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Vi o comedor da minha rua fudendo um garotinho

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O que vou contar aconteceu quando eu tinha uns 13 anos. Nos anos 90.

Eu morava num bairro pobre de uma cidade do interior e próximo a casa da minha família tinha umas vilas de casas que terminavam num córrego.

Tinha duas pontes de madeira que que passavam por sobre o córrego. Uma das pontes dava acesso a um campinho de futebol e no final desse campo era um barranco, não tinha saída.

A outra ponte fazia ligação a uma fileira de bambuzal que ia da margem do córrego até o alto do barranco. Esse bambuzal delimitava a área do campo de futebol e do outro lado uma cerca de arame farpado de uma propriedade particular, onde não se podia entrar.

Era muito comum nos finais de tarde a molecada se reunir no campinho para jogar futebol.

Eu já tinha ouvido várias histórias sobre caras que levavam mulheres para comer neste local, pois diziam que lá era tranquilo, porque a moita de bambuzal servia de esconderijo e a visão era ampla e dava pra ver se chegasse alguém.

Já tinha escutado várias histórias de caras mais velhos que comiam os mais novos neste local também. Inclusive na minha rua tinha um cara de mais ou menos uns 18 anos que era gay assumido, o que naquela época era mais raro. E vários colegas meus da minha idade por volta dos 12, 13 e 14 anos já haviam comido esse cara.

Eu vivia dentro de casa. Tive uma educação rígida. Meu pai era evangélico e motorista de ônibus de linha. Estava sempre viajando e então eu e meus irmãos ficávamos sob os cuidados de minha mãe que era ainda mais brava e rígida que meu pai e não nos deixava nunca ir brincar nesse campinho.

Como eu disse, eu tinha 13 anos e eu tinha dois irmão mais velhos, um de 19 e um de 15.

Meu irmão de 19 anos já trabalhava fora nessa época e esse meu irmão de 15 estava numa fase de rebeldia e não estava querendo mais obedecer minha mãe. Era questionador e passou a sair escondido para jogar bola, andar de bicicleta e namorar.

Teve um dia que esse meu irmão de 15 anos saiu e demorou, era um final de tarde e minha mãe me mandou ir procurá-lo porque segundo ela o nosso vizinho tinha visto ele ir sentido ao campinho com outros meninos e com uma bola.

Desci então a vila até chegar ao campinho e de longe pude observar que a pelada já havia acabado e que os meninos já estavam indo embora, inclusive meu irmão.

Como eu não conhecia o local direito, acabei descendo pela vila errada e cheguei pela ponte que ficava mais próxima ao bambuzal.

Notei que todos os meninos se dirigiram para a outra pontezinha de madeira, menos dois.

Um dos que ficaram no campo era o Val, apelido de um dos caras mais bonitos da minha rua. Eu desde os 11 anos já sentia atração por garotos, embora ainda era virgem aos 13. Então eu já observava esse tal de Val, sempre que ele passava próximo a minha casa.

Ele era branco, cabelos lisos castanhos claros, tinha uns 17 anos, era muito popular, jogava bola, era pegador, as meninas eram todas doidas com ele. Todas as minha amigas já tinham beijado ou era loucas para beijá-lo.

Mas o que mais me chamava a atenção no Val era o volume que sua rola fazia nos seus shorts. Naquela época era muito comum shorts de nylon, tipo de jogador e também aquelas bermudas de tecido tipo calça de goleiro.

Era famoso nos anos 90 o tal do conjunto adidas, que era uma espécie de moleton, meio tipo tecido de calça de goleiro. E o Val tinha uma bermuda dessas na cor vermelha que parecia ser sua favorita, pois sempre a usava e deixava sua rola bem marcada. Eu ficava doido.

Val também ficou ainda mais famoso na minha rua, porque sua mãe trabalhava fora e sua irmã estudava a tarde e numa tarde ele havia arrumado uma namoradinha, e a levou pra casa dele pra comer a putinha e o irmão dela que já era adulto descobriu e teve o maior barraco. Deu até polícia, porque a menina era menor de idade. Mas como Val também era menor, acho que ficou por isso mesmo.

