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Descobrindo que posso tudo com meu filho 25

4929 palavras | 8 |4.83
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Gui correndo na minha direção com aquele sorriso escancarado quando cruza seu olhar com o meu faz minhas pernas ficarem fracas. Não tem nada melhor no mundo que o seu filho correndo na sua direção com os braços abertos esperando ser recepcionado com o melhor dos abraços que só você sabe dar.

Me abaixo o suficiente pra encaixar ele no meu peito e levanto seu corpo usando muita força pra encaixar seu corpo no meu e abraçar por inteiro, porque é só assim que eu consigo matar a saudade desse moleque cheiroso. Ele ri, me beija o pescoço, gargalha com a minha barba arrastando em seu rosto, enlaça as pernas ao redor da minha barriga e alisa os cabelos da minha nuca com seus dedinhos carinhosos.

– Eu tava com tanta tanta tanta saudade, meu pequeno – digo sussurrando só pra ele.

– Eu queria tanto te ver logo papai – ele disse com a boca grudada na minha orelha.

– É mesmo? Queria tanto que veio até o paizão? Não dava pra esperar nem mais um diazinho? Eu já estava pronto pra ir embora, seu apressadinho.

– Aham. Não dava, não. Eu implorei pro papai Rodrigo, fiz manha, chorei e dei muito carinho nele pra conseguir viajar.

O “papai Rodrigo” que ele falou pareceu um poema naquela boca linda. O jeito de falar todo carinhoso e apaixonado enquanto me olhava no rosto e sorria todo vermelho enquanto eu o segurava no meu colo, a boca rosinha, os dentes perfeitos. Meu filho é um exemplo do que existe de mais belo no mundo. É inocente e impuro ao mesmo tempo, é limpo, mas quando me olhava eu vejo um vulcão em erupção nos seus olhos, é cheiroso feio um algodão doce, mas também exala algo que impregna meu nariz e me chama pra perversão. Eu estava começando a ficar excitado ali mesmo no meio da rua e ele nem sabia que chamar Rodrigo assim era algo que eu tinha concordado e adorado, mas devia imaginar que me deixava orgulhoso e excitado. Tanto que continuou a falar enquanto eu olhava Rodrigo se aproximando de nós lentamente com uma expressão sapeca.

– Carinho? – Perguntei intencionado ao meu filho.

– Aham, carinho. Ele disse que se eu fosse um bom garoto a gente podia ir ver o papai e andar de avião.

– O que é ser um bom garoto? – Perguntei de forma sensual no ouvido do meu filho. – É o que eu tô imaginando, seu safadinho?

Ele respondeu da mesma forma encostando os lábios na minha orelha e falando de um jeito muito doce e muito sem vergonha.

– Ser um bom garoto é deixar o papai Rodrigo botar o pinto dele bem fundo na minha bundinha e fazer aquela coisa que você pede.

– Empinar e morder o pau? – Perguntei já sorrindo para Rodrigo que estava muito perto de nós.

– Isso, pai! – Guilherme concordou eufórico. – Sabia que agora entra um montão? Eu aprendi, paizinho. Eu sou um bom garoto, consigo levar tudo na bundinha.

– Tudo? – Rodrigo perguntou quase abraçando a gente e Guilherme tomou um sustinho.

Ele tinha se aproximado rápido e deu pra ouvir uma parte importante da conversa.

– Tudo? – Eu perguntei alisando a bundinha dele em meu colo.

Nessa altura eu já estava duro e sentia que minha pica se desenhava inteira na calça na frente do hotel onde estava hospedado. Não só eu sofria com o tesão e uma pica babando na cueca, mas Rodrigo compartilhava desse sentimento comigo exibindo um volume tão gostoso e bruto que certamente poderia ser visto de longe. Guilherme se revirou em meu colo e com um sorriso pra lá de contente admirou os dois homens ao seu redor quase se abraçando para prender ele no meio. Não fosse por estarmos na rua deveríamos mesmo colar nele os dois juntos, mas ali era arriscado demais fazer isso. O pequeno me alisou o peito, o meu queixo, brincou com a minha barba e com uma mordidinha no lábio usou a sua voz mais infantil e manhosa para concordar com os seus dois pais.

