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Meu sogro me descobriu (3)

1122 palavras | 1 |4.59
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– Isso, isso. Que delícia! _ meu sogro ficava repetindo essas coisas no meu ouvido depois de eu ter gozado na sua mão.
Tinha sido a melhor gozada da minha vida, acho que até gemi alto quando aconteceu. E agora o meu sogro me acalmava.
Mas, então, eu me dei conta de que estava transando com o meu sogro, tinha gozado na mão dele e, por mais estranho que fosse, fiquei morrendo de vergonha. Queria sair correndo dali, mas não tinha como e por isso, acabei me deitando no banco, que era bem largo, e coloquei o braço nos meus olhos.
Meu sogro não fez nada, a princípio. Talvez estivesse pensando no que fazer ou apenas me dando um tempo pra que eu me recuperasse.
– Carlos, tá tudo bem?_ de repente falou. Eu não consegui responder.
De repente, sinto ele passar a mão pela minha barriga e logo em seguida beijá-la. Beijou algumas vezes e foi subindo: beijou o meu peito, cada mamilo meu e meu pescoço. Desse jeito, já tinha se deitado sobre mim e falou no meu ouvido:
– Tá tudo bem. Eu não vou contar pra ninguém, ninguém nunca vai saber. Você é lindo! Desde que a Vanessa te levou lá em casa, fiquei doido pra te ter nos meus braços. É a sua primeira vez, né? Eu queria comer esse lindo bumbum branquinho. Fico babando por ele desde que te vi de sunga na praia. Você quer? Você deixa?
– Sim. _ consegui falar, sentindo o meu pau endurecer de novo.
– Eu vou ser bastante carinhoso, não se preocupa.

Tirei o braço dos olhos e olhei para ele. Ele tinha um olhar tarado e doce, ao mesmo tempo. Depois daquele olhar, eu faria qualquer coisa que ele me pedisse naquele momento.
Ele se levantou e ficou de pé na minha frente exibindo o seu pau delicioso para que eu chupasse mais um pouco e foi o que fiz: voltei a sentar e chupar aquele pauzão grande e grosso com todo o tesão do mundo.
DE repente, ouço um grito forte do outro lado da sala e me lembro dos outros três homens. Eles devem ter visto tudo o que fizemos. Parei de chupar meu sogro e olhei para os homens e vi uma cena típica de filme pornô: um dos homens estava de quatro, enquanto um meti no cu dele e o outro metia o pau na sua boca. Mas ainda com a boca cheia, o homem dava uns gritos de vez em quando.
– Dói muito? _ perguntei pro meu sogro assustado, olhando por debaixo da sua barriga enorme.
Ele se abaixou, ficando de cócoras e falou bem perto do meu rosto, me fazendo carinho:
– No começo dói, mas depois melhora. O cuzinho se acostuma! _ piscou de um modo safado. _ E também depende de quem tá metendo. Não se preocupa, serei muito carinhoso com você, sua primeira vez vai ser inesquecível.
Eu assenti com a cabeça e me entreguei nas mãos dele. Ele fez eu me deitar de novo no banco, mas, dessa vez, de bruços para deixar a minha bunda livre pra ele.
Ele veio por cima de mim como quem vai fazer uma mensagem e começou a alisar as minhas costas. Eu podia ouvir a respiração dele ofegante enquanto fazia isso. Depois de um tempo, suas mãos desceram pra minha bunda, ele ficou alisando as minhas nádegas por um bom tempo.
– Que bunda gostosa que você tem! Não entendo como ninguém nunca tentou comer essa preciosidade.
Então ele começou a beijar as minhas nádegas com delicadeza e eu tava adorando aquilo. Até que ele abriu as bandas da minha bunda e passou o dedo no meu cuzinho. Eu gemi alto, quase gozei de novo. Ele então, passou a forçar o meu cuzinho com o dedo.
No início foi um pouco desconfortável sentir um invasor no meu cuzinho virgem, mas na medida em que ele ia colocando e tirando o incomodo ia embora. Depois ele colocou o segundo dedo e o terceiro. Confesso que tava doendo, mas eu queria continuar.
De repente ele me colocou de quatro e falou pra eu ter calma, relaxar, pois não iria me machucar. Fechei os olhos morrendo de medo e senti ele apontando o pau na porta do meu cuzinho. Sem demora, eu enfiou. Doeu muito, parecia que uma faca me cortava e não pude evitar um grito.
– Ta doendo, tá doendo.
– Calma, seu cuzinho vai se acostumar.
Depois de um tempo, ele enfiou o pau todo bem devagarinho. E a dor veio novamente.
– Tá doendo
– Você quer que eu pare?
– Não.
Aos poucos ele começou a se movimentar, tirando um pouco e enfiando um pouco. E foi ganhando velocidade. Cada estocada era uma dor horrível, mas eu não queria parar, queria ir até o fim na minha primeira vez.
Em determinado momento ele se debruçou sobre mim e sua boca alcançou os meus ouvidos e o meu pescoço. Ele me lambia e me beijava com todo o carinho, ainda falava coisas gentis e suaves, talvez pra compensar a dor que estava me fazendo sentir.
Sentir sua língua em minha nuca e todo o carinho de suas palavras era algo incrível e a dor que eu sentia no cuzinho foi diminuindo, até que eu sentisse apenas prazer.
– Que cuzinho delicioso! Não você é lindo e gostoso! Eu vou gozar e nunca mais vou me esquecer desse dia em toda a minha vida….e gozou gemendo bem alto.
Voltou a se sentar no banco, ofegante, tirou a camisinha e me puxou para perto dele. Viu que eu não tinha gozado de novo e voltou a me punhetar até que eu gozei mais uma vez.
– Você é uma delícia. _ e fechou os olhos. Olhei para toda a sala e os 3 homens tinham ido embora.
Do nada, voltei do transe sexual e eu percebi que tinha transado pela primeira vez depois de tanto desejar e foi incrível. Eu estava absurdamente feliz! Mas ao menos tempo, eu me lembrei de todo o sofrimento que havia passado até aquele momento na minha vida e não consegui evitar: comecei a chorar.
Ele abriu os olhos, me puxou para bem perto dele, me abraçou e coloquei a cabeça no seu peito e chorei como uma criança.
– Tá tudo bem, garoto. Pode chorar, é difícil, eu sei. Pode chorar.

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1 comentário

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  • Responder Tales

    Que legal seu conto eu tambem so consegui realizar meu sonho as 20 anos com o pai de um amigo fiquei dando para ele durante quase dois anos depois conheci um sobrinho dele com quem estou ate hoje