#Coroa #Incesto #Teen #Traições

Entre eu e minha mãe rolava tudo menos penetração (parte "final")

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Esfregador

Convenci minha mãe a transar "sem trair"

Minha relação com minha mãe continuou assim por meses, punhetas, esfregação, gozadas no rosto e por fora da buceta, banhos, todo tipo de safadeza, mas sem penetração. Vivíamos um ciclo: meu pai viajava, a gente fazia todo tipo de safadeza, ele voltava, ela se acabava de transar com ele, ele viajava, e assim seguia. No entanto, fui percebendo algo: ela ficava cada vez mais safada. No início ela demorava 1 semana para corresponder a meus avanços, era quando a saudade batia. Então reduziu pra dias, então ela começou a corresponder praticamente no instante em que ele saía. Ela começou a tomar a iniciativa também, no início demorava, mas chegou num ponto em que ela praticamente se jogava em mim assim que ele saía.

Ao invés de apagar o fogo dela, parecia que eu aumentava. Ela queria transar com meu pai cada vez mais e quando ele estava trabalhando (mas não viajando) ela vinha pra cima de mim. Ela ficava cada dia mais safada.

Enfim, uma vez ele estava viajando e eu estava em cima dela, os dois pelados, esfregando o pau nela, quando ela me mandou parar.

— Filho... A gente tem que parar com isso! No início tava me ajudando a matar a saudade do seu pai... Mas agora... — ela hesitou, envergonhada — Agora eu... Comecei a desejar você, filho. Tô com vontade de transar com você, mas não posso! Sou fiel a seu pai... E você é meu filho!

Até mesmo na época eu achei engraçado ela fazer esse drama diante de tudo que tínhamos feito, mas tentei entender o lado dela, e acabei lembrando de algo das aulas de história. Não lembro bem quem, mas era um conselheiro de algum rei que "traiu" ele sem saber, contando algum segredo para um amigo, sem saber que era um espião. Contei a história para ela e expliquei meu ponto de vista.

— Não acho que foi traição, foi só um erro. Traição requer intenção, desejo de trair ou agir pelas costas. Se eu meter sem sua permissão não é você quem está traindo o pai, sou eu que estou traindo sua confiança, igual naquela vez. Se entrar por acidente não é traição, nem sexo é, é só uma brincadeira que deu errado. Por exemplo, se não der para ver o que acontece lá embaixo, não dá nem para confirmar que entrou ou não! — eu disse, jogando um cobertor sobre nós e olhando nos olhos dela — Tipo assim. Se acabar entrando, não estamos vendo, não é traição!

Os olhos dela subitamente brilharam, cheios de alegria. Obviamente ela, uma mulher adulta, sabia que aquilo era sexo do mesmo jeito, e traição, mas ela queria alguma desculpa para trair o marido, dar pro filho, e não se sentir mal com isso... e encontrou!

— É verdade... Tem razão, pode se esfregar em mim, mas não deixa entrar, viu? — ela disse, com um sorriso safado no rosto.

Nisso eu levei a mão ao pau, sem olhar, alinhei com a entrada da buceta dela e "esfreguei". Minha cabeça deslizou direto para dentro dela de tão molhada que estava. Olhei nos olhos dela e perguntei, ofegante

— Entrou? Não, né?

— Não, meu amor, pode esfregar na mamãe sem medo! — ela disse, com um sorriso de safada.

Eu comecei a me mexer, metendo gostoso nela. Ela gemia alto e se tremia, mas até do que com meu pai. A expectativa, o prazer do proibido, tudo isso culminou em uma transa mágica e deliciosa. Nenhum de nós olhava para as partes, só nos olhos um do outro, com tesão e MUITO amor. Me inclinei para beijar a boca dela enquanto metia, nossos corpos suados se encontrando, enfim gozei fundo na buceta dela, beijando sua boca.

Cai ao seu lado, ofegante, fazendo o lençol cair. Nisso olhamos para a buceta dela, inchada, palpitando e vazando porra.

— Eita, acho que acabou entrando mesmo. — ela disse, com um olhar de satisfação.

A partir daí começamos a transar, sob dois pretextos: sexo "forçado" e sexo "acidental".

O "forçado" era minha iniciativa. Eu agarrava ela,metia ela falava "Para, não podemos, é errado" em tom de brincadeira mas não demonstrava nenhum tipo de resistência.

O sexo "acidental" geralmente partia dela. Ela ia pro quarto de toalha, montava em mim para "se esfregar" e caia sentada na pica, quicava até gozar.

Foi assim por um tempo, até que ela passou a ignorar as desculpas e simplesmente transar comigo, já não sentia mais vergonha ou culpa. A bem da verdade, eu comia ela mais do que meu pai. Eventualmente até a virgindade do cu dela eu tirei.

Nós ficamos nisso por 5 anos, paramos quando completei 20 e fui para outra cidade, mas infelizmente meu pai faleceu, anos depois, voltei a morar com ela e... Aconteceu de novo. Hoje continuo comendo ela, depois conto como foi essa reconexão sexual.

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