– Agora eu aguento tudo, papai. Quer ver?

Lá em cima, no quarto, com as janelas abertas pra iluminar tudo e deixar escapar os gemidos que a boca gulosa do Guilherme me arrancava na mamada de joelhos ao pé da cama, perguntei ao meu parceiro o que tanto tinha feito nesses últimos dias. Rodrigo sorriu orgulhoso em pé na nossa frente. Já estava pelado, já tinha sido mamado ali e batia uma punheta apressada vendo seu mais novo filho todo curvado sobre minha virilha.

– Passa o dedo no cu desse putinho – me aconselhou. – Mas passa com gosto, fode ele com a mão pra ver se não entra uns dedos aí…

– Você alargou tudo?

– Eu fiz o que você parece não ter coragem de fazer.

– Tipo o quê? – Perguntei meio sabendo a resposta me esticando sentado na cama vendo meu filho matar a saudade que sentia da minha rola.

Dois dias antes, Dalton. Eu saí de casa com ele dois dias antes de embarcar. Você realmente não pensou nisso? Nem sequer passou pela sua cabeça? – Rodrigo tornava a punheta mais braba e eu não conseguia segurar meu gemido por causa da boca miudinha que se esforçava pra fazer caber tudo. – Eu fodi o nosso filho em todos os cômodos da casa que aluguei só pra gente. Meti tanto nesse cuzinho que agora você pode socar sua pica inteira que ele vai gemer fininho e pedir mais. Eu treinei nosso filho, Dalton. Não precisa ter medo de enterrar tudo, ele aguenta. Não tá vendo que o Gui nasceu pra isso?

O pequeno levantou a cabeça que eu apertava presa na minha virilha e ele nos olhou orgulhoso do trabalho que fazia na minha vara. A boca estava vermelha e já inchadinha de tanto mamar por longos minutos e uma linha grossa de babá escorria através do seu queixo, pescoço e peito macio. Depois de lamber os próprios lábios e se esticar pra alisar as duas picas bem na frente do rostinho suado, deu um beijo na pontinha de cada uma delas e pediu.

– O papai Rodrigo disse que você ia adorar ver meu cuzinho, a gente fez isso pra você. Não é pai? – Seus olhos brilharam quando ele pediu aprovação do meu parceiro.

– A gente tava com saudade, seu cretino. Não tá escrito na minha cara sem vergonha? Vai, come seu filho. Eu quero te assistir. Você dá um show quando maltrata nosso pequeno do jeito amoroso que só você sabe.

Rodrigo me transformou num animal quando disse isso olhando na minha cara segurando a sua pica melada. Gui deitou meu peito guiado por mim e empinou pra me mostrar que estava mesmo bem abertinho do jeito que eles tinham deixado. Roçando no meu peitoral molhado de suor ele me beijava e deixava que a minha língua ocupasse sua boca pequena inteira ao mesmo tempo que eu dava pancadas com minha pica bem no meio da bunda arreganhada. Rodrigo sentou nas minhas coxas e me masturbou enquanto ouvia meus gemidos saírem direto na boca do nosso filho, mas não demorou a segurar pela base com a firmeza que suas mãos tem e começar a enfiar a minha rola dentro do cu aberto da nossa cria deitada em meu colo. Primeiro a cabeça inteira e o pequeno já se esticou todo treinado, depois uma parte do couro todo duro e ele abriu a boca num gemido fino, bem putinho, e depois a pica sumiu pra dentro como num espetáculo de mágica.

– Porra, Gui… Filhão, eu tô todo dentro. Você tá levando tudo do papai. Caralho, que tesão isso. Você é foda – eu gemi altão na boca dele.

Não tinha como responder e se o fizesse sairia em forma de choro, porque o pequeno não falava e só gemia com a cara enfiada no meu pescoço suado.

– Eu disse, Dalton. Tá vendo? Eu esperei você sair fora pra treinar esse puto, mas agora é só curtir. Mete, vai. Bota pra dentro, deixa eu te ver socar no nosso menino.

