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Fetiches de um adolescente 8 – Gustavo e Juninho – Parte 1

2065 palavras | 1 |5.00
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Naquele Sábado voltei do encontro com o Juninho sentindo uma euforia diferente, uma sensação nova de descoberta. Ele havia despertado um lado meu que eu ainda não conhecia. Meu lado ativo numa relação homoafetiva. Descobri que podia sentir muito prazer numa bunda de homem, já que até aquele momento o órgão masculino sempre fora minha principal referência sexual. Não que isso tivesse diminuído, meu tesão em rola continuava igual, até mesmo no próprio Juninho, apesar de eu ter reprimido essa vontade por contingência da situação. Não sabia como ele teria reagido se eu tivesse feito tudo o que eu realmente tive vontade de fazer. Uma vez que eu já sabia qual era a preferência dele. Mas senti muito prazer fodendo aquele rabo grande e masculino de mulato. Talvez porque Salomão tenha sido minha primeira referência, aquela cor de pele iria acender sempre o meu tesão, pelo resto da vida. Tal como os cheiros, os pêlos, o suor. E eu sabia com certeza que tinha proporcionado a ele um prazer equivalente, por todas as reações que ele demonstrou. Mas na minha cabeça, eu ainda pensava no Juninho como uma ponte pra chegar ao Gustavo.
No dia seguinte, um Domingo lindo de verão, muito cedo logo depois do café da manhã, o Gustavo chegou inesperadamente na fazenda do meu avô. Achei bem estranha aquela atitude, chegar sem avisar e sem termos combinado nada.
– “E aí, cara, tudo bem ? Vai fazer o que nessa manhã linda de sol?” – foi logo perguntando. Respondi que não tinha nada programado. Ele sugeriu :
– “Vamos lá no riacho, dar uns mergulhos ? Com esse calor… “
Recusar um convite desses era impensável. Vesti calção de banho, bermuda por cima, e fomos. Conversamos amenidades no trajeto, no carro do pai dele, onde já tinha trazido cervejas como de costume, e chegando lá, ainda sentados na margem, a primeira pergunta foi sobre o que tinha rolado no dia anterior.
– “E então, mano, como foi ? Foi como tu esperava ? Deu tudo certo ?”
Eu estava surpreso com o interesse dele no fato, mas adorando responder.
– “Deu tudo certo, cara. E foi muito melhor do que qualquer coisa que eu esperava”.
Ele riu mas não foi um riso de alegria compartilhada. Perguntou detalhes, como eu tinha abordado o Juninho, qual fora a reação dele, como aconteceu, etc. etc. Encantado com tanta curiosidade, caprichei nos detalhes, desde o meu abraço inicial pelas costas até o momento da gozada final. Fiz uma narrativa mais rica do que a que ele tinha me feito quando contou sobre a trepada deles um ano antes. Não inventei nada, mas aumentei um pouquinho cada gesto e cada reação. E durante a minha fala, num dado momento específico de tesão, o Gustavo colocou a mão sobre o pau, por cima do calção. Era impressão minha ou ele estava mesmo passando o polegar bem em cima da cabeça da rola ???
Olhei diretamente sem disfarçar e continuei falando, e ele continuou com o gesto. Ele tava gostando de ouvir então. Gostando muito, e sem se preocupar em esconder isso. Eu senti meu pau crescendo e já babando no calção, e também não tentei disfarçar nada. Quando acabei de contar tudo, seu primeiro comentário foi :- “Porra, mano, tu curtiu pra caralho então ?” Falei que sim, e reforcei que nunca imaginei que ia ser tão bom. Ele tirou a mão de cima do pau, e lá estava o volume indecente que ele nem conseguia nem tentou esconder. Olhei naturalmente, pra ele ver que eu vi, e como se fosse completamente normal ele ter ficado excitado com a minha narrativa não comentei nada, embora estivesse salivando sem controle e babando no calção sem parar. Ele falou :
