# # #

Sacrifício de Sangue: empalada numa tortura sem fim…

2788 palavras | 3 |4.19
Por

Herculano da Cunha começou a meter de forma compassada, utilizando-se de toda a brutalidade que tinha, sem ter a menor culpa de estar sendo rude em cada penetração numa mocinha que

Isabel ainda era uma menina cheia de inocência, mas os olhos dela lacrimejavam em angústia quando se deparavam com o volume que a terrível figura paterna guardava dentro das calças, posto que mesmo parecendo um anjo de candura, a mocinha sabia o que os homens tinham uma coisa medonha entre as pernas, tão abominável que mais parecia um anúncio de morte!
Tratava-se de uma mocinha bem pequenina, parecia inclusive uma boneca de porcelana por causa da pálida face de quem mal poderia ser considerada uma mulher, contudo já havia descoberto ser capaz de aliviar macho, em duas lastimáveis ocasiões em que se deparou com a figura paterna arriando as ceroulas na sua frente para ostentar um caralho que entrava dentro dela num rasgar de carnes que chegava a esmurrar o útero tamanha a grandeza daquele instrumento de tortura que pulsava dentro dela que chorava a cada investida de macheza que lhe arrebentava a bucetinha.
– TOMA! TOMA! TOMA!
Pobrezinha, ela não podia gritar o seu desespero, até os gemidos chorosos eram contidos para não denunciá-la enquanto a cama se arrastava no chão por causa da fúria daquele brutamonte sem alma que urrava a satisfação de meter numa pequena inocente, uma vez que era um prazer inenarrável para aquele macho que chegava a controlar a ejaculação, posto que queria perdurar o momento até não poder mais, onde finalmente explodia num orgasmo que o fazia urrar enquanto revirava os olhos ao desfrutar o alívio de ejacular dentro de uma impúbere virgenzinha.
Herculano da Cunha era um monstro, sentia orgulho em ver os lençóis manchados com o sangue da devassidão, sentia mais orgulho ainda ao perceber que o pênis era muito maior que uma sofrida bucetinha que visivelmente estava em petição de miséria, mas era fato que ele jamais poderia imaginar que quem estava por trás da máscara dourada era a sua filha mais velha, uma mocinha de olhinhos azuis que estavam esbugalhados diante de sua perversidade em meter a piroca.
Isabel era apenas uma mocinha de treze aninhos que via a irmã mais nova padecendo numa doença que não tinha cura, estava tão desesperada que pediu ajuda de uma sacerdotisa que havia instruído que ela fizesse sexo com o próprio pai dentro do santuário, diante da imagem dos deuses que deveriam apreciar com os próprios olhos o sacrifício em que uma ovelhinha aceitava ser devorada por um demônio cheio de ferocidade, posto que o macho metia o caralho como se fosse um punhal que lhe machucava numa violência que a pobrezinha não sabia como fugir…
– Papai é um monstro!
Isabel chegava em casa mancando após ter sido castigada pelo sexo de Herculano da Cunha que queria ver o rosto daquela menina destinada a satisfazê-lo, mas isso era impossível, seria a mesma coisa que revelar ser a filha daquele brutamonte, um pecado tão degradante que traria consequências. Herculano da Cunha não gostava de ser contrariado, era um homem muito poderoso para ser afrontado por uma prostitutazinha que se dizia sacerdotisa, razão pela qual meteu com toda a força que tinha, fazendo questão de penetrá-la bem no fundo, onde a coitadinha sentia mais dor porque a pressão na parede do útero era cheia de crueldade.
Isabel olhava-se diante do espelho cheia de lamúria ao perceber que o seu corpinho tão delicado estava marcado, haja vista que as mãos cheias de calos da figura paterna era incapaz de ter delicadeza em suas ações que exalavam a macheza com a qual ela seria incapaz de se acostumar, tanto que estava traumatizada, os homens chegavam a lhe dar calafrios, pois apenas em vislumbrar algum rapaz na rua apertando o saco já era motivo de prantos que não acabavam mais, haja vista que até pouco tempo a coitadinha nem sabia o que era sexo, muito menos que o corpo masculino era tão diferente ao ponto de lhe causar grandes mágoas.
– Por que papai gosta tanto disso?
