Encontro do dia dos namorados
Chifrei meu namorado no nosso encontro de Dia dos Namorados
Oioi, meus putos!
Aproveitando o dia dos namorados, vou contar uma aventura minha que aconteceu há 2 anos.
Disclaimer: o conto tem como tema TRAIÇÃO, então se não te agrada ou isso te ofende em alguma medida, peço evite estresse desnecessário e não leia. Obrigado!
Vamos ao conto.
A luz do restaurante era baixa, apenas velas iluminavam o local, sobre as mesas e em pontos estratégicos. O som de talheres batendo em porcelana e o murmúrio constante de conversas formavam um tapete de ruído que, paradoxalmente, aumentava a intimidade do pequeno círculo de luz onde Murilo e eu sentávamos.
Murilo, do outro lado da mesa, estudava o cardápio com aquela expressão séria de sempre, a mandíbula marcada e a postura rígida.
O som de sapatos de couro batendo no chão de madeira aproximou-se. Iago ergueu os olhos. Era o garçom. Vitor. O homem era imponente, seus 1,86m de altura pareciam ainda maiores naquele uniforme justo que delineava o porte atlético. O cabelo loiro, desarrumado de um jeito proposital, caía sobre a testa pálida.
Vitor colocou as taças na mesa, e quando seus olhos azuis encontraram os meus, o ar ao redor pareceu ficar denso. Não foi um olhar profissional. Foi um olhar faminto, escanhoando meu corpo magro, parando nos lábios e descendo perigosamente em direção ao colarinho da camisa.
Vitor sorriu de canto, um movimento quase imperceptível dos lábios, e senti o rosto esquentar. A mão de Vitor roçou, sutilmente, no meu ombro ao recuar. O toque foi elétrico, uma faísca que percorreu a espinha e foi se alojar entre as pernas do rapaz.
— Tudo bem com você? — Murilo perguntou, sem levantar os olhos do menu, a voz grave e rouca.
Engoli em seco, ajustando-se na cadeira.
— Sim. Só... preciso ir ao banheiro. É o vinho — menti, a voz falhando levemente e me levantei subitamente.
O banheiro era espaçoso, todo revestido de mármore escuro e com um cheiro de desinfetante caro misturado a fumaça de cigarro. Entrei, a respiração ofegante. Não havia ninguém lá, a não ser o som da água correndo em uma torneira que não havia sido fechada direito.
Fui até ela e lavei o rosto para me recompor.
Ao virar o canto, vi Vitor lá.
O garçom estava em frente a um dos mictórios, mas não estava urinando. Ele estava encostado na parede, o corpo virado de lado, a calça do uniforme desabotoada e a braguilha aberta.
A mão de Vitor envolvia uma ereção impressionante. 19cm de carne grossa e pálida, com a cabeça rosada e brilhante, pulsando ao ritmo dos golpes firmes da mão dele. As bolas, grandes e pesadas, balançavam com o movimento. O cheiro de testosterona e suor fresco invadiu minhas narinas, mais forte do que qualquer perfume.
Vitor parou o movimento, mas não se cobriu. Ele virou a cabeça, o olhar azul cravado em mim, desafiador e pornográfico.
— Fechou a porta? — Vitor sussurrou, a voz rouca, cheia de desejo.
Não respondi. Meu corpo se moveu por conta própria, atraído magneticamente por aquele membro exposto. Tranquei a porta do banheiro com um clique seco que ecoou no espaço de mármore.
Ao me virar, Vitor já estava sobre mim. O garçom me empurrou contra a parede fria, a força bruta me fazendo soltar um gemido abafado.
O beijo foi imediato, selvagem, dentes roçando nos lábios, línguas batalhando por domínio. Senti as mãos grandes de Vitor segurando minha cintura magra, me puxando para perto, para que aquela rola endurecida roçasse na minha coxa.
— Quer isso, né? — Vitor murmurou contra meu pescoço, mordendo a pele sensível atrás da orelha. — Viu como eu olhei para você. Seu cuzinho está pedindo por isso.
