Fui estuprado no cine pornô

Com 17 anos, tive meu primeiro emprego no centro do Rio, como office boy,num escritório de advocacia. Fazia muitos serviços externos, e logo passei a conhecer bem os locais e ruas do centro. Sempre q passava a tarde na rua Álvaro Alvim, ficava excitado ao ver vários homens entrando num cine pornô, ali existente. A rua é extreita e deserta, sempre eu dava uma parada na esquina pra ver o enorme movimento, de homens (muitos maduros)entrando discretamente e sumindo por trás da cortina preta.
Era inicio da década de 80, um conhecido, q não sabia das minhas intenções já havia me contado o q rolava lá dentro, provocando em mim uma vontade louca d visitar o local, pois eu sentia muita atração por homens mais velhos.
Naquela época, era muito difícil a entrada de menores nesses locais, sempre pediam identidade, e como eu era lisinho ,baixo e magro, parecia ter bem menos q 17 anos.
Certa vez, ao entrar no bar ali perto , pra almoçar, reconheci o bilheteiro do cine, almoçando na mesa ao lado. Como quem não quer nada, puxei conversa e por sorte, ele era um senhor simpático, assim, tomei coragem e abordei o assunto com ele, q logo se prontificou a me colocar pra dentro do cine.
Feliz , por minha sorte, naquele mesmo dia,apois o expediente, com o coração aos pulos, comprei o ingresso e o coroa me deixou passar pela roleta.
Ao abrir a cortina, não vi nada,a não ser o clarão da tela e o som abafado do filme de ma qualidade q passava,me encostei na parede esperando a vista se acostumar com a escuridão, quando alguém aí meu lado, alisou minha bunda. Assustado me afastei, encostando em outra pessoa do lado oposto. Este segurou minha cintura e me puxou contra seu corpo, roçando o pau duro na minha bunda.
Era impossível imaginar q a sacanagem era tão declarada. A vista já me permitia ver vultos e a silhueta de vários homens passando.
Como não tentei me desvencilhar do cara , q já me abraçava por trás, ele beijou minha orelha, e me chamando de gostoso, meteu a mão dentro da minha calça. Seu pau pulsava no meu Rêgo, me dando imenso prazer, e logo já estava empurrando a bunda contra a pica.com a vista mais clara, pude ver, mais ao lado, um cara agachado, chupando a pica do outro. Havia murmúrios e até gemidos. O cara q tinha alisado minha bunda, pegou minha mão e colocou sobre sua pica. Era um coroa grisalho, seu pau duro pulsava entre meus dedos, enquanto o outro, já tinha aberto minha calça, puxado pra baixo e esfregava a pica no meu Rêgo. Olhando pra trás vi q era um cinquentão tbm baixinho e seu pau parecia ser fino.
Fazia cinco minutos q eu estava ali dentro e já estava sendo agarrado por dois homens.
Quando senti a pica quente na portinha do meu cu, me inclinei pra frente pra facilitar, então o grisalho, pegou minha cabeça e levou até seu pau babado, suado q fedia a mijo e sebo.era a primeira vez q eu chupava uma pica, até aquele dia, eu só tinha liberado o cuzinho por duas vzs, pra um colega de escola,e já fazia três anos.
Nervoso, o coroa tentava me penetrar, só com a lubrificação natural da sua pica. Empinando a bunda abri minhas nádegas com as mãos.
Desta vez, a cabeça deslizou queimando pra dentro do meu buraquinho e sem parar de chupar o outro, rebolei a bundinha, pra facilitar a penetração e nesse momento , pra minha frustração o baixinho começou a gozar na portinha do meu cu.
Depois de melar toda minha bunda, ele se afastou me deixando de calça arriada. Segundos depois, foi a vez do grisalho encher minha boca de porra quente e espessa. Engoli quase toda a gosma e cuspi o resto no chão. Tbm sem dizer nada, o outro se afastou, guardando a pica babada. Vesti a calça e tbm sai dali, já dava pra ver bem o enorme salão , cheio de homens em pé nos corredores laterais e as poltronas, quase todas ocupadas. Alguns caras se beijavam, outros se punhetava me ou mamavam a pica do cara ao lado.
Enquanto caminhava pelo corredor apertado,excitado com tanta luxúria, sentia mãos me segurando e deslizando pelo meu corpinho adolescente. A maioria dos caras expunham suas picas duras, balançando e oferecendo. Esbarrando em várias delas, finalmente, cheguei ao banheiro, afim de limpar a porra q escorria da minha bunda. Ali, com as luzes acesas, vi vários homens lado a lado no enorme mijador inox, todos de calça arriada, expondo bunda e pica pra quem quisesse pegar.
Os três box sanitários estavam fechados e lá de dentro de podia ouvir, gemidos e murmúrios. Uma das portas se abriu e saiu dos homens ajeitando as roupas, logo entrou mais dois e se trancaram.
