Sintonia etária
Pedalei depressa para evitar a chuva. Ouvi um trovão e ao fundo um raio dava a dimensão daquilo que viria. Dobrei a esquina e ganhei velocidade, parei a magrela e entrei. Bati e com bicicleta, entrei. Guardei a bike e tratei de pegar uma cerveja na geladeira. Abri a lata e tomei um gostoso gole. Comentei:
- E aí?
- Consegui um trampo no bairro vizinho.
- Bom.
Sorri e ali eu sentia em casa. Virei o último gole e falei:
- Topa?
Sequei a cintura dele e seu pau moreno apareceu! Ereto, deu uma alisada e trocamos olhares. Safado, viu? Coroa divorciado e novinho safado formam par! Dei uma ajoelhada, bati uma e caí de boca!
Um velho gordo, cinquenta e três anos, moreno, cabelos grisalhos, baixo, estava interessado em foder meu cu branco! Dezoito, olhos castanhos, magrelo, abocanhei o pau e engoli tudo! Balancei a cabeça e vim chupando! Enrijeceu na boca!
- Delícia de pica!
Bati uma, olhei para ele sorrindo, levantei o pau e chupei as bolas! Cheirei o pau percorrendo com a língua. A pica virou uma rola cabeçuda e cheia de carne mostrando que precisa de atenção! Atenção, entenda, cu!
Tiramos a roupa e curvei o tronco na mesa da cozinha empinando a bunda. Senti a mão abrir e melar o alvo. Segurou e deu passando o pau! Tirou e melou mais. Deu de novo e foi enterrando! Abri a boca:
- Oh!
A zonzeira vem com castigo de pau quase preto. Ele ganha velocidade, segura a minha cintura e impõe sexo com tara! Coisa de moleque safado e não adulto, eu abro a bunda e deixo o pau grosso ganhar velocidade esquentando dentro!
- Ai, ai, hum! Ai caralho!
Fecho os olhos e curto o vai e vem com cabeçadas no fundo. Não há o quê fazer. A tara dele é maior e suas metidas ganham força! Nesta altura, meu cu já assimilou que o pau vem tarado e está botando excitação e tesão!
- Ai, come!
Sua pegada vem forte, é robusta! Ouço som de sexo, abro a boca, gaguejo! Tá tenso! Tô ficando com rosto muito corado, quente! Respiro depressa, corpo pega fogo por dentro, após um minuto, ele tira e pego fôlego! Tesão da porra!
A chuva fortíssima lá fora só apimenta mais o nosso sexo. Meu cu necessitado e o pau tarado se conectam bem. Transpiro e ele já sua. Adoro sexo forte, ele sabe e manda! Quanto mais forte, mais excito, mais dou! Falo:
- Fode! Hum, isso, ai, ai!
O danado não perdoa pois tem fome de bunda. Ele fode com gosto! Tem um passivo e que geme baixo colaborando com tudo e não conta para ninguém! Gaguejo de boca aberta, olho o teto, faço careta e após uma batida no corpo, ouço:
- Ah, ah, oh, bunda do caralho! Oh! Ah, delícia de cu do caralho!
Abro a bunda para levar leitada. O pau faz seu dever jogando jatos de esperma e aguardo tirar. A pica sai melando tudo! A bunda primeiro e depois o saco ganham o leite escorrendo! Já era! Lambuza, espalha, pega papel e limpo!
Meu cu está aberto, piscando, quente, grudando e até ardendo! Não importo. Dou um sorriso de cara safado, pisco e vou ao banho.
Espero a chuva terminar e caio fora após agradecer. Volto correndo e chego em casa para a Márcia perguntar onde estava.
- Aguardando a chuva parar.
Ao lado da avó, janto com a Márcia. A doméstica não acredita em nada que eu falo e olha torto. Naquela noite, durmo feliz. Meu cu foi fodido. Foda-se o resto!
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