O Executivo e os garotos – Parte 3

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Não esqueça de ler a parte 1 e a parte 2 caso tenha esquecido de algum detalhe.

Na manhã seguinte a minha noite de amor com Gabo eu acordei cedo, antes de qualquer um na casa e então fui para a cozinha adiantar o café da manhã, minha cabeça fervia em pensamentos, a sensação que eu tinha era de ter entrado em um carro sem freio indo ladeira abaixo. Fiz minha refeição tentando não me torturar demais com pensamentos e julgamentos, deixei a mesa preparada para quando os dois acordassem e fui para o banho. No chuveiro, o minimo pensamento sobre a noite anterior me fez ficar de pau duro mesmo que eu estivesse tentando não lembrar dos gemidinhos do meu enteado e de como ele se entregou pra mim tão deliciosamente, não me masturbei e tentei dissipar o tesão com a água fria do banho, acabei por me demorar demais no chuveiro e então ouvi Silvia batendo na porta, perguntando se eu estava bem, respondi:

– Oi, estou sim, já estou terminando.
– Menos mal, achei que tivesse dormido no chuveiro.

Ela entrou no banheiro, começou a escovar os dentes enquanto eu desliguei a água e peguei a toalha pra me enxugar. Dei um beijo em seu rosto e ela virou-se pra me roubar um selinho demorado, sorri meio de lado e fui me arrumar, colocando minha roupa com uma certa pressa pra sair afinal não sabia se agiria naturalmente com Gabriel caso encontrasse com ele pela manhã.
Peguei minha pasta de trabalho e me despedi de minha esposa com um beijo, com ela ainda no banho, fui saindo pelo corredor na direção da porta de casa e de súbito uma mão agarrou meu pulso, eu senti meu peito pesar na mesma hora pois já sabia quem era. Antes de eu me virar para olhar para o pequeno acabei por sentir seu abraço em volta da minha cintura, o rosto se escondendo contra o meu corpo e retribui com um afago lento em seus cabelos, ele não disse nada e eu também não, ficamos assim por alguns segundos e quando pensei em me mover ele me prendeu contra si, virei meu rosto na direção dele e falei em voz baixa:
– Eu preciso ir trabalhar, Gabo.
Ele ergueu o rosto pra me olhar e em um movimento ágil feito um gato me roubou um selinho, eu fiquei surpreso com a atitude e sorri, um tanto desconcertado, retribuindo o selinho com outro um pouco mais demorado e então ele se soltou de mim, me despedi do menor com um aceno e saí de casa, indo pro carro e partindo para o trabalho.

Nos dias seguintes o meu contato com Gabriel se manteve igual ao desta manhã, sutil, subjetivamente carinhoso e ao mesmo tempo cauteloso. Eu sabia que estava errado, que tudo aquilo era errado mas ao mesmo tempo não tinha forças pra colocar um sinal vermelho e parar, a ansiedade e a carência deveriam estar afetando mais a ele do que a mim pois ele passou de abraços e carinhos para investidas mais atrevidas, o que me fazia recuar ainda mais afinal qualquer passo errado complicaria a nós dois.
Essas respostas negativas foram certamente frustrando o pequeno, eu o notava mais irritado durante os jantares, mais implicante comigo de certa forma, o que fez até com que Silvia chamasse a atenção dele pois não estava reconhecendo o comportamento do filho. Toda essa tensão foi se tornando insuportável em casa, passei a ficar mais tempo no trabalho, fazia hora extra sempre que podia e comecei a guardar dinheiro a partir disso, sabia que não conseguiria salvar meu casamento ainda mais com meu enteado tendo aquela fixação por mim.

Numa dessas noites de trabalho prolongado acabei por tomar umas cervejas a mais e cheguei em casa pra lá de Bagdá, as luzes apagadas, ninguém na sala ou na cozinha, nem sinal de Silvia ou de Gabriel, achei aquilo muito estranho e foi quando encontrei um bilhete em cima da mesinha de centro: “Estou na casa da sua sogra que você fez questão de esquecer o aniversário” Na hora xinguei baixo, dar mais um motivo para ela reclamar de mim era o que eu menos queria, me larguei no sofá e respirei fundo tentando me livrar do efeito do álcool que me tonteava a cabeça, foi então que ouvi um ruido vindo do meu quarto, me levantei rapidamente e fui até lá, vendo que a porta do banheiro se escancarava aos poucos, falei:

– Veio roubar na casa errada, filho da puta, vai sair daqui morto!

