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Meu vizinho Diego

2948 palavras | 3 |4.47
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Esse conto é o primeiro de uma sequência de três. Sem sexo nem oral nem penetração. È um conto logo se você não curtir essa tipo de conto não leia.

Meu nome é Jorge 34 anos, sou gerente bancário moro no interior do Mato Grosso, com a pandemia acabei sendo colocado em home office dia sim dia não. Sou solteiro e moro sozinho, na minha casa desde criança nunca teve muito pudor, a nudez sempre foi vista como normal, então depois que fui ser independente rara as vezes usava roupas em casa e também não tinha o costume de usar cueca mesmo fora de casa.Com o calor desgraçado que faz aqui eu gosto de nadar e como tenho minha piscina nado pelado mesmo, não tem prédios perto da minha casa então eu tinha total privacidade no meu quintal. Uma das casas ao lado estava para venda ou aluguel, até que um dia uma família se mudou pra lá, eram 4 integrantes mãe pai uma filha adolescente e um moleque, umas três semanas depois da mudança eles começaram uma obra para construir uma espécie de laje, logo percebi que pela altura eu iria perder muito da minha privacidade, já que eles teriam uma visão completa da área da piscina. Me incomodou um pouco mas eu percebi que eles tinham iniciado um muro, que ia tapar bastante da visão, a obra começou rápido eles construíram um telhado, bateram o chão, e começaram a subir o muro porém quando eles estavam na terceira carreira de tijolos a obra parou, dia após dia eu ia pegar minhas roupas no varal e não tinha evolução. Nesse meio tempo o garoto da família começou a brincar lá em cima, ele jogava bola, as vezes assistia alguma coisa no celular, e eu ficava lá tomando sol de sunga, algumas vezes eu peguei ele dando uma olhada, quando eu olhava ele virava a cara e fingia estar brincando, típico da idade. Um dia eu estava saindo do banho e escutei a campainha, quando perguntei quem era me responderam ´´É o Diego minha bola caiu É pedi um momento botei um calção de futebol e abri o portão, ele entrou estava descalço sem camisa e com short de dormir ainda, ficava acima da coxa. Ele foi correndo pegou a bola, agradeceu e foi embora. Depois desse dia toda vez que ele me via falava eu tio e acenava eu acenava de volta, o moleque era simpático. Até então não tinha maldado nada com ele e nem com moleque nenhum. Teve um dia que acabei meu banho de piscina me sequei tirei a sunga, enrolei a toalha na cintura, quando estava voltando para casa escutei um barulho de algo quebrando me assustei, e deixei a toalha cair, quando olhei pra trás o porra do moleque tinha chutado a bola e acertado um vaso, de planta eu virei pra de frente para ele ralhei e ele saiu correndo, depois eu peguei minha toalha e a bola e entreviu estava esperando o pai ou mão dele vim conversar comigo mas ninguém veio, depois de uns três dias eu cheguei do serviço ele estava me esperando sentando no meio fio, abri o vidro e ele me pediu desculpa e perguntou se eu podia devolver a bola dele que era nova e o pai dele ia brigar se sumisse. Eu mandei ele esperar e devolvi a bola, e mandei ele brincar com cuidado, ele falou que se algum dia eu quisesse eu podia pedir emprestado eu ri, o moleque tinha uma desenvoltura pra falar, não era bobinho estilo criança pirracenta eu falei com ele “qualquer dia fala com seus pais e suas irmãs pra poderem nadar”, ele perguntou se era sério e eu disse que sim. Mas logo me arrependi nunca gostei de proximidade com vizinhos dois dias depois, eu escuto tocar minha campainha era a mãe do garoto tinha me trago um bolo, e comentou que o Diego tinha contado o que aconteceu e que ela queria se desculpar eu levei numa boa, e o menino falou ´´Não é verdade que você me deixou nadar aqui?” A mãe do moleque ficou puta, dava pra ver pela cara dela, como eu tinha falado mesmo, eu falei que não tinha problema que eu estava de folga, era home office mas eu não quis dar detalhes, ela me disse que ele sabia nadar e qualquer problema podia mandar ele embora. O moleque já foi entrando eu ri, e ela foi embora. Aconteceu tudo tão rápido que eu nem tive tempo de processar quando vi tinha pegado meu computador e estava sentando a beira da piscina, percebi que o moleque estava enrolando pra entrar na piscina:
– Não vai entrar?
– To sem sunga!
– Vai na sua casa colocar ué?!
– Se eu for minha mãe vai me xingar e não vai deixar eu voltar, e que ela mandou eu não te pedir pra nadar.
– Nada de cueca então.
– Eu estou sem.
– Porra moleque tu não está ajudando.
– Entra de short. Ou nada pelado mesmo!
– Vou entrar de short pelado, eu tenho vergonha do meu pau.
– Porque?
– Porque seu pau tem cabelo e o meu não. Os meninos da minha escola disseram que você só vira homem quanto tem cabelo no saco.
– Como você sabe que meu saco é cabeludo?
– Naquele dia lá da bola, você deixou cair a toalha e eu vi.
Eu tinha ficado tão puto que tinha me esquecido disso, o Diego falava as coisas de maneira natural, bem sincero mesmo, então resolvi dar uma moral.
– O cabelo no saco vai crescer você ainda está novo. Seu pai não te falou isso?
– Falou. Ele disse que tem homem que tem muito cabelo no corpo todo, pouco cabelo e tem uns que tem só em umas partes, mas no saco sempre tem. Ele até raspa.
– Tá vendo daqui um tempo você vai raspar também.
– Porque você não raspa?
-Não curto, coça depois. Eu corto um pouco.
-Tipo cabelo? (Eu ri)
– Isso! Mano não comenta com ninguém o negocio da toalha não viu? Foi um acidente.
-Eu sei igual o vaso de planta.
Mano eu tinha até esquecido que o moleque tinha 11 anos só, ele era muito esperto. Relaxado mesmo. Ele resolveu entrar de short mesmo, o short era malha filha então molhado e moleque estava sem cueca, ficava marcando as duas poupas da bunda e entrando no reguinho, o tecido por estar molhado pesava e deixava o cofrinho aparecendo, o Diego era bonitinho, era pardo não era muito magro nem gordinho um meio termo, tamanho normal pra idade, olhos castanhos claros e cabelo preto com corte militar, a bundinha dele chamava muita atenção era empinadinha, chegava até a dar um volume no short. Quando me dei conta estava meia bomba, estava sem camisa e de short de dormir, estava sem meter desde o inicio da quarentena e a punheta já tinha perdido a graça, então nas ultimas semanas estava igual a adolescente, até o vento estava me deixando duro. Um tempo depois Diego saiu da piscina e ficou em pé secando do meu lado, ele era curioso para caralho perguntava do computador, do trabalho de tudo, quando ele comentou que meu braço era grande, eu comecei a achar diferente já que crianças geralmente não reparam esse tipo de coisa. Ele sempre perguntava ouvia a reposta e seguia de comentário, com os comentários do meu corpo ele comentou do pai.
– Meu pai malha mas ele não é forte igual você.
Eu não sou nenhum marombeiro, e nem estou entre os melhores da minha academia, um forte magro torneado. Imaginei que o comentário era só pelo moleque estar querendo falar alguma coisa. Do nada o moleque me solta:
– O pinto dele é maior que o seu, mas só um pouco.
Eu fiquei sem nem saber o que dizer, e só ri. Depois de um silêncio acho que ele ficou meio sem graça, ou achou que tinha ficado bravo, assim que ele secou foi embora. Eu fiquei uns dias sem ver ele, depois que ele foi embora fui tocar uma vendo um pornô mas toda hora vinha a imagem dele tirando o short do cu.Depois fiquei me sentindo culpado, mas só pensar não faz mal. Já tinha mais de uma semana que ele tinha ido lá em casa quando em um dia de home office eu vi ele, chutando a bola, eu perguntei se ele não iria vir mais, ele falou que ia perguntar a mãe e pouco depois estava lá na piscina. Nesse dia resolvi por uma sunga e abrir uma cerveja, o Diego estava com uma sunga preta, que na minha opinião estava muito pequeninha nele, nesse dia não tive dúvida que era a bundinha dele que me deixou e estava me deixando duro de novo, era carnudinha e muito empinadinha, e naquela sunga puta que pariu era quase obsceno, depois de umas três cervejas resolvi entrar na piscina, sentei na borda com os pés na água, do nada o Diego me solta:
– O cabelo no seu saco demorou a aparecer?
– Cara, seu pai não conversa com você sobre isso não?
– Sim, ele disse que ele já tinha 13 anos, quando começou e com 15 passou a ser muito. Mas eu queria saber se o de todo mundo é igual. Eu quero ficar que nem você e ele quando crescer.
Aqueles elogios do moleque estavam me deixando envaidecido. Me veio uma vontade de me exibir um pouco, levantei espreguicei, e fui pra de baixo da ducha, passei a mão no peitoral, braços, pernas, virei de costas pra ele, me exibindo mesmo, as vezes olhava de rabo de olho, e ele estava de olho, acabei ficando duro, fiquei de frente pra ele pra deixar ele ver a piroca fazer volume na sunga, e fiquei tomando a ducha de olho fechado pra ele poder ficar a vontade, quando abri o olho ele estava dentro da agua me olhando, tomei um susto quando a mãe foi chamar. Tampei a frente do meu corpo com a toalha enquanto ela me agradecia por ter recebido o moleque. Na hora de sair da piscina eu vi que ele estava meio curvado pra frente, tentando esconder o pinto duro. Vestiu o short rápido, e quando ele estava saindo eu falei que ele podia voltar daqui a dois dias na parte da tarde, porque eu não iria trabalhar. Eu fiquei com muito tesão, aquele dia, gozei duas vezes, tinha curtido muito me exibir pro moleque. Estava querendo ser mais ousado e ver, se ele ficasse sem graça ou desconfortável eu parava.
No dia que eu falei que ele podia ir lá pra casa, quando eu sai pra academia eu resolvi trocar a água da piscina, sabendo que ao chegar a piscina ainda não estaria cheia, eu cheguei da academia e pouco tempo depois o Diego chegou.
– Cara a água estava meio suja, tive que trocar vai demorar um pouco, se você quiser volta depois ou pode ficar ai.
Ele foi entrando, a primeira vez dentro da minha casa, antes ele ia só pra piscina direto. Resolvi começar tirei a camisa, e comentei que estava calor, ofereci uma bebida e sentei do lado dele pra beber, deixei a perna dele encostar da minha e o braço também, no inicio ele ficou meio sem graça, mas depois relaxou.
– Cara eu vou tomar um banho, fica a vontade.
Fui no quarto tirei a bermuda e fiquei só de cueca, toalha no ombro. Parei na sala e falei que se ele quisesse algo podia pegar na geladeira, ou em qualquer lugar, falei isso dando uma coçada no saco, e ele tentou disfarçar mas olhou o tempo todo. Entrei dentro do banheiro, abri bem a janela, deixei a porta entre aberta e a porta do box arreganhada, comecei a tomar o banho de bunda pra porta, pouco tempo depois:
– Oi, eu preciso fazer xixi.
Desliguei o chuveiro, fingi que não ouvi ele repetiu e eu mandei entrar.Virei de frente pro lado do vaso e comecei a secar o cabelo, pra ele ter a visão liberada da rola. Ele ficou um tempinho lá com o pinto na mão, e não saia nada, ai eu saquei que o garoto queria ver pica, então resolvi ir além.
– O Dieguinho, você fica falando mas seu pau, até que está grande mano. Na sua idade o meu era menor que o seu.
– Sério?
– Sério, se bobear já tem até cabelo.
– Não tem, eu passo a mão e não sinto nada.
– Quer passar a mão no meu pra ver como é?
– Eu já sei como é. Meu pai já deixou eu passar a mão antes de raspar.
-È mesmo? Que que tu achou?
– E meio estranho, arranha.
– È porque o do seu pai estava pequeno o meu está maior.
– Pode sentir, pra ver se é igual?
– Claro, brother.
