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Padrasto descobre que enteada de 9 anos está sendo comida pelo pai – 3 (chega!)

3963 palavras | 30 |4.44
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Padrasto reune um grupo de amigos para juntos alegrarem sua enteada que sentia falta do pai

———— Identidade Bourne é meu codinome ——————–
Parte final da História de Renato e sua enteada de 9 anos.
link da anterior: /2020/06/padrasto-descobre-que-enteada-de-9-anos-esta-sendo-comida-pelo-pai-2/
– sugestões nos comentários inseridas, valeu pelas dicas!
– História longa e com detalhes, se não curte, não leia
– Há mais personagens que a anterior
Valeu!

Sabado a noite, minha esposa ligou do hospital expliquei que estava tudo bem, ela conversou com Tayná na minha frente, e a garota disse que estava bem e já ia dormir. Eu fiz sinal de positivo pra ela, assim sua mãe ficaria mais tranquila.
Pedi pra Tayná subir, ir tomar banho e esperar no quarto dela que eu a chamaria quando estiver tudo pronto. Ela concordou parecia empolgada. Logo chegaram Henrique e seu amigo Humberto, que era recém formado médico, o cara parecia gente boa, ainda jovem, robusto, loiro e olhos claros, estava vestido meio social, entrou com uma pasta de trabalho. Já fiquei meio com ciúmes de Tayná decidir por um preferido.

Começamos a tomar cerveja, contei a situação e Humberto disse que existia uma condição em que a vulva desenvolvia exageradamente e apresentava uma saliencia, que muitas meninas ficavam com vergonha e se incomodavam. Eu contei que havia chamado um amigo meu do ginásio, expliquei que ele era de confiança, pois uma vez ele me confiou uma transa a três com a namorada dele, mas que ele viria só por curiosidade mesmo.

Tocou a campanhia, apertei o botão pra abrir o portão e esperei na porta enquanto os dois ficaram no sofá pra ver quem era esse tal de Montanha. Quando ele entrou houve um silêncio, o que eu não havia contado é que Montanha era grande, quase 2m de altura, mais de 100kg, treinava os caras pra competições. Ficaram meio implicante com ele mas depois viram o quanto ele era simpático.

Expliquei a todos que o objetivo era fazer minha enteada feliz. Então era para ela se divertir. Todos nós tiramos a roupa ficamos na sala coloquei um filme pornô na TV da sala, sem som. Tomamos no cerveja, relaxamos e assistimos até ficarmos com ereção.

Estávamos sentados nos sofás vendo um filme e brincando com nossos pênis. Pude ver que cada um tinha um tipo de pênis e Tayná poderia explicar qual que ela gostaria mais.

Tainá tinha ficado marcada pela imagem do pau do Henrique, que era grosso longo curvado e as bolas penduradas entre os pentelhos, o pau dele tinha bem definidos os contornos que mostravam bem anatomia de um pênis. Humberto tinha um penis praticamente cor de rosa, grosso roliço e reto pra frente, a cabeça era grande, vermelhona, e as bolas também eram pesadas, seu saco cor de rosa, já que ele era tudo branco e loiro, até seus cabelos pubianos eram levemente ruivos. Humberto tinha um corpo malhado mas não era exagerado, já eu tinha um corpo mais desenvolvido pra esportes, então eu não era ressaltado de músculos mas era forte, enquanto que o Henrique tinha um corpo longo, pouco peitoral mas tinha pernas grossas e desenvolvidas e pau grande. Montanha, bombado, exalava testosterona, estava peludo, era moreno escuro e no momento estava com a barba desenhada parecendo árabe. Corpo musculoso, coxas peludas e seu pênis também grande, com tonalidade mais escura, com pouco de pele.

