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Fui convencido a comer minha filha novinha 4

13-08-18 10 ★ 4.86

Depois que comecei a comer minha filha, meu desejo por ninfetas da idade dela aflorou. Eu notava o comportamento, jeito de se expressar, o desenvolvimento do corpo, roupas e maquiagem. Puder perceber quando mais seus corpos ganhavam contornos de menina mulher. Mais eram presas fáceis de lidar e de se aproveitar da inocência e curiosidade natural de idade. O sexo com minha filha ficava cada vez melhor, mas nem tudo são flores. Minha filha viajou com sua mãe para terra natal dos avos dela. Eu fiquei na mão literalmente. Desembarquei e no outro final de semana haveria uma festa na casa de amigo.

Nessa festa pude colocar em pratica tudo o conhecimento adquirido em minhas observações junto a ninfetas. A buceitinha em questão era a filha dele, uma bela menina de 11 anos. Seu nome é Ana Clara, dona de um corpinho lindo, pernas grossas, bundinha empinada, seios salientes, pele clara, cabelos longos e uma ppk simplesmente maravilhosa, com lábios largos sem pelos, que assim como da minha filha agüentaria minha rola dentro.

A festa seguia normalmente; eu brincava com todos e ajudava na churrasqueira, já que eu não bebo. Ana Clara estava sozinha, não tinha uma amiguinha seu para lhe fazer companhia. Dava pra perceber sua inquietação, entrava e saia de casa, mas o que me fez querer investir em algo foi quando ela pareceu de biquíni para entrar na piscina. Ela mergulhou e quando saiu não pude resistir. A calcinha do biquíni marcava o contorno de sua ppk, dividindo seus lábios. O sutiã deixava claro o tamanho que seios peitinhos, bem grandinhos para sua idade. Eu admirei por alguns instantes sua beleza e atributos do seu corpo. Ana sempre foi meio tímida, mas sempre falou comigo normalmente. Comecei a imaginar como abordá-la de uma forma tranqüila. Eu a olhava disfarçadamente.

Ela ficou na piscina por um bom tempo sozinha, só saindo quando Sol começou a se pôr. Ana saiu da piscina pegou a toalha enrolou na cintura, caminhando em direção a varanda da casa, sentou da cadeira de balanço. Foi à deixa que eu precisava. Sem que ninguém percebesse fui andando em direção a casa. Quando cheguei perto varanda perguntei:
– Oi Ana! Sozinha hoje né?
– Oi tio! Sozinha mesmo. Julia não quis vim?
– Ela queira, mas viajou com a mãe para a Bahia!
– Poxa que legal! Ela está na Bahia?! Quando crescer quero conhecer lá!

Aproveitei da situação e me sentei na outra cadeira que ficava de frente pra dela. Ana Clara como toda garota ainda sem muita maldade, estava sentada, se balançando suavemente de pernas abertas. Sem que ela notasse, eu olhava por debaixo da toalha. Que como estava enrolada na cintura, ficava como se fosse uma saia. Sua bucetinha ficava ainda mais marcada na calcinha. Começamos a conversar sobre viagem. Disse em quais lugares já havia ido e suas belezas naturais. Ana ficava encantada com minhas historias. Agora além de balançar na cadeira, começou a mexer com as pernas abrindo e fechando delicadamente. Eu olhava! Sua racinha ficava ainda mais marcada a cada movimente de pernas. Até que para meu deleite, sua calcinha subiu um pouco da virilha deixando a mostrar um pequeno pedaço de sua ppk, branquinha. Meu pau já estava duro igual a rocha, mas ainda estava com receio de ir mais a fundo. Tinha medo de sua reação. Iniciei uma investida na pergunta que ela fez:
– Tio, você sempre viaja sozinho?
– Na maioria das vezes! Por quê?
– Nada tio! Pensei que viajava acompanhado!
– Acompanhado como?
– Com a Julia ou uma namorada! – risos de sem graça
– A Julia já viajou comigo algumas vezes! – sem perder tempo, com um sorriso na voz – Já namorada é difícil hoje! Só se fosse linda igual a você!
Ana ficou vermelha com o elogio e disse:
– Tio, o senhor me acha bonita?
– Sim, você é linda! Pena que não tenho sua idade né?
– Por quê?
– Por que assim eu namoraria com você!
Ana estava ficando ainda mais irrequieta com as pernas, mexia com mais rapidez. Que pra minha sorte ia colocando o ladinho de sua bucetinha mais pra fora. Quando ela ia responder somos interrompidos pela sua mãe, que já estava altinha de cerveja e nem percebeu o jeito que sua filha estava sentada.
– Oh Ana! Deixa o amigo do seu pai em paz!
– Não está me atrapalhando! Pelo contrario! Ela estava me fazendo companhia, o pessoal já estava meio alto – sorrisos
Nesse momento alguém aumentou a som e sua mãe saiu correndo para dançar. Nós deixamos a sós novamente. Ana sorriu pra mim e falou:

– Oh tio! Sabia que o garoto que eu gosto no colégio me acha feia? – com o som alto não deu pra entender muito bem sua pergunta
– O que? – respondi
Ela repetiu a pergunta. Foi quando propus de sairmos dali e conversar em outro lugar. Para minha sorte ela respondeu:
– Mas tio! Pra onde vamos?
– Não sei! Onde não tenha barulho!
Ela pensou um pouco. Aproveitei e fiquei admirando sua bucetinha.
– Ah não sei tio!
– Olha, no seu quarto faz barulho?
– No meu quarto? – voz de espanto e surpresa
– É! Assim conversamos sem ninguém saber o que é, sem barulho.
Ele pensou mais um pouco e falou:
– Tá bom! Mas minha mãe não pode saber e nem ver!
– Seu quarto fica onde?
– Lá em cima!
Falei para ela ir que eu iria logo em seguida. Ana se levantou na cadeira ajeito a toalha e subiu. Eu pensei comigo: meio caminho andado, agora faltava por meu pau dentro daquela ppk.

Olhei ao meu redor. Não havia ninguém notando minha presença. A mãe e pai de Ana dançavam. Entrei na casa e subi as escadas. Seu quarto ficava no final do corredor, assim que entrei no quarto, Ana levou um leve susto:
– Ai tio!
Ela estava sentada na cadeira no computador. Eu fechei a porta, perguntando se poderia trancar.
– Fechar pra que tio?
– Por que ninguém abre a porta do nada! Se sua mãe ou pai subirem?
– Fecha e tranca então tio!
Sentei a cama e perguntei:
– Como assim o garoto acha você feia?
– Não sei! Ele fala para todo mundo isso!
– Que garoto mais bobo esse! Imagina eu, que estou aqui com vontade de beijar sua boca! Se tivesse essa oportunidade.
O clima ficou meio pesado, por que Ana ficou calada sem responder, por alguns segundos quando ela diz:
– Tio, eu não sei beijar!
– Mas você nunca nem deu um selinho?
– Selinho?
– Um beijinho rápido sem língua!

Levantei um pouco da cama ficando na beirada, bem próximo dela. Ana meio que entendeu minha aproximação.
– Se você guardar segredo posso ensiná-la! Será segredo nosso. O que acha?
– Não sei, tenho vergonha!
Coloquei minha no seu queixo, levantando seu rosto e dei um beijinho estalado “chauc”. Ela ficou sem graça, mas ficou esperando por mais.
– Agora vou te dar um beijo de verdade.
Ela acenou com a cabeça positivamente. Inicie um beijo longo. Ana não tinha muita coordenação, mas tentava se empenhar o maximo. Eu parei e disse:
– Fica calma! Tenta beijar mais devagar! Não tem ninguém olhando a gente.
– Eu sei tio! É que estou com vergonha e um pouco de medo!
Fiz um leve carinho em seu cabelo, descendo a mão até seu pescoço:
– Vem não precisa ter vergonha nem medo! Beija-me novamente!
Ana veio de encontra a minha boca. Minhas palavras haviam surgido efeito. Ela beija mais leve acompanhando meu ritmo. Coloquei minha lingua em sua boca, buscando pela dela. Dei uma pequena pausa bem rápida e disse:
– Coloca sua língua pra fora!
Ana colocou e chupei sua lingua, voltando a beijá-la. Estava gostoso, mas ainda não tinha o que eu queria. Fui descendo a mão até chegar a seios peitinhos, deixando as em cima deles. Ana não fez nada ou talvez tomada pela loucura do seu primeiro beijo, nem percebeu. Só quando comecei a cariciá-los e falou:
– Não tio, não pode!
– Não pode! – puxando o sutiã para baixo, os deixando de fora.
Ela tentou colocar no lugar, mas eu a impedi suavemente:
– Eles são lindos deixo o tio olhar! – voltando a beijá-la.

Voltei a alisá-los, só que dessa vez tirando a alça do biquíni. Do quarto dava para escutar um pouco a festa, que seguia a todo vapor, com risadas e conversar altas. Paramos de beijar. Queria admirar aqueles peitinhos juvenis, antes de cair de boca neles. Ana olhava pra mim sem saber ao certo o que eu queria e disse:
– Não quer mais beijar na boca tio?
Sem responder cai de boca neles. Ela tentou dizer algo do tipo não pode, mas eu estava chupando delicadamente seus biquinhos. Eu mamava seus peitinhos quando Ana falou:
– Tio quero beijar mais na boca!
A ninfetinha estava gostando, tinha conseguido minha primeira conquista. Agora só faltava o prato principal, sua bucetinha!