Apenas balancei a cabeça, as mãos desesperadas envolveram aquela pica, masturbando-a. Em seguida, me agachei, os joelhos tocando o chão frio, e levei a cabeça rosada à boca.
O gosto era salgado, pré-cum abundante escorrendo pela glande. Lambi com vontade, sentindo a textura de cada veia, antes de engolir o máximo que conseguia. Aquela rola entrava quente na boca, esticando os lábios, batendo no fundo da garganta e me fazendo lacrimejar. Vitor segurou meu cabelo quase ruivo, guindo o movimento, fodendo minha boca com golpes curtos e profundos.
— Que boca gostosa... — Vitor grunhiu, a respiração pesada. — Mas não é isso que eu quero encher agora.
Ele me puxou para cima pelo cabelo, me virou de costas. Me apoiei na parede, empinando a bunda, o coração disparado.
Vitor puxou minhas calças e a cueca para baixo com um movimento brusco, expondo meu rabo branco e firme. Não houve preliminares longas. Vitor cuspiu na mão e passou a saliva no próprio pau, depois posicionou a cabeça gigante na entrada do meu cuzinho.
— Relaxa pra mim, moleque.
Prendi a respiração quando a cabeça rompeu a resistência do anel. A dor era aguda, deliciosa, um estiramento que parecia me rasgar ao meio.
Vitor não esperou. Ele enfiou o resto, devagar, implacável, até que o quadril dele bateu nas nádegas. Soltei um gemido alto, ecoando pelo banheiro. Torcia pro barulho do lado de fora abafar meus gemidos.
Me sentia cheio, possuído. Vitor começou a mover-se, puxando quase todo o caminho para fora e arremetendo fundo. O som de pele batendo em pele, plap, plap, plap, era obsceno, úmido, misturando nossos gemidos abafados.
— Aperta esse cu... — Vitor sussurrava, ofegante, mordendo o ombro da minha camisa. — Seu namorado te fode desse jeito? Ele te enche assim?
A menção a Murilo enviou uma onda de calor pelo meu corpo. Fechei os olhos, imaginando Murilo na mesa, esperando, enquanto eu era tomado ali.
— Não — respondi — Ele não sabe meter eu mereço.
Ao ouvir isso, Vitor apertou minha cintura com força e aumentou o ritmo, os golpes ficando curtos, rápidos e desesperados. Senti o seu saco batendo no meu, pesado, cheio. Ele estava fundo.
Sentia a cabeça da rola dele batendo no fundo do meu cuzinho, como uma marreta contra meu interior. Tudo em mim gritava por mais. Mais fundo. Mais forte. Mais macho.
— Vou te dar o leite, moleque... Vou encher você todinho — Vitor grunhiu, e com um último golpe profundo, travou os quadris.
Senti o pau de Vitor pulsar dentro de mim, espasmos violentos, e depois o jato quente e espesso inundando meu interior.
Era muito, gozo escorrendo, preenchendo cada espaço vazio, quente e pegajoso.
Vitor continuou movendo-se levemente, esguichando tudo o que tinha, garantindo que eu ficasse marcado por ele. Ficamos assim por um momento, ofegantes, colados, com o cheiro de sexo e suor impregnando o ar condicionado.
Vitor recolheu-se, puxando o pau para fora com um som úmido. Senti um fio de porra escorreu da minha bunda antes que conseguisse contrair o músculo para segurar tudo lá dentro. Vitor ajeitou a roupa, sorrindo, passando o polegar pelo meu lábio inchado.
— Feliz Dia dos Namorados — disse ele, com um tom cínico, antes de sair do banheiro, me deixando sozinho.
Apoiei a testa na parede fria, tremendo. Sentia o líquido quente escorrendo lentamente dentro de mim, um lembrete físico e visceral do que acabara de acontecer.
O cuzinho latejava, usado, aberto, cheio. Ajeitei minhas roupas com as mãos trêmulas, verificando o reflexo no espelho. O rosto estava vermelho, os lábios inchados, os cabelos bagunçados.