Eu subi até a metade das escadas e gritei chamando Tayná, ela disse que já estava vindo, então desci e fiquei no sofá com os caras. Tainá viu todos nós pelados sentados e pernas apertas nos sofás e ficou meio tímida, eu disse que tudo bem poderia vir, ela veio bem devagar pé por pé, brincando no corrimão da escada. Comecei a falar pra ela quem era Montanha e Humberto, ela desceu e todos nós demos beijinho no rosto dela, estava uma situação muito excitante. Quatro homens de pau duro se exibindo para uma menina curiosa ficar contente.

Não colocamos ela sob pressão, ela foi ficando à vontade aos poucos, e reparava nos nossos membros. Eu disse pra ela que hoje tinha quatro bilaus pra ela brincar, tinha que medir pra ver qual era maior e qual era o preferido.

-Está tudo bem querida? – eu perguntei.

-Você está com vergonha da gente? – perguntou Henrique.

-Rique, não é verdade que você ainda não tem filha, só tem namorada? – eu puxei um assunto.

-Sim! Ninguém quer ser minha filha. – disse Henrique fazendo biquinho pra ela e pegando no seu pau,  ele era assim mesmo brincalhão.

Tayná ficou curiosa por Montanha, ela parecia impressionada com o tamanho dos músculos dele. Ela nunca tinha visto de perto e eu sabia que ela iria gostar. Ele então começou flexionar seu biceps dando risada, tentando brincar com ela.

-Pode por a mão se você quiser! – disse Montanha mostrando seu bíceps.

– Por que que é tão grande assim?- perguntou Tayná.

– É porque eu faço academia.

Ela foi se aproximando até que começou a tocar em seu bíceps, em seu peitoral e na sua barriga, ela se admirou quando ele puxou a pele do seu pau pra baixo revelando completamente cabeçona. Nós ficamos vibrando com a cena dela sentindo os quadriceps dele.

– Quer sentar no colo dele querida, ele é forte ele pega você e põe no colo.- eu queria que ela se soltasse mais, eu queria ver essa menina sentada no colo daquele bruta montes.

Ela balançou a cabeça tímida dizendo que sim, então ele a levantou e a sentou em sua coxa bem do lado do seu pau ereto curvava pra cima rente ao seu abdomem, nós podíamos ver o volume de sua Pepeka saltando pra fora da calcinha pequenina dela, que já mostrava estar molhada. Ele delicadamente pos a mãozinha dela sobre seu cacete.

Montanha deu um beijo em sua bochecha e a abraçou forte, ela deu uma risada tímida mas ficou sentada ali. Ele perguntou quantos anos ela tinha, ela disse que tinha nove anos e ela perguntou pra ele se ele tinha uma filha, ele disse que ainda não mas que queria ter uma filha igual a ela. Tayná gostava de ser admirada pelos homens.

Ela começou a manipular sua Pepeka, já estava excitada. Ela notou melhor o pênis do Humberto que sentava ao lado deles, e ficou curiosa por ele ser diferente, Humberto era branco quase cor de rosa, Montanha disse que ela podia ir pro colo de Humberto.

Ele abriu sua pasta e tirou um estetoscópio, dizendo que era médico, ela deu risada e pediu pra ouvir o coração dele com o estetoscópio, e assim eles ficaram amiguinhos. Humberto segurava seu pau duro pra ela ficar olhando, ela deu risada e disse que era bonitinho, tocando com o dedo a cabeça da rola dele.

– Agora tio Rique tá com ciúmes Tayná, o meu bilau vai chorar. – disse Henrique.

Como Henrique estava do lado de Humberto ele só pegou a mão dela e colocou no seu pau, e ela estava gostando de toda essa atenção,

-Tayná, por que que você não mostra também a sua Pepeka!- eu pedi apontando pra sua xaninha.-Hoje a gente vai fazer vitamina que você gosta!

Ela tirou seu sutiãzinho infantil a sua calcinha. Nós expressamos a nossa admiração. Nós quatro descemos pro carpete e ficamos de joelhos em volta dela.

