A garota travessa do padrasto parte 2
Agora que seu professor enfiou seu enorme e grosso pênis em sua vagina que se contraía e gozava. Que sensação, gozar no pau penetrante e intenso de um homem!
CAPÍTULO TRÊS
Cindy tinha muito em que pensar no caminho de volta da escola. O Sr. Berne era apenas o segundo homem a transar com ela. Só de pensar no pau grosso e avantajado do professor, ir para a escola se tornava excitante para ela. Ela sempre odiou a escola. Mas agora — ora, não havia como saber quantas vezes o Sr. Berne ainda ia querer levá-la para aquele quarto dos fundos para transar com ela!
Um tremor de excitação percorreu o corpo vibrante de Cindy. Talvez ele lamberia sua vagina da próxima vez, pensou ela maliciosamente. Um sorriso lento curvou os cantos de sua boca e sua respiração elevou seus seios firmes. Para os homens na rua, ela parecia extremamente atraente. Mais de um par de olhos masculinos acompanhou o movimento gracioso de sua bunda enquanto ela caminhava apressadamente pela rua.
Cindy sentia os mamilos se contraindo no sutiã e a vagina quente e formigando. Ela queria chegar em casa e se olhar no espelho imediatamente. Quando se sentia assim, gostava de posar em frente ao espelho e observar o que excitava os homens. Saber que homens adultos como o Sr. Berne desejavam vê-la nua a fazia se sentir sexy.
Ao se aproximar de casa, seus pensamentos se voltaram para seu pai tarado e ela não pôde deixar de sorrir. Ele foi seu primeiro homem, é claro. Como ele ficou excitado ao ver como ela havia se tornado bonita!
Ela se lembrou da primeira vez que ele lambeu seus seios e seus mamilos ficaram rígidos dentro do sutiã. Ele já vinha lambendo sua vagina delicada. Então, no ano passado, seus seios começaram a ficar salientes, e seu pai percebeu imediatamente.
Cindy sentiu um caloroso e excitante sentimento ao se lembrar do dia em que ele a levou para a cama, completamente nua. Ele começou a beijar seus seios em desenvolvimento e a lamber seus mamilos arrebitados. A sensação em seus seios tinha sido incrível!
Ela sorriu ao se lembrar dele dizendo com fervor: "Você vai ter seios lindos, querida. Eu vou garantir isso. Não é bom tê-los lambidos assim? Eles ficam duros, não é? Veja como seus mamilos estão arrepiados? Deixe isso com o seu velho pai. Você terá os seios mais bonitos da cidade."
Ela acelerou o passo porque queria admirar seus seios nus no espelho. Seu pai tinha razão, pelo menos na opinião dela. Não só as lambidas e chupadas dele excitavam seus seios, como também pareciam deixá-los realmente mais cheios e bonitos. Uma coisa que ela nunca contou a ele, mas que era seu segredo: ter os seios chupados era uma delícia!
Quando chegou em casa, estava sem fôlego. Seus pensamentos lascivos sobre seus seios e sua vagina a deixaram num estado de espírito estranho. Ao entrar em casa, se perguntava por que ter os seios lambidos a deixava tão excitada.
A mãe dela estava no sofá lendo um livro quando Cindy entrou. A mulher olhou para cima e lançou um olhar de reprovação para a filha. Alma Barnes não gostava da maneira como a filha estava se desenvolvendo. Ela parecia sensual demais, não importava o que vestisse.
"Oi, mãe", cumprimentou Cindy alegremente.
A mãe dela franziu a testa. Ela não gostava de alegria desenfreada. Achava que isso as fazia parecer felizes demais, dispostas demais a agradar, bonitas demais.
“Troque de roupa e lave a louça”, disse a mãe dela.
"Tudo bem, mãe", disse Cindy, e foi para o quarto. Seu pai entrou vindo da cozinha e seus olhos ficaram fixos em seus seios salientes. Cindy sorriu e murmurou: "Olá, pai", e entrou no quarto.
Ela fechou a porta atrás de si, sorrindo. Tinha certeza de que seu pai ficara excitado só de vê-la. Enquanto se despia, pensou nisso. Seu pai parecia estar sempre excitado ultimamente. Desde que começara a lamber sua vagina. Outro de seus segredos era que ela sabia muito bem que era a causa de sua constante luxúria e de suas ereções grandes e rígidas. Isso a agradava secretamente.
Completamente nua, ela parou em frente ao espelho e se admirou. Passou os olhos e as mãos pelo corpo, acariciando os seios, os pelos pubianos e os lábios da vagina. Alisou as mãos sobre as curvas das nádegas. Ela era muito bonita e sabia disso.
Ela fez uma pose sensual, deixando as pernas entreabertas para que sua vagina ficasse à mostra. Um dia, ela havia encontrado as revistas picantes do pai no armário dele e aprendido com elas como as mulheres excitam os homens posando de forma provocante. Sentindo-se um pouco atrevida naquele momento, ela empinou os seios e projetou a vagina para frente, como se a estivesse oferecendo a um pênis. Fazer isso a fez se sentir sexy e ela deu uma risadinha.