Eu sai do box pus a toalha em volta do pescoço, parei em frente ele a cabecinha dele batia no meu umbigo. Ele veio com a mão e foi passando de leve a mão macia, começou meio tímido e foi passando de lá pra cá.Depois tirou, olhou pra mim e deu um sorriso. Meu pau até babou de tanto tesão e ficou muito duro, nos dois ali naquele banheiro quente pequeno, ele com aquela carinha de putinha, mão macia, eu fiquei louco. Ele falou:
-O do meu pai ficou duro também. Ai ele mandou eu sair.
– Você só precisa sair se quiser. Se quiser pode pegar mais pra ver como é.
Meu pau é normal, é mais grosso que grande 16cm, ele pegou bem no meio dele, a mão quase não fechou, eu gemi e ele largou, eu falei:
-Pode pegar se você quiser.
Dava pra ver que ele curtia mas não tinha muita intimidade com a rola, foi pegando meio sem jeito, tenho cabeça de cogumelo ele passou o polegar, apertava de levinho, passava a mão nos cabelos, me surpreendeu passando a mão nas bolas.
– Aqui tem menos cabelo.
– Não nasce tanto ai.
Ele tirou a mão. E olhou pro chão meio envergonhado.
– Cara não precisa ter vergonha, somos homens está de boa.Vai ser nosso segredo, ninguém precisa saber, e quando você quiser a gente para. Tudo o que você tem eu tenho.
Disse isso pegando de leve no pau dele por cima da bermuda.
– Você tem cabelo no saco e eu não.
Eu ri, o moleque não era bobo não.
– Deve até ter, você que não está sabendo olhar direito. Quer que eu olhe para você?
Ele disse que sim, e meio constrangido foi tirando a bermuda depois a sunga, eu ajoelhei na frente dele olhei por cima, na virilha e depois levantei o pau pra olhar no saco, era lisinho, eu coloquei a mão na lombar dele, e falei:
– Ainda não mas vamos olhando que qualquer dia aparece.
Ele ficou meio decepcionado mas concordou. Eu tava nem ai pro saco do pivete queria ver era a bundinha, dele. Então sai do banheiro com a rola duraça e ele veio atrás, sentei no sofá, ele passou por mim, a bundinha bem mais clarinha que ele, branquinha, pedindo rola. Eu sentei no sofá e abri bem as pernas, olhei para ele e sorri. Ele falou
-Você já tira leitinho?
Eu ri e falei:
-Já. Como você sabe disso?
-Uns meninos mais velhos me falaram na escola, e me mostraram no vídeo. Eu perguntei meu pai ele me explicou mas eu esqueci. Eu pedi pra ele me mostrar mas ele disse não.
Eu já estava suando nessa hora. O pau até pulsava de tesão.
– Olha se você quiser eu te mostro. Mas você tem mostrar uma coisa.
– O que?
– Sua bundinha.
– Porque?
– Quando você viu meu pau a primeira vez você gostou? (Ele acenou que sim) Quis ver de novo? (Acenou novamente) A mesma coisa com sua bundinha. Fica em pé aqui na minha frente. Ele levantou e aquela bundinha daquele garoto me deixou doido. Eu ajoelhei atrás dele deixei a rola com a baba de tesão sujar a bundinha dele na hora de abaixar, cheguei no ouvido dele e falei:
– Pega aqui! (Coloquei a mão quente dele na minha pica) Olha como sua bundinha me deixa. Pode pegar? (Ele concordou)
Eu fui passando a mão nas nadegas, de lá pra cá e ele dava uma suspirada, a putinha ia tomar pica mais cedo ou mais tarde.Apertava a bundinha, pus minha mão sobre a dele e comecei fazer o vai e vem devagarinho. Até que eu gozei gostoso em cima da bundinha dele. Eu espalhei bem a porra e mandei ele ir pro chuveiro. Ele ainda nadou até a mãe chamar, na hora de embora ele me perguntou que dia que eu podia olhar se ele já tinha nascido cabelo de novo.

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3 Comentários

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  • Responder Thiago B.

    Finalmente um conto bom! Adoro contos com essa temática e quando o autor não tem pressa de chegar no hardcore. São as brincadeiras que dão mais tesão. A parte do pai foi um bom toque. Já abre possibilidades pros capitulos futuros… Continua aí.

  • Responder .

    Muito bem, explorou bem o erotismo. Ansioso para o resto

  • Responder cheracu

    Foi bom. se nao fose conto cm vc falo poderia ate acreditaFoi bom. Se não fosse dito que e um conto, poderia acreditar