Eu disse que Humberto era médico e que ia examinar a Pepeka dela. Ela sorrindo sentou-se e abriu as pernas, Humberto tirou da sua pasta uma lente de aumento, e pediu para que ela abrisse bem com os dedinhos. E com a lupa, nós pudemos ver em detalhes sua Pepeka que já estava inchada e molhada.
Coloquei ela sentada no sofá com as pernas pra cima enquanto nós examinamos os orifícios da garota, era muito tesão. Nós quatro começamos a discutir sobre a vulva dela.

Montanha estava quase querendo meter a boca e eu disse que ainda não, eu não sabia se seria bom a gente fazer isso. Humberto disse que já não fazia diferença e assim ficamos num impasse.

Percebi que Henrique estava de novo quase gozando, peguei um copo que eu já havia deixado perto e falei pra ele esporrar tudo dentro.

Ele pegou o copo e gozou tudo dentro, e mostrou pra ela que já tinha leite pra vitamina. E que viria mais. Ela sorriu e esticou a cabeça para ver melhor,  ele colocou perto do nariz dela pra ela cheirar, ela fez careta, e depois deixou em cima da mesinha da sala.

– Tayná! E agora? Qual bilau é o maior?? – eu disse pedindo a todos que se ficassem em pé um do lado do outro.
Ela se levantou e deu uma olhada geral, com cara de confusa.
– Não sei, tio!!!
– Então pega a régua na mesinha pra você descobrir! – eu disse apontando pra régua que eu já tinha deixado alí.
Ela pegou a régua da escola com um ar de professora, me mandou sentar no sofá, abri minha pernas pra expor mais o meu membtro, era a hora da verdade.
– Professorinha, primeiro você tem que bombar o bilau bastante! – eu disse oferencendo minha rôla pra ela.
Ela me punhetou até chegar ao auge, e comparou com a régua, com a mão eu fiz meu pau ficar totalmente reto pra medir.
– Vamos ver!! Quase 20cm e meio! – disse na diversão.
Ela se virou e apontou a régua pro Montanha, que rapidamente mostrou submissão e sentou-se de perna aberta.
– Sim professorinha, estou aqui!
Ela punhetou, ele ficava de boca aberta vendo aquilo, e pediu pra ir devagar, senão ia gozar, mas ela riu e judiou dele um pouco até sentir que estava duro como pedra.
– Ah hã! 21cm! – ela mandou a gente bater palmas.
Ela foi pro Humberto e deixou claro que ao pegar ele soube que era o mais grosso, com a cabeçona ressaltada, ela parecia intrigada com o formato cogumelo.
– É 19cm! – ela disse meio envergonhada, nós caímos na risada, e Humberto ficou vermelho.
Henrique já parecia mais excitado do que devia, abriu suas pernonas pra ela.
– Vem professorinha linda!
Ela punhetava ele, mas Henrique estava muito agitado de tesão.
– Calma! Senão vou parar! – disse Tayná com sua autoridade. – Segura ele reto tio!
Henrique ajudou a posicionar seu pau que estava curvado pra direta e ela pos a régua.
– Quase 22cm! – ela se admirou com a mão boquinha. – Mesmo tamanho do bilau do meu pai!
– Qual você acha mais bonito, Tayná? – eu perguntei com certeza de que seria o Henrique.
Ela timidamente me olhou e apontou pro Humberto. Então começamos a dizer juntos:
– Chupa, chupa!
Tayná riu e fez uma encenação de que estaria fazendo um favor, e foi até Humberto, que estava surpreso, com seus olhos azuis arregalados. Ela pegou no penis dele, parecia de brinquedo de tão rosa, acho que ela via a cabeça dele como uma nectarina, abriu toda sua boca que parecia salivar quando…. De repente a campanhia tocou!
Tudo parou e ficamos paralisados olhando um pra cara do outro, eu não estava esperando por ninguém. E agora já estavam batendo diretamente na porta. Como alguém entrou pelo portão?? Montanha pôs a mão da cabeça cochichando que ele esqueceu de verificar se o portão travou depois que entrou.