E ouvindo o “papai, tá ardendo” que Gui se esforçava pra dizer todo choroso soquei tantas vezes que achei estar perto de gozar. Não achei que uma bunda tão apertada e tão pequena fosse capaz de aguentar aquele tanto de pau, mas ele estava aguentando, chorando é claro, mas não saiu e nem escapou da posição que deixa fácil socar gostoso. Quando eu gemia muito alto entregando que tinha porra no caminho, Rodrigo arrancava a minha vara da bunda esfolada e mete ele mesmo a sua pra dentro. Estoca no fundo a sua que é mais bruta que a minha e abre caminho pra eu meter cada vez mais confortável, cada vez mais forte e mais rápido.

É bom ter meu filho caído sobre meu peito como em muitas noites deitamos pra dormir, mas eu gosto de estar por cima dele metendo com suas coxas erguidas, e ele também gosta de ser comido assim. A gente gira na cama, Rodrigo vem pra perto do rosto dele e se ajoelha na altura certa pra sua pica esfregar a carinha sofrida enquanto encaixo e continuo metendo tão rápido e tão forte como só outro adulto aguentaria. Mas é meu filho ali embaixo de mim e ele sofre pra me aguentar, aperta os olhos e solta uns gritinhos que me preocupam. Alguém vai nos ouvir lá fora. Somos três, dois adultos, uma criança, e os gemidos se misturam parecendo que o quarto está sendo ocupado por uma multidão.

Como meu filho apertando seu corpo, machucando seus bracinhos e suas coxas, ele geme, sofre, choraminga e chega a tremer pra me tolerar.

– Nem uma buceta consegue ser mais macia que esse cu, meu amorzinho – digo entre uma metida e outra.

– Eu fiz um ótimo trabalho, não fiz? – Rodrigo se glorifica com a cabeça da pica encaixada na boca do nosso filho deitado embaixo do nosso corpo pesado. Ás vezes soca rápido e provoca um engasgado, mas tira e sorri vendo o quão vaso é com o filho.

– Você foi perfeito.

– Isso ficou bonito na sua boca. Repete aí, seu safado.

Eu gargalho de tesão com a pica inteira enfiada dentro do nosso garoto e chego mais perto da boca de Rodrigo pra falar. Nós dois estamos praticamente ajoelhados em cima do Gui, o pai Rodrigo na altura da cabeça pra conseguir ser mamado e eu com as duas perninhas levantadas pra conseguir meter de frango. Então eu repito para o deleite e tesão do meu parceiro.

– Você foi perfeito, seu pervertido do caralho. Você arrombou nosso filho e deixou ele pronto pra tomar meu leite todo dentro.

– Continua. Quero te ver gozar. Vai, não para agora. Vai mais fundo, isso, mais forte. Ta vendo essa carinha? Ele adora isso. Soca com força, você não sabe as atrocidades que fiz pra ele ficar assim.

– Como? Ai, caralho… Que bunda gostosa, Guilherme. Nossa, tá tudo dentro. Como conseguiu tão rápido?

– Eu acordei esse moleque todos os dias com a rola no cuzinho, metendo com cuspe, com lubrificante, com creminho. Todo dia, Dalton… Toda hora! Sabe o que é isso? Todo tempo livre eu tava lá rodando meu dedo dentro, alargando, chupando bem gostoso, fazendo ele sentar e ir pulando no meu colo, rebolando, levantando e mordendo minha rola com o anelzinho. E quando ele não aguentava mais sentar eu botava deitado, mas não deixava de meter. Tinha hora que eu só endurecia a pica e deixava dentro enquanto a gente assistia desenho pro cuzinho se acostumar a ficar relaxado.

– Você o mais puto, Rodrigo. – Falei gemendo alto.

– Cansei de guardar esse cuzinho todo bonitinho pra você. Tava na hora de fazer virar a bunda de uma vagabunda. A gente fez tudo encaixado igual bicho, Dalton. Fiz ele almoçar sentado na minha pica durona, os banhos eram assim, na hora de dormir a mesma coisa. Só dormiu com meu pai todinho dentro. Agora sente aí. Ta vendo? Dá pra notar? Pois é… Senão é o papai aqui, hein… Vai, rebola pra esse putinho sentir o paizão se matando de tesão dentro dele.

– Tá gostoso demais. Finalmente é o puto que a gente merece – respondi.

