Meu pai meu herói 3

As coisas estava ficando séria , não estava mais sentindo uma simples atração pelo meu pai como antes .
O meu tesão era uma loucura , mas eu não tinha controle precisava ter ele só para mim, precisava sentir o sabor dele.
Cheirar as cuecas usadas do meu pai tornou-se uma hábito diário para mim.então pensava que essa seria a única forma de tê-lo .
Os momentos certos eram sempre os mesmos , quando ele chegava do trabalho ,aaaahhhh …essas eram meu auge no dia .
teve um dia que ele me pediu para lavar seu carro , fui na hora enquanto nos lavamos o carro no fundo do quintal eu com um camiseta branca e um shorts preto surrado ,ele um shorts azul tinha tirado a camisa , eu ficava só olhando aquele homenzarrão forte ,másculo e veril cultivava os meus músculo preferido nele ,tirando seus braços e seu tanquinho ; Meu sonho era poder esfregar o meu rosto neles . ops …já to viajando de novo …rs
Foi nos terminar de lavarmos o carro a gente td molhados ele do lado da casa pegou uma toalha enrolando em sua cintura tirou o calção e a cueca e disse .
__JO vou tomar banho leva minha roupa para cesto de roupa na lavanderia pra mim lindinha .
OK papai e assim ele subiu mas que depressa peguei aquela roupa molhada , incrível ainda stava quente mesmo molhada aquele cheiro de macho que só meu pai tinha .huuuuuuuuuummmmm.
Levei um susto ! Minha mãe quase me pega eu ali na lavanderia cheirando a cueca do meu pai e mexendo na minha bucetinha que estava babando de vontade .
O tempo foi passando ,fui levando a vida só no submundo das cuecas dele .Me tornei uma verdadeira perita ( cheiradora de cuecas ) !
Não me sentia mas culpada pelo fato de querer sentir o cheiro dele e me masturbar pensando nas mais maravilhosas possível trepadas
que eu poderia ter com meu paizão .
Foi em maio daquele ano que eu completei 12 anos , logo de cara meu pai me deu uma mega surpresa !
Uma bike de alumínio de competição para eu acompanhá-lo nas trilhas que ele fazia e ate ali sempre me dizia que me levaria e nunca saia da promessa ,mas agora eu podia fazer as trilhas e minha imaginação foi a mil .
Passei a fantasia que numas destas trilhas poderia trepar com o paizão ,
_Ual…Valeu paizão !Nem sei como lhe agradecer ,você é o melhor pai do mundo ! disse quase chorando .
__Que isso, filha .Eu te amo ,isso não é a metade do que eu queria dar pra vc..vc merece!
Naquele momento me joguei em seu braços com uma chave de pernas me apoiei naque tanquinho e enchi ele de beijos ,estava aproveitando ate que !
Minha mãe estava desaprovando tudo ,não estava de acordo com o meu pai pela escolha do presente .
Sempre me achou mimada demais por ele .que eu podia fazer ,ele era meu pai lindo e gostosão …( sem chances mamãe chupa esta ).
Passou algumas semana ate que chegou o final de semana de fazermos a trilha ,minha mãe reclamou muito mais meu pai não deu ouvidos pra ela .
Lá estava eu no paraíso meu pai e seus amigos de trilhas só homenzarrão sarado , tmb tinha algumas mulher mais era o Gustavo meu primo um moleque de 15 anos que mais me incomodava ele sempre ficava dando em cima nas festa .
Meu pai e seus amigos pegaram pesado em uma trilha íngreme não se passou nem 30 minuto de trilha já estava com a linguá pra fora ,não demorou muito e já pedi arrego pensei se eu desistir o paizão vai voltar comigo e ai podemos parar em um lugarzinho e eu me aproveitar da ocasião ,mas o tiro saiu errado ,quando o paizão falou para seus amigos que iria voltar para eu não me perder na trilha !
Fui as nuvens ,mas a queda foi grande !
Meu tio falou .
__Não mano o Gustavinho volta com ela ele conhece o caminho.
Logo o pentelho se prontificou a me levar de volta , eu mesmo não querendo a companhia dele tive que engolir .
E assim lá fomos nos morro abaixo dava para sentir o Gustavo me comendo com os olhos por cima da minha calça leg cinza dava para ver minha bucetinha inchada .
Ele sempre ficava atrás ,vendo minhas curvinha dava para ver que ele não tirava o olho da minha bundinha ,então resolvi atiçar e levantava do selim e pedalava deixando minha bundinha com meu requinho marcada pela leg a vista , deu para notar que o Gustavo quase sempre ajeitando seu pau parecia que estava o incomodando .
Foi quando ele parou e disse que ali perto tinha uma lagoa muito bonita , pergunto se eu queria conhecer .
Então eu disse que não daria o papai já devia estar voltando ,foi ai que ele disse que a trilha tinha 2 hora e mais meia hora eles descaçava para descer eles iriam demora pelo menos umas 3 horas então aceitei ir ali com ele , sabia que ele estava com outros pensamento eu tmb por minha vez não não aguentava mas ver rola pelo computador hoje eu tava a fim de ver um rola ao vivo se não era do papai servia do Gustavo .
Chegando ali , Até notei um sorriso malicioso nos seus lábios. E fomos. Eu estava um tanto apreensiva em pensar no que poderia vir a acontecer.
– Tá assustada? – ele me perguntou.
– É grande… – falei.
Já tirando sua roupa respondeu .
– Tamanho de pinto de homem da minha idade nem pequeno ou grande demais ! – disse-me.
Em seguida ele me juntou pelos cabelos e levou minha boca em direção à aquela pica que para minha surpresa era bem menor que eu via no computador .