Vi pelo olho mágico e minhas pernas amoleceram, era Denilson, pai de Tayná. Mandei Tayná correr pro quarto e se vestir, todos no desespero começaram a se vestir, Denilson bate na porta de novo, eu grito “Já vai! ”

Abri a porta, eu devia estar pálido.

-Ei Denilson, você não ia viajar?- perguntei com minha voz tremendo de nervoso, quase gaguejando.

-Eu ia mas eu briguei com a mulher quando estávamos saindo, então nem acabei indo. Tentei ligar no celular pra dizer que eu estava vindo pegar Tayná.

Denilson esticou sua cabeça e viu mais três homens sentados no sofá e algumas garrafas de cerveja em volta.

– Ah, você está recebendo amigos? Não quis atrapalhar.

Eu precisava subir para conversar com Taiyná e não podia deixá-lo ali na porta em pé. Então pedi para ele entrar e esperar na sala. Nós todos estávamos muito nervosos. Denilson tinha uma presença intimidade de ar sério, com seus ombros altos e o queixo pra frente, cabelo tipo militar. Ele entrou e começou a se apresentar para os caras, mas o que nós não percebemos é que a TV ainda estava ligada com o filme pornô em pausa. Denilson viu e se assustou.

– Que porra é essa?

Tayná ouviu sua voz e veio correndo descendo as escadas com sua calcinha mal colocada e seu sutiãzinho infantil torto.

– Então você mentiu para mim, você disse que ia viajar com sua namorada!! Você me enganou!- ela gritou furiosa para na frente dele.

– Filha, por que que você está vestida assim?

– É por que você não quis mais brincar comigo, só quer ela! Mentiu pra mim, agora eles estão brincando comigo! – ela correu e se sentou no colo de Montanha, abraçando seu pescoço. Montanha ficou sem reação. Tayná pos a mão por cima da calça dele agarrando sua rôla. Ela queria mesmo se vingar do pai.

Eu bati a porta, girei a chave e me dirigi a Denilson:

– Eu sei de tudo, ok! Sei o que você anda fazendo com ela, e é melhor você não dar um de louco, porque isso vai dar maior BO!

– Tá doido brother? Que papo é esse? O que vocês estão fazendo com minha filha?

Ele se voltou para a Tayná chamando ela para vir com ele.

– O que que você disse pra eles Tayná?

Eu chamei Denilson pra um canto. Disse que estava tudo tranquilo, que eu sabia como ela provocava, nós não tocamos nela, só estavamos distraindo porque ela estava inconformada.  Depois de ver que não havia mais jeito de esconder, Denilson confessou que ela era ninfomaniaca e não conseguia escapar, até pediu ajuda de um amigo para saciar Tayná. Eu explique que eramos todos homens e entendemos. E não faríamos nada que ela não quisesse. Mas tive que contar que deixei ela me chupar porque ela sentia falta dele, ele se incomodou e resmungou dizendo que ela não tinha limites mesmo. Eu o mandei relaxar, mas Tayná parecia não querer ir com ele.

Voltamos a atenção pros sofás e Tayná já rebolava no colo de Henrique para provocar seu pai.

-Pai, tio Rique tem bilau parecido com o seu!

Denilson sentou-se na poltrona, e a puxou para sentar em seu colo.

– Alguém aqui te machucou filha?

– Não pai! Nos estamos brincando! – ela tentou abrir a calça dele.

– Não filha, para com isso!

– Ah Pai ,  brinca também!

Apaguei a luz da sala, deixando abajur e toquei o pornô. Pus uma lata de cerveja na mão de Denilson.

– Mas você disse que tava braba comigo, filha!

