#Assédio #Bissexual #Gay #Teen

Vi meu amigo hétero tomando banho e tive que comer ele parte 3

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zJhon6474

Meu amigo perdeu a virgindade com uma mulher, mas logo depois eu chupei ele gostoso e fodi seu cu. Ele gozou dizendo que meu pau foi muito melhor que

Parte 1: /2026/05/conto-131360

Parte 2: /2026/05/conto-131258

Depois daquela noite intensa de sexta-feira, as coisas entre mim e Eduardo entraram numa fase estranha de tensão acumulada. Ele ainda tentava manter distância, ainda repetia pra si mesmo (e pra mim) que era hétero, mas a gente sabia que algo tinha mudado. Passaram-se quase duas semanas de provocações sutis minhas e de resistências dele. Eu provocava de leve — encostava “sem querer”, andava só de cueca pela casa, falava coisas no ouvido dele quando passava. Ele fugia, trancava a porta do quarto, respondia seco e tentava evitar ficar sozinho comigo na sala.

Até que numa quinta-feira à noite ele chegou em casa com um sorriso diferente, quase aliviado. Sentou no sofá ao meu lado, ligou o videogame e, depois de uns minutos em silêncio, soltou de repente:

— Jhon… eu fiz. Perdi a virgindade hoje.

Eu parei o que estava fazendo e olhei pra ele, levantando uma sobrancelha.

— Sério? Conta aí.

— Foi com a Juliana. Uma menina da minha turma na faculdade. A gente já vinha conversando há um tempo, saímos hoje, rolou um clima forte, fomos pra um motel… e aconteceu. Eu finalmente perdi a virgindade com uma mulher. Foi bom, mano. Gostei pra caralho. Eu sou hétero mesmo. Aquilo que rolou entre a gente foi só curiosidade, só uma fase. Agora tá resolvido.

Ele falou com empolgação, como se estivesse tentando convencer a si mesmo. Contou alguns detalhes vagos — que ela era bonita, que rolou bastante beijo, que ele conseguiu manter o pau duro o tempo todo e que gozou. Eu ouvi tudo em silêncio, sorrindo por dentro. Notei que ele evitava me olhar diretamente nos olhos enquanto falava, mexendo as mãos nervoso.

Na sexta à noite eu cheguei do treino mais cedo que o normal. O apê estava silencioso. Eduardo estava sentado no sofá jogando no notebook, de regata e bermuda, óculos no rosto. Assim que eu entrei na sala, tirei a camisa suada do treino e fiquei só de short. Sentei bem do lado dele, colando minha perna na dele. Ele ficou tenso na hora.

— Jhon… para. Eu já te falei. Eu perdi a virgindade com a Juliana. Eu gostei. Sou hétero de verdade agora.

Eu não respondi com palavras. Só coloquei a mão na coxa dele, apertando devagar. Eduardo tentou afastar minha mão imediatamente.

— Jhon, não… eu não quero. Eu já fiz com mulher. Para com isso, por favor.

Ignorei o pedido. Desci a mão e baixei o short dele de uma vez. O pau dele já estava meio duro, traidor como sempre. Eduardo tentou cobrir com as mãos, empurrando meu braço.

— Para! Eu não quero! Eu sou hétero, caralho! Eu fodi a Juliana ontem!

Afastei as mãos dele com firmeza e comecei a bater punheta devagar, apertando o pau rosadinho dele. Eduardo gemeu baixo, tentando fechar as pernas.

— Jhon… não… eu fiz com ela… foi bom… ahh… para de mexer…

Eu me ajoelhei entre as pernas dele, tirei o pau dele completamente pra fora e enfiei na boca de uma vez, chupando com fome. Eduardo deu um pulo no sofá, segurando minha cabeça com as duas mãos, tentando me empurrar.

— Não! Para! Eu não quero boquete seu… eu sou hétero… eu perdi a virgindade com a Juliana… ahhh… caralho…

Comecei a chupar com vontade, fundo, lambendo toda a extensão, sugando a cabeça inchada e passando a língua na fresta. Eduardo gemia, ainda tentando empurrar minha cabeça, mas as mãos dele estavam fracas.

