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Descobrindo as vantagens de morar com meu pai

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Fui morar com meu pai e descobri que poderia ser muito mais prazeroso do que eu estava imaginando…

Olá, meu nome é André, tenho 25 anos, sou nascido e criado no Rio de Janeiro. Meus pais são separados desde que eu tinha 7 anos, minha mãe, Solange, é professora e meu pai, Ronaldo, bancário. Há 8 anos meu pai se mudou para uma cidade no litoral do Estado, pois recebeu uma promoção e iria gerenciar uma agência do banco que ele trabalhava. Na época eu tinha 17 anos e estava no último ano do ensino médio e me preparando para entrar na faculdade. Assim que o ano acabou, conversei com meus pais, que mesmo sendo separados tinham uma relação muito amigável, e expliquei que ainda não tinha certeza da profissão que queria e tinha medo de escolher alguma coisa que fosse me arrepender e seria uma perda de tempo começar algo e parar. Então disse que preferiria tirar um ano sabático para me aprofundar nos cursos que me interessavam, conhece-los melhor e ter certeza de que seria algo que me agradasse de verdade. De início minha mãe pensou que eu fosse ficar parado sem querer estudar nunca mais, mesmo eu sendo um filho que nunca deu trabalho, como ela mesmo disse, era exatamente essa a preocupação, pois quando eu tinha que estar aprontando e sendo rebelde, nunca fiz, a preocupação era que eu tivesse uma rebeldia tardia.
Meu pai, sempre muito centrado, conversou com ela até que entramos em um consenso, eu não precisaria entra na faculdade de imediato, desde que eles vissem que eu realmente estivesse me aprofundando em conhecer e decidir o que seria melhor para o meu futuro, caso eles percebessem que eu estava fazendo corpo mole, seria matriculado por eles em qualquer curso, mesmo que não gostasse.
Eles ficaram felizes quando, com 6 meses, comuniquei que já havia tomado minha decisão, me inscrevi no ENEM pra tentar uma faculdade pública, consegui uma pontuação para o curso que eu queria em duas faculdades, uma ficava em outro Estado e a outra, por sorte, ou não, ficava na cidade vizinha a que meu pai morava. E apesar de gostar de novas experiências, preferi estudar na cidade próxima ao meu pai, o que seria melhor, pois poderia morar com ele e economizaria em aluguel e tudo mais.
No início do ano seguinte eu estava de mudança para a casa do meu pai, rumo à uma nova etapa da minha vida e muito feliz com o que poderia acontecer, mesmo não morando mais com minha mãe, estava a 3 horas da cidade do Rio de Janeiro e poderia visita-la quando quisesse.
Meu relacionamento com meu pai sempre foi muito próximo, ele no auge dos seus 48 anos, alto, com um corto parrudo, sem academia, apenas corria na orla, não tinha muito pelo, era solteiro e muito observado e admirado. Sempre conversávamos sobre tudo, e ele sempre lidou bem com o fato de eu ser gay, nunca me perguntou nada muito íntimo, mas também não me criticava ou apontava.
Minha rotina era casa e faculdade, estudava pela manhã, não saia, não fazia amigos, no máximo ia à praia quando dava e assistia um pornô e me masturbava. Meu pai trabalhava o dia inteiro e chegava em casa somente à noite e eu me encarreguei de fazer a comida para nós dois, mesmo ele dizendo que não havia necessidade, que poderíamos comer de pensão.
Já estava nessa de Casa X Faculdade X Casa há 4 meses e num sábado, meu pai saiu para correr pela manhã e eu fiquei em casa adiantando alguns trabalhos. Cerca de uma hora meia depois meu pai chega em casa com algumas cervejas, foi até o meu quarto me chamando:

Pai: “Filho, trouxe umas cervejas pra gente tomar, você precisa relaxar um pouco.”