Voltamos a beijar. Minhas mãos foram descendo ate a altura da sua cintura. Lentamente foi soltando a toalha da cintura dela. Ela novamente tentou dizer que não podia, mas fui controlando suas atitudes e contornando a situação ao meu favor. Já havia soltado toda a toalha deixando exposta sua calcinha. O beijo não parava. Voltei a passar as mãos em seus peitinhos, apertando com os dedos seus mamilos. Agora tinha que ir ao meu objetivo. Coloquei minhas mãos em suas pernas subindo, alisando seu par de pernas grossas, com uma leve pelugem alourada. Parei com elas quando cheguei à virilha.
– Tio aí não pode!
– Não? Por quê? – falava dando selinhos – Tio não vai contar pra ninguém!
Ana não fez nada quando coloquei os dedos em sua ppk por cima da calcinha. Dei mais um beijo longo e deslizei os dedos por toda sua bucetinha. Quando puxei a calcinha pro lado e tentou tirar minha mão.
– Calma! O tio só quer ver!
– Mas tio estou com medo!
Sem deixar de alisar sua bucetinha respondi:
– Olha, medo do que?
– Da minha mãe!
– Ela está lá em baixo na festa, não vai vim aqui! Posso?
– Não sei!

Nessa hora a puxei para ponta da cadeira e coloquei sua calcinha de lado. Que ppkinha linda. Passei os dedos nela, como era lisa, abri lentamente seus lábios expondo seu grelinho rosado.
– Que perereca linda é a sua!
Novamente ele disse que estava com medo, a tranqüilizei:
– Ninguém vai saber que você está mostrando sua perereca para o tio. Você confia em mim?
– Confio!
– Então tira a calcinha!
Ana ficou em pé timidamente, hesitou em baixar a calcinha.
– Vamos fazer assim! – coloquei minhas mãos em cima das suas – Você mostra sua que eu mostro o meu pinto, o que acha?
– Vai mostrar seu pinto?
– Sim, só se você quiser? Você quer?
– Quero!
– Então tira calcinha pro tio ver melhor!
Ana desceu sua calcinha ficando nua, somente com o sutiã abaixo da altura dos seios. A fiz virar de costas para tirar o sutiã. Acaricie sua bundinha dando um beijinho em cada nádega. Quando virou de frente tentou colocar as mãos em cima da bucetinha. Com calma tirei suas mãos e fui alisando sua ppk. Perguntei se ainda estava com medo, ela respondeu que só um pouquinho e ainda perguntou:
– Tio o senhor vai mostrar seu pinto mesmo?

Sem responder fiquei em pé, a festa ainda estava animada e aumentaram ainda mais o som. Desamarrei meu short deixando cair no chão, Ana estava na minha frente, e fui descendo a cueca devagar. Meu pau pulou pra fora. Ana se espantou e disse:
– Tio por que ele está assim?
– Assim como?
– Em pé!
Sentei na beira da cama:
– Você sabe por quê?! – Ana fez uma carinha de entendida – Por que ele quer entrar aqui – colocando a mão em sua ppkinha – Você deixa?
– Aí a gente vai fazer sexo?
Tirei o cabelo que estava na frente do seu rosto:
– Vamos! Quer fazer?
Enquanto conversamos, eu alisava sua bucetinha que saia um pequeno caldinho. Às vezes colocava o dedo na boca pra senti o gosto de sua bucetinha e passava saliva pra deixar bem molhada. Ana começou a contar que uma vez uma amiguinha da sala dela mostrou um vídeo de sexo no celular. Aproveitei a oportunidade e perguntei se ela estava gostando do carinho na bucetinha:
– Estou tio!
– Então você vai querer fazer sexo com o tio?
– Acho que quero, mas tenho medo a minha mãe descobrir!
– Ela não irar saber nunca! Vamos fazer?
– Mas se ela souber?
– Só irar se você contar! O que você quer? Fazer ou não?
– Eu quero fazer tio!

Peguei em sua mão e levei ao meu pau. Assim que suas mãozinhas tocaram nele, fiquei em êxtase. Ela comentou que era duro e quente, e pela curiosidade, começou a apertar e puxar a pele para baixo, deixando a cabeça pra fora.
– Tio ele via entrar na minha perereca? Estou achando ele grande pra ela?
O que a inocência e a curiosidade fazem. Que pergunta mais gostosa de ouvir.
– Vai entrar todinho nela. Olha o tamanho dela?
Ana olhou para própria bucetinha por alguns estantes.
– Vem cá e senta da beira da cama e abre as pernas!
Fiquei de joelhos e dei um beijo em sua boca que foi retribuído com muita vontade. Logo em seguida cai de boca em sua bucetinha. Chupava suavemente percorrendo com a língua toda a extensão de sua ppkinha. Ana vai relaxando, estava gostando de ser chupada. Perguntei se ela estava gostando. Ela diz sim, com a voz e a respiração transpassada e para minha surpresa diz:
– Tio, eu quero fazer logo! Estou com medo de a minha mãe subir.
– Então deita na cama e abre bem as pernas!