– Eu sou, pai – Guilherme gemeu de olhinhos fechamos e a boca ocupada.

– Não para, ele aguenta. Bota mais! – Rodrigo ordenou.

E enquanto obedecendo cavando a bunda abusada da minha criança me estico, toco a cintura suada e firme do meu parceiro e ele me beija daquele jeito babado que adoro. Tem bastante língua pra matar a saudade desse tipo de toque e tem muito gemido. Gui estaria feliz por ver nosso beijo se não estivesse de olhos fechados quase desmaiado embaixo. Ele está mole de tanto ser fodido por minha pica que não para de crescer e pulsar.

– Goza pro nosso menino, Dalton. Vai, molha esse cuzinho. Você não estava com saudade? Goza lá dentro pra eu ir depois. Quero usar sua porra, meu safado.

E ele não deixa de me beijar enquanto me esforço pra abocanhar os seus lábios e socar ainda mais forte. Não sei quanto meu filho aguenta, mas ver seu corpo inteiro entregue e mole pra mim me arrancou tanta porra que vazou imediatamente depois da gozada. Foi tanto leite que as coxas dele se melaram na hora e eu caí sobre seu corpo miúdo cobrindo tudo, fazendo ele desaparecer embaixo. Rodrigo fez o que eu pediria se conseguisse falar. Se arrastou pela cama, ergueu meu quadril o suficiente pra conseguir acessar a bunda do nosso filho por baixo do meu corpo e gozou metendo assim mesmo sentindo minha bunda roçar sua barriga.

Foi tanta porra misturada que o lençol branco do hotel ficou melado, estranhamente amarelado. Eu vinha guardando essa gozada para o meu filho por tantos dias que ela parecia mais apurada como um suco grosso e muito adoçado.

Ficamos nós três nesse longo final de semana do jeito que há um tempão sentíamos vontade. Não havia necessidade de roupa, mas eu adorava quando Rodrigo colocava uma cueca mais apertada e o seu ficava pau ficava visível de um jeito sedutor atraindo sempre os olhares mais apaixonados do nosso filho que não negava o desejo de pegar. A gente assistia televisão deitados na cama e a mãozinha dele ia alisando nossas coxas, uma de cada lado do seu corpo. A mão vai subindo e de repente se enfia pela nossa virilha e não resta outra coisa senão deixar ele mesmo tirar nossa vara pra fora deixando logo dura numa massagem deliciosa com sua mão infantil e macia. Transamos todas as vezes que sentimos vontade e isso não inclui sempre penetração, já que agora Guilherme consegue segurar nossa pica inteira dentro do rabo e isso faz com que seu corpo sinta mais intensamente o peso de dois homens enormes acabando com ele. Sempre que terminamos ele fica mole, choroso, ardido demais e é nossa missão cuidar do cuzinho que nos recebe tão bem.

No sábado descemos pra piscina do hotel e nem por um minuto nossa rolava parava de marcar na sunga. Era o menino encostar e lá estávamos com a mala pronta pra ser alisada escondido. Ainda ousamos em carregá-lo pro banheiro na intenção de uma mamada rápida na cabine. Se deliciou com as duas pirocas pingando por ele e brincou de tentar manter as duas cabeças dentro da boca, coisa impossível porque somos grandes demais para um menino tão delicado. Ele ri quando engasga, o olho avermelha imediatamente eu não consigo ignorar a cena tão gostosa de ver meu filho sofrer na pica do cara que ele adora chamar de…

1 Papai Rodrigo, isso é tão… Ai! – Ele geme fininho quando o cara segura ele no colo, enfia a língua na boca e me abre a bundinha pra mim que logo abraçando os dois.

– Isso é o quê, meu filho?

Deve ter gente lá fora da cabine e eu preciso sussurrar com uma mão agarrada a cintura do meu parceiro, com meu peitoral endurecido nas costas do meu filho preso entre nosso corpo e a outra mão cavando seu cuzinho delicado e arregaçado.

1 Isso é tão gostoso, papai – meu filho responde me vendo esticar o pescoço sobre seu ombro pra conseguir beijar a boca do seu outro pai. – Eu adoro quando você dá carinho pro papai Rodrigo. Eu gosto disso.