O cheiro, ali dentro era sufocante, uma mistura de mofo,suor, fezes , urina e sêmen. Num canto, sem se importar com a claridade e a presença dos outros, um cara metia a pica no cu de um idoso. De onde eu estava, via a enorme picona, sumir no cu do velho, q gemia e rebolava. Logo a porta do box ao meu lado se abriu,dois rapazes saíram e eu entrei, antes q eu fechasse a porta, alguém a forçou, e entrou um mulato quarentão, barrigudo, calvo e de óculos fundo de garrafa. Estava de pau na mão, trancou a porta e sem nenhuma cerimônia me mandou sentar no vaso, apertando meu mamilo. Obedeci e ele empurrou a pica na minha boca. Era do tipo, curta e grossa e como a outra q eu havia mamado,tbm fedia a sebo e mijo. Depois de alguns minutos chupando, pensei q ele tbm ia gozar na minha boca, mas logo me fez levantar, e mandou me virar. Meio constrangido por estar com o cu todo babado, obedeci, descendo a calça até os joelhos, apoiando as mais no vaso, empinei a bunda. Mesmo com o cu todo babado, a cabeça grossa encontrou resistência. Apoiando a cabeça na parede, arreganhei o cu com as mãos, abrindo espaço pro entruso. O pauzão grosso entrou rasgando minhas pragas, me fazendo dar um gritinho.
O mulato era bom de pica, experiente em comer cu, fúdia gostoso, com estocadas compassada, q me fazia delirar de prazer. Acho q ele bombou no meu cu por uns 15 minutos, até explodi num delicioso orgasmo. Saciado, deu tapinha na minha bunda em agradecimento, enquanto eu limpava sua pica cm papel higiênico, depois fiz o mesmo com minha bunda e saímos do banheiro, ele pra um lado, eu pro outro.
Depois de dar umas voltas,olhei pra cima e resolvi visitar o segundo piso(hoje só o primeiro piso funciona precariamente).
Lá em cima tinha menos pessoas. Me sentei numa poltrona e não demorou pra alguém sentar ao meu lado, era um maduro sessentão, q jfoi logo roçando a perna na minha, me oferecendo sua pica. Peguei aquela coisa flácida ,comecei a punhetar e logo cai de boca.
Enquanto chupava, alguém sentou na poltrona do outro lado, alisando minha bunda. Virei a cabeça e vi um negro alto e magro. Cheio de tesão, abri a calça e puxei a calça pra baixo, deixando minha bunda a disposição dele, q depois de apalpar minha bunda atolou o dedo no meu cu e ficou massageando. Logo o coroa,ainda de pica meia bomba gozou. Solvi todo seu leitinho ralo e me voltei para o negão, patolando seu picão preto, enorme e grosso.
Pra minha surpresa, o negro me abraçou e me deu um longo e delicioso beijo na boca. Era a primeira vez q eu beijava um homem e me entreguei totalmente.
Ficamos ali namorando por uns dez minutos, até q ele me chamou, pra ir para os fundos do corredor, onde era bem mais escuro. Ali sosinhos e protegidos por uma grossa pilastra, me agachei e cai de boca em seu picão. O safado, com certeza já havia comido um cu, pois seu pau fedia a merda. A essa altura meu tesão era tanto q nem me importei. Depois de deixar a jeba em ponto de bala, me virei e esfregando a bunda em seu pau, pedi:
” Vem, fode meu cuzinho”
Abraçado a pilastra, recebi aquela tora inteira no rabo. O negão tinha pegada forte, seu cheiro de macho suado me fazia delirar, entre gemidos e gritinhos a cada estocada profunda.
Logo me vi cercado de homens , atraídos pelo barulho. Alguém , colocou a pica na minha boca. Seu pau tinha um forte cheiro de salchicha e molho. Algum viado q tinha comido um cachorro quente, o havia chupando antes de mm.

A tora do negão socava com força meu estômago, me deixando na ponta dos pés. Logo ele urrou, gozando litros de porra no meu reto. Assim q tirou a pica, meu cu arreganhado, permaneceu aberto,era como se eu estivesse ovo por dentro
A porra espessa escorria pelas pernas.de tanto o negro bombar, deu entrada de ar, me fazendo peidar alto. Sem se importar, alguém atrás de mim, empurrou a pica no meu cu.
Seu pau entrou inteiro num só movimento, meu anel arregaçado , parecia anestesiado.
Por mais de meia hora ,fiquei ali, a mercê de machos tarados q revezavam suas picas na minha boca e cu.
Com muito custo consegui me desvencilhar e descer as escadas. Naquela noite, cheguei em casa com a roupa fedendo a suor, minha sunga estava lambuzada de merda e porra, meu cu arregaçado, a boca colando de tanto tomar porra. Havia chupões no peito, pescoço e rosto.
Apesar de tudo eu me sentia realizado por ter sido objeto de prazer pra tantos homens.
Se gostou deixe seu comentário, tenho outras aventuras pra revelar. Deixe seu imail.

Avalie esse conto:
PéssimoRuimMédioBomExcelente
(Média: 3,58 de 19 votos)
Loading...