Ela ainda estava nessa pose encantadora quando a porta se abriu e seu pai entrou. Cindy o viu no espelho e soltou um suspiro de espanto.
"Papai", ela sussurrou. "Onde está a mamãe?"
O pai dela deu uma risadinha. "Mandei-a à loja." Os olhos dele a fitavam com um olhar penetrante. "Meu Deus", disse ele, "você tem uma bunda linda."
Ele se aproximou dela e deslizou a mão pela curva de sua bunda deliciosa. Cindy prendeu a respiração. Sua bunda parecia ganhar vida contra a mão provocante dele.
"Papai", ela sussurrou, "não podemos agora. Mamãe vai nos pegar."
"Não, ela não vai", murmurou o pai, concentrando-se na bunda firme dela. Ele se ajoelhou e começou a beijar a bunda dela toda. Cindy estremeceu.
“Papai… não…” ela ofegou.
Mas o pai dela já estava pensando em seu corpo curvilíneo e o desejava. Ele colou a boca na fenda de sua bunda, deslizou a ponta da língua na abertura e acariciou seu adorável ânus com ela. Cindy relaxou e ficou fraca.
"Coloque um pé na cadeira", ele resmungou irritado.
Incapaz de resistir, Cindy obedeceu e colocou o pé no assento da cadeira. Isso abriu bem as suas coxas, exatamente o que seu pai tarado queria.
"Vou te fazer sentir bem", disse ele, prometendo. Ele deslizou uma mão grande entre as coxas dela e a pressionou contra sua buceta peluda. Sua língua invadiu seu ânus e seu dedo penetrou em sua vagina suculenta.
Cindy gemeu e estremeceu. Seu pai tinha um jeito de transformar todos os seus "nãos" em "sins". E ele estava fazendo isso de novo. Sensações sexuais incríveis percorreram todo o seu corpo enquanto ele beijava e lambia seu ânus e a penetrava com os dedos.
"Oh, papai", ela murmurou, massageando os próprios seios de repente. Ele tinha dedos mágicos e ela sabia disso. Ela já tinha sido apalpada por garotos algumas vezes, mas nada se comparava ao jeito como o pai tratava sua vagina. Sempre a deslumbrava a maneira como ele conseguia fazer sua xoxota formigar, ficar molhada e implorar por mais.
Ela recuperou o fôlego e apertou os seios, olhando-se no espelho. A boca do pai estava quente contra sua bunda. A língua dele era grande e úmida em seu ânus. E aqueles dedos!
A ponta de um dedo acariciava seu clitóris, deixando-a louca. Outro esfregava seus lábios vaginais. E um dedo grande e grosso penetrava e saía de sua vagina faminta.
"Papai, papai", ela ofegou, beliscando seus mamilos rígidos e rosados. "Você me deixa TÃO excitada. Oh, eu quero fazer coisas safadas."
A voz sensual dela excitou o pai. Ele afastou a boca da bunda trêmula dela, mas continuou a estimular sua vagina com o dedo.
"O que você gostaria de fazer, gatinha?", ele murmurou.
Com fervor e impotente diante do desejo, Cindy se contorceu, forçando o dedo dele para fora de sua vagina. Ele olhou para seus seios magníficos, tão firmes e empinados. Cindy parecia bêbada.
"Eu quero chupar seu pau", ela sussurrou.
Ela nunca tinha dito aquilo antes. O simples som daquilo deixou o homem louco de tesão. Engolindo em seco, ele a agarrou pelo pulso e a puxou para a cama.
Ele se deitou sobre a cama e o volume em suas calças ficou bem visível diante dos amorosos olhos azuis de Cindy.
"Tire isso e chupe", gemeu o pai dela.
Cindy mal podia esperar para fazer aquilo. Ela se ajoelhou entre os joelhos dele e agarrou sua virilha, abrindo o zíper da calça nervosamente. Com as duas mãos, ela abriu o zíper e o pênis dele saltou para fora, grosso e molhado. Os olhos de Cindy se arregalaram ao vê-lo se erguer e pulsar violentamente.
"Ai, meu Deus", ela sussurrou, e agarrou o pênis dele com as duas mãos. Com tesão, a garota excitada levou o enorme membro à boca. Ela deslizou seus lábios macios sobre ele, depois o movimentou para dentro e para fora lentamente, girando a língua em círculos na glande inchada. Ela gemeu, gostando de tê-lo na boca. Gemeu novamente e abocanhou mais do grosso pênis. Uma onda de prazer a percorreu e, naqueles momentos quentes, ela percebeu que realmente gostava de chupar pênis. Principalmente o de um homem. Era tão grande, tão quente, tão excitante!
A cada minuto que passava, o calor aumentava à medida que o pênis do pai entrava e saía de sua boca, e ela se lembrou de certas fotos nas revistas que havia folheado.