– É por isso que a gente te chama de filho, porque agora somos nós três, vai sobrar carinho de monte pra você. Gosta quando ficamos assim? – Rodrigo pergunta as vezes me beijando, as vezes falando.

– Eu adoro meus dois paizinhos – Gui diz contente.

– Agora abre esse bocão, deixa o pai Rodrigo beijar bem gostoso, deixa. Você adora quando a gente beija, né?

– Eu amo quando meus dois carinhas se beijam assim – concordo.

E os dois ficam de trocar saliva por longos minutos enquanto eu vou afundando meu dedo na bundinha molhada. As vezes levo meus dedos até os lábios de Rodrigo que lambe com muito gosto e chupa de um jeito brincalhão e extremamente sensual. Adoro quando ele abocanha e usa a língua não só pra lubrificar os dedos que estão comendo seu filho, mas também me manter excitado num nível ridiculamente perverso e imundo.

– Somos sujos demais quando nos juntamos – eu sussurro pra ele vendo meu filho, ainda preso entre nós, fechar os olhos e apertar os lábios sentindo meus dedos atolados no cuzinho.

– Eu até tentei não cair nessa putaria aqui, mas não tem como… Desde a primeira vez que eu vi o Gui só pensei em acabar com ele na pirocada. Eu sempre quis isso demais, você sabe disso.

– Eu conheço um homem que adora abusar – brinco rindo baixinho.

– Eu nunca vou saber como te agradecer por me deixar fazer parte. Esse moleque me faz tão feliz – fala me olhando sério e depois se estica pra tocar meus lábios com seus bem rapidinho.

– Só faz a gente feliz, isso basta.

– Eu tô tentando. Tudo que tenho feito é pra fazer meus dois putos felizes.

– E tá conseguindo – eu digo rápido.

Ele ri, me beija barulhento e puxa nosso menino para outro beijo molhado. Desse eu participo depois que eles curtem. Tem muita língua pra fora dos lábios, muita saliva, suspiros pesados e xingamentos ditos em segredo.

– Meu putinho pervertido.

– Não fala assim do nosso filho – brinco.

– Meu brinquedinho de prazer – ousa continuar.

Dou um tapa com força na bunda dele quando desço a mão em tom de repreensão, mas tudo vira tesão.

– Faz isso enquanto eu te pego de frango mais tarde, Dalton – Rodrigo fala abusado, convencido de que pode tudo.

Dito e feito. Deve ter sido uma cena curiosa dois homens saindo do banheiro com as pirocas duras nas sungas segurando a mão de uma criança ao meio com a boca vermelha e o corpo cheio de apertões. Mais tarde, no quarto, enquanto nosso filho assistia na beirada da cama, os dois pais se pegavam de frango como tinham se prometido lá embaixo. Ele metendo lento no meu cu até onde dava pra ir sem fazer arder até a minha alma e eu descia os tapas que ele pedia na bunda pra deixar marcado. Dava pra sentir a cmma movendo contra a parede e dava pra ouvir o barulho os pés no chão, mas ele não parava enquanto não me fizesse gemer como um macho na sua mão.

– Maldito gostoso da porra – eu gemi na cara dele.

– Eu como o filho de manhã e o pai de noitinha. Gosta da minha pica nesse cu? Fala pra mim. Fala alto, quero que seu filho escute essa putaria.

– Tua pica é perfeita, me faz mais macho quando fode minha bunda.

– Que jeito enviadado de falar. Fala direito, Dalton.

– Tua pica é gostosa demais, cara. – Eu repeti com os olhos fechamos e os dedos cravados no quadril largo fazendo ele forçar o corpo contra o meu.

– Vai, meu macho. Se abre pra mim, toma essa pica gostosa nesse cu.

– Ai, Rodrigo… ai caralho. Mete isso devagar, eu vou gozar. – Falei alto demais. Será que poderiam nos escutar dos outros quartos?

Falei tão alto que Guilherme tirou os olhos da tv e nos encarou com um jeito apaixonado. Rodrigo viu que éramos assistidos, empinou a bunda, encarou nosso filho e disse com sua voz mandona.

– Tá vendo, amorzinho? O papai fode você e ele, tá vendo como eu sou do caralho? Tenho força pra aguentar vocês dois o dia inteiro. O pai Rodrigo é fodão.

