#Estupro #Gay #Sado #Teen

Escravo Familiar: Capítulo 42 (Sendo destroçado pelo negão amigo da Família)

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Tártaro

Quando terminamos de comer, o Kiko levantou-se da mesa, recolheu nossos pratos e copos e os levou para a pia.

Pegou o pano molhado de cima da pia e passou-o na mesa, retirando alguns respingos de comida que haviam espirrado durante o almoço.

Logo iniciou a lavagem dos nossos pratos e de algumas outras louças que tinham ficado da festa mal-sucedida do dia. Com ele de costas e semi-nu, passei a admirar seu corpo, a cabeça com cabelos cacheados negros definidos, descendo por uma nuca grossa e lisa adornada por uma corrente fina de prata, seguida por seus ombros largos suados que brilhavam de suor que escorria de bicas pela sua pele. Analisei suas costas suadas e largas, definidas da academia e com músculos muito bem definidos que há muito ele vinha praticando, depois a bunda grande e dura dentro de uma calça jeans justa, que delineava suas coxas grossas e musculosas de cintura baixa, que permitia ver as entradas profundas da sua virilha e da sua bunda carnuda, depois desci admirando suas panturrilhas definidas apertadas pelo jeans da calça, descendo para seus largos pés 44 enfiados em um chinelo de dedos pretos.

Seu corpo era lindo, e ele era um preto gostoso que me atraía muito; fora que o bicho era um baita gostoso na cama, fazia um sexo que nenhum outro macho soube fazer, até mesmo seus parentes que a pouco eu tinha experimentado não fizeram um sexo tão bom quanto o dele.

Logo ele terminou de arrumar a cozinha e, virando-se para mim, sorriu e perguntou:

— O que foi? Por que você está me olhando assim?

— Assim como? Perguntei.

— Com essa carinha de que está tirando o resto das minhas roupas com os olhos.

— Kkkk, estou mesmo, estou aqui te admirando, olhando esse seu corpo delicioso, louco para estar em cima dele novamente.

— Para com isso, garoto, assim você me atiça e depois você não vai aguentar se eu te pegar. Relaxa aí.

— Ah, Kiko, não se preocupe, você já me pegou duas vezes e sabe que eu aguento.

— Não dessa vez, eu estou com um pouco de raiva do que aconteceu agora há pouco, e não sei do que sou capaz se tentar te foder agora. Acho que te machucaria e não é o que eu quero. Não posso me desentender com seu pai, senão nunca mais colocarei meu pau nesse seu cuzinho guloso.

— Hããã! Gemi, provocando-o, e comecei a me despir novamente, tirando peça por peça, provocando-o ainda mais.

— Garoto, para com isso, estou te avisando. Eu não estou com cabeça para isso mais, e se eu te pegar, vou te machucar. Para com isso.

Não dei bola e fiquei pelado na frente dele. Sua expressão foi como se um leão estivesse vendo carne, e dava para ver que ele se controlava o máximo que podia para não avançar.

Seu semblante demonstrava uma luta interna, de querer avançar mas não poder. Um lado dele gritava para se afastar, o outro gritava para ele avançar e me mostrar o quão raivoso ele estava.

Olhei em direção à sua virilha e ele estava duro. Olhando para mim, ele acompanhou meu olhar e viu que eu estava encarando sua virilha.

Ele voltou a se virar na pia e se segurou para não deixar o corpo dele ditar seus próximos movimentos sem pensar nas consequências.

Levantei da cadeira e fui até ele. Encostei-me nas suas costas, encaixando-o, e beijei e lambi suas costas largas e suadas, sentindo o gosto salgado da sua pele.

Ele jogou a cabeça para trás, suspirando e fechando os olhos. Com as duas mãos, deslizei-as pela sua cintura e fui em direção à sua barriga sarada, alisei e fui subindo, acariciando sua pele até seus peitos largos.

— Garoto, para com isso agora. Se eu te pegar, você vai implorar para eu parar.

Beijei sua pele com meus lábios molhados e bilisquei de leve seus mamilos.

— Aaaaaaah! Ele gemeu baixinho.

— Vamos lá, mostra para mim o que é um macho de verdade. Ou você está com medinho? Falei, mordiscando sua pele e metendo a mão no seu pau por cima da calça, beijando-o no pescoço.

Ele rosnou para mim — Grrr! — e, no impulso, se virou e me agarrou com força, apertando meu pescoço e metendo sua língua quente dentro da minha boca.