Lembrando-se do que vira outras garotas fazendo, ela chupou o pau rígido do pai e esticou a língua. Respirando rapidamente, lambeu a ponta da língua por toda a extensão do enorme pênis dele. Puxando a calça, libertou seus grandes testículos peludos e os lambeu com a língua rosada. Para sua surpresa e deleite, isso fez o pau do pai ficar ainda maior, mais grosso e mais excitado.
"Querida", gemeu o pai, se remexendo na cama. "Jesus, que merda você está fazendo? Cristo, que delícia! Ah, chupa essa gatinha, chupa essa!"
Cindy estava radiante, sentindo uma sensação de poder sexual. Veja só o que ela podia fazer com o pau dele! Ela lambeu a ponta da língua por toda a extensão do pênis e adorou. Ao fechar a boca sobre a glande pulsante e lambê-la, percebeu que não importava se era o pau do pai dela ou não. Ela moveu sua linda cabeça para cima e para baixo no pau dele, sabendo naquele momento que simplesmente queria chupar um pau — qualquer pau!
Foi um pensamento libertador. Enquanto fazia sexo oral no pai, ela se lembrou de todos os homens na rua que costumavam assustá-la com o jeito que a olhavam. Mas agora ela sabia por que a olhavam daquele jeito. Eles queriam transar com ela! Queriam lamber seus peitos e chupar sua buceta! Ora, eles queriam fazê-la se sentir bem, como o pai dela fazia!
Ela chupou o pênis rígido do pai com mais rapidez e força, e sua mente se encheu de pensamentos sobre os pênis de outros homens. Como o do Sr. Berne. Ele certamente queria que ela o chupasse. Outros homens também deviam querer que ela fizesse o mesmo.
Cindy riu baixinho ao ver o enorme pênis do pai. Imagine chupar um monte de pênis! Como seria, pensou ela, deixar um homem buscá-la de carro e ir para o banco de trás com ele? Imagine chupar pênis duros como o do pai dela o tempo todo!
"Mmmmm," ela gemeu, absorta em seus pensamentos lascivos. Eles só tornavam o pênis do pai ainda mais desejável. O calor do pênis dele, sua rigidez e ereção, tudo isso a excitava agora.
Ela mergulhou sua boca suavemente sugando o pau dele e fez a glande se alojar em sua garganta apertada. Seus dedos trêmulos acariciavam seus grandes e quentes testículos enquanto ela o penetrava com a garganta, movendo-a para cima e para baixo.
"Cindy!" gemeu o pai dela.
Cindy gemeu e movimentou a boca furiosamente para cima e para baixo. Ela agarrou seu enorme pênis e o bombeou rapidamente para cima e para baixo, sabendo que ele gritou porque seus testículos estavam prestes a explodir.
Gemendo de tesão, chupando com fervor, ela bombeava seu pau e o chupava com rapidez. Seu pênis crescia e crescia entre seus lábios, esticando-os em um magnífico "O". Então, a glande pareceu explodir. Grandes jatos de esperma espesso inundaram sua boca e ela engoliu, sussurrando sensualmente.
Ela agarrou o pau dele com todas as suas forças enquanto ele se contraía e ejaculava. Ela deslizou os lábios até a glande e deu lambidas excitantes com sua língua atrevida, fazendo-o jorrar sem parar. Grandes quantidades de sêmen espesso encheram sua boca e um pouco escorreu pelos cantos. Ela engoliu rápido, absorvendo o máximo que pôde.
Quando o pênis dele parou de jorrar, Cindy chupou todo o esperma. Depois, lambeu o resto do pênis até secá-lo. Em seguida, ajoelhou-se e lambeu os lábios, recolhendo todo o esperma para que não pingasse em lugar nenhum.
"Jesus Cristo", gemeu o pai dela. "Essa deve ter sido a melhor mamada que eu já recebi. Filha, você é incrível!"
Cindy se levantou rindo, satisfeita consigo mesma. "Que bom que você gostou, papai", ela ronronou. E olhou para o pênis flácido e rosado dele de uma maneira diferente. Seu pensamento íntimo e secreto era que uma garota poderia se divertir muito com o pênis de um homem.
O pai dela sentou-se e tocou seus seios fartos e salientes. "Vou chupar sua buceta até você gritar", disse ele com fervor.
"Ah", gemeu Cindy, gostando da ideia.
É claro que ambos haviam se esquecido de Alma. Justo quando Phil estava pronto para enlouquecer sua namorada com suas palavras, ambos ouviram o carro parar em frente à casa.
"Ah, droga!" Phil rosnou. "Eu tinha me esquecido completamente daquela vadia."
Cindy, estirada graciosamente na cama, parecia prestes a chorar. "Oh, papai, não", ela sussurrou. Sua vagina ansiava pelos lábios e pela língua dele.
"Desculpe, gatinha", disse ele. "Mas aguente firme. Nós vamos nos reencontrar de alguma forma. Eu prometo."
Na porta, ele se virou e sorriu. "Vista algo sexy para mim", disse ele.
