Todo castigo é pouco para um filho safado.
Crescer sendo a presa sexual do seu próprio pai rende algumas curiosidades. Castigos, por exemplo, não se parecem nem um pouco com os cantinhos de disciplinas.
Não é todo dia que completamos 21 anos. Eu tô numa fase de festas, de sair mais que o normal, de reencontrar amigos do ensino médio vivendo outras vidas. Nic, por exemplo, está namorando um velho bem de vida que rende tudo que o viadinho precisa. Não é por ser meu amigo, mas ele é o sugar baby perfeito que vem com lacinho na calcinha e tudo.
Noites desses insistiram numa balada esquisita do centro. Não estava animado o suficiente para isso, nem com disposição depois da semana inteira de aula, academia e natação. Futebol nem pensar, há tempos desisti. Enfiei de uma vez na cabeça do meu pai que não era pra mim e minha justifica era sentir um leve tesãozinho pelo professor.
Até que o papai anda meio ciumento. Não admite em voz alta, mas olha torto qualquer aproximação de outro homem.
“Às vezes você não se dá conta que atrai olhares naturalmente” ele falou me analisando na fila do banco outra tarde dessas.
“Eu não fico catalogando quem tá me secando, pai. Você é mais grilado com isso do que eu.”
“Essa sua bunda, Dudu… Mal levanta e os caras faltam quebrar o pescoço pra ficar olhando pra ela. Problema é essa sua cinturinha. Muito doido pensar que aquele garotinho que corria de cueca pela casa ia virar esse imã de tarado.”
Eu tive que rir.
“A culpa é toda sua, pai.” Tive que chegar perto pra falar no ouvido dele sem chamar atenção da senhorinha ao nosso lado. “Já ouviu falar que dar o cu deixa a bunda grande? Pois é. Já perdi a quantidade de vezes que torou seu filhão na vara.”
“Porra!” Ele coçou a testa e eu não entendi se estava reclamando ou escondendo o tesão por me ouvir falar assim. “Te comer desde os quinze deve contribuir muito pra te deixar com esse corpo de puto.”
“Tá vendo? Vai ser obrigado a concordar comigo, papai.”
Não podia deixar de provocar. Toda vez que deixo escapar um “papai” da minha boca é sempre de forma pervertida, provocadora e implicante. Inventei uma necessidade de última hora e levantei em direção ao guichê de atendimento. Não empinei, não mostrei minha cintura, não fiz nada que poderia entregar qualquer ato de perversão entre esses dois homens, mas ainda assim o segurança alguns metros distante de mim me encarou, passou a língua descaradamente no lábio inferior e sem receio algum ajeitou a mala na frente de todo mundo. Meu coração acelerou. É claro que meu pai estava prestando atenção naquele olhar, mas também nos meus passos que começaram a ficar desnorteados.
Cara grande, do jeito que é bom. Musculoso além do normal, tudo nele estourava na roupa: o peitoral imenso, o bíceps graúdo, o tronco grosso, o pescoço largo. Olhava do alto de dois metros de altura e esboçou o maior sorriso de cafajeste. Me rendi na hora.
Voltei e meu pai falou sem precisar ser perguntado.
“Tá querendo brincar comigo? Acha que não percebi você se empinando todo pro bombado?”
“Fala desse jeito como se não gostasse de me ver batendo uma pra ele no banheiro.”
“Não aguento quando você começa com isso. Nunca vai mudar, né? Você já é um adulto, passou da hora de se comportar como um.
“Exatamente por ser adulto que te digo, pai. Desenrolo uma punhetinha em segundos e eu aposto que tá doido pra ver essa cena acontecer. Sabe o que você finge que esquece? Que nós dois temos a mesma cabeça suja, os mesmos desejos e as mesmas taras.”
