#Coroa

Ultimo Desejo

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O Narrador de Contos

Realizando o ultimo desejo de um idoso.

Marcela, uma bela jovem enfermeira de trinta anos, trabalhava há anos em um grande hospital. Seu nome era conhecido por todos os pacientes e funcionários devido a sua beleza e profissionalismo. Com seus longos cabelos ruivos e corpo curvilíneo, ela sempre atraiu olhares masculinos.
Um de seus pacientes mais insistentes era o senhor Tadeu, um idoso de 75 anos, viúvo há alguns anos e com uma queda por Marcela desde que a viu pela primeira vez. Sempre que ela entrava no quarto dele, ele inventava algum motivo para chamá-la e passar mais tempo em sua companhia.
— Enfermeira Marcela, pode me ajudar a arrumar esses travesseiros? — pedia o senhor Tadeu com um sorriso maroto nos lábios. — Não consigo encontrar uma posição confortável.
Marcela suspirava internamente, mas sempre atendia aos pedidos do idoso com gentileza e paciência. Ela arrumava os travesseiros até que ele ficasse satisfeito, trocando algumas palavras amáveis enquanto realizava sua tarefa.
Um dia, ao entrar no quarto do senhor Tadeu para fazer a ronda de rotina, Marcela percebeu que algo estava diferente. O idoso estava sentado na cama, com uma expressão ansiosa e nervosa no rosto.
— Enfermeira Marcela — começou ele, vacilante —, preciso lhe contar uma coisa.
Marcela se aproximou da cama, preocupada. O senhor Tadeu tinha um aspecto pálido e doente, nada comum nele. Ela segurou sua mão trêmula e o encorajou a continuar:
— Fale, senhor Tadeu. O que foi?
O velho respirou fundo antes de prosseguir:
— Eu... eu recebi os resultados dos meus exames hoje. — Ele fez uma pausa dramática. — Tenho um tumor cerebral inoperável.
Marcela sentiu seu coração afundar no peito. Ela não podia acreditar no que estava ouvindo. O senhor Tadeu era um homem saudável, ativo e cheio de vida. Não parecia possível que pudesse ter uma doença tão grave.
— Oh, meu Deus — sussurrou ela, apertando sua mão com mais força. — Eu sinto muito, senhor Tadeu. De verdade.
O idoso assentiu com tristeza:
— Eu sei. Mas não chore por mim, minha querida enfermeira. — Ele deu um tapinha suave na mão de Marcela. — Na realidade, eu queria lhe pedir um favor antes que seja tarde demais...
Marcela ergueu os olhos para encontrar os dele. Havia uma centelha de desejo neles que ela nunca tinha visto antes.
— Qualquer coisa que você quiser, senhor Tadeu — disse ela com sinceridade. — Farei o meu melhor para atendê-lo.
O velho sorriu, seus dentes brilhando sob a luz do quarto:
— Eu quero fazer amor com você, Marcela. Aqui mesmo, agora. Antes que eu morra.
Marcela ficou chocada com o pedido. Ela nunca tinha considerado a possibilidade de ter relações sexuais com um paciente, muito menos com um homem tão mais velho do que ela. Mas ao ver a expressão suplicante nos olhos do senhor Tadeu, ela não teve coragem de recusá-lo.
— Eu... eu não sei o que dizer — gaguejou ela, corando até as raízes dos cabelos. — Isso é muito impróprio...
— Por favor, Marcela! — implorou ele, segurando sua mão com força. — Eu nunca pedi nada assim antes, mas agora estou morrendo. Não me negue esse último desejo.
Marcela hesitou por um momento antes de assentir relutante:
— Muito bem, senhor Tadeu. Mas devemos ser rápidos e silenciosos. Alguém pode nos pegar em flagrante a qualquer momento.
O velho sorriu com gratidão e puxou Marcela para mais perto dele na cama. Ela podia sentir seu coração batendo acelerado debaixo do cobertor fino enquanto ele deslizava as mãos por suas curvas sinuosas.
— Você é tão linda — murmurou ele, beijando seu pescoço macio e perfumado. — Eu sempre soube que você era especial desde o primeiro dia em que a vi.
Marcela corou ainda mais sob seus elogios. Ela nunca tinha sido tocada por um homem tão experiente e seguro de si antes. O senhor Tadeu parecia saber exatamente onde pressionar e acariciar para deixá-la à beira do prazer.
Logo ela estava completamente nua debaixo dele, seus seios fartos e redondos balançando enquanto ele os massageava com habilidade. Ela podia sentir a ereção latejante dele roçando sua coxa, implorando por atenção.
— Oh, senhor Tadeu — gemeu ela, mordendo o lábio inferior para não gritar alto demais. — Isso é tão errado, mas eu não consigo me controlar...
O idoso riu baixo em seu ouvido:
— Não se preocupe com isso agora, minha querida. Deixe-se levar pelo momento.

Marcela respirou fundo e se entregou por completo ao prazer que sentia. Ela guiou o membro rígido do senhor Tadeu para dentro dela, arfando ao sentir sua enorme circunferência preenchê-la completamente. Ele começou a se mover com estocadas lentas e profundas, fazendo-a gemer de prazer.
— Isso mesmo, minha menina — sussurrou ele, beijando seus lábios entreabertos. — Deixe-me levá-la ao paraíso antes que eu parta deste mundo.
Marcela envolveu suas pernas em torno da cintura dele, puxando-o ainda mais fundo dentro de si. Ela podia sentir cada centímetro dele enquanto ele a possuía com uma habilidade surpreendente para um homem tão velho.
— Ahh... Tadeu! — gritou ela, mordendo seu ombro para abafar seus gemidos. — Você é tão bom... Não pare!
O idoso sorriu satisfeito e aumentou o ritmo de suas investidas. Ele deslizava para dentro e para fora dela com facilidade, sua ereção nunca vacilando nem por um momento.
Marcela estava perdida no mar de sensações que a consumiam. Ela nunca tinha experimentado nada assim antes - era como se todas as suas inibições tivessem desaparecido e ela estivesse livre para aproveitar o momento sem nenhuma vergonha ou constrangimento.
O senhor Tadeu parecia saber exatamente onde tocar e pressionar para levá-la à loucura. Ele acariciava seus mamilos intumescidos com a língua enquanto continuava penetrando-a cada vez mais fundo, fazendo-a perder completamente o controle.
Logo ela estava à beira do clímax, seu corpo inteiro tremendo de desejo e excitação. O senhor Tadeu podia sentir suas contrações ao redor dele enquanto ela se aproximava do orgasmo.
— Goze para mim, minha querida — grunhiu ele, seus próprios músculos tensos com o esforço. — Quero vê-la perder a cabeça de prazer antes que eu vá embora...
Marcela gritou quando finalmente atingiu seu auge, ondas de êxtase percorrendo todo o seu ser. O senhor Tadeu continuou bombando dentro dela até que também não aguentasse mais e gozasse com um gemido rouco, enchendo-a com sua semente quente.
Eles ficaram abraçados por alguns minutos depois disso, tentando recuperar o fôlego e se acalmar. Marcela nunca tinha experimentado uma conexão tão profunda e íntima com ninguém antes.
— Obrigada, minha querida — murmurou o senhor Tadeu, beijando sua testa suada. — Eu sempre soube que você era especial desde o primeiro dia em que a vi. Agora eu posso partir deste mundo feliz.
Marcela sorriu tristemente para ele e apertou sua mão:
— Não diga isso, Tadeu. Você ainda tem muito tempo pela frente. E se sair vivo daqui, pode apostar que vou ser a sua enfermeira particular pelo resto dos seus dias!

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