Respirei fundo, tentando recompor a máscara de namorado dedicado. Me ajeitei como consegui, ficando quase decente. Como se nada havia acontecido.
Ao voltar para o restaurante, cada passo era um exercício de controle. O leite de Vitor estava lá dentro, pesado, escorrendo, ameaçando manchar a calça se eu não apertasse as pernas enquanto andava.
A sensação me deixava duro, um segredo sujo carregado entre as pernas. Vi Murilo a mesa, ainda olhando o menu, impávido, alheio ao chifre que acabara de levar a poucos metros dele.
Me sentei com cuidado, a bunda tocando o estofado macio, sentindo o líquido se espalhar. Murilo olhou para cima, finalmente, e sorriu. Um sorriso inocente, confiante.
— Demorou, hein? Tudo bem? — Murilo perguntou, estendendo a mão para cobrir a minha.
Olhei para o meu namorado, sentindo o calor do leite de outro macho escorrendo lentamente no seu interior, enquanto apertava a mão de Murilo de volta.
— Sim, amor — respondi, a voz um pouco rouca, mas firme. — Tudo perfeito. Só estava me preparando para a noite.
Passadas algumas horas, a garrafa de vinho tinto na mesa estava quase vazia, e a conversa fluiu sobre assuntos banais, o tipo de futilidade que preenche o silêncio entre duas pessoas que se conhecem profundamente.
Murilo falava sobre um caso do trabalho, e eu assentia, emitindo sons de concordância, mas minha mente estava em outro lugar.
Cada vez que Vitor passava pela nossa mesa, sentia meu cuzinho piscar e a porra dele escorria mais um pouco. Sentia o peso líquido e quente escorrendo lentamente dentro de mim, um lembrete de cada estocada de Vitor naquele banheiro.
Apertei as pernas sob a mesa, não por desconforto, mas para conter a pulsação que latejava no meu cuzinho. Era uma dor deliciosa, uma marca de posse que o meu namorado, ali, sorrindo para mim, não sabia que carregava.
Quando Murilo esticou a mão para tocar meu rosto, eu não fugi. Deixei que o polegar dele passasse sobre meus lábios, ainda inchados e sensíveis da foda selvagem com o garçom.
— "Você está tão quieto — ele murmurou com a voz baixa e rouca.
Eu apenas balancei a cabeça, engolindo em seco, o gosto de Vitor ainda persistindo no fundo da minha garganta.
A viagem de volta para casa foi feita num silêncio denso, apenas quebrado pelo ronco suave do motor e pela música tocando no Spotify. Murilo dirigia com uma mão no volante e a outra repousada na minha coxa.
Cada solavanco do carro na rua mal asfaltada fazia com que o líquido que restava dentro de mim se mexer, e eu tinha que morder o lábio para não emitir um som.
Ao entrarmos no apartamento, Murilo não perdeu tempo. A porta mal se fechou e ele já me empurra contra ela, o seu corpo pesado e quente pressionando o meu.
O beijo dele era diferente do de Vitor. Não era faminto e desesperado, mas possessivo, lento, como se estivesse reafirmando um território que ele não sabia que acabara de ser invadido.
Suas mãos desataram minha camisa com uma urgência que me surpreendeu, e eu respondi no mesmo tom, puxando a camisa dele para fora do caminho, meus dedos roçando pelos pêlos do peito dele.
Ele me guiou para trás, em direção à sala, e eu tropecei nas meias jogadas no chão, caindo de bunda no sofá de três lugares.
Murilo ficou de pé na minha frente, tirando a própria camisa e depois a calça, revelando seu pau de 18cm, grosso, curvado pra cima duro, já a escapar da cueca.
— Hoje é nosso dia — ele disse, a voz um grunhido baixo.
Eu apenas olhei para ele, ofegante, e abri as pernas. Ele se ajoelhou no sofá, entre minhas coxas, e começou a despir-me com as mãos e a boca.