Cindy sentou-se e sorriu para ele. "Está bem. E não vou usar sutiã e calcinha por baixo."
Nesse momento, os amantes pai e filha se sentiram bem. Mas as próximas horas foram um verdadeiro inferno para eles. Cindy saiu do quarto vestindo uma camiseta justa por dentro de uma minissaia jeans. Seus seios estavam lindos e o pai sabia que, logo abaixo daquela saia minúscula, estava sua vagina, toda excitada e faminta.
Cindy estava sentada no sofá com a mãe e Phil estava sentado em sua poltrona reclinável. Os dois trocavam olhares constantes, Cindy para a virilha do pai, Phil para os seios firmes e as pernas sensuais da namorada. Mas tinham que suportar a cara de pedra do velho.
Alma criticou o livro que estava lendo. Depois, ligou a TV e criticou todos os programas que viu. Cindy e o pai mal conseguiam suportar. Os dois estavam loucos de tesão para transar. Ficar sentados se olhando só piorava a situação. O pau de Phil estava duro na calça e Cindy achava que sua vagina ia pegar fogo.
Foi terrível, especialmente para Cindy. Adultos aprendem a ter autocontrole, mas uma adolescente com tesão precisa de sexo quando quer. Tudo o que ela conseguia pensar era em como seria bom se pudesse ir até o pai, subir nele e sentar sua buceta suculenta no pau duro dele.
A mãe dela se levantou e foi ao banheiro. Cindy se jogou no sofá, com aparência febril.
"Papai", ela ofegou. "Eu quero transar."
Completamente tomada pelo desejo sexual, ela levantou a saia e abriu as pernas. Enquanto o pai a observava com tesão, ela esfregou a vagina molhada e gemeu: "Não aguento mais. Quero transar. Minha xoxota está tão quente, papai. Ai, meu Deus, quero gozar!"
Seu dedo médio penetrou sua vagina suculenta e ela se masturbou com força e rapidez, olhando para o pênis ereto do pai com grande desejo. Isso só causou dor a Phil.
"Tenha paciência, gatinha", disse ele com a voz rouca. "Você precisa ter paciência. Eu vou te foder, querida, assim que eu puder."
"Eu preciso disso", gritou Cindy, à beira das lágrimas. Cada centímetro do seu corpo ansiava pelo pau dele — qualquer pau, na verdade, mas ele não sabia disso. Cindy simplesmente estava na idade e no estado em que uma garota precisa ser fodida.
Ela ouviu a descarga do vaso sanitário e abaixou a saia, a contragosto, porque na verdade queria se masturbar até a morte.
Ela olhou para si mesma e murmurou: "Meus peitos querem ser chupados. Ai, papai, eu sou tão gostosa."
Sua mãe voltou para o sofá e Cindy ficou olhando para a TV sem prestar atenção. Ela não parava de pensar no pai lambendo sua vagina. Ela fantasiava com o pênis rígido dele penetrando sua buceta excitada. Ela suspirou, pensando na boca dele chupando seus seios firmes.
Era insuportável para a garota. Talvez o pai pudesse esperar, mas ela não. Afinal, ela tinha feito sexo oral nele, então talvez a excitação dele não fosse tão grande quanto a dela.
Incapaz de ficar sentada por mais um minuto, ela se levantou num pulo e correu para o banheiro. Fechou e trancou a porta, dirigindo-se imediatamente ao vaso sanitário. Sentou-se, abriu bem as pernas e levantou a saia até a barriga lisa, expondo sua vagina molhada.
Sua mão deslizou suavemente sobre sua vagina e ela suspirou, esfregando-a com força e rapidez. Seus olhos se fecharam e ela prendeu o clitóris entre o polegar e o indicador. Rangendo os dentes para não gemer muito alto, ela apertou e massageou o clitóris até atingir um orgasmo intenso. O líquido vaginal inundou sua vagina e a sensação foi tão boa que ela começou a se masturbar com os dedos para ter mais orgasmos.
Ofegante, suando um pouco e respirando rápido, sua linda cabeça balançava para frente e para trás enquanto ela se masturbava com força. Seus olhos vidrados viram a escova de cabelo na pia.
“Ohhh”, ela gemeu baixinho e agarrou o objeto. Ela o puxou entre suas lindas pernas, girando-o de modo que o cabo apontasse para sua vagina. Segurando a escova com as duas mãos, ela enfiou o cabo grosso em seu orifício vaginal.
"Ai, meu Deus!", ela ofegou, sentindo coisas boas acontecendo em sua vagina enquanto o cabo deslizava para dentro dela. Ela começou a usá-lo para dentro e para fora, e um sorriso iluminou seu rosto. Era tão bom.
Então ela fez a melhor descoberta de todas. Descobriu que conseguia girar o cabo lá dentro. Ofegante, segurou a escova entre as palmas das mãos e as movimentou vigorosamente para frente e para trás. Lá no fundo de sua barriga que se agitava e pulsava, o cabo girava e rodopiava de forma surpreendente. Ela se masturbou muitas vezes dessa maneira, rindo baixinho, gemendo frequentemente, enquanto seu sêmen quente escorria de sua vagina úmida para o vaso sanitário.