– “Quer dizer que tu nem tá pensando mais em foder com mulher, já que perdeu o cabaço num cu de homem ?” – O tom era provocativo, com uma ponta de zombaria. Respondi à altura com cinismo :
– “Com um rabo daquele não vou precisar foder mulher mesmo não. Pelo menos por enquanto”.
Ele fêz cara de admirado, arregalou os olhos :
– “Mano, tu tá pensando em repetir ? Vai ficar comendo o Juninho agora, é ?”
Encarei sério e respondi :
– “Por que não ?? O cara é gostoso, curte pra caralho dar o rabo, vive na secura de rola, é de total confiança, não dá pinta e não faz cu doce, além de não esperar nenhum compromisso, muito menos complicado e mais fácil do que qualquer mulher. Se ele quiser, claro, vou repetir sim. Como amigo, dele e meu, me diga mesmo, vc reprova ?” – Agora eu é que tava provocando.
Ele me olhava sério, digerindo minha explosão de franqueza, até que falou :
– “Se eu reprovo ? Claro que não. Sou amigo dos dois de verdade, respeito o que vcs quiserem fazer, e na verdade não tenho que me intrometer na vida pessoal de vcs. Só achava que ia ser uma coisa de uma vez só, casual, como foi comigo e ele. Aconteceu, foi bom, mas pronto, acabou aí”.
Não consegui segurar, e soltei :
– “Acabou aí porque vc não deu chance nenhuma de continuar, né ? Achou que ia atrapalhar a amizade, podia tomar outro rumo, que ele podia confundir as coisas. Nunca falaram sobre o que aconteceu. Vc nem sabe o que ele pensa ou sente a respeito disso, né ?”
Ele tava me olhando muito sério, mais uma vez digerindo minhas palavras. Mas também não segurou e soltou:
– “Por que ? Ele te falou alguma coisa sobre isso ?” – visivelmente interessado.
– “Não, ele não falou nada sobre isso. Mas vou fazer ele falar”.
Nesse momento ele se descontraiu e caiu na risada.
– “Cara, tu é foda, ou é maluco, atrevido pra caralho, duvido nada tu fazer ele falar “. Depois de uma pausa acrescentou: “Só quero que me conte depois o que ele disser”.
– “Claro que te conto. Foi graças a vc que eu tive uma experiência maravilhosa.”
– “Porra, tanto assim ?” – Senti uma ponta de ciúme ou de inveja.
– “Tanto assim. E eu te disse que vc podia cobrar o que quisesse por isso, antes mesmo de saber como ia ser importante pra mim”.
Ele continuou me olhando, entendendo que eu não estava falando de uma simples trepada gostosa. E aí, mais uma vez, passou o braço pelo meu ombro. Ai meu Deus, aquele sovaco cabeludo de novo se esfregando na minha pele, o suor daqueles pêlos molhando meu ombro. Era um simples gesto afetuoso, ele nem de longe imaginava que isso ia me render uma punheta mais tarde. Movido pelo tesão, transformado em audácia, falei :
– “Gustavo, se eu te disser uma coisa, promete que tu não vai ficar chateado comigo ?”
– “Claro que não, mano, prometo sim”. Respirei fundo e disse :
– “Duvido muito que tu não tenha vontade de repetir com o Juninho”.
Ele não respondeu, mas só o fato de não ter negado já era uma resposta. Depois de uns minutos calado, sem me olhar diretamente, falou :
– “Cara, às vezes parece que eu é que tenho 14 anos, e tu 17. De onde vem essa tua certeza sobre se tenho ou não vontade de repetir o Juninho ? O que eu fiz pra tu dizer isso ? “ – Respondi :
