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Meu Tio e o Alazão

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silva.p

Isso aconteceu quando eu tinha 16 anos, ali em meados de 2017. Nunca esqueci uma noite no sítio, quando flagrei meu tio pelado com o alazão dele.

Nossa família possui um sítio grande, com um terreno enorme dividido entre os parentes. Na parte da frente ficavam as casas mais próximas (a minha, a da minha avó e as casas dos meus tios). Mais ao fundo, após um caminho de terra cercado por mato, havia a área dos animais: cercados, um depósito velho de madeira construído pelo meu avô e o local onde meu tio criava os cavalos.
Eu tinha 16 anos na época. Meu tio, um homem de 48 anos, era evangélico, branco, de cabelo preto, começando a grisalhar, curto e corpo peludo, mas ainda bem conservado pelo trabalho pesado no campo. Ele sempre andava sem camisa, vestindo apenas um calção curto de nylon que marcava bem seus dotes, tanto na frente quanto atrás.
Quase todas as noites, por volta das 23:30, ele saía para checar os cavalos. A noite, eu costumava ficar sentado em uma cadeira de plástico na frente da minha casa, mexendo no celular. Dali, conseguia ver todas as outras residências. Quando ele passava, percebendo a luminosidade, acenava para mim e eu retribuía.
Naquela noite específica, minha tia e meus dois primos tinham viajado para visitar os avós. Meu tio estava completamente sozinho em casa. Ele saiu no horário de sempre, mas quando o relógio marcou uma e meia da manhã e ele ainda não havia voltado, a curiosidade falou mais alto. Decidi ir até lá verificar o que estava acontecendo.
Fui descalço pelo caminho de terra para não fazer barulho. A noite estava fria, eu só sentia o cheiro forte de mato, terra úmida e animais. Quanto mais me aproximava do cercado, mais ouvia uns sons estranhos. Ele estava se mexendo bastante por lá.
Com o coração acelerado, nervoso, me escondi atrás de uma jaqueira anciã, árvore grande de tronco grosso, na sombra. De lá, conseguia ver toda a cena.

Meu tio estava completamente nu, o calção jogado no chão. Ajoelhado debaixo de um alazão grande e forte, ele segurava com uma mão o pauzão preto e grosso do cavalo, que já saía parcialmente da bainha. Com a outra mão, ele se punhetava rapidamente.
Ele lambia a cabeça enorme do pau do cavalo com verdadeira fome, passando a língua larga ao redor e chupando a fenda. Depois abria a boca ao máximo, enfiando vários centímetros, mamando com sons molhados e babando abundantemente. A saliva escorria pelo queixo e pingava no peito peludo. Ele chupava com intensidade, gemendo baixinho, às vezes tirando o pau da boca apenas para respirar e lamber toda a extensão. Escondido ali, eu observava enquanto apalpava o meu pau.

Em seguida, meu tio desceu ainda mais e dedicou-se às bolas do cavalo. Eram enormes e pesadas. Ele lambia uma por uma, colocava na boca, chupava devagar e depois tentava as duas juntas, enterrando o rosto ali, cheirando e saboreando.
Voltou sua atenção para o pau e passou a mamar mais fundo e rápido, enquanto continuava se punhetando. O cavalo bufava cada vez mais forte, mexendo o quadril. Meu tio acelerou o ritmo até que o animal gozou.
Foi um volume impressionante. Jatos grossos e quentes de porra explodiram na boca do meu tio. Ele tentou engolir parte, mas a maior quantidade escorreu pelos cantos da boca, descendo pelo queixo e pingando no peito peludo. Mesmo assim, ele continuou chupando até o cavalo parar de ejacular, lambendo tudo que escorria.
Meu tio se levantou, o rosto e o peito melados de porra. Pegou um banco velho de madeira que estava perto do depósito e o arrastou até atrás do alazão. Subiu no banco para ficar na altura ideal.
Ele coletou bastante da porra que ainda pingava do pau do cavalo e usou como lubrificante, passando no próprio pau e esfregando generosamente no cu do animal. Encostou a cabeça do pau na entrada e começou a forçar devagar.
Após esfregar e pressionar por algum tempo, a cabeça finalmente entrou. Meu tio soltou um gemido rouco de prazer. Ficou parado por alguns segundos, sentindo o calor do cu macio do cavalo, e então começou a empurrar devagar, centímetro por centímetro, segurando firme nos quadris do alazão. O lubrificante natural facilitava a penetração.
Quando estava quase todo dentro, ele começou a meter com vontade. Segurava o animal e estocava fundo, o saco batendo contra o cu do cavalo. O som molhado ecoava na noite. Suado e ofegante, ele gemia baixinho, grunhindo coisas que eu não conseguia entender à distância.
Ele variava o ritmo: ora devagar e profundo, ora mais rápido e intenso. Até que acelerou de vez, apertou a bunda do cavalo e gozou forte lá dentro, o corpo tremendo enquanto soltava gemidos mais altos.
Depois de esvaziar completamente, ele permaneceu alguns segundos ainda dentro do animal. Ao tirar o pau, uma quantidade considerável de gozo (dele e do cavalo) escorreu do cu do alazão. Meu tio se abaixou, passou a língua na extensão de leite quente que escorria do cu do cavalo e não deixou nenhuma gota sobrando, ficou um minuto enfiando a língua no buraco macio, e agora arrombado, do cavalo. Depois, guardou o banco e vestiu o calção.
Ele ficou andando pelo cercado por vários minutos, mexendo nos animais como se estivesse apenas terminando a checagem rotineira. Eu ainda estava incrédulo, e de pau duro, escondido.
Aproveitei o momento, saí de trás da árvore e corri de volta para casa. Entrei direto no meu quarto, tirei o short e bati uma punheta intensa, relembrando cada detalhe do que tinha visto. Gozei com força.
Não cheguei a ver a hora em que ele finalmente voltou para casa.

hoje, tenho 24 anos. o cavalo foi vendido e não sei o fim que teve. quem quiser ver fotos do tio, posso mandar no telegram: @eriso82. espero que tenham gostado.

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