#Incesto #Teen #Virgem #Zoofilia

Larissa, a putinha do papai

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Thiago P.

Larissa tem 15 anos e confia no pai até demais

Desde que tive uma filha, Larissa sempre foi especial pra mim. Aos 15 anos, ela era uma mistura de inocência e provocação natural. Eu me tornei uma espécie de mentor pra ela — não só como pai, mas como o homem que explicou como o mundo e o corpo funcionam. Começou de forma “inocente”: conversas sobre namorados, sobre como o corpo reage, sobre prazer. Eu sentava ela no meu colo no sofá enquanto assistíamos filmes, as mãozinhas dela descansando nas minhas coxas, o corpinho quente contra o meu.
—Larissa, você só deve se entregar pra quem realmente confia — eu dizia baixinho no ouvido dela, sentindo a bundinha macia pressionada contra minha virilha. — Pra alguém que cuida de você, que te ensina as coisas devagar. Entendeu, filha?
Ela balançava a cabeça, vermelha, mas ficava quietinha no colo. Às vezes eu ficava duro por baixo dela e ela sentia, mas nunca reclamava. Só se mexia de leve, como se quisesse se ajeitar melhor. Em casa ela vivia à vontade: shortinhos de algodão ridiculamente curtos que mal cobriam a bunda redonda e empinada, regatas finas sem sutiã, os biquinhos dos seios pequenos marcando o tecido. Quando se abaixava para pegar algo, a metade da bunda ficava exposta. Quando deitava de bruços no sofá, as pernas abertas, eu mal conseguia tirar os olhos.
Eu sempre controlava o desejo. Até o dia em que a mãe dela precisou viajar.
A avó materna passou mal e a esposa arrumou as malas às pressas.
—Cuida bem da nossa menina, amor. Volto em uns dias — disse ela, me beijando rápido antes de sair.
Assim que o carro desapareceu, o ar da casa ficou elétrico. Naquela mesma noite, depois do jantar, eu falei:
—Seu quarto tá gelado com aquela janela velha. Dorme na cama de casal comigo hoje, Larissa. Só pra não passar frio.
Ela concordou, nervosa mas obediente.
Ela apareceu com uma camisola branca curtíssima de algodão, quase transparente. Deitou de costas pra mim. Apaguei a luz e esperei. Depois de uns minutos, me aproximei fingindo que estava virando no sono. Colei meu corpo no dela, o pau já duro latejando dentro da cueca. Pressionei a rola grossa bem contra a bundinha macia, por cima do tecido fino.
Comecei a encoxar devagar, quadris mexendo ritmados, como quem dorme inquieto. Larissa ficou parada no início, respiração acelerada. Depois, bem sutil, empinou a bunda pra trás, se esfregando contra mim. Eu continuei fingindo sono, respirando pesado, enquanto deslizava minha pica entre as nádegas dela, sentindo o calor. Ela rebolava devagar, apertando a bundinha contra mim, a camisola subindo até a cintura. Ficamos assim por muito tempo: eu encoxando gostoso, ela se esfregando de volta, os dois fingindo que dormiam, o quarto cheio do som baixo da respiração pesada e do tecido se esfregando. Acabei gozando dentro da cueca, pressionado contra ela, sem dizer uma palavra.
No dia seguinte ela estava mais quieta, mas continuou desfilando pela casa com roupas ainda mais curtas. À noite, deitou novamente na cama de casal, camisola curta, de costas pra mim.
Dessa vez eu esperei menos. Fingi dormir e logo colei nela, pau já duro e latejando. Encoxei com mais vontade, roçando forte entre as nádegas macias. Larissa empinou a bundinha imediatamente, se esfregando de volta, rebolando mais safada que na noite anterior. O calor úmido da bocetinha dela começava a molhar o tecido.
Depois de alguns minutos esfregando, eu virei devagar de barriga pra cima, como quem se mexe no sono. Meu pau estava completamente duro, saindo pela cintura da cueca, latejando no ar. Fingi que falava dormindo, voz rouca e baixa:
—Hmm... vem cá, amor... chupa meu pau... mamada gostosa...
Larissa ficou parada por alguns segundos depois que eu virei de barriga pra cima e murmurei pedindo a mamada. Eu mantive a respiração pesada e ritmada, fingindo um sono profundo. Então senti o colchão afundar levemente quando ela se aproximou. O cabelo castanho longo roçou na minha barriga. As mãozinhas pequenas e quentes envolveram a base grossa da minha rola com hesitação, tremendo um pouco.
