Família nova 5
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Os dias seguintes foram um tanto monótonos. Com todo mundo ocupado com suas coisas. Sem tanto tempo para a “diversão familiar”.
Ezequiel, eu e Isa, tentávamos passar nas matérias da faculdade e nossas escolas. Weverton entrou num mês de muita demanda no trabalho, fazendo hora extra a maioria durante muitos dias. Nem buscando Isa, muitas vezes. Com ela tendo de voltar no uber. E minha mãe, tomando conta da casa, como sempre fazia.
Mesmo assim, ocupados e cansados, as coisas ainda aconteciam de alguma forma.
Como tomar banho com minha mãe, ou mesmo Isa, dia ou outro. Ou Ezequiel invadindo o quarto da minha irmã no meio da noite, para uma rapidinha. As vezes ela ia “dormir” no nosso quarto, e transávamos os três. Até eu cansar, deixando-os numa foda a dois.
A única coisa realmente constante eram as fodas de casal de Weverton e minha mãe, que ocorriam quase toda noite, com a porta destrancada.
Às vezes um, ou dois de nós três participávamos com eles, Porém nunca os três como da primeira vez. As mulheres tinham seus dias, e muitas vezes Ezequiel saia para passar a noite em outro lugar.
Ainda que eu participasse mais, obviamente não as fodia como Ezequiel e Weverton faziam. Eu passava maior parte do tempo recebendo boquete, e só as fazia gozar no oral, além de chupá-las cada vez que levavam uma gozada dentro. Ainda assim, tinha meu prazer garantido em vê-las serem tratadas como verdadeiras putas e ainda poder transar com elas. O que fazia meus testículos permanecerem vazios por algum tempo.
Porém isso causava-me uma certa consequência.
Eu quase não dormia direito, nem tinha muita energia para o restante de meu dia, o que fazia o meu rendimento escolar sofrer um pouco. Também não tinha muito ânimo para sair após a aula. E isso incluía meus encontros com Samara, que ficaram mais rápidos e protocolares. Tanto que cheguei a me perguntar se não deveria terminar.
E isso por dois motivos.
Eu gostava dela, sim, mas já não queria mais apenas pegar nas mãos e dar beijos e abraços. E também não conseguia não pensar que estava enganando aquela garota que genuinamente gostava de mim e estava se preservando, enquanto eu vivia uma depravação às escondidas.
Havia também os pais dela, que não a deixavam sair muito de casa. E isso me desanimava em continuar com a relação.
Passamos uns dias distantes um do outro. E nisso já era meio do ano. Próximo às férias de julho. Foi quando meu padrasto chegou a mim e mandou que eu resolvesse as coisas com ela.
Ele sugeriu que fizéssemos um churrasco e chamássemos os pais dela. Agindo como uma família normal.
Assim, poderia finalmente ter um tempo com minha namorada, ganhar a confiança dos meus sogros, trazendo-os para conhecer melhor minha nova família, e quem sabe, progredir a relação.
Marcamos o dia, no último fim de semana antes das férias. e o churrasco aconteceu.
Os pais de samara se deram razoavelmente bem com minha mãe e Weverton.
Os dois coroas torciam para o mesmo time. E minhas mãe e sogra ficaram a tarde inteira na cozinha, trocando receitas e falando sobre capítulos da novela das onze. Ezequiel e Isa se comportaram, entretendo Samara na medida do possível. No entanto, Aline, amiga dela foi convidada e fez alguns comentários pouco próprios sobre Ezequiel na presença dos pais de Samara. O que deixou uma situação constrangedora em alguns momentos.
Mesmo em meio a isso, no geral, as coisas correram bem. Meus sogros pareceram ter uma opinião melhorada a meu respeito. Ezequiel e Isa se aproximaram mais de Samara também. E apesar do ciúme inicial, me senti tranquilo, sabendo que minha família estava fazendo aquilo por mim.
No final do dia, meus sogros e minha namorada foram embora. Assim como Aline, que deu um rápido selinho em Ezequiel no portão da frente da casa, antes de sair.
Ficamos limpando o lugar e descansando da tarde.
Dormi tranquilo naquela noite. Tanto pelo que aconteceu à tarde, como também pois, devido a toda a energia gasta no dia, não restou muito para qualquer vontade sexual.
Pensei que aquele seria o começo das férias mais memoráveis da minha vida. E de certa forma seriam memoráveis, eu desejando, ou não.
