ficava revoltado só pensava nisso , isso me torturava .

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cobra #Teen

Comentários (2)

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  • Maluzinha: Eu amo todos os contos que tem uma pegada assim, amo tudo de pesado t Daianarsk

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  • Miguel: Tá de parabéns. Seus relatos são muito bons. Sem dúvida ainda vai fica melhor. Aguardando a continuação dessa fabuloso história

    Responder↴ • uid:muiqqds8l