— Huuuuuuuuuum! Gemi com o beijo violento.

Ele logo me pegou no colo, entrelacei minhas pernas na sua cintura e, deixando a pia para trás, levou-me para o sofá da sala e sentou-se comigo, grudado no seu corpo.

Nossas bocas se duelavam e ele me apertava forte de encontro com seu peito.

— Huuuuuuuuuum!

Afastou-me dele, levantando-me e colocando-me de pé. Metou seus dedos no botão da calça jeans e o abriu, descendo a calça junto da cueca e passando-as pelos pés.

Retirei o resto das minhas roupas e voltei para seus braços, subindo em cima dele, beijando-o forte.

Em seguida, ele segurou na minha nuca forte e deu um aperto, e, olhando nos meus olhos, disse:

— Sua última chance de recuar, porque, quando eu começar, não vou parar nem que você implore, e vou descontar tudo que eu estou sentindo no seu corpo. Você tem certeza de que quer isso?

— Absoluta, me mostre seu lado mais selvagem.

— Tá bom! Mas não reclame depois.

Ele voltou a me beijar forte e, deixando que sua raiva ditasse nosso sexo, começou a bater na minha bunda.
PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT

— Ai, Kiko, assim você me machuca!

— Cala a boca, puta. Eu disse para recuar, você não quis. Agora vai ser do meu jeito.

PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT

Ele sentava a mão no meu rabo, enquanto continuava a me beijar.

— Bixa do caralho, olha o que você está me fazendo fazer. Vou te mostrar meu lado sádico, já que você não esperou eu me acalmar.

PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT

MUÁ MUÁ MUÁ MUÁ MUÁ MUÁ MUÁ

Seus beijos fartos sufocavam-me, fazendo-me ofegar desesperadamente. — Arf, arf, arf, arf, arf. — Suas palmadas ganhavam cada vez mais força, fazendo-me chorar silenciosamente na sua boca e, consequentemente, fazendo as lágrimas se misturarem com nossa saliva. PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT, MUÁ MUÁ MUÁ MUÁ MUÁ MUÁ MUÁ, snif snif snif snif snif.

De súbito, parou de me beijar e retirou-me do seu colo, jogando-me no sofá de bruços, com o cu bem empinado.

Punhetando seu pau grande e duro com a mão direita, puxou-me pela cabeça para colocá-lo dentro da minha boca.

PLAFT!

Ele deu o primeiro tapa na minha cara e, com os quatro dedos da mão, abriu minha boca e socou seu pau duro para dentro de uma vez, até minha garganta.

Vupt!

— Aaaaaaah! Gemeu, jogando a cabeça para trás.

COFF COFF COFF COFF

Tossi com sua pica imensa alojada na minha garganta. Logo ele, segurando na minha nuca, deslizou minha cabeça pela sua pica até chegar a retirar a pica, e socou-a de novo fundo.

Vupt!

— Huuuuuuuuuum!

— Hããããã!

Gememos juntos.

Ele repetiu o movimento por várias vezes, até que, segurando firme na minha cabeça para eu não resistir, começou a foder com muita força minha garganta e boca.

Vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt…

Seu saco batia forte no meu queixo, eu sentia minha garganta queimar e, para pedir para ele desacelerar, comecei a empurrar suas coxas com a mão.

— Tira a mão, filho da puta! Disse ele: — Não era isso que você queria? Então tira a mão.

Ele bateu nos meus braços para retirá-los das suas coxas e continuou fazendo minha garganta de buceta.

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC

Enquanto isso, ele deslizou uma das mãos pelas minhas costas sem perder o ritmo e, chegando na minha bunda, começou a bater nela com palmadas, fazendo eu gemer e gritar abafado na sua rola que socava fundo na minha garganta.

PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT

— Huuuuuuuuuum! Hãããããã! Eu gemia de dor e prazer com sua rola destruindo minha garganta e com sua mão grande apertando e batendo com força no meu rabo.

PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC

— Abre a bunda, quero surrar seu cu com minha mão. Ele disse e eu abri minhas nádegas, deixando meu cuzinho rosa a seu deleite.

Logo ele começou a bater.

PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT

— Hãããããã! Gemia alto enquanto ele me batia sem pudor algum.

Uns minutos depois, parou de bater e de bombar na minha boca, mas não saiu de dentro.