– “Olha só, Gustavo, a gente se tornou amigo e confidente um do outro muito depressa. Essa confiança recíproca e espontânea não aconteceu do nada. A gente tem muita afinidade, explícita ou não, mas já nos conhecemos bastante, tou certo ? Por que não deixamos mais claro o que a gente sente e tem vontade de fazer e não abrimos mais nossa cabeça um pro outro ? Se eu tiver falando bobagem pode me dizer, que eu admito que tou errado, mas a sensação que tenho é que a gente fica se segurando pra não mostrar tanto pro outro o que na verdade gostaria de mostrar”. – Claro que eu tava falando mais por mim mas joguei essa cartada pra ver a reação dele. E parece que acertei na mosca. Ele processou as minhas palavras devagar, como sempre, pensando talvez de onde vinha tanto atrevimento. Mas ele tinha dado muitas pistas pra eu ter coragem de dizer aquilo, desde quando me contou com aquela riqueza de detalhes a trepada com o Juninho um ano antes. Detalhes que a memória só guarda quando são importantes. E aquele interesse agora em ouvir a minha ? E aquela ereção tão evidente que ele nem se preocupou em esconder ? Mas eu precisava ouvir ele admitir. E ouvi :
– “Mano, tu é foda” – Ele usava muito essa expressão comigo. Pra mim era um elogio repetido. “Tu não tá errado não, detesto dizer isso mas como sempre, às vezes parece que tu me conhece mais do que eu mesmo. Só que eu sou mais preso, e me espanto de tu ser solto desse jeito, porra. Como pode, em dois meses, tu me conhecer assim ?” Parou uns minutos de novo, aí me olhou sério:
– “Tenho vontade sim, porra, tenho vontade de repetir tudo aquilo nem que seja só mais uma vez. E eu sei que ele também tem. Mas não me atrevo e nem dou chance dele se atrever. E o lance da amizade tomar outro rumo e ele confundir as coisas, no fundo é desculpa pra mim mesmo” – BINGO !!! Eu sabia disso ! Mas adorei ouvir ele dizer. Ele continuava me olhando sério. Reforcei :
– “Claro, cara, perfeitamente normal isso. O que acho que não é normal é a gente se privar de viver coisas tão boas e intensas na nossa idade, quando a gente pode tudo. Porque o tempo vai passar logo, isso também vai passar, e a gente terá perdido de viver o que tem vontade, sem razão concreta pra impedir”.
Fiz o silêncio que ele precisava pra digerir e aceitar. E continuei :
– “Vc nunca vai ficar à vontade pra dizer isso a ele, né ?”
– “Porra, claro que não. Fico sem graça só de pensar. A gente não fala sobre esses assuntos, nem sei como será a reação dele, nem a minha, tá louco ?”
Eu já sabia disso tudo, e achava que não era problema.
– “Gustavo, tudo o que precisa é só alguém falar. Basta vc me autorizar e eu faço a situação acontecer. E sem precisar ele saber dessa nossa conversa. Só me diga que posso, que vc realmente quer, e eu imagino há quanto tempo vc quer.” – fui mais longe ainda e esperei a reação, que veio logo :
– “Filho da puta vc, viu ?” – mas ele tava rindo. Porque acertei de novo. Insisti :
– “Posso ??”
Ele demorou a responder, claro.
– “Pode, seu puto ! Pode, mas olha lá o que vc vai dizer, hein?”
– “Fique tranquilo, meu irmão.” E como sempre, movido pelo tesão, arrisquei : “Só tenho uma condição”.
– “Condição ??? O que mais, seu puto ? Até imagino…”
– “Imagina sim. Eu quero estar presente. Nem preciso participar, se vc não quiser, mas eu quero ver”.
Ele me encarou muito espantado. Mas não achou absurdo. Eu conhecia a dimensão da vaidade dele, mas não sabia até que ponto ia seu exibicionismo.
– “Tu quer ver eu trepando com o Juninho ??? Mesmo sem participar ? Tu é voyeur até esse ponto, cara ?”
– “Tu nem imagina o quanto! Adoro ver, mesmo se não puder tocar na pessoa.”
E atirei bem no centro da vaidade dele, num extremo de ousadia e de putaria escrachada :
– “Cara, eu adoraria ver o Juninho aguentando esse teu pauzão até o talo. Só de imaginar o tesão dele levando essa tua rola naquele rabão! Puta merda!”
Ele começou a rir meio alto e meio nervoso. Mas na mesma hora pegou no pau por cima do calção e deu umas três apertadas bem descaradas.

( Esse conto está dividido em 3 partes )

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1 comentário

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  • Responder Derick

    Muito bem, já sabia ler a mente dos boys desde cedo!