– Eu sei, por isso que agora você tem que brincar com minha pepeka e eu com seu bilau!

Denilson olhou pra gente com cara de que não tinha outro jeito, desceu ela do colo dele, abriu suas calças e baixou tudo expondo seu cacete pra garota, e ela começou a conversar com o membro dele, nós ficamos encantados pela paixão que ela tinha pelo penis do pai, em poucos minutos ela já estava mamando e Denilson fazendo carinho em seu rosto. Ele ficava só imóvel deixando ela fazer tudo, ela subiu no sofá esfregou o pau dele na sua pepeka, e com praticidade sentou-se sobre ele fazendo o cacete sumir em sua pepeka.

– Filha, vai com calma! Essa menina tem um fogo impossível!

Nós ainda não sabiamos o que podíamos fazer, mas ainda assim tiramos o pau pra fora e aos poucos fomos baixando nossas calças.

-Você gostou de mamar no tio Renato filha?

-Sim pai! Ele disse que hoje tem vitamina!

-Deixa o papai ver você mamar nele, deixa?

Por essa eu não esperava. Denilson puxou ela do pau dele e a pos de quarto pra me mamar, ele estava fissurado pela cena de sua filhinha mamar outro homem, ela rebolava e esfregava sua propria boceta.

-Filha, deixa papai ver ele por o bilau na sua pepeka? – Denilson se referiu a Montanha que estava com pau já babando e fungando do lado deles.

-Simmm ! Pai ele me levantou só com um braço!

Montanha arrancou toda sua roupa e chegou por trás com respeito e Denilson abriu a boceta da filha oferecendo a ele.

-Pode deixar, vou ter cuidado! – disse Montanha tomando sua posição atrás dela com suas mãos que cobriam as nádegas de Tayná.

Denilson ficou ao lado controlando e observando Montanha, um monstro musculoso com cara de árabe,  engatando sua tora na xaninha carnuda de sua garotinha taradinha. Tayná ficou possuída por tesão e pediu pra ele erguer ela de novo.

Ele ficou em pé, levantou ela pela cinturinha e engatou seu pau escuro na bocetinha rosa da menina. Com uma mão só ele bombava a bundinha dela no seu cacete. Denilson pediu pra passar ela pro Humberto. Montanha a ergueu chupou seus mamilos e a passou pra Humberto como se fosse uma boneca, ele a pegou com suas perninhas pra cima e encaixou ela em sua rola, enquanto ela ficava agarrada no pescoço dele.

-Pode fazer mais forte, senão ela não cansa! – pediu Denilson, com seu tom sério e se punhetando.

Eu interrompi e pedi ao pai dela se podíamos chupar a pepeka primeiro, antes que alguém acabe gozando dentro. Ele concordou mas quis mostrar como que ela gostava de ser chupada. Limpei a mesinha se centro, forramos com travesseiro e colocamos ela de pernas pra cima, Denilson tirou toda sua roupa e caiu de boca fazendo Tayná se espernear de prazer, baixei e vi bem de perto como ele fazia com a língua, ele me mandou olhar mais de perto, fiquei cara a cara com ele vendo a lingua mexer na boceta dela, eu até senti o bafo dele misturado com o odor, me deu mais tesão, depois de chupar mais e me ofereceu, ajudando a segurar a perna dela, por um segundo eu travei em ver que ele tinha babado tudo alí, mas sabendo que o pai me estava dando a boceta pro padrasto me fez ter mais tesão, me senti beijando uma boca carnuda, uma delícia, cheirando xaninha novinha,  assim eu mostrei pra Henrique, e assim passamos um pro outro.

Henrique era muito cara de pau e não se conteve:

-Deixa eu comer o cuzinho dela bro! – ele pede a Denilson.

-Só se ela quiser, porque acho que ela não aguenta! – o pai dela respondeu com o mesmo tom serio, mas não parecia estar irritado.