– Mama… chupa bem gostoso!! – disse ele, quase num sussurro.
Abri a boca na tentativa de dizer alguma coisa, mas ela foi invadida pela sua rola. Gostei muito. Comecei a chupar bem devagar. Até hoje me lembro quando a pica dele escapou da minha boca e ficou balançando no ar. Enlouqueci e abocanhei-a no ar.
Chupei, mamei, suguei com força, lambi e passei a língua em cada veia daquela pica gostosa. Palhetei-a de cima abaixo, como uma profissional do sexo. Tentei engoli-la todinha, engasguei e tossi. Não bastava. Tive que passá-la em todo meu rosto, pescoço e nos meus peitinhos durinhos de adolescente.
Que sensação maravilhosa. Minha mente fervilhava e ia ainda mais à frente. Medi o pau com meu palminho tímido. Não dava. 15 centímetros. Calculei o tamanho. "Será que eu aguento?", pensei. Queria ser metida, fodida, não pensava em mais nada ,ate esqueci do papai por uns minutos .
Meu primo apenas gemia e se contorcia.
E de supetão arranca minha leg com minha calcinha junto . Em seguida ele se ajoelhou no chão e ergueu meu top e começou a chupar minha seios pequenos .
Fiquei sentada no colo dele e aquela rola , quente e dura, no meio de minhas nádegas. Que loucura!!
Minha xoxotinha palpitava de desejo enquanto meu primo massageava e mordia os biquinhos dos meus seios.

Logo ele passou a mão em sua boca e percebi sua intenção. Fiquei totalmente sem reação quando ele repetiu o gesto mais umas cinco vezes, levando cuspe da boca até a minha pepeka, tentando deixar a minha entradinha o mais escorregadia possível.
Depois de alguns segundos ele ajeitou a pau na entrada da minha bocetinha e forçou, até obter resistência. Soltei um gemido e travei os movimentos.
Ele então parou e começou a acariciar meu ânus.
Ele tornou a forçar a rola pra dentro da minha grutinha, e a cabeça entrou, me arrancando lágrimas e deixando meu corpinho de adolescente todo arrepiado. Senti os céus desabarem de dor. Voltei à consciência. Tentei sair do seu colo. Ele se desesperou e me pediu calma. Não me soltou de jeito nenhum.
– Sou muito nova pra você! – falei. – Acho que não vou aguentar isso tudo… está doendo muito.
– É assim mesmo… fica tranquila. Se você relaxar entra tudo, fácil, fácil.
– Não! Não! Tira um pouquinho! – falei cheia de medo.
– Não posso parar agora! – disse ele. – Quero meter em você. Preciso te comer. Você está precisando de vara. Não vou deixar serviço incompleto. Vou te foder agora… bem devagar.

– Tem dó de mim, por favor… para de meter um pouco, pra eu descansar.
Eu estava tensa, com os músculos tensos. Ele então recuou um pouco. Fiquei na zona do conforto, mas presa pela cabeça da rola dele. Ele me beijou na boca, buscou minha língua, o meu céu da boca. Meu primeiro beijo . E eu na vara, levando ferro.
Senti-me amada com as carícias que ele me fazia. O dedo médio da mão direita sempre a acariciar meu cuzinho apertadinho, que não parava de piscar.
– Tesuda, gostosa, priminha gostosinha, eu te amo! – ele falava no meu ouvido, me apertando contra ele o máximo que podia.

Eu me sentia envaidecida e ia me relaxando, soltando o corpinho. Até que… gozei. Nem acreditei que minha primeira gozada numa rola ia ser tão fácil. Minha cabeça girou e fiquei sem sentidos por uns quatro ou cinco segundos.
Muito esperto, meu primo sentiu o meu corpo frágil, molinho e relaxado e subitamente me puxou com força pela cintura. O pau entrou até a metade. Me contorci de agonia.

Outro solavanco e ele me encostou no saco, de supetão. Dei um gemido alto. Nem deu tempo pra desespero. Adeus, hímen! Já era! Suas mãos me soltaram e eu tentei me livrar daquela vara .
Quando a cabeça do pau estava quase a descoberto ele me puxou de novo até embaixo. Outro gemido e senti o saco gelado encostar-se ao meu cuzinho quente. Senti os seus pentelhos no meu púbis ainda lisinho, Seu dedo médio me caçou novamente.

Logo ele achou meu buraquinho e forçou a entrada do meu ânus. Joguei meu corpo todo pra frente tentando fugir da dedada no cú e acabei me atolando na vara de novo. E sobe e desce, e gemo de dor, de gosto, de varada em varada.

E tome dedo no cú. Não queria saber de mais nada. Não para, não para.
Parou embaixo, vara cravada, pulsando, latejando. Ele tirou o pau da minha gruta e saiu esguichando porra em mim, na minha barriga, nos meus peitinhos.

Me senti toda esporrada. E ele carinhoso, me limpando com sua roupa. Em seguida ele me abraçou forte, e quase dormimos assim, em êxtase. De repente ouvi vozes. Com certeza alguém do acampamento estava à nossa procura. Mas isso não ia acabar ali, jurei pra mim mesma.
Quando saímos daquele matinho voltamos para estrada era gente de outro grupo andando por ali , voltamos para nosso acampamento e tomamos banho depois de uma hora papai voltou e depois de uma refeição voltamos para casa .
meu pai cansado pediu para eu guardar sua coisa aproveitei que estava ficando frio e pedi para voltar no banco de atrás e me cobri com uma cobertinha estava sentindo um pouco de dor , então ali eu fiquei .
Mais não estava sozinha tinha roubado a cueca que o papai usava na trilha da sua bolsa e estava ali cheirando ela e pensando no que tinha feito .

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