Meu pai não falou nada, só afastou o blazer que cobria um pouco da virilha e me mostrou o volume da pica. Outra vez coçou a testa, me olhou curioso e falou baixinho que me esperava no banheiro me arrancando o maior dos sorrisos. Eu já estava doido pra ver os contornos da pica daquele segurança bombado. Um minuto depois foi minha vez de levantar, mas sem antes deixar um olhar convidativo no rumo do gigante que aparentou entender meu recado sem muito esforço. Um pervertido sempre conhece outro.
Já chegou no banheiro abrindo a farda pesada de equipamentos de segurança. De um lado o cassetete pendurado, arma de choque do outro, colete dificultando nosso trabalho. Cheguei nele e de cara senti o maior cheiro de puto. Perfume barato, amadeirado, cheiro de homem que come puta depois do serviço. Botou a pica babona pra fora e mandou ordenhar. Fui rapidinho pra ele sentir a maciez encantadora dos meus dedos, já suspirou pesadão já todo duro. Pica gorda e pesada igual o dono, cabeça enorme pra fora do couro com cheiro de suor, cueca quente e virilha impregnada. Agarrei com força o sacão pendurado do segurança que fechava o olho pra gemer, mas depois cuidava do corredor que dava para a porta do banheiro. Mandava ir rápido enquanto me olhava no olho, mandão e tarado.
“Seu namorado quer também?”
Olhei para trás e meu pai com a calça no joelho também trabalhava em uma punheta nervosa. Gemia bem baixinho curtindo os próprios dedos, dava pra ver que estava para gozar rápido.
“Em casa eu cuido dele. Foca em gozar pra mim, grandão.”
“Fica de lado, vai melar você.”
“Tem tanto leite assim?”
“Ainda não gozei hoje, tava pra matar cachorro a grito, parceiro. Pica ficando dura sozinha do nada, mas ainda bem que tem sempre um viadinho de mão boba dando sopa pra marmanjo pirocudo.”
“Então goza pro seu viadinho safado. Quero ver essa pica cuspir pra mim.”
Não precisou de muito incentivo. Num minuto o segurança esticava o braço pra ancorar seu corpo gigante na parede e ficar na ponta dos pés sentindo o vigor dos meus movimentos. Ele e meu pai se olhavam, agora que estava mais perto de mim, e gozavam juntos, melando o chão entre nós três com leite grosso. Nem sabia qual esguicho era de quem, só queria ver meus dois homens se acabando.
Meu pai saiu primeiro, estava apreensivo de ser chamado para o atendimento e não estar presente, já o segurança me surpreendeu segurando meu pulso quando me preparava para deixar o banheiro.
“Não vou deixar ir embora daqui sem te fazer gozar, moleque.”
Isso sim foi uma grande novidade. Me forçou na parede de frente para o seu peitoral imenso coberto pela farda grossa, arrancou minha piroca da calça, nem precisou esperar ficar dura e me punhetou com força. A mãozona cobriu fácil a minha virilha inteira e a cada batida mais forte dela em mim, mais alto eu queria gemer. Pra incentivar meu líquido quente, a bocona enorme do segurança grudou de um jeito no meu pescoço que por pouco não foi parar na minha. Ele não queria me beijar, não fazia esse tipo de tarado, mas meu cheiro gritava por atenção.
“Que perfume bom de viadinho é esse?”
“Me perfumei só pra caçar tarado igual você” respondi no meio de um gemido fininho.
“Achou o tarado perfeito, então. Tá gostosa a minha punheta? Minha mão tá pesada pra te fazer melar todinho? Goza pra mim, vai rápido. Tamo demorando demais aqui dentro. Mela minha mão de porra logo.”
Só obedeci porque estava no limite, afinal que cara não ia querer ficar mais tempo preso entre uma parede gelada e um peitoral quente daqueles? Gozei numa jatada violenta, melei a mão e o braço do gigante, ele gemia e mordia meu queixo, eu tremia e pedia pra ele não parar nunca mais.