Ana obedeceu ficando arreganhada. Pequei minha camisa e coloquei debaixo da bunda dela. Deitei meu corpo sobre o seu, posicionei meu pau na entrada de sua bucetinha e comecei a beijar sua boca. Alisava meu pau na ppkinha dela e ajeitava com a mão posicionando na entrada. Ate que dei a primeira tentativa de penetrar. Ana gritou leve que doeu. Acalmei seu nervosismo, dizendo que era normal doer um pouco na primeira vez. Voltei a tentar e dessa vez a cabeça passou. Ela esboçou reclamar, mas apenas suspirou mais forte. Fui enfiando meu pai aos poucos no vai e vem. Beijava e mamava seus peitinhos. Ana por sua vez não escondia sua cara de dor, porém não mandava parar. Estava com meu pau quase todo cravado em sua bucetnha, quando Ana:
– Ai tio! Devagar!
– Tá doendo?
– Um pouco, mas é bom! Já estamos fazendo sexo?
– Estamos – terminando de enfiar o pau todo – Está bom? – aumento o ritmo
Metia o pau naquela bucetinha virgem. Ana não reclamava mais de dor e respondeu minha pergunta.
– Sim tio! – fechando os olhos, que escorreu uma pequena lagrima.

Eu meto por mais alguns segundos gozando dentro de sua bucetinha, enchendo de porra! Ficou para dentro dela e beijo sua boca. Ana ofegante diz:
– Tio e o que aconteceu?
– Nada! Apenas gozei, por que estava gostoso meter na sua perereca! Não estava?
– Estava! E agora tio, o que vamos fazer?
Sair de cima dela e olhei para cama. Minha camisa estava suja de porra e um pequeno filete de sangue. Da sua bucetinha escorria minha porra. Perguntei se ela estava dolorida na perereca. Ana respondeu que um pouco. Peguei a camisa e limpei o que escorria ainda. Levantei da cama e ela perguntou se eu iria embora. Disse que apenas iria colocar a roupa. E ela:
– Tio, não vai embora agora não!
– Por quê?
– Estou medo da minha mãe!
– Fica calma, ela não vai saber!
Ela levantou e disse:
– Tio, eu acho que quero mais!
-Mas o que?
– Fazer sexo!
– Quer mais agora?
– Sim!
Disse que faríamos mais outra vez. Que ela poderia passar na minha casa depois do colégio. Ela concordou, por que sempre ia para o colégio e voltada sozinha e passava à tarde em casa sozinha com a empregada. Demos mais uns beijos na boca. Abrir a porta e fui embora sem que ninguém me notasse. No dia depois Ana passou lá em casa, mas essa é outra historia.

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10 Comentários

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  1. Carlos

    Adorei o conto, venho transando com minha sobrinha desde os 8, hoje ela tem 11 e é uma putinha, ensinei ela a dar pros professores na escola, tá com as notas boas agora. [email protected]

  2. Emanuel

    Adoro novinhas, tenho 55 anos e sempre que eu posso dou bastante doces e dinheiro para poder ver minhas netinhas peladas, já cheguei a gozar na cara de uma delas dormindo, muito bom

  3. Nadinho

    Sou doido para comer uma novinha mas tenho medo, se alguém convidasse poderia ate ter coragem

  4. Nadinho

    Seus contos são muito bons, sempre me deixa com um tesão danado.

  5. Ju Carioca

    Conto delicioso adorooo,eu e meu marido também temos tara em putinha bem novinha,eu em beijar e ele en comer o cuzinho delas,mês passado pegamos uma bem nova daki do estado,saiu sangue e cocô e muita porra do cuzinho infantil daquela putinha,quando a gente não encontra uma dando sopa por aí,a gente pega nossa filhota mesmo

    • Nadinho

      Ju Carioca gostaria de ter contato com vocês

    • Anonimo

      Oi Ju Carioca gostaria muito de manter contato com vocês,também sou do RJ.Meu e-mail:[email protected]

  6. Casado tarado

    Lindo vc está se superando e cada dia fica melhor ainda quero conversar com vc sobre isso tenho um casal de filhos se vc quiser me manda um e-mail para [email protected]

  7. jack

    Divide essa novinha comigo?
    [email protected]

  8. Chacal2832

    Cara continua esse conto que é muito bom, diz ai, vc chegou a comer o cuzinho de sua filha ou da Ana? Se sim, conta pra gente em um conto.