CAPÍTULO QUATRO
Cindy estava deitada na cama, pronta para o sexo. Depois de usar o banheiro, teve que aguentar três horas de televisão entediante. Quando chegou a hora de dormir, ela estava mais do que pronta. Tirou a roupa, se enfiou debaixo das cobertas e começou a brincar com os seios e a vagina.
Ela ficou ali deitada por um longo tempo, ronronando suavemente enquanto seus mamilos e clitóris endureciam e formigavam com seus toques. Ela simplesmente sabia que seu pai acabaria conseguindo alcançá-la de alguma forma. Ela havia percebido que ele não conseguia manter as mãos longe de seu corpo curvilíneo. Então, foi um choque para a garota ouvir seus pais murmurando no quarto ao lado. Seu coração afundou e sua vagina parou de lubrificar. Era uma daquelas noites em que seu pai precisava fazer amor com sua mãe.
"Oh, não", ela gemeu baixinho.
"Ah, não esta noite", pensou ela tristemente. "Não quando seus seios imploravam para serem lambidos e chupados. Não quando sua vagina estava tão excitada!"
Mas ela teve que ficar ali deitada, aguentando os barulhos que seus pais faziam na cama. Ela esfregava os seios duros e se masturbava, imaginando o enorme pênis do pai entrando e saindo da vagina grande e peluda da mãe. Como seria bom senti-lo penetrando sua própria vagina!
Seu dedo fino deslizou profundamente em sua vagina suculenta. Ela se esfregou nele e girou a ponta do dedo em círculos dentro de sua barriga. Enquanto sua mãe gemia de orgasmo e as molas da cama rangiam cada vez mais rápido, Cindy se masturbou, gozando em sua mão frenética.
"Ah, eu quero transar!" ela gemeu com fervor.
Mas não havia pênis para a garota frustrada naquela noite. Ela adormeceu em meio a uma turbulência de sensações intensas, pensamentos sobre um pênis ereto e uma vagina pulsante e inquieta.
Por mais estranho que pareça, ela acordou na manhã seguinte sentindo-se incrivelmente sensual. Seu corpo inteiro estava quente, erótico e excitado. Ela acordou sorrindo, como se tivesse sido fodida até a última gota. Ela se aconchegou na cama e passou as mãos pelo seu lindo corpo. Ela acariciou os seios e a vagina, gemendo de prazer o tempo todo, sentindo-se muito bem.
Ela saiu da cama cantarolando baixinho e caminhou nua até o banheiro, onde se lavou e escovou os dentes. Debruçando-se sobre a pia, contemplou seus seios firmes no espelho e, em seguida, olhou nos próprios olhos.
"Você é tão sexy", ela riu baixinho.
Ela voltou para o quarto e vestiu um vestido curto. Não se preocupou em colocar calcinha. Queria sentir os mamilos roçando no tecido do vestido. Queria saber o que sua linda vagina estava sentindo, nua, entre suas belas pernas.
Seus pais ainda não estavam acordados quando ela saiu do quarto. Ela tomou café da manhã sozinha, lavou a louça e levou o lixo para fora.
Ela estava atrás da casa, debruçada sobre uma lata de lixo, quando o Sr. Fields, um vizinho, saiu de sua oficina de hobbies no porão.
“Bom dia, Cindy”, cumprimentou ele, depois de dar uma boa olhada em seu traseiro curvilíneo.
Cindy se virou e sorriu. "Ah, olá, Sr. Fields. Como vai hoje?"
O homem sorriu de forma amigável como sempre, mas não conseguiu evitar dizer: "Tudo bem, agora que te vi."
O comentário encantou Cindy, que deu um lindo sorriso. Mesmo enquanto o agradecia pelo elogio, ela sabia o que ele estava pensando, e isso a excitou.
Como ela pôde não ter percebido antes? Olha só como ele está olhando para os meus seios! Eu sei exatamente o que ele está pensando. Se ele for parecido com o meu pai, eu sei exatamente o que ele quer.
Ela ficou conversando com o homem, deixando-o olhar à vontade. Agradeceu silenciosamente ao pai por lhe ensinar as lições da vida. Agora ela entendia por que os homens mais velhos sempre tinham sido tão gentis com ela.
Ela costumava acreditar que eles eram gentis porque ela era uma boa menina. Agora ela sabia que não era bem assim! Homens mais velhos, incluindo o Sr. Fields, eram gentis com ela porque ela tinha seios bonitos, uma bunda gostosa e uma xoxota peluda que eles queriam pegar!
Os olhos de Cindy percorreram seus cabelos brancos e seus claros olhos azuis, e uma cócega começou em sua barriga. "Obrigada", ela murmurou, sorrindo.
Ela se perguntou se ele estava com uma ereção, mas não se atreveu a espiar.