Não trocamos olhares quando voltamos pro guichê. Três homens normais, arrumados, rostos limpos, índoles intactas, como se uma putaria não tivesse acontecido dentro daquele banheiro.
Mas eu insisti na balada mesmo sentindo que não era dia para isso e meu pai quase implorando que eu ficasse pra gente cozinhar juntos e assistir uma série.
Fui de carona, fiquei sob as vontades de um amiguinho de Nic, um ruivinho engraçado de 25 anos. Acabei bebendo algumas cervejas, sempre abrindo outra agarrada logo no fim da anterior. O álcool subiu rápido demais, a sensação de dormência tomou conta das extremidades do meu corpo e lembrei do porquê de não gostar de passar do ponto sem meu pai por perto. Me escondi no banheiro por uns minutos e ri sozinho pensando na cara dele quando o telefone tocou.
“Adivinha?” Sussurrei cansado.
“Eu deveria te deixar aí pra aprender a me ouvir. Bebeu demais?”
“Só o suficiente pra querer ir embora logo, pai.”
“Fez merda?” Ele perguntou sério.
“Seja específico.”
“Caiu na lábia de algum cara sedutor? Correu algum perigo? Qualquer macho fica maluco vendo um novinho assim igual vocês.”
“Nada disso, pai. Só quero ir pra casa, só quero ficar contigo. Vem logo.”
Ele veio mais rápido do que deveria. Quando chegou viu que um ruivo me acompanhava na espera fora da balada porque Nic estava ocupado se pegando com algum coroa num canto escuro. Ele estacionou no exato momento em que o carinha engraçado se curvou na minha direção e falou no meu ouvido que estava cedo, que a pretenção era fazer um after no apartamento dele. Reconheci o carro, o meu carro. Meu pai desceu o vidro, me olhou sério, abriu a porta e mandou entrar. Sem carinho, sem rodeios, nenhuma pressa.
“Não coloca o cinto.” Ele ordenou.
Fiz cara de quem não entendia o comando. Mesmo sendo madrugada, era perigoso seguir sem cinto. Além de que poderíamos tomar alguma multa. Insisti, então.
“Falei pra não botar o cinto. Afasta mais pra baixo, desce a calça, levanta a blusa. Coloca os pés no painel.”
“Quê?” Olhei ainda mais curioso.
“Agora, Eduardo! Eu vou te castigar pra nunca mais achar que pode se comportar assim.”
É claro que eu obedeci. Estava demorando para me aplicar um castigo. Primeiro dar mole pro segurança bombado, então ficar bêbado na balada… Eu estava pedindo por isso.
Me arrastei no banco pra conseguir tirar minha calça e ficar de cueca, depois ergui minhas pernas e fiz como ele pediu: coloquei sobre o painel e abri bem as coxas. Vi meu pai diminuir a velocidade, olhar bem o interior das minhas pernas, melar os dedos com sua saliva quente e cavar um buraco na minha cueca de lado até acessar o meu cuzinho.
“Papai não gostou nada de ver aquele carinha colar a boca na sua orelha. Vai ser castigado assim até em casa. Você cresce e não aprende como as coisas funcionam.”
Seria em vão tentar argumentar, ele não queria ouvir.
Minhas pernas seguiram lá em cima, minhas coxas cada vez mais abertas, a mão enorme dele atolada no meio da minha bunda e dois dedos grossos foram cutucando minha entrada como se fizesse uma bucetinha em mim. Não demorei a babar, a gemer cada vez mais manhoso e a me contorcer suavemente com o castigo do meu homem.
“Para o carro e me come logo, pai. Eu não aguento desse jeito.” Pedi entre gemidos.
“Não adianta implorar. Fazer isso só me deixa com mais vontade de te castigar, filhinho. Vai aprender como lidar com o papai, nem que seja querendo ter esse cuzinho arregaçado sem poder.”
