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TLOU Universo alternativo

3030 palavras | 3 |5.00
Por

Já fazia uma semana desde a mordida e nada tinha mudado, eu não me transformei, a Marlene diz que talvez minha imunidade possa ajudar a encontrar a cura, mas pra isso eu preciso ser levada ao hospital dos vagalumes que fica bem longe. Marlene disse que conhece a pessoa certa para me levar até lá em segurança, espero que ele não seja um chato igual ao professor Dexter o ranzinza.
Depois de bastante tempo finalmente escuto passos e vozes, logo Marlene entrar acompanhada de um homem forte de estatura um pouco mais alto que maioria dos homens da zona de quarentena, ele tem alguns cabelos grisalhos é bem bonito para a idade dele.
– Então é essa pirralha que vou ter que levar? – pergunta olhando para a Marlene, essa que ignora a pergunta.

– Ellie este é o Joel e Joel esta é a Ellie –

– Marlene, tem certeza que esse velhote vai conseguir me levar? Parece que não duraria dois minutos em uma briga – falei irritada depois de ser chamada de pirralha.

– Ellie, Joel é a pessoa mais competente dessa zona de quarentena, e Joel ela é só uma garota não precisa ser tão duro com ela. Agora eu realmente gostaria de ficar mais o vagalumes estão com muitos problemas e eu tenho que resolvê-los. –

– Espero que esses problemas não me atrapalhem de receber a outra metade dos meus tickets. – disse com a voz grossa

– Tudo relacionado a Ellie já está pronto, só deixá-la no local certo e você vai receber o restante do pagamento. – Marlene se aproximou de mim e depositou o beijo na minha testa. – Você se cuida Ellie. –

– Você que tem que se cuidar Marlene, com todas as pessoas te caçando. – A cabeça da Marlene valia uma boa recompensa por ela ser a líder dos vagalumes.

Marlene com um último aceno sai do quarto, e agora sou só eu e o Joel.

– Então o que a gente faz agora? –
– Agora a gente espera até amanhecer, para sairmos, acho bom checar todas suas coisas você não vai querer deixar nada para trás.

Assim esperamos até que finalmente eu caí no sono, e tive um belo sonho com o guarda do portão, nós estávamos fazendo coisas bem quentes.

– Ellie levanta! – me acordou Joel jogando a minha mochila em cima de mim.

– Hey, você me machucou, lembra eu sou uma carga importante. –

– Pega suas coisas e vamos, quanto menos tempo perdermos melhor. –

Nós não saímos pela frente, nós usamos uma saída clandestina da zona de quarentena, era bem escura ainda bem que a Marlene me deu uma lanterna, o Joel também tinha uma, e assim começamos nossa jornada até o hospital dos vagalumes.

Os primeiros dias foram bem chatos o Joel não era muito de conversa, sempre bem sério, então eu decidi aprender a assobiar, era melhor do que todo esse silêncio.

– O que você tá fazendo?

– Tentando assobiar.

– É melhor parar, isso pode atraí infectados

– Mas é muito chato ficar nesse silêncio todo, você parece até um infectado só caminhando, na verdade os infectados pelo menos fazem barulho como se estivessem conversando.

Joel solta um longo suspiro, e então fala -O que você quer falar?

Não consigo conter um sorriso com essa vitória. – Onde você morava antes de tudo isso começar?

– Eu morava em Austin, depois disso mudei várias vezes de local, agora estou aqui.

– Você tem esposa?

– Não a minha esposa morreu alguns anos antes dessa infeção.

– E não tem ninguém esperando por você na zona de quarentena?

– Você é uma garotinha bem curiosa, mas não eu não tenho ninguém, sou melhor trabalhando sozinho, e você não vai deixar amigos ou família em Boston?

– Não Marlene é a única pessoa que me resta, ela era a melhor amiga da minha mãe.

– Sinto muito pela sua perda

– Tudo bem, minha mãe faleceu quando eu era vem pequena eu não lembro de muita coisa dela, mas ela me deixou isso. – falei mostrando o canivete.

– Isso é bom algo para se proteger, espero que você saiba usar isso.

Depois disso a conversa acabou, eu acabei tentando lembrar algo da minha infância, talvez assim eu pudesse lembrar da minha mãe.