“Sabe aquele projeto em que eu estava trabalhando?”, perguntou o homem. “Está quase terminado. Gostaria de lhe mostrar.”
"Eu adoraria ver", disse Cindy, pensando no pênis dele.
Ela foi com ele até a oficina no porão e, quando ele fechou a porta, um tremor de excitação percorreu seu corpo. Agora ela sabia o que se passava na cabeça dele — a mesma coisa que passava na cabeça de seu pai e do Sr. Berne. Mas o Sr. Fields nunca a havia tocado, nem mesmo quando estavam sozinhos ali no porão. Ele a observava bastante, o que costumava assustá-la, mas nunca havia encostado um dedo nela. Agora ela queria que ele o fizesse.
Na bancada dele, ela fingiu grande interesse no projeto em andamento e fez coisas que nunca tinha feito antes. Inclinou-se bastante, sabendo que o homem não poderia deixar de admirar sua bunda. Ela sabia, por experiência própria posando em frente ao espelho, que quando se curvava de vestido, grande parte das pernas ficava à mostra e a bunda empinava.
De vez em quando, ela sorria para ele, olhando-o de frente. O que ele não sabia era que Cindy sabia como inspirar lentamente para fazer seus seios firmes se erguerem e apontarem de forma deliciosa. Ela também havia aprendido isso em frente ao espelho.
Cindy percebeu em instantes que o Sr. Fields estava agitado. Ela se perguntou o que ele faria. E se ele fosse gentil com ela? Ela teria que se despedir e ir embora sem nem mesmo um beijo!
Ela se preocupava à toa. Embora não soubesse, Roger Fields estava tomado por uma luxúria intensa por seu corpo. Seu pênis estava duro como ferro, vazando um líquido transparente em sua bermuda, pulsando de vida. Seu coração batia forte e tudo o que ele conseguia pensar era em estuprar aquela linda garota.
"Você não precisa ir ainda, precisa?", perguntou ele com a voz embargada.
Cindy então percebeu sua excitação e sussurrou: "Não".
"Vamos sentar um pouco", murmurou ele. Conduziu-a até um velho divã que guardava no porão e sentou-se ao lado dela. Cindy soube naquele instante que tudo ficaria bem e ficou excitada, com os seios subindo e descendo mais rápido. O medo de ir embora sem um beijo desapareceu.
Sua cabeça começou a girar com pensamentos de se entregar a esse homem, deixando-o se divertir com seu corpo. A proximidade dele a excitava e enviava pequenas ondas de prazer por todo o seu corpo vibrante.
Ela percebeu que o braço dele estava atrás dela e se inclinou um pouco em sua direção para indicar que ele poderia abraçá-la se quisesse. E ele quis.
“Você está ficando mais bonita a cada dia”, disse ele suavemente, e seu braço deslizou em volta dos ombros dela. “Tenho te visto crescer. Você não tem medo de mim, tem?”
"N-não", disse Cindy sem fôlego, desejando ardentemente sentir as mãos dele sobre ela. "Você sempre foi meu amigo."
“Hum, sim”, murmurou Fields. “Mas eu... bem, agora me sinto ainda mais à vontade com você. Sabe o que quero dizer?”
A língua rosada de Cindy deslizou pelos seus lábios macios. "Acho que sim", sussurrou ela. Seus seios se ergueram.
Foi a gota d'água. O homem deslizou a mão pelo ombro dela, por dentro do vestido. Cindy gemeu quando os dedos fortes dele roçaram um de seus seios nus e doloridos.
Ela ofegava suavemente enquanto ele acariciava lentamente a pele lisa e branca de seu seio. Ela estremeceu e arqueou as costas quando os dedos dele agarraram seu mamilo rosado e pulsante, provocando-o até que ficasse rígido.
A boca dele pressionou a orelha dela e ele a beijou com força. Então, sussurrou: "Estou louco por você, Cindy. Você sabe o que significa quando um homem está louco por você?"
Cindy fechou os olhos e soltou um suspiro de alívio. "Sim, sim", ela ofegou. "Você quer fazer sexo comigo."
A declaração dela o surpreendeu e o agradou ao mesmo tempo. Ele recuou a cabeça, apalpou o seio dela e fitou seus olhos semicerrados. Seu pênis ficou enorme dentro das calças.
“Então você não tem medo”, disse ele com veemência, amassando o seio dela.
"Não", disse Cindy fracamente.
De repente, a ficha caiu e a verdade o surpreendeu. Ele sorriu e disse: "Você gosta do que estou fazendo com o seu peito?"
Cindy pensou que ia gritar de tanta vontade de transar, mas se controlou e murmurou: "Sim, III — oh, Sr. Fields, faça o outro também."
Um rosnado baixo de desejo animal escapou do homem e ele enfiou a mão no outro seio dela, depois começou a apalpá-los. Cindy gemeu e um tremor percorreu seu corpo, que se contorcia em esforço.