Primeiro veio o sopro quente da respiração dela bem perto da cabeça. Depois, a língua molhada e tímida tocou a glande, lambendo o pré-gozo que já escorria. Ela soltou um suspiro trêmulo e abriu a boquinha carnuda, envolvendo a cabeça grossa. O calor úmido da boca dela me envolveu devagar, os lábios macios esticando ao redor da rola enquanto ela descia uns quatro dedos.
—Hmmm... — ela gemeu baixinho, o som abafado vibrando ao redor do pau.
Larissa começou a chupar com movimentos lentos e desajeitados no início, subindo e descendo a cabeça, a língua quente rodeando a cabeça sensível, lambendo cada veia saliente. A saliva dela era quente e abundante, escorrendo pelos lados do pau, molhando as bolas e pingando na minha barriga. Ela tentava engolir mais fundo, mas engasgava de leve quando a cabeça batia no fundo da garganta, soltando sons molhados e obscenos — gluck, gluck, slurp — que enchiam o quarto escuro.
Eu mantinha os olhos fechados, mas o prazer era tão intenso que soltei um gemido rouco mais alto, o quadril se mexendo de leve pra cima involuntariamente. Foi nesse momento que Larissa se assustou. Ela tirou a boca rapidamente, a rola saindo com um “pop” molhado, um fio grosso de baba ligando os lábios inchados dela à cabeça brilhante do pau. O corpo dela ficou rígido.
—P-pai...? — sussurrou ela, voz tremendo de medo e excitação, achando que eu tinha acordado.
Eu não respondi. Continuei respirando fundo e ritmado, como se estivesse sonhando. Depois de uns segundos de silêncio tenso, Larissa pareceu se acalmar. Respirou fundo e, hesitante, voltou a se aproximar. Segurou o pau novamente com as duas mãos e enfiou a boca quente mais uma vez, agora com mais fome, chupando mais fundo, mais rápido. A boquinha apertada deslizava com vontade, os lábios carnudos roçando na pele, a língua trabalhando incansavelmente por baixo da glande.
Ela chupava como uma boa menina obediente, fazendo barulhos molhados e gulhosos, baba escorrendo pelo queixo e pingando nos meus pentelhos. De vez em quando engasgava quando tentava forçar mais fundo, os olhos lacrimejando, mas não parava. O quarto cheirava a saliva, pau e excitação jovem.
Eu não aguentei mais. Senti o orgasmo subindo forte. Segurei o cabelo dela com uma mão, ainda fingindo que estava dormindo, e empurrei o quadril pra cima. Larissa soltou um gemidinho assustado, mas manteve a boca aberta. O primeiro jato grosso e quente explodiu direto na garganta dela. Ela arregalou os olhos, o corpo dando um solavanco, mas engoliu desesperadamente.
—Hnnngh... — gemeu abafado, a garganta apertando em volta da rola enquanto engolia o segundo, terceiro e quarto jato grosso de porra quente. Parte escorreu pelo canto da boca, misturando com baba, escorrendo pelo queixo e pingando nos peitos pequenos por baixo da camisola. Ela tossiu de leve, os olhos marejados, mas continuou chupando devagar, sugando até a última gota, limpando a rola com a língua como se não quisesse desperdiçar nada.
Quando finalmente meu pau saiu da boca dela, Larissa ficou ali, ofegante, lábios inchados e vermelhos, queixo melado de porra e baba, respirando pesado. Ela limpou a boca com as costas da mão, ainda tremendo, e se deitou novamente ao meu lado, o corpo quente e agitado.
Eu continuei fingindo dormir, enquanto ela se ajeitava, só dormi depois de ver ela caindo no sono de verdade.
Na manhã seguinte, acordei com o pau ainda meio duro só de lembrar da boquinha quente da Larissa engolindo minha porra na noite anterior. Levantei silenciosamente e fui para o banheiro. Abri o chuveiro, ajustei a água para quente e entrei, deixando o vapor encher o box. Estava ensaboando o peito e a barriga quando a porta do banheiro se abriu devagar.
Larissa apareceu, ainda usando a camisola curta amassada, o cabelo castanho bagunçado e os olhos tímidos.
—Pai... posso tomar banho com você? — pediu baixinho, mordendo o lábio.
—Vem, filha. Entra aqui debaixo da água quente.
Ela tirou a camisola pela cabeça lentamente, revelando o corpo jovem e perfeito: seios pequenos e firmes com biquinhos rosados já duros, cintura fina, bundinha redonda e a bocetinha lisinha, quase sem pelos. Entrou no box. A água quente caiu sobre ela imediatamente, molhando o cabelo e escorrendo pelo corpo, fazendo a pele clara brilhar.
Eu a puxei contra mim, colando o peito nas costas dela, meu pau já duro e latejando pressionado entre as nádegas macias. Ensaboei as mãos e passei devagar pelos seios dela, apertando os biquinhos entre os dedos. Larissa soltou um gemidinho.