Mordiscou meu pescoço, descendo até meus mamilos, e eu arqueei as costas, um gemido escapando dos meus lábios. Meu cuzinho latejou de novo, uma pulsação ansiosa.
Enquanto a língua dele traçava caminhos no meu abdômen, minha mente traía-o de novo. Eu não estava mais naquela sala com Murilo. Eu estava de volta ao banheiro do restaurante, com Vitor me virando bruscamente, o pau dele entrando em mim de uma só vez, sem piedade. A dor aguda seguida do prazer avassalador.
— Amor — eu sussurrei, e ele olhou para mim, os olhos cheios de desejo. — Me fode. Agora!
Ele não precisou de mais incentivo. Abriu minha calça e puxou-a junto com a cueca, deixando meu pau duro saltar para fora.
Ele não fez preliminares, não me preparou. Apenas alinhou a cabeça do seu pau com minha entrada já lubrificada pela carga de outro homem e empurrou.
Eu gritei, uma mistura de dor e prazer intenso. Ele estava me fodendo com força, cada golpe profundo, e eu senti aquilo de uma forma que nunca tinha sentido antes.
Ele não sabia, mas estava batendo o leite de Vitor, empurrando o presente de Dia dos Namorados do garçom ainda mais fundo no meu interior. Meu corpo começou a tremer.
— É isso, caralho — eu gritei, agarrando as costas dele — Enche-me.
Foi então que, por cima do ombro de Murilo, eu vi. Uma fresta na porta do quarto de Filipe se abriu e, na penumbra do corredor, consegui ver o rosto dele.
O cabelo longo e castanho caindo sobre os ombros, o bronzeado de praia que mal se via na luz fraca.
Filipe, o hetero descolado que morava conosco. Ele estava ali, espiando. Meu coração bateu mais forte, mas não de pânico. Era de pura e crua excitação. Eu já tinha transado com ele algumas vezes, em noites de fumo e curiosidade, quando ele afirmava que só queria "saber como era". E ali estava ele, olhando seu melhor amigo ser fodendo seu namorado.
Murilo, sem saber da plateia, me pegou pelas pernas e me ergueu, me carregando para o quarto.
Eu mantive os olhos fixos na fresta da porta enquanto ele me carregava, meu corpo balançando com o ritmo dos passos dele. Filipe se escondeu quando passamos.
Meu namorado me jogou na cama, de bruços, e me montou novamente, entrando em mim com ainda mais força.
A cama rangeu, o som da pele batendo na pele ecoava no quarto.
Eu virei a cabeça para o lado, de frente para a porta entreaberta. Filipe ainda estava lá, seu rosto agora mais visível, a mão claramente dentro das calças dele, se masturbando enquanto assistia. A visão me fez perder o controle.
Murilo estava fodendo meu cu, eu estava sentindo o esperma de Vitor sendo chutado, e Filipe estava assistindo a tudo, punhetando por aquela imagem.
Enquanto Murilo me dava as últimas e mais profundas investidas, grunhindo meu nome, eu ergui o olhar e encontrei o de Filipe. Não foi um olhar de surpresa ou de vergonha. Foi um olhar direto, carregado de todo o tesão que eu estava sentindo.
Eu o encarava, sabendo que ele via meu rosto contorcido de prazer, ouvindo meus gemidos, imaginando o que se passava dentro de mim. Meus olhos diziam tudo: "Estou sendo fodido. Estou cheio de outro homem. E eu sei que você está aí, com tesão só de olhar."
Filipe parou por um segundo, sua mão congelada, os olhos arregalados. E então ele correspondeu, um sorriso maroto e lascivo surgindo em seu rosto enquanto ele continuava a se tocar, o ritmo acelerando.
Murilo gozou dentro de mim com um rugido, e meu próprio orgasmo explodiu, uma onda de prazer tão intensa que meus olhos se fecharam por um instante. Quando os abri, Filipe ainda estava lá, o olhar fixo em mim, um cúmplice secreto na minha noite perfeita e imperfeita de Dia dos Namorados.
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