Depois daquela tarde, Aline começou a sair mais com Ezequiel, que pouco se importava com ela, aparentemente. Era apenas mais uma garota novinha ao seu lado. Ele não poupava detalhes para mim sobre as relações.
Dizia que a garota era uma excelente visão de quatro, e que bastava que ele lhe tocasse entre as pernas para ela abrir.
Em suma, ela era o “depósito” dele.
Não me importava que fosse isso. Só me incomodava o fato de ela ser tão amiga de Samara. Mas deixava isso de lado. Afinal, no fundo, eu me achava uma influência pior do que sua amiga.
Mas, então, na segunda semana das férias, resolvemos sair nós quatro, eu, Samara, Ezequiel e Aline, por insistência dessa última, para a praia.
Os pais de Samara deixaram, após uns dias de consideração, e, para a minha surpresa, Ezequiel aceitou ir com Aline, como um casal. Sendo ele tão “solto” como era, era quase inacreditável pensar nisso ocorrendo.
Era meio de semana, e mesmo assim, havia muitas pessoas, sendo mês de férias.
Aline tratou de tirar os shorts jeans que usava e a camisa, e ficou de biquíni cor de rosa, que mostrava mais de seu corpo. Ela era uma falsa magra. A barriga não era sequinha por completo, mas o corpo mostrava boas curvas nos lugares que chamavam atenção.
Samara se mostrou mais tímida. Enrolando a toalha na parte de baixo, e mostrando apenas a parte de cima do biquíni branco com fitas verdes claras, onde pude ver um pouco mais da pele que tinha seu belo busto e do abdômen mais delgado.
Fomos de mãos dadas até um lugar mais sossegado, sem tantas pessoas. Ezequiel havia chegado lá com uma regata, que ele tirou, ficando apenas de short de banho. Mostrando seu corpo atlético.
Os dois entraram na água, tomando caldo das ondas.
Queria fazer o mesmo, porém não iria tomar banho de mar, uma vez que Samara não estava tão afim de entrar na água, pois teria de tirar a toalha para isso. Assim ficamos a maior parte do tempo andando na borda da areia, sentindo a espuma bater nos pés.
Quando a fome apertou nas garotas, fomos até um quiosque, onde nos servimos de peixe e camarão. Ezequiel que ia pagar a conta. E, talvez por isso, comeu a maior parte da comida. Não que todos nós não tenhamos comido até nos encher.
Era um lugar relativamente tranquilo. Embora houvesse um grupo de homens bebendo e fazendo barulho, próximo ao som alto, mas nada que nos incomodasse tanto. Eles se mantinham distantes da gente, e nós deles.
Conversando e rindo, junto dele e das garotas, o vi naquele dia, pela primeira vez, como um irmão de verdade.
Mas nem tudo acabou tão bem.
Quando estávamos terminando de comer. Ezequiel saiu da mesa para ir ao banheiro. E o esperávamos para sair. Quando então, dois homens do grupo de bêbados se aproximaram da nossa mesa, com latinhas de cerveja na mão.
Eram dois caras entre os vinte e trinta anos, e estavam claramente fora de si.
Um deles parou ao lado de Samara, e o outro atrás de Aline. Falaram algumas besteiras de bêbados e ficaram rindo.
Os garçons nos rodearam, mas não interferiram, então eu precisaria lidar com aquilo.
Levantei e falei pra voltarem para a mesa deles. Os dois não quiseram. Um deles se aproximou, e perguntou se Samara não queria beber com ele. O empurrei de volta e o cara deus dois passos pra trás, quase caindo.
O outro me empurrou de volta, e eu bati a cintura na mesa. As garotas se levantaram, e o bêbado que eu tinha empurrado avançou contra mim.
Tentei empurra-lo de novo, porém ele agarrou meus braços e o segundo deu-me um soco no rosto. Antes de eu sentir direito o primeiro golpe, veio o segundo, partindo do que me segurava.
Cai, ouvindo os gritos de Samara e Aline.
Tentei levantar, mas fui empurrado e bati as costas numa mesa próxima, caindo junto dela. Fiquei um tempo deitado no chão, tentando recobrar os sentidos. Quando dei por mim, estava sendo levantado por outras pessoas enquanto uma briga continuava a ocorrer.
Minha visão focou o suficiente para eu reconhecer um dos participantes da confusão.