—Pai... — sussurrou.
Eu virei ela de frente, ajoelhei na frente dela debaixo da água e levantei uma perna dela, apoiando no degrau. Aproximei o rosto da bocetinha virgem. O cheiro doce e jovem dela misturado com a água quente era inebriante. Passei a língua devagar por toda a fenda, sentindo o gosto levemente salgado. Larissa tremeu, segurando minha cabeça.
—Ai... que isso, pai...
Eu não respondi. Abri os lábios rosados com os dedos e lambi com mais vontade, circulando o clitóris pequeno e duro, chupando ele devagar. Depois desci mais, lambendo toda a extensão até chegar no cuzinho apertado e rosado. Larissa soltou um gritinho agudo de surpresa quando minha língua pressionou ali, rodeando o anelzinho enrugado, lambendo com fome enquanto a água quente caía sobre nós.
—Pai... Meu Deus . — gemeu ela, empinando a bundinha contra minha boca.
Eu continuei lambendo alternadamente: chupava a bocetinha molhada, enfiava a língua na entradinha apertada, depois voltava para o cu, lambendo gostoso, sentindo ela tremer e gemer cada vez mais alto. O gosto dela era viciante. Depois de deixá-la bem molhada e trêmula, levantei e segurei o pau na frente do rosto dela.
—Agora mama, Larissa. Coloca na boca.
Ela se ajoelhou no chão molhado do box, a água caindo forte sobre a cabeça e costas dela. Segurou a base grossa com as duas mãozinhas e abriu a boquinha carnuda. Envolveu a cabeça inchada, chupando devagar no começo, a língua quente rodeando. Depois desceu mais, engolindo uns cinco dedos, engasgando de leve quando a glande bateu no fundo da garganta. Baba escorria pelos cantos da boca, misturando com a água do chuveiro.
—Isso, filha... chupa gostoso. Engole mais fundo.
Larissa obedeceu, subindo e descendo a cabeça com mais vontade, fazendo sons molhados e gulhosos — gluck, gluck, slurp — enquanto a água caía sobre ela. Os olhos lacrimejavam, mas ela não parava, chupando com dedicação, lambendo as bolas pesadas e voltando para a rola. Eu segurei o cabelo dela e fodi a boquinha por uns minutos, empurrando até ela engasgar forte.
Depois levantei ela, virei de costas e posicionei a rola na entradinha virgem da bocetinha. A cabeça grossa pressionou contra os lábios inchados.
—Vai doer no começo, filha. Mas você aguenta. Confia no pai.
Empurrei devagar. A bocetinha apertadíssima resistiu. Larissa soltou um gemido alto de dor quando a cabeça forçou a entrada.
—Ai, pai! Tá muito grosso... tá doendo! — choramingou, o corpo inteiro tenso.
Eu segurei a cintura fina com firmeza e empurrei mais forte. Senti a resistência do hímen, depois o estalo quando ele rompeu. Larissa gritou de dor verdadeira, cravando as unhas nos meus braços, lágrimas misturando com a água do chuveiro escorrendo pelo rosto.
—Ai ai ai... para um pouco, pai... tá rasgando!
Um filete de sangue virginal escorreu pela coxa dela, misturando com a água e descendo rosado pelo ralo. Eu parei por uns segundos, só com a cabeça dentro, acariciando as costas dela, beijando o pescoço.
—Shhh... relaxa, filha. A dor vai passar. Respira.
Depois de um tempo, comecei a mexer devagar, entrando um pouco mais a cada estocada. Larissa gemia de dor, o corpo tremendo, mas aos poucos os gemidos foram mudando de tom. A bocetinha ia se acostumando, ficando mais molhada, o sangue e o tesão misturando.
—Agora tá melhor? — perguntei, metendo mais fundo.
—Hum... ainda dói... mas... ai... tá estranho... — gemeu ela.
Eu aumentei o ritmo gradualmente, segurando a bundinha com as duas mãos, abrindo bem enquanto socava. O som molhado de carne batendo ecoava no box junto com os gemidos misturados de dor e prazer dela. O sangue virginal continuava escorrendo pelo ralo enquanto eu metia cada vez mais forte.
Quando ela já estava gemendo de prazer, eu segurei firme e comecei a foder com gosto, estocadas profundas e fortes, as bolas batendo contra ela.
—Agora você é minha de verdade, Larissa. Essa bucetinha é do pai.
Ela tremia, pernas fracas, gemendo alto. Eu meti fundo várias vezes e gozei com força, enchendo a bocetinha virgem com jatos grossos e quentes de porra. O sêmen misturou com o resto do sangue e escorreu pelo ralo enquanto eu continuava metendo devagar, esvaziando tudo lá dentro.