E novamento os dias se passaram, já fazia mais de três semanas que Viajávamos juntos, Joel agora já era mais falante até ria das minhas piadas, o que já era um avanço, ele realmente por trás daquela máscara ranzinza era um cara bem legal. Em uma de nossas conversas eu descobri que ele tinha uma filha chamada Sarah e um irmão chamado Tommy, ele disse que os dois foram embora e o deixaram, e não entrou em mais detalhes, disse apenas que uma outra hora falaria o que aconteceu, já fazia uns dias que ele disse isso então talvez já fosse a outra hora.

– Hey Joel.

– Hmm

– Se lembra quando alguns dias atrás ia me dizer porque a sua filha e seu irmão foram embora?

– Muito delicada Ellie

– Delicadeza não é um dos meus fortes, e você prometeu que ia contar.

– Eu não prometi, eu disse que talvez depois eu contasse.

– Qual é Joel, você disse que ia contar

– Tudo bem. Foi três anos depois da infeção acontecer, eu a Sarah e o Tommy estávamos com algumas pessoas, vivíamos em grupo, preferimos ficar assim do que ir para uma zona de quarentena, o Tommy sempre ia caçar ele era o melhor nisso, e acabou que um dia ele começou a levar a Sarah junto pra que ela aprendesse com ele como caçar, e tudo estava bem até a Sarah começar a ficar mais rebelde comigo, mas o Tommy sempre apaziguava as brigas, as coisas continuavam as mesma até que por um acaso eu acabei descobrindo que toda essas caçadas, eram apenas desculpas para os dois treparem.

– O que?

– É eu também fiquei chocado quando descobri que meu próprio irmão tava comendo a minha filha, eles sabiam que eu tinha descoberto e então decidiram fugir, eu larguei o grupo também, e vim para a zona de quarentena em Boston.

– Você nem foi atrás deles?

– Eu pensei seriamente em fazer isso, mas o Tommy era muito bom na floresta, não adiantaria de nada, e depois com o tempo eu deixei de me importar com isso, sabe vivemos em um outro tipo de mundo agora, a Sarah abriu as pernas o Tommy fez o que qualquer homem faria, se fosse o contrário eu faria o mesmo, não tem nada pra se envergonhar.

– Você comeria sua filha?

– Ellie esse é um novo mundo, coisas assim devem ter acontecido várias vezes, um exemplo pode ser um pai e uma filha entram em um bunker, apenas os dois uma hora ele vai comer ela, é assim que as coisas são.

– Eu nunca vi nada disso acontecer.

– Nos próprios vagalumes tem um exemplo disso, uma garota chamada Riley, ela deve ter a tua idade, todos os homens vagalumes já fuderam ela, a Marlene sabe disso mas ela não se importa porque eles se divertem. O sexo é um dos únicos prazeres fácil de se ter nos dias de hoje, e a garotas estão começando cada vez mais cedo.

Depois disso um silêncio caí sobre nós, essa conversa me deu coisas para pensar, continuamos andando até o Joel resolver falar.

– Você nunca fez nada relacionado a sexo com alguém?

– Não, as regras dos dormitórios são bem rígidas, nós estudantes não podemos praticar esse ato.

– Besteira, vários soldados da zona comem as garotas da zona. Você nunca teve esses pensamentos de sexo com ninguém da zona?

Eu penso por um momento, antes de decidir mentir ou dizer a verdade, mas por fim decido ser sincera.

– Carter, o guarda do portão, eu sempre sonho com ele.

– Que tipo de sonho?

Eu posso sentir meu rosto esquentando antes de responder.

– Eu sonho que tenho que sair da zona então ele abre o portão para mim, e eu saio e ele me segue, depois de um tempo ele me sequestra e me leva para algum lugar e fazemos sexo, ou as vezes sonho que ele aparece no meu quarto, então eu levanto e vou pra cama esperar ele se deitar sobre mim e me penetrar.

– Ele é o único com quem você sonha?

– As vezes sonho com homens que não sem quem são, mas no fim sempre acabo fazendo sexo com eles.

– Viu só como isso agora é algo comum!?