Henrique agachou do lado da mesinha pra ficar cara a cara com Tayná e pediu se podia por o bilauzão no buraquinho do bumbum dela.

Ela hesitou, disse que não ia caber, mas Henrique insistiu carinhosamente, falou que o bilau dele queria entrar ali, porque o dela era especial. Ela então concordou, muito faceira. Denilson segurou as pernas dela pro alto, incentivando Tayná, dizendo que ela era corajosa. Peguei tudo que podia usar como lubrificante e começamos uma saga! Foi depois de horas que Henrique conseguiu por a metade. Quando ela dizia que doía seu pai a incentivava e beijava na sua boca . Eu estava chupando um peitinho dela! Humberto no outro. Denilson estava enlouquecendo de ver o marmanjo enterrando rola no cuzinho da filhinha. Fui pra perto pra olhar, o cu dela estava todo babado, lubrificado e Henrique tentava empurrar mais pra dentro a pedido do pai, vendo que Tayná já estava sofrendo Denilson disse que chega, e Henrique começou a tirar seus 22cm pra fora dela lentamente, eu não podia chamar mais de cuzinho, o anus dela fez um bico enorme pra fora a medida que o pau ia saindo até centimetro por centímetro. O orifício dela ficou com lábios pra fora, e um buraco dilatado, vi que o anel tentava piscar e os lábios não voltaram pra dentro . Henrique limpou seu cacete com orgulho e um sorrisão no rosto. Denilson disse que ela já estava cansada, era hora de terminar.

Colocamos ela sentada pra ver a gente gozar no copo pra fazer sua vitamina, ela parecia estar com o cuzinho doendo. Denilson pediu e ela abriu e exibiu sua boceta surrada, molhada, aberta e inchada, logo abaixo o cu dela parecendo uma flor roxa, que piscava com dificuldade. Assim gozamos um de cada vez no copo. Eu mostrei o copo pro Denilson que era a vez de ele gozar e era dele o papel de pai, quem deveria ir na cozinha e bater no liquidificador leite e bananas, preparados na mesa. Mostrei o caminho a ele e me voltei pra dar as últimas lambidas na pepeka da minha enteada.

Montanha não perdeu a chance e já estava com a cara enterrada no meio das pernas dela, com suas costas em forma de V, parecia devorar um miojo.

– Ai Tio! Sua lingua é grande!!! – murmurou Tayná de pernas pra cima.

Denilson voltou com um copão de vitamina, colocamos a garota sentadinha no sofá como uma princesa, e observamos enquanto Denilson virava o copo na boca de Tayná, que ficava com bigode de leite na boca. Então vi a mania que ela tinha de ficar massageado e apalpando o saco do pai, ela fazia isso automaticamente, e com dedinhos embolava os cabelos do saco dele.

– Vou só pegar as coisas básicas dela pra você levar, e uma roupa para ela vestir – eu disse pondo minha cueca. Denilson deu ok com a cabeça.
Eles se vestiram, eu fui com Denilson e Tayná até o portão. Eu me despedi dela, ela reclamou que estava com sono e que tinha bixinhos dento do bumbum dela.. Expliquei que havia colocado na mochila dela umas pomadas de hemorroidas da mãe dela e outro um com anestésico pra ele passar nela.
Estava meio escuro no portão, as arvores bloqueavam a iluminação, mas conseguia ver o rosto frio de Denilson, tinha um olhar distante, mas de repente eu se virou e me encarou.
– Obrigado por manter isso em sigilo! – ele pos a mão no meu ombro, deixou transparecer um leve sorriso lateral, e me mostrou Tayna que segurava sua mão. – Assim eu também posso contar com sua ajuda!

———- Identidade Bourne ——————–

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30 Comentários

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  • Responder JK

    Eu tb ia comer, num tem jeito

  • Responder Menina curiosa

    Quem quer contar uma experiência assim rs [email protected]

  • Responder JP

    Melhor conto que eu jah li. Gozei litros!!! Telegram JP_UK.