Eu: “Olha, pai, eu não estava pensando nisso, mas agora que vi essas cervejas aí me dei conta de que estou precisando disso. Quem sabe até tomar um porre”

Ele riu, já abrindo a cerveja e me servindo um copo, brindamos e desceu maravilhosamente, não era verão, mas estava um dia quente. Meu pai já aproveitou o embalo, foi até o freezer e pegou algumas carnes para fazer um churrasco e foi assim nosso dia.
Já eram quase 18 horas, já estávamos alegres e soltos pela cerveja até que meu pai disse:

Pai: “André, você não arrumou nenhum namoradinho aqui, ainda?”

Me assustei com a pergunta, pois como falei, ele nunca se meteu nessa parte da minha vida, e percebendo meu espanto, logo engatou:

Pai: “Não precisa ficar assustado e nem com medo de conversar comigo sobre essas coisas, sou seu pai, mas também sei que todos sentem desejos e necessidades.”

Me tranquilizei um pouco e com a bebida na mente me soltei pra conversar o assunto com meu pai.

Eu: “Pai, pra falar a verdade estou evitando pensar nisso agora. Quero focar nos estudos, pelo menos agora no início,”

Pai: Mas não rola nem uma paquera? Ninguém na faculdade?

Eu: Tem uns carinhas bonitos, mas nada demais.

Pai: Tá, pelo menos, batendo punheta? Isso tem que está, não dá pra ficar tanto tempo sem gozar

Me assustei, novamente, com a pergunta, mas ele já foi logo falando

Pai: Não vem com essa cara, porque eu sei com funciona, eu também bato punheta quando fica difícil conseguir alguém.

Eu: Isso não tem como evitar, né?

Rimos, eu de vergonha e ele da minha cara. Nisso ele levantou pra ir ao banheiro e eu fui pegar mais cerveja.
Meu pai entrou no banheiro com a porta aberta e pude vê-lo mijando, um jato que saia com pressão, por conta da cerveja. Já tinha visto meu pai pelado, mas aquela situação foi diferente. Acredito que tenha sido um conjunto de coisas, meu tempo sem sexo, a conversa com ele dizendo que batinha punheta, a cerveja na mente, só sei que ali eu olhei diferente para o meu pai pela primeira vez.
Voltei para a cadeira que estava sentado, tentando não pensar no assunto, afinal era meu pai, e quando ele volta eu percebo um volume na sua bermuda, que ainda era a bermuda da corrida, dessas estilo jogador. Ele percebeu que eu tinha visto seu volume, mas também não comentou nada, mudou de assunto, começamos a conversar sobre outras coisas e quando a cerveja acabou, ele disse que iria tomar um banho pra relaxar e deitar um pouco. Concordei e disse que faria o mesmo.
Meu pai foi para o banheiro do seu quarto e eu fui para o banheiro social, que era praticamente meu banheiro, já que ele tinha o dele.
Quando entrei debaixo do chuveiro, não conseguia parar de pensar em toda aquela situação e imediatamente fiquei de pau duro, não tenho um pau grande, é na média com 17 cm, comecei uma punheta muito gostosa, imaginando meu pai fazendo o mesmo, imaginando como seria ele gozando, como seria a porra dele, aquilo foi tomando conta de mim e comecei a acelerar na punheta com uma respiração ofegante até que gozei, e tomado de tesão e cerveja soltei um gemido alto de prazer com uma das melhores punhetas que já havia tocado na vida.
Saí do banho, meu pai já estava em seu quarto de porta fechada, fui para o meu quarto e me joguei na cama, fiquei mexendo no celular e naquela noite, mesmo com tanta cerveja, não dormi de imediato. Na minha cabeça passava um turbilhão de coisas, arrependimentos e desejos, Era meu pai, mas era um homem muito desejável. Até que consegui dormir…

CONTINUA!

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3 Comentários

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  • Responder Djsafadin

    Nossa muito bom continua
    Quem quiser cvr cmg no telegram chama aí . @djandreribeirooficial.

    Queria ser um pai assim ou ser um filho com tesão.
    Alguém quer fazer cmg ??

  • Responder Nov

    Continua logo pff

  • Responder Carlos

    A primeira parte já empolgou! Que venha a sequência. Quem quiser conversar @Carloss41