#Coroa #Incesto #Teen

Entre minha mãe e eu rolava tudo, menos penetração (parte 1)

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Esfregador

Comecei a ter uma relação incestuosa com minha mãe onde rolava tudo, menos penetração.

Eu tinha 14 anos quando tudo começou. Eu, minha mãe e meu pai morávamos juntos no interior do nosso estado. Meu pai trabalhava no setor comercial de uma empresa grande e acabou sendo promovido a representante de vendas, garantindo um salário bom mas também MUITO tempo longe de casa. Ele passava às vezes mais de 1 mês longe, rodando pelas cidades pra fechar vendas.

Minha mãe, que era muito apegada ao meu pai (e bem safada também, ouvia eles transando quase todo dia). Ela tinha 40 anos e era uma mulher bonita, morena, cabelo castanho cacheado, meio gordinha, com peitos médios e um quadril largo, e uma bunda gorda e também larga, com um pouco de celulite, e coxas grossas. Uma mulher madura e gostosa.

Eu também já era safado e até enxergava minha mãe com outros olhos, quando ela abaixava minha frente eu encarava aquele rabão gostoso e morria de vontade de meter nela. Pra piorar, minha mãe não tinha muito pudor em casa e usava camisolas curtas, aí eu via direto a calcinha.

Enfim, tudo começou quando meu pai ficou 2 semanas longe. Minha mãe estava quase subindo pelas paredes, além de carente estava na certa com tesão. No decorrer dessas 2 semanas ela foi ficando mais pegajosa e carinhosa comigo. Me abraçando, passando a mão no meu cabelo, me chamando pra assistir a novela com ela e repousando a cabeça no meu peito, até dançar na minha frente balançando a bundona e me puxar pra dançar forró agarrado ela puxou. Eu ficava quase sempre duro nessas ocasiões. Enfim, passadas 2 semanas ele liga, avisando que vai precisar passar mais 2 semanas fora e minha mãe fica desesperada. Depois de desligar até chorou um pouco.

Talvez tenha sido bem nojento da minha parte, mas pensei logo que era a oportunidade perfeita de meter na minha velha, ela carente e safada por mais 2 semanas. Consolei e abracei ela, disse que estava lá com ela e faria companhia na ausência do meu pai, de todas as maneiras.

Abracei ela por longos 2 minutos e quando nos afastamos, ela me dei um selinho nos lábios. Foi pouca coisa, mas ela não fazia isso, aí soube que ela queria algo a mais.

Nesse mesmo dia eu resolvi dar logo um passo à frente. Eu ia pedir para dormir junto com ela e ver se rolava algo. No entanto, ela foi deitar muito cedo, o que eu não esperava, dizendo que estava cansada. Perguntei se ela queria companhia para dormir, ela hesitou um pouco e disse que sim, mas que só depois, que queria descansar uns 30 minutos sozinha. Não entendi na hora, mas passaram 30 minutos e fui ao quarto dela, escutando gemidos abafados através da porta.

Ao abrir, vi minha mãe de pernas abertas mexendo a mão violentamente dentro da calcinha. Olhei boquiaberto por alguns segundos e quando me viu, ela tentou disfarçar.

— Ai, que vergonha! Eu tava coçando a xereca e você entra assim!

Mesmo sendo virgem eu sabia que ela não estava só coçando, era claramente algo mais. Meu pau ficou duro na hora e ela percebeu. Ela olhava fixamente pro meu pênis, com desejo no olhar, mas tentou disfarçar.

— Vixe, alguém quer mijar! Faz xixi antes de vir deitar.

Eu disse que já havia mijado e deitei com ela. O cheiro de buceta no ar era intoxicante. Ela me abraçou, jogou a perna por cima das minhas e eu senti algo quente através do short: ela estava esfregando a buceta discretamente no meu pau. Ela então aproximou o rosto do meu e me beijou de língua. Fiquei surpreso mas beijei de volta, nos beijamos e ela se esfregou mas intensamente no meu pau, até parar subitamente e me desejar boa noite, virando pro lado e me mandando abraçar ela por trás. Dormimos de conchinha, meu pau encaixado entre as nádegas dela.