– Acho que sim

Mais alguns minutos andamos em completo silêncio então Joel fala de novo.

– Ellie por que você nunca tentou nada com esse Carter, se gostava dele.

– Eu tinha vergonha dele me rejeitar.

– Homens não rejeitam garotinhas se oferecendo para eles.

– Eu não sabia dessas coisas Joel, achei que talvez ele me achasse imatura.

– Você perdeu a sua oportunidade, agora nós estamos indo para o Colorado um bucado longe de Boston, não tem como realizar seus sonhos com ele.

– Talvez eu volte para Boston logo logo, então Carter pode fazer todas as coisas que fazíamos nos sonhos.

– Provavelmente vocês fariam mais do que nos seus sonhos.

– Como assim?

– Carter não pode saí do posto dele, o único lugar em que ele poderia te comer seria na guarita, e você sabe que ele trabalha com mais três caras.

– Verdade.

Foi tudo que eu disse, não esperava que o Joel fosse tão descarado assim, para falar esse tipo de coisa com uma garota da minha idade, não que eu estivesse reclamando porque eu realmente gostei, e ele me fez pensar em oportunidades que perdi com o Carter e até alguns dos guardas legais comigo, se eu tivesse me oferecido para eles, talvez todos aqueles sonhos com homens me comendo poderiam ter acontecido, mas como eu deveria me oferecer, tipo abaixar as calças e pergunta se eles queriam me fuder, eu não teria coragem de fazer isso, talvez escrever o bilhete com sacanagem e um lugar marcado e esperar eles aparecerem lá. Tantas possibilidades mas agora não valia muito, já estou bem distante deles, quem sabe eu faço como essa Riley que o Joel falou que transa com todos os vagalumes.

Dois dias depois e essa conversa de sexo com o Joel não sai da minha cabeça, eu criei vários roteiros de como faria pra me oferecer pro homens que eu queria, agora não só o Carter mais vários caras que conheci na zona, até mesmo com o professor chato Dexter, no roteiro dele eu estaria fazendo uma prova, ao invés de colocar qualquer resposta na prova apenas escreveria sacanagens e diria que daria minha buceta em troca de uma nota melhor, então ele me levaria pra a sala vazia depois da aula e nós foderiamos de todos o jeitos então eu sairia com a bucetinha vermelhinha de tanto levar do professor. Só de pensar nisso já deixava minha bucetinha molhada.

– Ellie estou falando com você.

– O que aconteceu?

– Você parece no mundo da lua hoje.

– Só tava imaginando umas coisas.

– Coisas boas eu acho porque você tava com um risinho no rosto e mídia o lábio

Eu só sorri e continuamos andando. Continuando com os pensamentos de antes eu realmente não queria perder mais nenhuma oportunidade, e era bem óbvia uma que estava batendo na minha porta, eu tinha que ser corajosa e agarrar ela.

– Joel?

– Sim?

– Nós temos que procurar uma casa pra passa a noite agora.

– Ainda falta bastante pra anoitecer Ellie.

– Eu sei, mas nós não vamos só passar a noite. – falei reunindo toda a coragem que tinha, Joel apenas me olhou com uma sobrancelha arqueada. – Como você disse eu já perdi oportunidades não vou perder essa.

– Ellie você realmente tá me pedindo isso?

– Você disse que comeria sua própria filha, eu não sou ela mas eu quero que me coma. – eu não sei como consegui falar uma coisa assim

– Acho que vamos procurar uma casa livre de infectados e um bom quarto. – Ele falou com um sorriso no rosto, eu não pude evitar rir também, uma mistura de alegria e nervosismo tomou conta de mim.

– Vai doer muito quando você meter?

– Se você tiver bem excitada e relaxada não vai doer nada.

– Então o que eu faço, eu tô bem nervosa.

Ele me encarou por alguns segundos e disse.

– Tira a roupa.

– Aqui no meio da rua

– Qual o problema?

– Eu tenho vergonha, e se alguém vê?

– Se alguém vê vai achar que você é uma putinha que acabou de me dar, e é exatamente o que você vai fazer então qual o problema!?

– Você tem razão.