  • Responder Sandy

    Q delícia

    • Itooh

      Me add no telegram @ itoohsantos

    • Eddy - Vovo safado

      Eu também achei uma delicia Sandy, podíamos brincar você e eu, se tiver vontade de brincar com um Vovô safado e tarado me chame, mande uma mensagem para: “[email protected]”.

    • Tiago

      Quer brincar comigo sandy?

  • Responder Robertao

    Que tesão de conto, [email protected] latejando aqui, só imaginando uma garotinha no meio de vários machos safados e loucos de tesão, revezando e metendo na bucetinha toda gozada e babada com cuspe de macho sem vergonha.

  • Responder Matheus

    Você vai parar, então?

    • Identidade Bourne

      Matheus, esse em particular ja acabei. Leva muito tempo pra escrever essas sequencias, e tenho estado ocupado dando de mamar pra filhinha da minha prima. Estao de visita aqui, minha prima sai pra farra, e eu coloco filha dela de 10 anos pra mamar depois que minha esposa dorme, então tempo até pra dormir tá complicado.

    • Apenas mais um.

      Você tem telegram? @PeterPan96

    • Matheus

      Tem de continuar, o conto nao acabou bem

  • Responder Identidade Bourne

    Valeu mas Ainda não tenho planos de continuar esse conto. É tempo pra caralho escrever conto assim rsss

  • Responder Matheus

    Nao adicione a mãe dela, vai ficar sem graça

  • Responder Gringo

    Delicia; cada vez fica melhor.

  • Responder O comentadot

    É realmente ficou bom, mas com tanto personagem, faltou profundidade, tenta um capítulo com ela passando um tempo com cada um dos caras e sempre voltando para casa com o pai satisfeito

  • Responder Wiliam

    Esta minha enteada vive me provocando realmente não sei o que fazer ela tem 12 anos um dia ela me disse que tem curiosidades com o meu pênis.

    • ORFHEU

      Cara se ela for de confiança eu teria metido a rola nela, e adestraria ela pra ser minha putinha submissa particular, vai vendo o que ela quer de verdade e se ela nao vai abrir o bico e mete rola

    • Robertao

      Cara se ela falou do teu pau, é porque ela tá querendo ro[email protected] seja o macho dela, se ela tem curiosidade deixa ela ver, anda sem cueca em casa, da aquelas pegadas na rola na frente dela, abraça ela, se esfrega nela, mas vai devagar pra ela nao se assustar, aposto que ela fica com a bucetinha molhada perto de vc. Ensina ela a como tratar um macho safado e a beber a nossa porra.

  • Responder Wiliam

    Tenho uma entrada ele e menor de idade e fica mostrando a calcinha pra mim mas tenho muito receio de fazer alguma coisa e elguem descubrir.

    • Diego escoba escoba

      Vc tem telegran??

  • Responder Rafaella

    Muito bom… Beijos a todos

    • Itooh

      Me add no telegram @itoohsantos

    • Eddy - Vovo safado

      Também achei muito bom Rafaella, gostaria de brincar com um Vovô safado e tarado por uma netinha? Mande uma mensagem para mim no endereço: “[email protected]”.

    • Chupo11anos

      TELEGRAM @Futebol007
      Tenho vídeos

  • Responder Pachecao

    Que inveja gostaria de ter uma enteada assim vou agora mesmo tocar uma gostosa punheta pensando estar neste gostosa putaria. Continue

    • Wiliam

      Tem contato.

  • Responder Jairo

    Ótimo muito bem contanto e incluiu o pai dela como tinha falado. Vc poderia ter chupado cada pau também e fazia um surubão no final.

  • Responder Paulo

    Bom, aguardamos a parte 4.

    • Indio77

      Muito bom conta mais aventuras com Taina
      E vê se incluir a mãe dela também