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Segui minha esposa e não acreditei no que vi !! PT 02

1197 palavras | 2 |4.59

LEIA A PARTE 01 DO CONTO!!
Depois da surpresa daquela bisbilhotada no celular da minha esposa, passei a fazê-lo quase diariamente. Até agora nenhuma nova surpresa. Na semana seguinte as três amigas saíram novamente, mas foram apenas a um restaurante.
Deixaram marcado que no encontro da semana seguinte iriam a um show sertanejo num clube country aqui em nossa cidade. As festas nesse clube eram ótimas e bastante seletivas. O show era de um cantor da cidade, para um público de 300 pessoas.
No decorrer da semana, sempre vigiando o celular da Bia, vi que suas amigas não iriam mais ao show devido a outros compromissos. Mas minha mulher não havia desistido. Disse a elas que iria sozinha. Mas pra mim ela dizia que iria com as amigas. Comecei a desconfiar de sua atitude.
O pai de um amigo meu é da diretoria desse clube. Entrei em contato e expliquei a meu amigo que queria dar uma observada em minha esposa. Queria ter acesso ao clube sem estar na festa. Ele me disse que conseguiria me ajudar, mas que caso eu visse algo não poderia arrumar confusão ou fazer escândalo, pois o nome de seu pai estava em jogo. De acordo com isso minha me acesso estava certo.
Chegado o dia do show, vejo minha mulher se arrumando e fico em cima, fazendo perguntas bobas, pra ver se ela falava alguma coisa e que desculpas ia arrumando quando se contradizia.
Ela estava pronta. Maquiagem leve, um vestido não muito curto e frouxinho, uma calcinha dessas sem costura e cravadinha na sua bunda e uma sandália.
Esperei ela entrar no Uber e parti de moto em direção ao clube. Pude estacionar a moto dentro do estabelecimento e já fui para uma varanda superior, de onde eu via as pessoas chegando para o show. No clube só tinha dois funcionários na portaria e o zelador. O salão onde seria o show tem acesso direto para a rua, deixando a parte privada do clube fora da bagunça.
15 minutos depois, chega minha mulher. Estava mesmo sozinha. Comprou uma ice num ambulante e ficou esperando o local encher um pouco mais.
Quando ela entrou eu dei a volta e fui para os fundos do salão. Na parte detrás do salão, havia uma pérgola, onde o pessoal tomava um ar, fumava um cigarro. Depois dessa pérgola, já era área privativa ao clube. Era um bosque. Bem bonito, com algumas praças com bancos e brinquedos de parquinho. Eu estava camuflado nesse espaço. Algumas grades impediam o acesso dos convidados ao bosque.
Uma hora se passa e eu não havia mais visto a Bia. Até que ela surge na pérgola. Suada, com uma bebida na mão, um cigarro na outra e as gargalhadas com dois homens e uma mulher em sua companhia. Não tinha nada demais até agora. Nem contatos físicos algum. Passado um tempinho um dos caras beija aquela mulher e sobram minha esposa e o outro carinha. Era um moreno forte. Quase negro. Devia ter 1,80 de altura e bem sarado. Continuou a conversar com a Bia, sem nenhum contato ou outra demonstração de que ali tinha coisa.
Do nada eles andam em direção ao bosque e passam sorrateiramente pelas grades, adentrando o breu da mata. Eu tive que me movimentar rápido para não ser visto. Estavam a no máximo dois metros de mim. Encostaram numa árvore e começaram a se atracar. Pareciam dois animais no cio. Eu fiquei louco. Mas continuei imóvel. Eu ouvia o barulho dos beijos. Rapidamente as mãos do sujeito passeavam pela bunda da minha esposa. Não acreditava. Eu estava tomando chifre. E nada fiz. Mais fiz questão de ver até onde iriam.
Bia estava abusada. Parecia que não tinha um homem a tempos. A iniciativa era toda dela, Que já foi segurando a pica do cara por cima da calça. Ele a afasta e põe o pau pra fora. Escuto sua reação. Nosso que pau é esse. É enorme. Nunca tinha visto nada parecido. Só tive três pirus até hj e nenhum era nem metade disso. Ela falava e eu via ela punhetando aquela piroca. Até que se abaixa e cai de boca. Se esforçava para colocar a cabeça na boca. Mamava com gosto. Batia com a rola na cara. Chupava as bolas. Se deliciava. Nunca tinha visto ela tão puta assim.
Eles tinham pressa. Podiam ser descobertos a qq momento por algum segurança. Ele tira a rola da boca e fica de pé com bunda de fora se vira e começa a rebolar no colo do cara. Ela já estava gemendo e fazendo caras. Num movimento rápido ele a coloca apoiada na árvore, abaixa sua calcinha até os pés e tenta a penetração. Ela não deixa. Diz que não tem camisinha e não está tomando remédio. Ela já ia argumentar, quando ela, me surpreendendo novamente diz que vai colocar no cuzinho. Não acreditei. Não ia caber.
Ela gosta no cú. Mas raramente faz anal. Diz que pode dar infecção e outros blá blá blá. De quatro, apoiada na árvore, ela guia aquela cobra até seu cuzinho, que outrora era só meu. Com insistência a cabeça do pau rompe seu rabo. Ela dá um gritinho que é abafado pela mão do comedor. Entrou a cabeça o resto foi indo. Até que vi tudo aquilo atolado no seu cuzinho. Ela gemia, ele chamava ela de puta arrombada. Que nunca tinha visto uma mulher tomar no cú tão fácil. Disse que nunca tinha enterrado tudo daquele jeito. Ele metia forte. Como se comesse uma bucetinha. Dez minutos de pau no cú e ela começa a gemer com intensidade e anuncia seu gozo. Que delícia. Ela tremia e forçava sua bunda de encontro ao corpo dele. Eu tinha ficado de pau duro. Era uma cena excitante.
Após a gozada ela tira sua rola do cú e a põe novamente de joelhos. Ela nem esboça reação. Simplesmente abocanha o pau com gosto de cú e fica fazendo uma chupeta acelerada. Sem avisar ele esporra tudo na garganta da piranha. Ela se acaba. Chega parecer que se afoga no leite. Ela mama até a ultima gotinha de porra que saía da cabeça vermelha e inchada.
Ele diz que foi ótimo, se despede, volta para a festa e a deixa ali pra que pudesse se recompor. Vejo que sua calcinha está pisoteada e ela acaba deixando pra trás. Liga a câmera do celular, limpa a boca, arruma o cabelo e volta pra festa.
Eu estava estático e com o pau duro na mão. Não gozei. Guardei a rola, catei a calcinha e resolvi ficar até ver se ela iria embora. Fui para perto da portaria pra tentar localizá-la.
Logo depois a vejo em direção a saída e continuo minha espionagem.
Continua…

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2 Comentários

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  • Responder Adriano

    Amei seu conto e gostaria de saber mais sobre sua esposa. E queria receber fotos dela. Meu e-mail é [email protected]

  • Responder Beto

    muito bom !