Ele falando e eu gozando grosso numa punheta e o cu cheio de pica melada.

– Tá vendo, filho? Eu como o papai igual como você. Ta vendo, meu amor? Ai, que delícia. Tá vendo, bebê?

E falando gozou em mim com tanta força que a pica foi expulsa e derramamos no lençol outra camada de porra amarelada. Rindo nos abraçamos, nos beijamos lento e deitamos por um tempo até nosso filho invejar o carinho e pedir pra entrar no meio.

Dormimos melados de porra e cheirando a sexo, acordamos amados por uma criança faminta não só de rola. Eu meio duro sentindo o peso da coxa de Rodrigo sobre a minha e ele ainda sem sinal de despertar, meu pequeno não estava por perto. Levantei, vesti um short sem me preocupar com a cueca e fui pro outro ambiente do quarto para ter a surpresa de encontrá-lo com a porta aberta conversando com um dos recepcionistas. Um garoto alto, pele queimada de sol, olho claro e bonito, corpo firme, mas nada musculoso. Estaria chutando muito por cima se dissesse que ele aparenta os 25 anos de idade.

Se limitou a ficar para lá da porta aberta enquanto meu filho, de cuequinha, o mantinha interessado na conversa que os dois tinham. Assustou quando me viu aparecer no ambiente e se arrumou completamente em vão porque deu pra ver que sua virilha guardava um volume delicioso. O meu também marcava meu short, mas eu estava no quarto, tinha acabado de acordar, não precisava me preocupar com isso. Ele era quem me devia uma explicação.

Cheguei por trás de Guilherme e propositalmente deixei meu volume roçar seu ombros quando ele me olhou e depois sorriu para o novo amigo.

– Aconteceu alguma coisa?

– Não, nada, senhor. Está tudo certo.

– Está? – Perguntei olhando o volume dele que ainda não abaixava.

Reclamaram de um barulho ontem à noite no quarto e fui obrigado a ver se estava tudo bem agora pela manhã pra não incomodar os senhores. Eu sei como é ter uma criança no quarto, é comum que o barulho acabe incomodando outros quartos.

Sorri, alisei a cabeça do meu filho entre nós dois agora entretido com os dois volumes e falei despreocupado, até sensual enquanto coçava a barriga e dava uma apertada no saco.

– Eu sempre peço ao Guilherme pra maneirar nas brincadeiras, mas esse menino é muito barulhento, adora uma bagunça.

– Deu pra ver que ele gosta mesmo – o carinha respondeu.

– Esse aqui me dá uma boa canseira.

– Deveria ser o contrário – ele disse. – Ia perguntar se ele aguenta.

O tom da fala dele já entregava o que tinha imaginado, até porque nossos gemidos nos últimos dois dias deixaram claro o que rolava ali dentro e o meu pau roçando as costas do meu próprio filho enquanto conversávamos era o ápice disso tudo.

– Você não sabe o quanto ele aguenta – respondi logo. – A cara não nega, né? Filho de peixe… – Ri sem precisar completar a frase.

Se ele não sacasse pelo tom da minha voz, teria sacado quando Rodrigo apareceu no ambiente coçando os olhos com a pica pendurada completamente dura entre as coxas grossas. Estava nu e atordoado. Ele nem sequer tinha prestado atenção se a porta estava aberta quando falou sonolento e sensual.

– Acham justo que eu acorde sem uma mamada no capricho?

Só depois que se deu conta e imediatamente saiu apressado fora dali com a cara mais vermelha do que já é. Eu ri, porque não tinha o que ser feito, Guilherme gargalhou, provavelmente já pensando na mamada que daria logo depois no seu pai e o carinha da recepção amassou seu pau por cima da calça babando na nossa relação. Desconcertado como qualquer um estaria o jovem tarado se despediu apressado se ajeitando e retomando a postura e me desejou um ótimo domingo.

Até o convidaria se eu não tivesse que apressar meus dois meninos. Em poucas horas eu tínhamos um voo de volta pra casa. Ao comprar as passagens para me ver Rodrigo se certificou de combinar as voltas e o cara é tão sortudo que deu tudo certo. Tínhamos passagens para o mesmo voo.