De manhã acordei com uma sensação estranha e quente no pau, bem como um peso em cima de mim. Ao abrir os olhos, vi minha mãe se esfregando, de calcinha, no meu pau exposto, o short puxado para baixo. Arregalei os olhos e quando ela percebeu que eu havia acordado, ficou toda sem graça.

— Eita... Bom dia filho! Tá com sono, hein? Te balancei e você não acordou, tive que subir em você pra te despertar! — ela disse, ainda esfregando a buceta em mim — Não é porque é domingo que você pode dormir até tarde!

Enfim, ela botou meu short no lugar e foi preparar o café. Eu passei o dia pensando nisso, até pra carpir o quintal foi difícil, não conseguia me concentrar. No decorrer do dia provoquei ela um pouco, abracei por trás e beijei o pescoço, esfregando meu pau na bunda dela.

No entanto, as coisas realmente começaram à noite, por volta das oito. Ela me chamou para a sala, como chamava na hora de assistir a novela.

— Meu amorzinho, como hoje não tem novela, a mamãe quer ver um filme com você. É um filme especial que vejo com seu pai, mas sem ele aqui, quero sua companhia!

Ela então botou no dvd um disco misterioso, sem capa ou título... E era um filme pornô! Hoje pode não parecer grande coisa, mas era o início dos anos 2000 , ver um filme pornô era raridade para um moleque. Eu já tinha visto revistas e até espiado a vizinha (e minha mãe também) tomando banho, mas aquilo era diferente. Minha mãe se abraçou em mim e, após 5 minutos de filme, começou o sexo. Assim que começaram a meter no filme, fiquei duro e minha mãe enfiou a mão na calcinha e começou a se tocar. Ela gemia com o rosto afundado no meu pescoço e eu estava duro como pedra e atônito, de um pado o filme pornô e do outro minha mãe se satisfazendo agarrada em mim!

Enfim, após alguns minutos ela gritou

— Vai meu gostoso, se toca também!

Não perdi tempo e baixei o short, comecei a punhetar. No entanto, 0arei de prestar atenção no filme e comecei a olhar minha mãe, cheirar seu cabelo, e vi que ela também esquecera do filme. Ela olhava pro meu pau, até que fitou meu rosto e avançou com um beijo de língua. Nos beijamos com gosto, até que ela tirou a mão da calcinha e subiu em mim. Ela começou a se esfregar, de calcinha, no meu pau exposto enquanto me beijava de língua. A calcinha machucava um pouco pelo atrito, mas como estava muito molhada, não incomodou tanto. Enfim, sentindo o peso e o balançar dela, gozei logo, como ela estava bem em cima da cabeça, sujei a calcinha dela toda de porra.

Nisso que eu gozei, ela levantou, tirou a calcinha, revelando sua buceta gorda e peludinha, e começou a limpar meu pau com a calcinha.

—Fica duro pra mamãe só mais um pouco! — ela implorou, subindo em mim sem calcinha.

Ela apoiou uma mão no sofá, a outra segurando meu pau, e sentou, encostando minha cabecinha na entrada de sua vagina. Começou a rebolar na minha glande, fazendo seu suco escorrer pelo meu pau, gemendo. Eu fiquei cheio de tesão e tentei meter, elevando o quadril, mas ela prontamente saiu de posição.

— Não, não mete em mim! Não pode meter! — ela disse, sentando em cima do corpo do meu pau e se esfregando novamente. Ela se esfregou com força, rápido, molhando meu pau todo, me deixando sentir seu calor e o toque de seus pêlos. Ela esfregou, esfregou, gemendo alto até se tremer em um orgasmo intenso e cair sobre mim.

Então ela se sentou do meu lado, ofegante, e me punhetou com muita habilidade e jeito até eu gozar. Ela me limpou novamente com sua calcinha, pausou o dvd e me chamou para ir dormir com ela, os dois só de blusa e sem nada embaixo. Dormimos abraçados.

(Continua)

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