— Jhon… para… eu fiz com mulher… foi bom… ahhh… porra… sua boca tá quente demais…

Eu chupei mais rápido, babando todo o pau dele, massageando as bolas com uma mão enquanto engolia fundo. Eduardo começou a mexer o quadril contra a vontade, gemendo cada vez mais alto, cabeça jogada pra trás.

— Ahh… merda… tá melhor… tá melhor que com a Juliana… caralho… não para… chupa mais…

Eu olhei pra cima enquanto chupava, vendo a cara dele cheia de conflito — vergonha, prazer e negação ao mesmo tempo. Continuei chupando com força, fazendo barulho molhado, babando bastante, engolindo até o fundo da garganta.

Eduardo gemia sem parar, as mãos agora segurando meus cabelos em vez de empurrar.

— Jhon… eu sou hétero… eu fodi a Juliana… mas sua boca… porra… tá muito melhor… não para… chupa gostoso…

Eu continuei ali, chupando ele com dedicação, sentindo o pau dele latejar na minha boca, sabendo que ele estava perdendo a batalha mais uma vez.

Eu continuei chupando ele com fome, engolindo fundo, fazendo barulho molhado e babando bastante no pau dele. Eduardo gemia cada vez mais alto, as mãos agora segurando meus cabelos em vez de empurrar. O conflito na cara dele era visível — ele ainda tentava resistir com palavras, mas o corpo traía completamente.

— Jhon… para… eu sou hétero… eu perdi a virgindade com a Juliana ontem… ahhh… caralho… sua boca tá sugando gostoso demais…

Eu tirei o pau dele da boca por um segundo, babando, e perguntei olhando nos olhos dele:

— Fala a verdade. Tá melhor que quando você fodeu a Juliana?

Eduardo ficou vermelho, respirando pesado, mas acabou murmurando envergonhado:

— Tá… tá melhor… muito melhor… não para… chupa mais…

Eu sorri e voltei a chupar com força, engolindo até o final, massageando as bolas e passando a língua na cabeça inchada. Eduardo começou a foder minha boca devagar, mexendo o quadril, gemendo sem controle.

— Porra… Jhon… sua boca é muito melhor que a boceta dela… ahhh… eu sou hétero… mas que delícia… chupa mais… não para…

Quanto mais eu chupava, mais ele perdia o controle. As mãos dele apertavam meus cabelos com força. De repente, ele segurou minha cabeça com as duas mãos e forçou meu rosto pra baixo, empurrando o pau todo pra dentro da minha garganta.

— Engole tudo… engole meu pau inteiro… — ele gemeu rouco, quase desesperado, forçando até meu nariz encostar na barriga dele.

Eu engasguei, saliva escorrendo pelos cantos da boca, mas ele não soltou. Segurou firme minha cabeça, fodendo minha garganta fundo.

— Isso… assim… ahhh… tá muito bom… não tira… eu vou gozar…

Eduardo começou a tremer, quadril mexendo rápido, fodendo minha boca com força. Os gemidos dele ficaram mais altos, quase desesperados.

— Jhon… eu sou hétero… mas sua boca tá me fazendo gozar… ahhh… vou gozar na sua boca… engole tudo!

Ele deu um gemido alto, segurou minha cabeça com toda força e gozou. Jatos grossos e quentes de porra explodiram direto na minha garganta. Ele me mantinha preso, pulsando, enchendo minha boca enquanto gemia:

— Engole… engole tudo… caralho… tá saindo tanto… melhor que com a Juliana… porra…

Eu engoli o máximo que consegui, sentindo o gosto forte dele. Só quando terminou de gozar ele soltou minha cabeça devagar. Eu tossi um pouco, saliva e porra escorrendo no queixo.

Eduardo estava ofegante, corpo mole no sofá, olhando pro teto com expressão de vergonha e prazer.