Meu irmão enfrentava os dois bêbados que haviam me batido, dando socos que doíam de apenas ouvir os impactos. O dono do quiosque surgiu, sabe-se de onde, e disse que ia chamar a polícia. O que fez o grupo dos homens bêbados se retirar, pagando-lhe algum dinheiro pelos danos causados.
Quanto a nós, não pagaram nada. E apenas saímos, recebendo o reembolso da refeição pelo transtorno ocorrido.
Fiquei um tempo deitado no colo de Samara num banco de praça à sombra de uma palmeira, sentindo o rosto inchar, enquanto Ezequiel esperava Aline enrolar bandaids no punho ferido pelos socos dados. Quando nós dois nos recuperamos, acompanhamos as garotas até suas casas e voltamos para a nossa.
— Valeu por hoje, cara. Tu me salvou — comentei, agradecido.
Ezequiel apenas deu de ombros.
— Que é isso? Tu tava comigo. Não podia deixar que te batessem daquele jeito, né porra? Mas é melhor se cuidar mais e aprender a se defender. Vai que algo parecido rola de novo — afirmou ele.
Contamos a história para meu padrasto, Isa e minha mãe.
Os três ficaram preocupados num primeiro momento, porém tiveram reações variadas depois.
Weverton se mostrou orgulhoso do filho, mas foi rígido em repreender nós dois a evitar entrar uma briga com estranhos, pois nunca se sabe como pode acabar.
Já Isa ficou ansiosa por mim e revoltada pelo que aconteceu, dizendo que o dono deveria ter chamado a polícia e prendido os caras, e que devia ter nos dado o dinheiro recebido deles, reclamando por uma hora inteira disso.
Minha mãe pareceu incrivelmente maravilhada pelo relato da briga, feito por Ezequiel. Dando graças a Deus por ele estar lá.
Fomos tomar banho e jantar, e o tempo inteiro notei minha mãe bem grudenta com Ezequiel. Perguntando se ele estava machucado, ou pedindo para ver os bandeids no punho. Passando a mão por seu braço. Tanto que Isa comentou em alto tom que ela “estava no cio”.
Coisa que nossa mãe respondeu com um “cala a boca, menina” bem humorado.
Estando com o corpo dolorido, não fui para o quarto de minha mãe naquela noite. Indo dormir cedo também. Assim como Isa, que estava menstruada, e se recolheu em seu quarto. Deixando apenas Ezequiel para fazer companhia a Weverton e minha mãe.
— Meu garotão forte — Ouvi uma voz no meio da noite, acordei com sons molhados ao meu lado.
— Que fome de rola é essa? Já não teve o bastante por hoje? Te fodi junto do meu pai uma três vezes, só hoje.
Olhei, e vi um vulto em cima da cama de Ezequiel. Esfreguei os olhos e olhei mais uma vez, percebendo que era apenas minha mãe, Aurélia. Estava nua, debruçada sobre Ezequiel e chupando sua rola. Lentamente minha vista se acostumou ao escuro e vi que ele passava uma sobre o cabelo dela.
— Ah, porra — sussurrou Ezequiel, soltando com um suspiro prazeroso.
— Shhh, não faz barulho. O Anderson pode acordar — alertou ela, voltando a lamber a glande.
— E daí, a gente bota ele pra te chupar, antes de eu te comer — sugeriu Ezequiel, ainda suspirando.
— Não — negou minha mãe. — Agora, tudo que eu quero é chupar essa rola gostosa até ficar satisfeita — declarou, punhetando Ezequiel.
— Só chupar? — perguntou ele. —
Se tu me acorda de madrugada, eu vou querer muito mais do que só um boquete.
— O que tu vai querer, hein? — perguntou ela em tom de provocação, com os lábios deslizando sobre o capacete negro do pau de Ezequiel.
— Arrombar tua buceta de cadela, sua safada — respondeu ele.
— Hmm, vamos lá pro sofá pra não incomodar ninguém — Ela começou a chupar com mais intensidade.
— Vamos pra canto nenhum. Vou te comer aqui mesmo. E se o Anderson acordar, problema dele — Ezequiel se ergueu, com um joelho dobrado, e começou a forçar o braço sobre a cabeça de minha mãe.
— Guh, hmm, guh, guh, guhrr — Com o rabo empinado, ela continuava chupando, produzindo sons semelhantes à bolhas de ar subindo por dentro de um garrafão de água sendo esvaziado.
