#Teen #Virgem

A estagiária

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O Narrador de Contos

Fui consolar minha estagiária e as coisas ficaram fora de controle.

Eu me chamo Mario, tenho 42 anos e sou gerente da empresa onde trabalho. Sempre fui uma pessoa séria e dedicada ao meu trabalho, mas hoje, enquanto escrevo estas linhas, não consigo tirar da cabeça a imagem do que aconteceu há poucas horas.
Estava trabalhando até tarde, como costumo fazer quase todas as noites, quando ouvi um choro ecoando do banheiro feminino. Pensei que fosse a última pessoa no prédio, então fui verificar se havia alguém precisando de ajuda. Ao abrir a porta, deparei-me com uma cena surpreendente: ali estava Clara, a estagiária novinha de 19 anos que tinha entrado na empresa há pouco tempo, sentada no chão e soluçando baixinho.
— O que aconteceu, Clara? — perguntei preocupado, ajoelhando-me ao seu lado. — Por que está chorando assim?
Ela me olhou com seus olhos azuis cheios de lágrimas, o rímel escorrendo pelo rosto. Sua saia curta subida, revelando as pernas magrinhas e brancas.
— É que... — ela hesitou antes de continuar. — É que eu acabei de descobrir que meu namorado me traiu com uma colega da faculdade. Eu vim para cá achando que ele ia me encontrar depois do trabalho, mas na verdade ele estava com ela o tempo todo.
Senti uma pontada de compaixão por Clara. Ela parecia tão frágil e vulnerável naquele momento. Passei meu braço pelos seus ombros e a puxei para um abraço apertado.
— Não chore, Clara — murmurei em seu ouvido. — Você merece muito mais do que esse idiota. Você é linda, inteligente e cheia de vida. Ele não te merece mesmo.
Ela se agarrou a mim, soluçando ainda mais alto. Comecei a acariciar seus cabelos loiros macios, tentando acalmá-la. Mas a cada toque, sentia meu corpo reagindo à proximidade dela. A blusa justa que ela usava deixava transparecer o volume de seus seios fartos e empinados. Seu cheiro doce de perfume floral invadia minhas narinas.
— Eu não sei o que fazer, Mario — ela disse baixinho, olhando para mim com aqueles olhos de corça. — Estou me sentindo tão perdida...
Inspirei fundo, tentando controlar a onda de desejo que me tomava. Acho que Clara devia estar sentindo o mesmo pois pressionou seus lábios contra os meus, em um beijo faminto cheio de desejo. Eu hesitei por um segundo antes de responder ao beijo com a mesma intensidade, passando as mãos pelo meu cabelo.
— Clara... — murmurei quando nos separamos para respirar. — Eu não sei se isso está certo...
— Shhh — ela fez, colocando um dedo em meus lábios. — Mario meu ex me traiu, acho justo eu aproveitar um pouco e trair ele com você. Não pense agora no que é certo ou errado. Deixe-se levar pelos sentimentos.
Comecei a beijá-la novamente, explorando cada canto de sua boca com minha língua enquanto minhas mãos passeavam por suas costas e seios macios. Ela gemeu baixinho quando apertei um mamilo intumescido sob o tecido da blusa.
— Mario... — ela ofegou, olhando para mim com olhos turvos de desejo. — Eu nunca fiz nada assim antes...
Sorri maliciosamente ao ouvir suas palavras. Aquela garota virgem ia ser minha essa noite, eu tinha certeza disso. Comecei a desabotoar sua blusa lentamente, revelando um sutiã rendado branco que mal continha seus seios fartos.
— Não precisa ter medo — murmurei contra sua pele macia enquanto beijava seu pescoço e ombros nus. — Eu vou te ensinar tudo...
Clara estremeceu com meu toque, mas não fez nenhum movimento para impedi-lo. Ao contrário, ela arqueou as costas para facilitar minha tarefa enquanto eu tirava sua blusa e descia os olhos por seu corpo semi-descoberto.
— Mario... — ela gemeu baixinho quando capturei um mamilo entre meus dentes, chupando-o com força enquanto massageava o outro seio com a mão. — Eu nunca pensei que fosse fazer algo assim...
— Shhh... — fiz eu de novo, erguendo os olhos para encontrar os dela. — Não pense, só sinta.
Comecei a descer beijos pela sua barriga até chegar à barra da saia curta que ela usava. Com um movimento rápido, tirei a peça de roupa e a joguei no chão, deixando Clara apenas de calcinha e sutiã na minha frente.
— Você é linda — murmurei apreciando cada centímetro do seu corpo nu. — Absolutamente perfeita...
Clara corou com o elogio, mas não se moveu para cobrir sua nudez. Ao contrário, ela abriu ainda mais as pernas quando me aproximei delas, passando a língua pela sua coxa macia.
— Mario... — ela ofegou quando capturei seu sexo através da calcinha molhada com minha boca. — Ahhh...
Comecei a lambê-la por cima do tecido fino, sentindo o gosto adocicado de seus fluidos femininos. Clara arqueou as costas e gemeu alto, rebolando contra meu rosto em busca de mais atrito.
— Mario... por favor... — ela implorou, puxando meu cabelo com força. — Eu não aguento mais...
Com um movimento rápido, tirei sua calcinha e a joguei para o lado antes de mergulhar meu rosto em seu sexo úmido e quente. Clara gritou quando minha língua encontrou seu clitóris intumescido, massageando-o com movimentos circulares enquanto introduzia dois dedos em sua boceta apertada.
— Ahhh... Mario... — ela gemeu, rebolando contra minha mão e boca. — Isso é tão gostoso...
Continuei estimulando-a daquela forma por longos minutos, sentindo seu corpo tremer e se contorcer de prazer sob meu toque experiente. Até que ela finalmente chegou ao clímax, gritando meu nome enquanto sua boceta se contraía em espasmos ao redor dos meus dedos.
— Mario... — ela ofegou quando finalmente voltou a si. — Isso foi incrível...
Sorri para ela antes de me levantar e começar a desabotoar minha própria camisa. Clara ficou de olhos arregalados enquanto revelava meu peito musculoso e bronzeado, marcado por algumas cicatrizes de antigas brigas.
— Você é tão gostoso... — ela murmurou, passando as mãos pelo meu abdome definido. — Eu nunca vi um homem tão bonito quanto você...
Ri baixinho com o elogio enquanto tirava minha calça e cueca, deixando meu membro rígido à mostra. Clara arregalou ainda mais os olhos ao ver meu tamanho.
— Não se preocupe — falei tranquilizadoramente ao notar sua hesitação. — Eu vou devagar no começo, até você se acostumar com ele...
Comecei a me aproximar dela novamente, beijando e lambendo seu corpo enquanto subia de volta para seu rosto. Quando cheguei à altura dos seus seios, capturei um mamilo entre meus lábios e o chupei com força, fazendo-a gemer baixinho.
— Mario... — ela ofegou quando finalmente alcancei sua boca em um beijo profundo e faminto. — Eu nunca fiz isso antes...
— Não precisa ter medo — murmurei contra seus lábios enquanto me posicionava entre suas pernas abertas. — Eu vou te ensinar tudo o que você precisa saber.
Com um movimento lento, comecei a introduzir meu membro rígido em sua boceta apertada. Clara gemeu alto ao sentir a pressão dentro dela, mas não fez nenhum movimento para impedi-lo. Ao contrário, ela abriu ainda mais as pernas e envolveu minha cintura com elas enquanto eu me enterrava cada vez mais fundo.
— Ahhh... Mario... — ela ofegou quando finalmente estava completamente dentro dela. — Isso é tão gostoso...
Comecei a me mover devagar no começo, permitindo que ela se acostumasse à sensação de ter algo tão grande dentro dela. Mas aos poucos fui aumentando o ritmo e a intensidade dos movimentos, sentindo seu corpo se moldar ao meu com cada estocada.