Comecei a tirar a roupa, e um calor subia sobre meu corpo ficar pelada na rua era muito exitante, agora entendi porquê dele mandar eu tirar a roupa, a cada passo minha bucetinha piscava como louca, Joel acho uma boa casa, trancamos as entradas com alguns móveis e subimos para o quarto, era um quarto com uma cama de casal boa o suficiente para levar vara, eu mais que depressa subi na cama e deitei com as pernas abertas. Joel começou a tirar a roupa até colocar aquele pauzão pra fora.

– Você foi uma boa garota Ellie e vai ganhar esse presentão. – ele falou segurando o Pau e esfregando nos meus lábios de baixo, deitando sobre mim, começou a dar chupões no meus peitinhos e pescoço, sem para de esfregar em baixo.

– Você tá tão molhadinha, vou colocar ok?

Eu apenas acenei com a cabeça, ele começou forçar a entrada botava forçava e parava até entrar a cabeça, começou a empurrar de pouco em pouco até que finalmente senti as bolas baterem de leve na minha bunda, me coloquei sobre os cotovelos e pude ver aquela tora inteira dentro da minha bucetinha, olhei para cima e o Joel tinha um olhar selvagem ele começou o vai e vem no ritmo lento enquanto nos encarávamos, eu podia sentir todo aquele pau quente e veiudo na minha bucetinha, era bem doloroso no começo mas agora com o vai e vem estava tão gostoso eu queria sentir isso para sempre. Joel começou a estocar mais rápido e duro me fazendo revirar os olhos de prazer, meus gemidos já estavam ficando altos então Joel me deu um beijo, meu primeiro beijo eu não sabia o que fazer e nem conseguia me concentrar enquanto o Joel me comia. Então ele parou.

– Não! continua Joel tá muito bom – falei prendendo minhas pernas na cintura dele impedindo ele de sair de dentro de mim.
– Só vamos mudar de posição minha putinha.

Permiti que ele saísse a contra gosto, então ele deitou ao meu lado, com o pau duro batendo na barriga.

– Vem, aprender a andar a cavalo – falou me fazendo levantar, eu sorri indo me sentar naquela vara, posicionei a cabeça na minha entradinha e fui descendo devagarinho, sentir ele bem fundo era tão doloroso e gostoso, Joel me incentivou a quicar e eu mais que depressa comecei, depois de um tempo eu fiquei um pouco cansada do esforço então o Joel me abraçou me apertando contra o peito dele, e me penetrando em uma velocidade que me fez ficar bamba e quase chorar de prazer, enquanto ele metia acabei gozando porém ele continuo metendo com vontade, minha buceta estava bem sensível.

– Tô quase lá Ellie. – falou parando as estocadas ao poucos e saindo de dentro de mim, eu não entendi ele ainda não tinha gozado. – Vem quero que você beba meu leite todinho.

Ele ficou de pé na cama direcionando o pau na minha boquinha, eu obviamente nunca tinha chupando ninguém então ele foi me dizendo como fazer um pouco depois senti aquela vara pulsar na minha boca e um jato de sêmen saí, não tinha um gosto bom mas me forcei a beber tudo, por fim o pau do Joel amoleceu e ele sentou do meu lado. Ficamos uns segundos calados até o Joel falar.

– Você foi muito bem Ellie, nem parecia que foi a primeira vez, acho que você nasceu com um dom pra coisa pirralha.

Sorri para o comentário dele, olhando para entre as minhas pernas era possível vê um filete de sangue grudado em uma delas.

– Até que você deu conta velhote – disse ficando de joelhos e empurrando o seu ombro. – Mas agora é sério, eu deveria ter feito sexo antes, é muito bom, cara eu quero que todos os homens me comam.

– A buceta é sua, se quiser dá pra um infectado o problema é seu.

– Eca, não Joel eu prefiro os humanos saudáveis… Você não tem nenhum amigo no caminho pra visitar? – brinquei

– Parece que um monstro insaciável foi criado.

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3 Comentários

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  • Responder Anônimo

    Vai continuar? Tá muito bom.

  • Responder Prof pervertido

    Delicia de conto. Merecia uma continuação

  • Responder Leitor

    Opa.. Seria uma boa ela dar para os infectados..
    Como ela é imune mesmo, não tem problema