Isabel não conseguia entender, pois enquanto estava desesperada em baixo daquele brutamonte, enquanto mordia os lábios para não gritar a sua tortura, enquanto lacrimejava com olhos esbugalhados o quanto cada penetração era dolorida, a pobrezinha mirava o rosto barbado da figura paterna, um rosto cheio de raiva, mas que desfrutava aquelas metidas como se estivesse nas nuvens, ainda mais ao final enquanto urrava o longo orgasmo de macho sedento por bucetinha indefesa.
– Somente um monstro gostaria de coisa dessas!
Isabel olhava para a sua irmãzinha brincando com as bonecas de porcelana, ainda tinha uma inocência de quem não conhecia a macheza, justamente a mesma inocência que um dia teve a jovem Isabel ao aceitar ser sacrificada para salvar a vida de quem tanto amava, mas ela pouco sabia que seria tão torturada pelo caralho paterno que de tão grosso mal era capaz de fechar uma mão, uma coisa abominável que fazia com que a coitadinha tivesse pesadelos.
Herculano da Cunha estava muito satisfeito em se aliviar com a mocinha mascarada, cada centavo havia valido a pena simplesmente ao recordar a raiva com que havia metido naquela pequena, posto que havia metido com tanta brutalidade que o próprio pênis ficara esfolado, mas a satisfação era ainda maior. Todavia, quem sofria era a filha mais velha daquele brutamonte que se via obrigada a ceiar com o seu malfeitor que tinha um sorrisinho de quem tinha gozado em abundância.
Dessa forma, naquele jantar silencioso, tudo parecia na mais completa normalidade. Mas, ao final da refeição, a mocinha não conseguiu conter um gritinho choroso quando o próprio pai ao se levantar deu uma apertada no saco.
– O QUE HOUVE?
Herculano da Cunha tinha a voz grossa como a de um demônio, cheia de maldade e impaciência para a sua filhinha que tentava conter as lágrimas que desciam de seu rosto, mas o volume que o que aquele cafajeste tinha embaixo das calças era atormentador para aquela ovelhinha que mal conseguia andar após a última sessão de pirocadas latejantes na parede do útero. Isabel, cheia de pânico diante da figura paterna, não pensou em fazer outra coisa a não ser correr para o quarto e chorar todos os temores que guardava no peito em razão do sacrifício ao qual era submetida, era muita crueldade, muita brutalidade que ela não era capaz de suportar.
Os dias se passaram enquanto Herculano da Cunha acasalava com outras prostitutas, mas era praticamente impossível esquecer a ninfeta mascarada, nenhuma mulher tinha a mesma competência em lhe fazer gozar como um cavalo alucinado. Tratava-se de um brutamonte da cor mestiça dos matutos, muito magro por causa fome que passara na juventude, muito forte por causa dos anos de trabalho pesado antes que enriquecesse realizado os rituais mais imundos conhecidos pela humanidade. Por fim, o brutamonte era tão alto que quase batia a cabeça no teto do santuário cheio de satisfação, uma vez que a tremula ovelhinha tinha voltado para ser abatida, praticamente nua, apenas coberta pelo robe transparente bordado de estrelas que mal tampavam as curvas de seu corpinho pálido que ainda estava em desenvolvimento, muito pequenino diante daquele macho mal-encarado que tirava a roupa com o olhar mais sanguinário possível.
Por que a mocinha se submetia a uma coisa dessas se estava tremendo de medo diante daquele brutamonte todo cabeludo que já abria o zíper da calça? Aninha, sua irmãzinha estava cheia de febre em cima de uma cama, condenada pelos médicos que pouco entendiam porque aquela menininha melhorava a sua saúde para logo perdê-la em poucos dias, quase num ciclo sem fim que parecia pouco auspicioso, mas não tão ameaçador quanto caralho mais duro que uma barra de ferro, curvo para cima como uma foice que trazia a morte, repleto de veias saltitantes, muito medonho para quem lacrimejava o seu desespero ao ouvir:
– Sentiu minha falta, putinha?