No banheiro nos três nos chupamos. Gulosos, molhados, gemendo grosso. Guilherme pediu pra ganhar mijada na cara e bebeu tanto que me preocupou, mas ele adorou e brincou o quanto pode com o suco amarelado do nosso pau. Também brincamos, porque não seria justo ele se divertir sozinho. Chupamos, eu e Rodrigo, ao mesmo tempo a bunda do nosso filho. As línguas brigavam por espaço enquanto cada um revezava na dedada. Nosso menino ria, tremia e suspirava. A gozada veio rápida e direto na cara do nosso pequeno. Melou o cabelo, a boquinha, os cílios e ele brincou com a textura do leite matinal.

Rodrigo não parava de nos admirar enquanto a gente se arrumava. As vezes chegava perto, me abraçava por trás roçando a boca na minha nuca e suspirava trocando beijos na minha pele como um macho apaixonado. Não sei como ele tem coragem de fazer isso comigo, mas eu adoro quando a sua rola encosta minha bunda por cima da calça e nosso filho nos admira de longe, igualmente amante do nosso carinho.

Trocamos, nós dois, um beijo no elevador e Guilherme ficou manhoso pedindo um também. Ele entendeu que as câmeras não podiam flagrar nosso namoro, porque sim, agora ele tem dois pais e ao mesmo tempo dois namorados. No Uber ele foi entre nossas coxas e nos alisava quase entregando que tipo de relação dois adultos tem com a criança delicada ao meio.

No avião sentamos distantes. Seria muita sorte ter um assento próximo ao meu, mas em casa caímos os três na cama e não demorou até que a gente iniciasse outra trepada. Nem fazia tanto tempo desde a última vez que lambemos o cuzinho do Gui no banheiro do hotel, mas lá estávamos outra vezes metendo o pau naquele moleque que cada vez mais pedia pra gente botar tudo. Cada vez que eu entrava e via meu pau atolado no meio das nádegas rosadas era como ter certeza de que eu jamais precisaria de outra coisa. Eu tinha meu filho e tinha um parceiro disposto a fazer todas as atrocidades com aquele corpo pequeno. Toda vez que dava espaço para Rodrigo meter e me acomodava na poltrona no canto do quarto assistindo a foda, tinha certeza de que amava aquele homem. Não precisava esconder, nem tinha motivos.

Enquanto mete o macho me olha, sorri, me lança beijos, se exibe cravando a pica, se orgulha em arrombar nosso moleque que com frequência cai no colchão fraco, sem forcas até para gemer e me faz viciar nessa imagem. Gosto de apreciar o estrago que a nossa pica faz, então sempre que ele cai cansado de lutar com nosso cacete vou com meus dedos pra sentir o buraquinho abusado e melado que vira o seu cu. Eu sei que terei isso para sempre, mas toda vez que transamos juntos guardo cenas na parte mais intocada do cérebro onde sei que ninguém terá acesso. Na minha cabeça seremos nós três para sempre.

Rodrigo, eu e nosso filho!

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8 Comentários

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  • Responder Adimy ID:g3jmh5zrb

    Só fica uma dúvida
    Onde entra a mãe dessa criança?
    Ela não desconfia?

    • Eu ID:1ed322qkxq9g

      Se o site fizesse um ranking, seus contos estariam sempre no topo, todos com notas altas e não é por acaso, pois realmente são muito detalhistas e exalam tesão. Parabéns e obrigado

  • Responder Sol ID:1e9dgpohcc99

    Mais um conto top . Eu gozo antes da metade kkk parabéns

  • Responder Edson ID:1e9j0ny7lbev

    Espero que continue. Ficou com uma cara de happy end!

    • Bundão ID:1dw3wfmicbfc

      Tive a mesma impressão

  • Responder Putinha ID:1cp9193yekvj

    Coloca mais gente fudendo esse novinho, ele virando um viciado em rolas

  • Responder Safadin ID:wc612n8l

    Mano que conto perfeito. Eu esperei tanto pelo resto do conto, eu gozei horrores.

    • Naldo ID:g3jgkh8rk

      Maravilhoso como sempre .
      Conte um.pouco mais deste amor entre Rodrigo e Dalton.