Eu sabia que ficar todo aberto no banco do carona enquanto ele enfiava os dedos no meu cuzinho rosado seria meu paraíso e o pior dos castigos ao mesmo tempo. De repente ele me socava mais forte, me abrindo com mais jeito, depois voltava a contornar a pontinha do dedão na minha entrada molhada e sorria adorando me ver tremer com a sua maldade.
“Acaba logo com isso, pai. Eu não aguento brincar só com sua mão. Quero mais!”
Também não adiantaria segurar pelo seu pulso e colocar mais dedos para dentro, ele mediria a força só pra me ver implorar choramingando por mais daquilo.
“Papai vai judiar até chegar em casa, eu vou ver você tremendo e chorando por mim. Nem que pra isso eu precise pegar o caminho mais longo e mais escuro.”
Não demorou e eu estava de quatro no banco. Bunda empinada, rosto caído em seu ombros, coxas doendo de tanto tremer. Desceu algumas palmadas pra marcar minha pele, mordeu meus ombros e chupou meu pescoço, mas outra vez ordenou:
“Senta no banco, abre o cu pro papai. Não vai me convencer agora sendo manhoso. Você tá babando o carro inteiro, vai usar do seu dinheiro pra mandar lavar, seu putinho.”
Eu quase gozei. Molhei a mão inteira, gemi tão alto que ele gargalhou e prometeu:
“Se você gozar agora vai sofrer ainda mais pra gozar de novo em cima de mim.”
O castigo só ficou completo quando chegamos em casa e ele me pegou no colo na porta da sala. Me olhando nos olhos, sussurrou cada palavra direto na minha boca, roçando seu bigode mais grosso no meu mais ralo, sua boca mais madura na minha rosada e cheirosa.
“Na cama. Fica de quatro pra mim. Empina esse rabo. Vou castigar meu viadinho até fazer seu corpo lembrar do que acontece quando se comporta daquele jeito longe de mim.”
Fui comido a força sobre os lençóis cheirosos e bagunçados. Com a cara enfiada no colchão e a bunda no alto, senti minha entrada se abrir e acomodar a pica do meu pai que não sossegou até me deixar no formato da sua vontade. Largo. Molhado. Cansado. Ardendo.
Gozou todas as vezes que quis dentro de mim. Sempre com empurradas violentas fazendo a cama ranger lembrando sua força.
“Não basta ser o meu depósito?” Ele perguntou cuspindo minha cara. “Eu te dou a vida perfeita, moleque. Dou tudo que você precisa e ainda sou seu macho na cama. Não falta nada na sua vida, tem exatamente tudo que qualquer viado pervertido da sua idade sonharia.”
O que eu poderia responder? Não é mentira. Eu tenho a vida perfeita. Tenho tudo que preciso e ainda sou quem meu pai ama enfiar a vara.
Esbocei um sorriso, ele sabia que aquele era o nosso ápice. Segurou meu queixo, encostou a boca melada na minha, a testa suada no meu rosto, mordiscou os meus lábios e foi deitando sobre mim, respirando no meu ritmo, acalmando o peito, adormecendo o animal interno. Depois de me fazer implorar, gozou fazendo amor comigo. Cada socada ia lenta, muito profundamente. Nessa noite a cintura larga do meu pai mexeu entre minhas coxas num ritmo que invejaria qualquer dançarino exausto. Gozamos abraçados, rindo do jeito que somos.
“Dois safados” ele concluiu caindo de lado, molhado de suor, cheirando a sexo.
“Você sempre sendo bem mais que eu” me defendi.
“Gostei disso. Te castigar no carro foi excitante, Dudu. Deixei seu cuzinho todo melado. Nunca te vivi babar tanto pela bunda.”
“Parece que vou ficar de castigo mais vezes.”
“Alguma dúvida?”
E a gente riu.
Castigo bem dado termina em amor. A dor excita, mas é o amor dele derramado dentro de mim que ensina.
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