Já tinha ouvido comentários também, que Val gostava de comer um viado e que já havia farurado vários cuzinhos.

Voltando à cena do campinho, me chamou a atenção que Val ficou pra trás juntamente com um menino mais novo que eu, o Fabiano.

Fabiano era um menino de 11 anos, moreno claro, de família pobre. Morava pra cima da minha casa. Eu sempre o via passando na minha porta acompanhado da mãe, da avó e da irmã mais nova. E o que mais me chamava a atenção nele era que tinha uma bunda enorme, empinada, parecia bunda de mulher, aliás, era maior.

Seus shortes sempre entravam naquela bunda e ele tinha um shorte em especial de malha fininha que quando ele usava, dava a impressão até de estar sem cueca, pois entrava muito naquele rabão gostoso, que apesar de ter somente 11 aninhos, já despertava desejos. Eu já havia batido várias punhetas imaginhando comendo aquele rabo gostoso.

Bom, mas quando vi que sobraram Val e Fabiano no cantinho, fiquei muito curioso e me escondi no bambuzal já cheio de malícia, pois já estava escurecendo e não havia motivo para aqueles dois ficarem ali.

Num primeiro momento em que fiquei observando, eles ficaram treinando penaltis. O Val era o batedor e Fabiano era o goleiro. Eu não conseguia ouvir o que eles diziam, apenas os via e os observava.

Depois comecei a notar uma certa malícia de Val e aquilo me deixou doido de tesão. Toda vez que Val batia um penalti e Fabiano conseguia agarrar, o Val ia até ele e lhe abraçava e o jogava pra cima, como se estivesse o parabenizando por ter defendido.

Mas Val sempre o agarrava por trás antes de o jogar pra cima.

Nessa brincadeira de o jogar pra cima, eles caíram no chão rindo e Val iniciou uma lutinha, sendo que Fabiano tentava dominar Val inutilmente. Pensem, uma criança de 11 anos tentando derrubar um cara de 17 alto e forte. Nunca iria conseguir.

Numa dessas, Val derrubou Fabiano na grana e montou por cima dele, segurando seus braços. Fabiano se debatia e tentava se soltar inutilmente. Neste momento minha excitação aumentou, vi que Val estava se aproveitando da situação e sarrando descaradamente naquele rabo gostoso que eu tanto desejava.

De repente os dois ficaram estáticos, quando apareceram dois cães vira latas no campo, um correndo atrás do outro. Val simulando um certo medo dos cães que eram inofensivos, se levantou co Fabiano nos braços e veio correndo em direção ao bambuzal, pra perto de onde eu estava. Meu coração disparou.

Era como se ele tivesse dito ao Fabiano que os cães pudessem mordê-los e que deveriam se esconder para se proteger. Quando chegaram ao bambuzal, nem imaginavam que eu ou qualquer pessoa pudesse estar ali.

Já era por voltas das 18:00 horas, estava meio escuro e agora eu podia ouví-los.

Fiquei estático e respirando baixo para não me verem.

Então ouvi Val dizer assim: Fica quietinho aqui na minha frente Fabiano, vou te proteger dos cachorros.

Não sei se Fabiano sabia o que estava fazendo, se tinha malícia, se estava afim de tudo aquilo, mas ele ficou quietinho com o corpo encostado no corpo do Val.

Val então disse. Fabiano, lembra que eu prometi te ensinar a agarrar bem e que

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13 Comentários

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  • Responder Igor

    Foi mal pessoal. Houve algum erro. Foi publicado apenas uma parte

    • A

      De boas mano, so postar o completo q a gente perdoa rsrs

    • André Luis

      Mas e cadêa continuação???? o que está esperando para mandar o resto……

    • Marcos

      Vai posta o resto não?

  • Responder Faruck

    Contínua

  • Responder Bocage

    Tá de brincadeira, né retardado?

  • Responder Yudi

    Continuaaaaa

  • Responder luiz

    ta rfaltado Val comer os dois

  • Responder Vantuil OB

    Fiquei curioso. Continua

  • Responder Saulo Batista

    Continue vou esperar

  • Responder Anônimo2019

    Terminar um conto assim é broxante…

  • Responder Elias

    Ficou pela metade

  • Responder ???

    ué?