Uma figura de baixa estatura pulou assustada de trás da porta com algo na mão, no escuro avancei na direção do invasor já com o punho fechado erguido e reconheci na hora a voz de choro que já ia pedindo desculpa:

– Gabriel?? Que porra que tu tá fazendo no meu banheiro?

Aos poucos, puxando o moleque pra claridade da lâmpada que iluminava de fora do quarto, vi que ele tinha uma cueca minha em mãos, aquilo me encheu de um misto de sensações que até hoje não sei definir, a primeira foi raiva, de mim mesmo por deixar as coisas chegarem naquele extremo e a segunda foi remorso por ser o culpado de dar ibope para as vontades daquele pequeno. Agarrado a camisetinha do pijama dele, fui arrastando ele pelo quarto enquanto ele falava:

– Desculpa, pai! Eu não fiz por mal! Eu fiquei em casa pra esperar o senhor, desculpa!
– Eu não sou teu pai! Pára com essa merda, moleque!

Eu estava tão fora de mim pelo álcool que só fui me dar conta do quanto estava sendo escroto quando ele começou a chorar, soltei da roupa dele e me sentei na cama, evitando olhar pro pequeno a princípio. Eu mesmo não sabia o que fazer ou como lidar com aquilo, então falei a primeira coisa que achei necessária:
– Me perdoa. Eu não ando no meu estado normal desde que aconteceu o que aconteceu entre a gente, você não tem colaborado, eu sinto que meu casamento com tua mãe tá perto do fim e essa situação toda não ajuda. Eu te amo muito, Gabriel, tu é como um filho pra mim e eu praticamente te vi crescer… quero que tu entenda o quanto esse nosso envolvimento é perigoso, para os dois.

– Eu sei, pai… o senhor bebeu e ficou chateado comigo mexendo nas suas roupas.
– Você tava cheirando minhas roupas?
– Estava…
Ele respondia de cabeça baixa, a voz hesitante.
– E faz isso há quanto tempo?
– Algumas semanas.

Isso explicara o porque minha roupa de trabalho, principalmente minhas cuecas, costumavam desaparecer enquanto eu tomava banho, reaparecendo misteriosamente depois no cesto de roupa suja.
O pequeno ainda estava triste, choramingando por causa de nossa discussão, então eu falei enquanto olhava para ele.

– Acabei descontando em ti uma coisa que não é culpa tua, é mais culpa minha do que tua. Chega aqui perto de mim, Gabo.