— Eu… eu perdi a virgindade com a Juliana… mas gozar na sua boca foi muito melhor… isso tá me fodendo a cabeça…

Ele ainda respirava pesado, pau latejando, claramente excitado de novo. A noite ainda não tinha acabado.

Eu limpei a boca com as costas da mão, ainda sentindo o gosto forte da porra dele na garganta. Meu pau de 18cm estava latejando, extremamente duro, e eu ainda não tinha gozado. Eduardo estava jogado no sofá, ofegante, óculos tortos, baba escorrendo no queixo.

Sem dizer nada, eu virei ele de quatro novamente, segurando firme os quadris tatuados. Eduardo soltou um gemido baixo quando sentiu meu pau roçando nele.

Cuspi bastante e passei no cuzinho dele, ainda sensível. Enfiei dois dedos, depois três, abrindo ele bem devagar. Ele gemia, empinando a bunda levemente.

Posicionei a cabeça grossa e empurrei devagar. Eduardo soltou um gemido longo quando eu comecei a entrar:

— Aaaahhh… caralho… tá grossa… tá enchendo tudo…

Meti centímetro por centímetro até enterrar os 18cm inteiros. Parei um pouco, sentindo ele pulsar forte em volta de mim. Depois comecei a socar devagar, tirando quase tudo e enfiando fundo novamente.

Eduardo gemia a cada estocada, o corpo tremendo. Aos poucos ele começou a rebolar contra mim.

— Ahh… Jhon… tá bom… vai mais fundo…

Aumentei o ritmo, metendo com mais força. O som molhado de pele batendo enchia a sala. Eduardo empinava a bunda pra trás, gemendo mais alto.

— Isso… assim… ahh… que delícia…

Segurei a cintura dele com mais força e comecei a socar fundo, batendo forte na próstata. Eduardo gemeu mais alto, rebolando com vontade.

— Me fode… me fode com força… porra… que delícia… soca mais fundo…

Eu meti mais forte, segurando os quadris e batendo com tudo. Eduardo empinava a bunda desesperado, gemendo sem parar.

— Isso… me fode gostoso… ahhh… tá tão bom… me arromba… não para…

Virei ele de lado, levantei uma perna alta e continuei socando enquanto olhava pro rosto dele. Bati punheta nele no mesmo ritmo. Eduardo gemia rouco, olhos semicerrados de prazer.

— Ahh… que delícia… me fode mais forte… assim… bate aí… porra…

Ele gozou forte, jorrando no próprio peito enquanto eu continuava metendo sem parar. Virei ele de quatro novamente, segurei os cabelos e socuei com tudo, rápido e fundo.

Eduardo empinava a bunda pra trás, rebolando como louco, gemendo alto:

— Me fode… me fode com força… que delícia… seu pau tá me matando de prazer… ahhh… mais fundo… me usa…

Meti sem piedade, batendo forte, sentindo o cuzinho dele apertar meu pau. Eduardo tremia inteiro, gemendo sem controle.

— Isso… assim… me enche… por favor… me enche de porra…

Eu segurei firme a cintura dele e meti bem fundo, rápido e forte, até não aguentar mais. Gozei jorrando porra quente e grossa bem no fundo do cuzinho dele, pulsando várias vezes, enchendo ele completamente. Porra escorreu pelas coxas dele quando eu tirei devagar.

Caímos exaustos no sofá, suados e ofegantes. Eduardo deitado de lado, porra escorrendo do cu, corpo marcado. Ele respirava pesado, ainda tremendo levemente.

Depois de um tempo, murmurou baixinho, voz rouca:

— Eu perdi a virgindade com a Juliana… mas isso aqui foi muito melhor… muito mais gostoso…

Ele não disse mais nada. Só ficou ali, respirando fundo, claramente viciado.

Fim

Obrigado por ler, não se esqueça de deixar um comentário dizendo o que acho e ideias de novas histórias e eu adapto pra histórias da minha vida.

Hoje em dia não tenho mais foto dele, nem de quando eu fodia ele, e também não tenho mais contato com ele. Então o que eu posso fazer agora é uma foto do meu pau:

20250822-152348

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