Alisando minha cabeça careca, segurou-a forte, imobilizando meus movimentos, e afundou meu rosto de encontro com sua virilha, gemendo grosso.

— Hãããããã!!

Eu perdia lentamente o ar e sentia meu rosto ficar quente e vermelho. O cheiro da sua virilha era divino, quente e com o leve amadeirado de loção hidratante, mas logo ele me soltou com tudo, arrancando a pica da minha garganta.

Vupt

— COFF COFF COFF COFF COFF COFF, aí! Gemi.

PLAFT!

— Não reclama não, que ainda tem mais.

— Arf Arf Arf Arf

Ofegando, ele me empurrou para que eu ficasse de bruços no sofá e, indo à mesinha de centro, abriu a gaveta dela e pegou uma camisinha.

Abriu-a com os dentes e desenrilou-a pelo seu cacete lavado pela minha saliva. Pegou um gel lubrificante de dentro da gaveta e aplicou uma quantidade grande no pau, massageando para cima e para baixo.

Olhou para mim com uma certa fúria nos olhos, parou de massagear o pau e, pegando nas minhas pernas, puxou-me mais para perto do braço do sofá, abriu minhas nádegas e meteu primeiro a língua no meu cuzinho, tirando-me um gemido. — Ãããããh! Em seguida, pegou o frasco de lubrificante de dentro da gaveta e despejou uma quantidade grande de lubrificante nele.

— Hããã! Gemi com o geladinho do gel.

Logo senti um dedo entrar no meu cuzinho e ser rodado de um lado para o outro lentamente. Depois ele retirou e, aplicando mais um pouco do gel, enfiou dois dedos.

— Hãããããã! Gemi mais alto.

Ele os enfiou até o fundo, tocando toda a minha próstata, depois começou a foder meu cuzinho com eles rapidamente.

Slurp! Slurp! Slurp! Slurp! Slurp! Slurp!

— Hãããããã! Gemi alto olhando para ele.

PLAFT!

— Gostosa!! Ele falou.

Depois os retirou e deu dois tapas nas minhas nádegas.

PLAFT PLAFT

— Puta gostosa! Agora você vai sentir minha rola.

Ele disse-me e subiu em cima de mim no sofá, afastando minhas pernas.

Segurou seu cacete duro pela base e apontou a cabeça roxa na entrada do meu cu e começou a forçar.
Sentia meu cu se alargar para suportar seu tamanho e grossura.

— Ãããããh! Caralho, que pauzão grande. Reclamei

— Cala a boca, viado!

Ele se afundou até suas grandes bolas baterem nas minhas nádegas, com o pé direito, pisou na minha cabeça e começou a bombar.

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC

— Aaaaaaah, cuzinho apertado do caralho!

Comecei a chorar enquanto ele me comia alucinadamente, gemendo e falando putaria no meu ouvido.

— Huuuuuuuuuum, Aaaaaaah! Isso, viadinho, chora na minha rola grossa, chora! É o que eu mais quero ouvir agora! Vai ser música para meus ouvidos.

Vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt

Sua bunda imensa subia e descia com suas metidas. Ele logo foi mudando de posição sem sair de dentro, e sem parar de meter. Primeiro retirou seu pé chulezento da minha cabeça e, voltando a ficar de bruços em cima de mim, desabou seu peso no meu corpo. Depois enlaçou seu braço esquerdo, passando por baixo do meu pescoço, segurando-me forte e me imobilizando para não sair dali de jeito nenhum, e aumentou a força das metidas no meu cuzinho.

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC

Eu estava no inferno e no paraíso ao mesmo tempo, ali sendo fodido brutalmente pelo Kiko.

— Haaaaaaaaaaaaa!

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC

Arf Arf Arf Arf Arf Arf Arf Arf

Aos poucos, ele foi diminuindo gradativamente as bombadas no meu cu, ao ponto de meter lentamente e pausadamente, porém cada vez que seu pau entrava, era desferido um golpe com muita força, fazendo sua pelve bater forte, fazendo barulho na minha bunda.

PLOC!

PLOC!

PLOC!

Até que ele parou, saiu de dentro de mim e se levantou.

Pegou-me pelo braço, levantando-me com brutalidade, e levou-me para o banheiro.

Entramos e, segurando-me pela nuca, me derrubou no chão de joelhos, de frente para a privada. Levantou a tampa e pude ver que tinha mijo dele guardado para aquela ocasião, um mijo amarelo forte e fedido. Segurando atrás da minha cabeça, ele meteu minha cabeça dentro dela, afogando-me na sua urina.