Ele veio e se sentou do meu lado, colocou sua mãozinha sobre a minha e eu entrelacei nossos dedos, ficamos assim por alguns minutos, fazendo carinho um na mão do outro e então virei o rosto pra olhar pra ele, fitando aqueles olhos verdes e a expressão hesitante, sabia que ele queria me beijar e eu também queria beijar aquele moleque. Movido por meus impulsos, meu rosto foi na direção do dele e o beijei, um beijo que fora carinhoso por alguns curtos segundos pois algo despertou em nós dois e quando dei por mim o pequeno já me empurrava na cama, abrindo minha camisa enquanto tentava sugar minha lingua.
Meu pau subiu na mesma hora, estufando dentro da calça e já pressionando o bumbum redondinho do meu garoto que como sempre estava usando uma daquelas cuequinhas pequenas demais pras bandas carnudinhas dele, minhas mãos passavam por suas costas e iam até a beira de sua camiseta, arrancando esta do corpo dele e logo o garotinho deslizou por mim, abrindo minha calça e puxando ela pra baixo junto da cueca, nisso meu celular caiu do bolso e ele pegou, entregando pra mim.
O anjinho se debruçou no meu colo e começou a beijar o volume da minha rola guardada dentro da cueca, só a lembrança de sentir aqueles labios rosadinhos e macios me dando beijos pelo corpo da vara até a cabeça que já se melava toda debaixo da cueca me deixa de pau duro até hoje, fui descendo a cueca e liberando meu cacete para ele que logo agarrou com as duas mãozinhas, iniciando uma punheta bem lenta enquanto a sua boca ficava encaixada na cabeça do meu pau, sugando e lambendo feito um pirulito.
No auge de minha malícia para aquela época, peguei meu celular e abri a câmera, a memória do aparelho era pouca mas foi o suficiente pra gravar cerca de 15 segundos daquela mamada tão especial que o pequeno dava, mostrando como ele recolhia todas as gotas de pré-gozo do canal na cabeça da minha pica com a ponta de sua linguinha macia, inclusive os ruidos melados e os estalidos que a linguinha e os lábios dele faziam ao chupar meu cacete. Deixei o aparelho de lado e coloquei uma das mãos em sua cabeça fazendo um movimento de vai e vem, empurrando a boquinha do moleque de encontro ao meu cacete enquanto gemia rouco, sempre olhando pro rostinho dele enquanto a mamada acontecia. Perdia todos os meus pudores por causa daquele anjinho e acabava falando:
– Mama bem gostoso, bebê, faz um boquete bem molhado no seu papai, anda…
Os movimentos do pequeno se intensificavam, os lábios apertando meu pau e a boquinha sugando com mais força, eu estava perto do ápice e ele sabia disso, parecendo mais faminto ainda.
Pra surpresa do garoto, afastei o rosto dele da minha vara e o puxei para cima de mim, abaixando a sua cuequinha com pressa e abrindo as bandas do seu rabo gordo e branquinho, pela carinha que fazia ele sabia muito bem o que estava por vir. Encaixei a cabeçona da pica melada naquela entradinha rosada e não contei conversa, fui empurrando o molequinho safado até fazer ele se sentar na minha vara, sentindo com todo o prazer possivel aquele tronco grosso entrar no orifício molhado e apertadinho daquele anjo que gemia em cima de mim como um gatinho no cio. Fui enchendo ele de beijos no pescoço e no rosto enquanto sentia ele terminar de sentar na vara, acomodando aquele bumbum gostoso sobre meus pentelhos e meu saco, falei baixo no ouvido dele:
– Tá bom assim, meu anjinho?
Em meio aos gemidinhos ele tentava me responder, com o corpo se arqueando a cada pulsada que meu cacete dava em seu interior:
– Sim, papai.. continua.
Abraçado a cintura do pirralho, comecei a fazer um vai e vem lento, entrando e saindo devagar enquanto olhava pro rostinho dele que parecia confuso entre dor e tesão, a todo momento soltando aqueles gemidinhos gostosos e puxando o ar entre os dentes. Estava tão distraido pelo tesão que era sentir as preguinhas dele me envolvendo a piroca e massageando com suas piscadas que não percebi que ele havia pegado meu celular, pelo flash ligado percebi que ele estava a filmar como eu fizera anteriormente e ficando sentadinho em meu colo com o celular para trás de seu corpo, gravou aquele bumbum subindo e descendo na minha rola, um video curto também.

– Pra você assistir e lembrar de nós dois, papai…

Aquela atitude sacana dele e o modo como me dissera aquilo tão cheio de dedicação, prazer e carinho me encheu de tesão e acabei por virar com ele sobre a cama, agarrando suas mãozinhas e prendendo elas acima da sua cabeça, com o anjinho de frango-assado pra mim, não medi esforços e passei a estocar, comia com vontade o cuzinho daquele moleque delicioso, fazia ele se desfazer em gemidos me chamando de ‘papai’, ‘meu amor’ e mais algumas coisas que eu não entendia pois se misturavam a respiração vacilante dele.
Eu estava em meu limite e não aguentava mais, estava sem foder há dias e sem espaço pra bater punheta, então a quantidade de porra guardada em meus bagos era o suficiente pra encher meia taça de vinho. O vai e vem que faziamos na cama, o cheirinho delicioso do pequeno em minhas narinas, o modo como ele apertava o cuzinho pra massagear meu pau, tudo aquilo se combinou em um choque de tesão por todo meu corpo e não aguentei, me perdi em prazer e soltei um urro enquanto meu cacete golfava os jatos de porra naquele cuzinho sem que eu parasse de meter, o que acabava fazendo a porra ir pra mais e mais fundo ainda naquele anel rosado e todo inchadinho de tomar piroca. Aos poucos fui cessando o ritmo e só então senti que minha barriga estava melada, o pequeno havia gozado comigo esporrando dentro dele e eu sorria largo de satisfação por aquilo, ainda vendo seu pau durinho pulsar enquanto recuperavamos o fôlego. Trocamos beijos calorosos, fizemos juras de amor e carinho eterno, passamos algum tempo deitados na cama e depois disso fomos para um banho revigorante.
Como não sabia se Silvia dormiria para a casa de sua mãe ou não acabei preferindo que Gabriel dormisse no seu aposento e eu no meu, pra evitar quaisquer suspeitas.