Larissa desabou contra mim, ofegante, a boceta pulsando ao redor da minha rola, gozando pela primeira vez com um homem dentro dela.
Eu a abracei forte debaixo da água quente, limpando o sangue e marcando ela como minha.
—Isso vai ser todo dia agora, filha. Enquanto sua mãe não voltar.
No dia seguinte, o clima em casa estava carregado de tesão. Larissa andava mais quieta, mas toda vez que passava por mim, olhava com aqueles olhos misturados de vergonha e desejo. O corpo dela ainda sentia os efeitos da foda no chuveiro — a bucetinha inchada, o jeito como andava um pouco mais aberta.
Depois do almoço, eu a chamei para a sala.
—Vem aqui, filha. Senta no sofá comigo.
Ela obedeceu, vestindo só uma regata fina e um shortinho curto de algodão. Eu a puxei pro meu colo, abrindo as pernas dela em cima das minhas coxas. Comecei a atiçar ela devagar: beijei o pescoço, mordi de leve a orelha, enfiei a mão por baixo da regata e apertei os seios pequenos, beliscando os biquinhos até ficarem durinhos. A outra mão desceu pro shortinho, esfregando a bocetinha por cima do tecido.
—Você tá molhada de novo, Larissa... Essa bucetinha já aprendeu o gosto do pai, né?
Ela gemeu baixinho, rebolando no meu colo. Eu baixei o shortinho até os joelhos, expondo a bocetinha ainda rosada e sensível do dia anterior. Meus dedos abriram os lábios inchados, circulando o clitóris devagar enquanto ela respirava pesado.
Foi nesse momento que o nosso cachorro, um labrador grande e curioso chamado Thor, entrou na sala. Ele parou, farejou o ar e se aproximou do sofá, atraído pelo cheiro forte de sexo.
Eu sorri, malicioso. Segurei Larissa firme pela cintura e abri mais as pernas dela, empinando a bocetinha pra frente.
—Olha só, filha... o Thor tá curioso. Deixa ele te lamber um pouco.
Larissa arregalou os olhos, chocada.
—Pai... não... isso é...
—Shhh. Relaxa. Só sentir a língua dele. Vai ser gostoso.
Eu segurei as coxas dela bem abertas, expondo completamente a bocetinha molhada. O cachorro se aproximou, farejou e logo passou a língua quente e grossa por toda a fenda. Larissa soltou um gritinho agudo, o corpo dando um solavanco.
—Ai, pai! Tá lambendo... ai meu Deus...
A língua grande e áspera do Thor lambia com fome, longa e molhada, passando do cuzinho até o clitóris, cobrindo toda a bocetinha dela de saliva quente. Ele lambia rápido, insistente, enfiando a língua entre os lábios inchados, fazendo barulhos molhados enquanto Larissa tremia e gemia, metade de vergonha, metade de prazer.
Enquanto o cachorro devorava a bocetinha dela, eu abri minha calça, tirei o pau duro e latejando e segurei a cabeça de Larissa.
—Abre a boquinha, filha. Mama enquanto o Thor te lambe.
Ela mal teve tempo de protestar. Eu empurrei a cabeça dela pra baixo e enfiei a rola grossa na boca quente. Segurei o cabelo castanho com firmeza e comecei a foder a boquinha dela com estocadas ritmadas, empurrando até bater no fundo da garganta.
—Isso... chupa o pau do pai enquanto o cachorro lambe sua bucetinha safada.
Larissa engasgava ao redor da minha rola, baba escorrendo pelos cantos da boca, lágrimas nos olhos, mas não tentava tirar. O som molhado da mamada misturava com os sons obscenos da língua do Thor lambendo sem parar a bocetinha dela. O cachorro lambia com vontade, a língua áspera passando várias vezes no clitóris, fazendo o corpo dela tremer inteiro.
Eu fodia a boca dela com mais força, segurando a cabeça com as duas mãos, fazendo a glande bater no fundo da garganta enquanto via o cachorro continuar lambendo a bocetinha inchada e molhada. Larissa gemia abafado ao redor da minha rola, o corpo sacudindo de prazer e humilhação.
—Isso, filha... deixa o Thor te limpar toda. Olha como ele gosta do seu gosto.
O labrador não parava, lambendo cada vez mais fundo, a língua entrando um pouco na entradinha apertada. Larissa tremia descontrolada, as pernas abertas ao máximo, a bocetinha brilhando de saliva canina.
Eu continuei socando a boquinha quente e molhada dela, sentindo o prazer subir rápido com aquela cena pervertida.
Até encher a boquinha dela de porra, mais tarde comeria sua boceta de novo, quem sabe o cachorro também não meteria?

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