Ela se entregou à mão grande e quente dele, que brincava com seus seios doloridos, enquanto uma onda de excitação e prazer inundava sua vagina. Ofegante, sem oferecer resistência, ela cedeu ao toque dele em seus seios, enquanto novas ondas de paixão a invadiam…
A mão livre do homem deslizou pela coxa dela, lentamente a princípio, testando sua reação. Quando Cindy gemeu e deixou as pernas se abrirem, ele grunhiu, e sua mão subiu com uma lentidão que torturava a garota excitada. Sua mão rastejou por baixo da barra do vestido curto e Cindy abriu as pernas ainda mais. As pontas dos dedos dele tocaram a maciez dos pelos pubianos dela, depois desceram lentamente até os lábios quentes da sua vagina.
Cindy prendeu a respiração quando o prazer perverso dos dedos trêmulos do homem acendeu um fogo ardente em sua vagina. Quando ele começou a acariciar seu clitóris rígido, seus olhos se fecharam e sua cabeça caiu para trás contra o ombro dele. Sua respiração acelerou e ela arqueou a vagina para que ele pudesse acariciá-la por completo. A umidade que escorria entre seus lábios vaginais se transformou em um fluxo intenso enquanto os dedos dele provocavam seu clitóris e orifício.
Ver a adolescente ofegante e se esfregando em sua mão deixou o homem louco de desejo. Ele enfiou seu grosso dedo médio em sua vagina suculenta e a preencheu completamente. Para sua surpresa, ela gozou imediatamente.
Cindy sentiu sua vagina inundar e gemeu alto enquanto um prazer intenso percorria seu corpo excitado.
"Ai, ai", ela ofegou, "é tão bom quando você faz isso."
Pelo mesmo motivo, a declaração dela o surpreendeu. "Você gosta disso, é?", perguntou ele, movendo o dedo para dentro e para fora da vagina molhada dela.
Cindy perdeu a voz enquanto sensações deliciosamente perversas percorriam sua vagina. Pequenos gorgolejos em sua garganta eram suas únicas respostas, e isso dizia muito ao homem. A vadiazinha estava esfregando sua buceta no dedo dele e gozando com grande prazer.
"Cristo", gemeu ele.
Cindy agarrou as mãos dele e puxou o dedo grande dele para dentro de sua vagina inquieta, acelerando os movimentos, sua respiração vindo em suspiros curtos e agudos. Ela tremia da cabeça aos pés, gozando intensamente, com um jato de líquido, enquanto o homem observava seu corpo se contorcendo e se debatendo.
Excitado por sua aparente sensualidade, ele começou a girar e torcer o dedo explorador em sua barriga ofegante, massageando ao mesmo tempo as paredes apertadas da vagina de Cindy.
Cindy soltou um suspiro alto, tremendo com o orgasmo. O dedo penetrante e giratório do homem provocava sua vagina, enviando ondas de fogo que percorriam seu ventre. A dor deliciosa do prazer tornou-se insuportável, e ela gemeu de alívio e amor.
Quando a violência do seu orgasmo cessou, ela desabou no divã em meio a uma névoa de prazer sensual, os olhos fechados em êxtase. Nada mais importava além do prazer alucinante de um homem adulto acariciando sua vagina molhada.
Ela sentiu a mão do Sr. Fields deixar seus seios firmes e deslizar até o zíper do vestido. Ele o abaixou lentamente, provocantemente. Ela sentiu a mão dele contra a pele nua de seu ombro, desabotoando o vestido na frente. Ela se remexeu no divã enquanto ele tirava o vestido completamente, revelando seu corpo. Então, ela estava nua.
A mão dele agarrou os seios dela novamente. O dedo molhado dele penetrou na vagina dela, fazendo-a se contorcer. Ela o ouviu gemer de prazer.
Murmurando algo baixo demais para ela ouvir, ele inclinou a cabeça para a frente e abocanhou um mamilo rosado entre os lábios e os dentes, começando a lambê-lo com a língua enquanto seu dedo entrava e saía de sua vagina. Cindy gemeu apaixonadamente.
Ele retirou o dedo molhado de sua vagina apertada e deslizou a mão ao redor dela. Ambas as mãos, quentes e pesadas, a ajudaram a deitar-se de bruços. Cindy gemeu de desejo ao sentir as costas contra a almofada.
Para sua surpresa, ele não pulou em cima dela e enfiou seu enorme pênis em sua vagina. Gemendo baixinho, ele beijou seus seios e os lambeu, depois beijou seu caminho através de seus pelos pubianos até chegar aos lábios de sua vagina.
Sua língua procurou o centro de sua virilha nua e se enrolou em seu orifício suculento. Suavemente, a ponta acariciou seu interior, atiçando o fogo em seu ventre tenso, enquanto Cindy gemia, se contorcia e brincava com os seios.
Fields estava completamente absorto em seu novo projeto: a vagina perfumada de Cindy Barnes. Mesmo enquanto a deliciava com sua linda vagina, ele não conseguia acreditar em sua sorte. Quantas vezes ele havia se masturbado no banheiro pensando naquela garota adorável! E agora ele estava chupando sua buceta!