Depois desse ocorrido, o pequeno e eu só ficamos ainda mais atrevidos, qualquer situação de folga era uma oportunidade que arranjávamos pra foder e isso fez com que criássemos esse laço de confiança, fidelidade e amor um com o outro, porém nem tudo são flores.

Algumas semanas após nosso ‘entrosamento’ tivemos um jantar da empresa para recepcionar um sócio que estava em viagem e fomos todos para a casa do meu chefe, eramos cerca de 20 pessoas. Maridos, esposas, filhos, entre eles eu e Gabriel, amantes, padrasto e enteado. O jantar acontecia na parte de trás da casa, uma churrascada a céu aberto e eu admirava com uma certa invejinha tudo o que meu chefe já havia conquistado, desde aquela mansão, ao carro do ano, filhos lindos e foi no meio desse jantar que a bomba caiu em meu colo através de uma conversa que surgiu inesperadamente. Ricardo, que era um dos superintendentes da empresa na época, sempre foi um cara boa pinta, mesmo com a barriga acentuada pela cerveja e o leve sobrepeso ele chamava atenção por seu rosto quadrado, como daqueles galãs de propaganda de enxaguante bucal. Os cabelos grisalhos e lisos sempre penteados pra trás, a barba bem aparada, um bigodinho que já era marca registrada dele, nada mal pra um homem de 40 e poucos anos. Ricardo se aproximou de mim durante o jantar enquanto as crianças brincavam e eu me servia de um pedaço de costela assada, ele falava animado, com a expressão em seu rosto entregando o abuso de cerveja naquela noite:

– Crescem rápido ein?
– Oi? Ah sim, nossos filhos… É, daqui a pouco tão botando a gente no chinelo.
– Pois é, rapaz, a gente mal vê o tempo passar. Um dia eles tão aprendendo a andar e de repente já estão querendo andar de cavalinho.

Ele deu um riso leve e eu também mas antes que eu respondesse ele cochichou:
– Inclusive, baita aula de cavalgada esse loirinho tá recebendo de ti ein.
Eu quase me entalei com a comida, não acreditava que ele tava falando aquilo. Voltei o rosto na direção dele um tanto sem reação e ele prosseguiu:
– Tu foi no banheiro e deixou a galeria de video aberta bem na hora que recebeu uma ligação. Tua sorte é que quem atendeu fui eu.
– Eu não sei do que tu está falando, Ricardo.
– Ah, pera lá. Tem um video daquele moleque sentando na pica e outro dele mamando um cara, vai dizer que não é tu?

Eu fiquei em silêncio, a tensão entre eu e ele era crescente e eu percebi que ambos estavamos alterados, aquilo não devia estar acontecendo. Fiz menção de sair de perto dele e ele me agarrou pelo braço, cochichando de novo:

– Epa, calma lá, cara. Não vou te entregar não, se é o que te preocupa, também não vou mexer com teu moleque.
Eu virei pra encará-lo já cheio de raiva, quase dando um murro no meio daquele sorriso malicioso que ele tinha no rosto.
– E o que tu quer afinal, Ricardo?
Ele deu uma risadinha baixa e piscou pra mim, dizendo:
– Uma sociedade.

[Continua.]
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