GLUB Glub Glub Glub Glub Glub Glub Glub Glub Glub

Engoli uma grande quantidade, tanto pela boca quanto pelo nariz, e, quando estava prestes a perder a consciência, fui segurado pelo meu pescoço e puxado de volta para cima.

— Ãããããh!

Arf Arf Arf Arf Arf

COFF COFF COFF COFF COFF

PLAFT!

Ele me deu um tapa na minha cara molhada e segurou seu cacete preto duro com a mão livre, expôs a cabeça roxa e, apontando para minha cara, começou a mijar.

Xiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii

O mijo amarelo juntava-se com o da privada na minha cara enquanto escorria livremente pelo meu corpo.

Depois que terminou de mijar, levou-me, molhado mesmo, de volta para a sala de estar e me jogou no meio dela.

Eu estava cansado já e não havia nem ao menos gozado.

Como se lesse minha mente, ordenou:

— Bata uma punheta, quero ver você gozar. Ele disse para mim e eu comecei a me punhetar.

Vupt vupt vupt vupt vupt vupt

— Huuuuuuuuuum! Eu gemia baixo e logo gozei, deixando uma poça imensa de gozo no seu chão.

Pffffffffffffffffffffffff

Quando terminei de gozar, ele pisou com seu delicioso pezão na poça de porra e me fez lamber seu pé e depois o chão, sorvendo toda a porra.

Em seguida, pegou o cinto da sua calça jeans jogada perto do sofá e, sem aviso, começou a me bater.

PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT

— Aaaaaaah! O QUE É ISSO? POR QUE VOCÊ ESTÁ ME BATENDO?

— A bixinha, estou te batendo porque quem é escravo precisa apanhar, senão não é escravo!

PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT

— Aaah! PARA, POR FAVOR, VOCÊ VAI ARRUMAR PROBLEMAS SE NÃO PARAR! Berrei, tentando proteger meu corpo das cintadas.

— Nada disso, só paro quando estiver satisfeito.

PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT

— Aí! Aah! Ãããh!

Ao longe, não nos demos o trabalho de prestar atenção à hora , e já estava na hora do meu senhor vir me buscar.

Papai já estava na rua da casa dele, perto de estacionar e sair do carro.

Eu estava sendo castigado por algo que não fazia nenhum sentido , e já estava louco para ir embora e não voltar mais.

No entanto, eu precisava me livrar daquela situação, então, em um ato desesperado, tentei agarrar a cinta , mas ele era muito mais rápido que eu e mais forte também , então não tive chances.

Ele brandava a cinta no ar, fazendo-a subir e descer loucamente, atingindo minha pele centenas de vezes. E eu, desesperado, tentando fugir , me revirando no chão e tentando sair das mãos dele , que estavam no meu tornozelo, me puxando sempre para trás quando tentava fugir, e às vezes seu pezão pisava em mim para me conter.

Do lado de fora , papai saía de dentro do carro e ia em direção à porta, subia os degraus da entrada da casa e tocava a campainha.

DING DONG!

Ele fingia que não ouvia e continuava a coça sem ao menos se importar com as consequências.

PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT

DING DONG! DING DONG! DING DONG! DING DONG!

PAFFF PAFFF PAFFF PAFFF PAFFF PAFFF

— KIKO!
PAFFF PAFFF PAFFF PAFFF PAFFF PAFFF

— KIKOOOO!

Era papai batendo na porta e tocando inúmeras vezes a campainha.

Ele continuava a ignorar e eu tentava a todo custo sair das suas garras, até que escutamos a porta da casa dele ser arrombada e papai veio correndo, louco, quando viu minha situação.

Naquele momento, tudo virou uma loucura. Papai pulou em cima dele, metendo vários murros em sua cara, e o derrubando em cima da mesinha de centro, fazendo seu vidro se quebrar.

Eu corri dali, indo atrás das minhas roupas , e saí em disparada pela porta em direção ao carro de papai, chorando descontroladamente.

Me atrapalhei ao abrir a porta e acabei deixando minhas coisas caírem e ficando nu na rua.

Logo no desespero , consegui desajeitadamente abrir a porta e entrar no carro, me trancando logo em seguida e voltando a chorar.

Esperei trancado dentro do carro por papai, e só rezava para que aquele inferno disfarçado de prazer e atenção acabasse.

CONTINUA...

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