Isabel estava sentada na cama, escondida pela máscara dourada que não ocultava os temores que aquela menina sentia ao perceber que o monstro da figura paterna se aproximava com a benga balançando, mas até ela não pôde esconder a surpresa ao perceber que aquele diabo tinha se barbeado, deixando apenas um bigodinho naquela face cheia de maldade, pouco se importando se a pobrezinha quase caía em prantos ao perceber que a piroca estava na cara dela.
– CHUPA!
Isabel, desesperada, negou-se balançando a cabeça, não só porque colocar aquela monstruosidade na boca seria um desgosto, mas também porque a mascara lhe tampava o rosto, permitindo que apenas os olhinhos ficassem revelados. Infelizmente, Herculano da Cunha era um cafajeste que não gostava de ser contrariado, tanto que já agarrava os cabelos da pobrezinha para esfregar a piroca na cara da coitadinha, mas era fato que a máscara atrapalhava todos os seus intuitos.
– CHUPA!
Isabel negava tirar aquela máscara, não havia dúvidas, posto que em seu desespero não pensava em fazer outra coisa a não ser balançar a cabeça, negando-se, veementemente, mas isso apenas enfurecia ainda mais aquele demônio que chegava a urrar toda a raiva que sentia ao ser contrariado.
– ISSO É UMA ORDEM! CHUPA! TIRA ESSA MÁCARA! EU ESTOU MANDANDO! VAI APRENDER A ME RESPEITAR!
Herculano da Cunha não podia arrancar aquela máscara contra a vontade da mocinha, acreditava na magia que a envolvia, até mesmo porque aquela religião oculta no mundo muito tinha lhe auxiliado, muito tinha provado ser verídica, razão pela qual sabia que seria amaldiçoado se arrancasse aquele objeto. Portanto, a ninfeta devia mostrar o rosto por livre e espontânea vontade, contudo era evidente que aquela putinha minúscula jamais mostraria o rosto aquele demônio.
Isabel estava desesperada, todo o corpo tremia diante dessas agressões, mas tudo piorou quando a coitadinha sentiu as mãos gigantescas da figura paterna agarrando o seu corpinho com toda a agressividade do mundo para jogá-la na cama, deitada de bruços, para que logo em seguida fosse colocado travesseiros embaixo de seu ventre. Ora, a mocinha era tão inocente que ela apenas entendeu o que estava acontecendo quando aquele cafajeste começou a abrir a polpa de sua bundinha para cuspir como um animal naquele reguinho que tinha o tamanho da ponta de um alfinete, um buraquinho minúsculo, rosinha, absolutamente fechado para qualquer tipo de devassidão, ao menos até aquele momento em que a coitadinha até tentava reagir, mas era agarrada pelos cabelos como se fosse uma potranca.
– NÃO ADIANTA FUGIR!
Herculano da Cunha apreciou encostar a cabeça da piroca naquele buraquinho, regozijou-se ao perceber que a chapeleta do membro era tão grossa que quase preenchia toda a bundinha daquela ninfeta que mal sabia o que estava acontecendo, mas que mal conseguia conter um grito de angústia enquanto aquele cafajeste investia contra ela ao jogar o peso de seu corpo contra um cuzinho que resistia bravamente, posto que tratava-se de um ato criminoso, contra a natureza, contra a preservação da espécie e todos os demais princípios da moralidade.
Isabel chorava o seu desespero, mordia os lábios para não ser denunciada diante da figura paterna que objetivava arrombar o seu cuzinho que se apertava ao inevitável, uma vez que era rasgado aos poucos numa desastrada penetração que causava infinita satisfação ao malfeitor que suava em cima daquela ovelhinha chorosa, posto que a cabeça da piroca já entrava no reguinho minúsculo para que logo depois numa investida de macho conseguisse golpeá-la num rasgar de carnes, enfiando-se ao mais fundo que permitia a anatomia.
Um urro de macho foi ofertado diante de um gritinho de desalento daquela mocinha que quase desmaiava diante da agressão, mas era impossível perder a consciência enquanto uma piroca descomunal rasgava-lhe as pregas de forma criminosa, tanto que as lágrimas rolavam do rosto daquela menina enquanto o sangue escorria pelas perninhas daquela que mal conseguia se debater diante de sua tortura.
Herculano da Cunha pouco importava-se o quanto magoava aquela menina, sentia-se muito orgulhoso em ouvir o chorinho contido dela que estava sufocada diante do empalamento, mas aquele brutamonte se deliciava ao mover os quadris para dar uma segunda metida cheia de violência arrancando um gritinho da coitada:
– ISSO É PARA ME RESPEITAR!
Isabel agarrava-se aos travesseiros diante dessa tortura, posto que sentia o ânus dilacerado e não podia gritar desesperadamente sem ser denunciada, tudo isso enquanto as mãos do genitor agarravam os seus cabelos com toda a selvageria do mundo para o que seria a terceira metida que quase lhe arrancava as pregas.
– ISSO É PARA A APRENDER A ME OBEDECER!
Isabel sentia o corpo cabeludo do próprio pai em cima dela, suando a satisfação de ensiná-la o empalamento, mas em seu desespero a coitadinha apenas conseguia vislumbrar as estátuas dos deuses que a rodeavam, pois ela tinha a nítida sensação que eles sorriam diante daquela cena desastrosa. Ora, não havia dúvidas que naquele santuário repleto de incensos, uma cama redonda era reverenciada pelas divindades mais mundanas que abençoavam a figura paterna estuprando a própria filha que se sacrificava para salva a vida da irmãzinha.
Herculano da Cunha começou a meter de forma compassada, utilizando-se de toda a brutalidade que tinha, sem ter a menor culpa de estar sendo rude em cada penetração numa mocinha que até pouco tempo brincava de bonecas, era realmente atormentador ouvir os gritinhos chorosos daquela coitadinha em cada penetração que praticamente partia o seu corpinho ao meio, mas nada havia o que fazer a não ser tentar fugir, mas isso era impossível tamanha a força daquele demônio em agarrar a sua cintura para que as metidas fossem profundas até os testículos.
Isabel tentava sobreviver a essas investidas cheias de crueldade de Herculano da Cunha, um monstro urrava como um demônio que se aliviava com o sangue daquela menina, tanto que começou a meter como um alucinado que colocava tanta força nas metidas que a menina quase saia da cama ao chão, um anuncio de uma gozada lenta que perdurava no tempo enquanto aquele brutamonte sentia a onda de prazer em ejaculações que parecia não ter fim, era muita porra dentro daquele reguinho todo esfolado diante da perversidade.
– Aprendeu a me respeitar, putinha?
Herculano da Cunha se deliciava com o corpo daquela coitadinha, lambia os recentes seios como se fosse um animal, agarrava aquela bucetinha com as mãos ásperas de roceiro, apertava as nádegas como fossem arrancá-las, mas o pior para a coitadinha era sentir o próprio pai dando chupões em seu pescoço, usando inclusive os dentes para marcá-la com a sua macheza.
Isabel sentia-se humilhada ao ser assediada pelo próprio pai, mas não havia o que fazer, o sacrifício era necessário para salvar a vida de sua irmãzinha, os deuses exigiam que ela fosse alvejada pela macheza paterna, contentavam-se com isso, decerto que sim, posto que foi só a coitadinha colocar os lençóis sujos de sangue e esperma diante da imagem da deusa da lua que a febre de sua irmãzinha passou, instantaneamente, num milagre que pouco tinha de auspicioso.
– Está marcada no pescoço, querida!
Disse Dona Ariadne, a velha sacerdotisa que tinha levado a coitadinha ao mal caminho. Mas, Isabel não queria saber disso, posto que mal conseguia andar por causa das dores que não abandonavam o seu corpinho, estava pálida como a morte, abatida com a triste vida que tinha diante da situação de se ver obrigada a sentar na mesma mesa de jantar com o seu malfeitor, onde aquele monstro ostentaria o sorrisinho de quem tinha dado uma gozada.
– O seu pai não pode ver essa marca!
Dona Ariadne queria alertar a mocinha para o perigo, mas era verdade que esta já se sentia morta por dentro, pouco importando-se com a própria preservação…

Avalie esse conto:
PéssimoRuimMédioBomExcelente
(Média: 4,19 de 16 votos)

Por # # #

3 Comentários

Talvez precise aguardar o comentario ser aprovado
Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • Responder Wagner

    Muito bom, pra quem gosta de história assim, foi excelente
    Eu como sou meio sádico, adorei

  • Responder PutaSafada

    Continua por favor

    • Wagner

      Puta safada como vc gostaria que eu te arrombasse,o que vc gostaria que eu fizesse com vc, fala que vou escrever um conto só pra vc