— Clara... — ofeguei quando finalmente estava completamente dentro dela, sentindo seu calor úmido e apertado ao redor do meu membro latejante. — Você é tão gostosa...
Ela gemeu em resposta, rebolando contra mim enquanto eu começava a me mover devagar dentro dela. Suas unhas se cravaram nas minhas costas quando comecei a acelerar o ritmo das estocadas, entrando e saindo de sua boceta com força cada vez maior.
— Ahhh... Mario... — ela ofegou, jogando a cabeça para trás em êxtase. — Isso é tão bom...
Comecei a beijá-la novamente, engolindo seus gemidos enquanto continuava bombando dentro dela sem piedade. Clara correspondeu com igual paixão, envolvendo minha cintura com suas pernas magrinhas e rebolando contra mim em busca de mais atrito.
— Você gosta disso, não é? — murmurei roucamente em seu ouvido enquanto mordiscava o lóbulo de sua orelha. — Gosta de sentir meu pau grande te fodendo gostoso...
— Sim... Mario... — ela gemeu, rebolando ainda mais contra mim. — Eu adoro! Não pare, por favor!
Continuei atacando-a sem dó, sentindo seu corpo tremer e se contorcer de prazer sob o meu toque experiente. Clara ofegava e gemia cada vez mais alto à medida que nos aproximávamos do clímax, suas unhas cravadas em minhas costas enquanto eu a fodia com força.
— Ahhh... Mario... — ela gritou quando finalmente chegou ao orgasmo, sua boceta se contraindo em espasmos ao redor do meu pau latejante. — Isso é tão gostoso! Não pare, continua me fodendo!
Observei seu rosto corado de prazer enquanto continuava entrando e saindo dela com vigor redobrado, sentindo minhas bolas se apertarem cada vez mais a cada estocada profunda.
— Clara... — ofeguei em meio aos gemidos, sentindo meu próprio orgasmo se aproximar. — Eu vou gozar dentro de você...
— Goza gostoso, Mario! — ela gemeu, rebolando ainda mais rápido contra mim. — Enche minha bucetinha toda com a sua porra quente!
Suas palavras me levaram à beira do limite e com um grito animalesco, eu explodi dentro dela, inundando seu útero de sêmen quente e espesso. Clara gritou também ao sentir meu pau pulsar dentro dela, gozando ainda mais forte enquanto nossos corpos se sacudiam em uníssono.
— Ahhh... Mario... — ela gemeu baixinho quando finalmente parei de gozar e comecei a sair devagar dela. — Isso foi incrível...
Sorri para ela antes de beijá-la novamente, apreciando o gosto salgado do nosso suor misturado em nossos lábios.
— Você é incrível, Clara — murmurei contra sua boca. — Eu nunca tinha sentido uma boceta tão gostosa quanto a sua.
Ela corou com o elogio enquanto acariciava meu rosto barbado, olhando nos meus olhos com uma expressão satisfeita e sonhadora.
— Mario... — ela murmurou baixinho depois de um momento. — Acho que vou adorar ficar até mais tarde na empresa agora...
Ri baixinho ao ouvir suas palavras antes de beijá-la novamente, pronto para começar tudo de novo.

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