— Engole, rapariga — Ezequiel deu um tapa em sua bunda, que fez um estalo ecoar pelo quarto, e ficou apertando seus peitões. — Tá doida pra dar pra mim, né, safada? Quer que eu te bata como bati nos arrombados que bateram no corninho do teu filho, quer?
— Hum… unhum — Minha mãe tirou o pau de Ezequiel da boca e ficou punhetando, e batendo, contra a própria cara enquanto falava. — Bate nessa puta, bate, meu negão gostoso. Mostra o homem que tú é — pediu com uma voz sedenta e voltou a chupar.
— Toma, puta — ele bateu na cara dela e depois começou a dar tapas alternados em cada banda do rabo dela. Apertando e enfiando um dedo em seu cu.
A essa altura, eu já estava com meu pau de fora, batendo uma punheta silenciosa. Movido pelo tesão palpável no ambiente.
— Vira esse rabo para mim, que agora vou te foder até eu ficar satisfeito, vadia — ordenou Ezequiel, s logo a bunda grande da minha mãe estava a sua frente, completamente à sua disposição. — Abre bem — mandou, e a mulher abaixo dele obedeceu, arreganhando as nádegas com as mãos.
Ezequiel pegou seu pau, deu três punhetadas e então o encaixou mais embaixo.
— Ahhh…
— Tá molhada, rapariga? — observou, agarrando a cintura dela e passando a meter enquanto a puxava para trás.
Minha mãe também contribuía, rebolando a bunda contra ele.
— Isso, porra, que delícia esse pau…
Palmadas ecoaram pelo quarto, junto ao som do choque de quadris, cada vez que as bolas dele encostavam na xota dela a cada metida. E os gemidos dela, que delirava de prazer.
Ficaram assim por um longo tempo, até Ezequiel parecer cansar, se movendo mais devagar e com mais pausas.
— Cansou, meu negão?
— Só de ficar de joelhos.
— Então deita de novo, que vou te fazer relaxar bem gostosinho — disse ela, e ele o fez.
Minha mãe montou sobre ele e encaixou seu grande pênis dentro de sua xota, engolindo-o todo. Começou a subir e descer, aumentando o ritmo cada vez mais, até praticamente pular como um desvairada. Os peitos balançando e a bunda descendo com tudo sobre o membro de Ezequiel.
As mãos dele agarravam as coxas dela.
Eu já tinha acabado de gozar, melando os lençóis e o meu short, quando percebo Ezequiel, com o rosto virado, me olhando. O sorriso sempre na face. Ele voltou a olhar para minha mãe.
— E aí, puta? O que tu prefere? O pau do teu filho, ou o de um homem de verdade?— perguntou, me provocando, tendo percebido eu acordado.
— Ai, o de um homem… porra, o teu. Prefiro tua rola gostosa, ah, ah, ah — minha mãe admitiu com um sorriso no rosto, cavalgando o pênis de seu macho, com vontade e prazer que nunca demonstrou comigo.
Ezequiel agarrou suas costas, trazendo-a para mais perto dele e a fodeu por baixo, macetando sua buceta carnuda. Minha mãe gemeu, urrou, até que gozou, beijando o enteado. Ezequiel a botou de joelhos no chão e sentou na beira da cama.
— Agora faz o que tu queria, vadia. Chupa até eu gozar — mandou ele.
Minha mãe mais uma vez chupou numa mamada apaixonada. Demorando bons minutos, até Ezequiel anunciar o orgasmo. No que ele manteve o cacete enfiado fundo em sua dela, mesmo ela engasgando. Tossiu e cuspiu, engolindo muito, e ficou com a boca toda melada de gozo.
— Agora me deixa dormir, cachorra. Amanhã, se me der vontade, te como mais — declarou Ezequiel, segurando o queixo dela.
— Safado. Vou dar pro teu pai, se tu não me comer — Ela ainda punhetava ele, como se não quisesse soltar seu pau.
— Meu pai tá muito cansado esses dias. Não vai dar conta desse fogo que tu tem no rabo. E o Anderson é broxa demais pra te comer de jeito.
Minha mãe não disse nada. Nem negou.
— Hum, então só preciso te atrair do jeito certo — respondeu, por fim.
— Tu que sabe. Agora me deixa descansar um pouco — disse ele, e ela saiu.
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