Ele agarrou suas nádegas trêmulas e enfiou toda a sua língua em sua vagina contorcida. Como ela gostava! O jeito que Cindy gemia e se esfregava em sua vagina dizia que ela realmente gostava do que ele estava fazendo com ela. Seu pau pulsava entre as pernas agora.
Ele se perguntou se ela transaria com ele enquanto saboreava mais suco vaginal quente. Era evidente que ela não era virgem. Nem um pouco. Sua língua deslizava para dentro e para fora de sua vagina quente com facilidade, e Cindy se esfregava como se estivesse sendo fodida.
Será que consigo enfiar meu pauzão nessa buceta peluda?, ele se perguntou. Será que ela gritaria? Será que doeria? Ou será que ela já transa?
Ele pensou que só havia uma maneira de obter respostas. Tirou a língua ávida da vagina molhada dela e lambeu o caminho até seus seios ofegantes. Cindy os soltou e ronronou: "Ah, sim, chupe-os também."
Não era isso que ele pretendia fazer, mas não podia recusar uma oferta daquelas. Gemendo de desejo, ele devorou os seios dela, lambendo e chupando-os, mordiscando e roendo-os, até que Cindy estivesse gemendo de prazer.
“Cindy”, o homem ofegou, ardendo de desejo, “eu quero te foder. Por favor, não tenha medo. Eu só quero colocar meu pau na sua buceta e te foder um pouco. Vou ser gentil. Eu…”
"Oh, Sr. Fields", Cindy ofegou, "eu não tenho medo! Eu quero que você me foda! Nossa! Pensei que você nunca faria isso! Coloque seu pau em mim e me foda o quanto quiser! Minha buceta está louca por isso!"
Fields estremeceu de excitação. Aquilo era incrível, inacreditável, altamente improvável para um homem como ele. E, no entanto, ali estava aquela adolescente perfeitamente adorável, com seios firmes e vagina molhada, implorando pelo seu pênis! Incrível!
"Tire isso para fora", ofegou Cindy. "Tire seu pênis para fora e enfie em mim. Eu vou gostar."
Ele tentou abrir o zíper da calça. Cindy abriu as pernas. Tanto o homem quanto a mulher estavam loucos para transar.
"Cindy!" gritou sua mãe naquele instante.
"Jesus!" exclamou o Sr. Fields, com a voz embargada.
"Ai, não", lamentou Cindy. Havia tanta coisa que ela queria fazer com aquele homem! Ora, ela nem sequer tinha tido a chance de sentir o pênis dele. Será que era enorme? Molhado? Excitado?
Sem obter resposta da filha após mais algumas ligações, Alma Barnes gritou: "Sr. Fields?"
Fields levantou-se de um salto. Cindy agarrou o vestido e vestiu-o rapidamente. Virou-se de costas para o homem e ofegou: "Feche-me o zíper, rápido!"
Pouco tempo depois, um homem e uma menina saíram do porão e encontraram a Sra. Barnes junto à cerca, olhando em volta com uma expressão de preocupação.
“Bom dia, Alma”, cumprimentou Roger Fields. “Ah, aqui está você”, respondeu ela, ao ver a filha.
Cindy sorriu. "O Sr. Fields estava me mostrando algumas coisas."
“Quero que você vá à loja”, disse a mãe dela.
"Está bem, mãe", disse Cindy.
Ela entrou em casa e deixou a mãe conversando com o Sr. Fields. Ah, aquela vaca, pensou ela. Aquela vaca miserável e desprezível. Não é à toa que papai não gosta dela! Por que ela tinha que nos interromper? Droga!
Poucos minutos depois, com dinheiro e a lista de compras na mão, Cindy caminhou até o supermercado com os seios doloridos e a bunda empinada tremendo. Ela se sentia péssima.
Tudo estava indo tão bem no porão do Sr. Fields. Ele finalmente tinha tentado algo com ela. Ele queria enfiar o pau na buceta dela!
Cindy sentiu sua vagina ronronar entre as pernas enquanto atravessava a rua. Agora ele a tinha lambido! Aposto que ele teria comido minha vagina o dia todo se eu quisesse. Oh, por que minha mãe tinha que aparecer?
Ela entrou no mercado sorrindo porque dois rapazes mais velhos a haviam encarado e feito comentários maldosos. Enquanto caminhava pelos corredores com um carrinho de compras, ela se perguntava como seria ficar presa sozinha com dois caras como eles.
Seus pensamentos voltaram ao Sr. Fields quando ela estava no balcão de vegetais. Ela viu um pepino enorme e não pôde deixar de pensar no pênis do homem. Qualquer pênis masculino seria tão grande quanto aquele, pensou ela, com um arrepio de excitação percorrendo sua vagina.
Na fila do caixa, ela se sentiu um pouco melhor. Havia um consolo. O Sr. Fields estava sempre na loja ao lado. Ela sorriu para si mesma, muito certa de que ele não seria capaz de resistir à sua vagina agora que a havia lambido.
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