Cine kratos, encontrei o que meu esposo não queria

Há 6 meses Por 5 ★ 4.70

Casados a cinco anos Jonas (meu esposo) sempre com suas manias de fantasiar antes de ir para cama, falou que me levaria a um cine pornô, eu respondi que não sabia que tenho medo de ser molestada.
-Que nada querida, só se você quiser… Chupar…, piru grande e grosso você vai ver vários.
-Você tem coragem de me deixar com outro homem?
-Passar a mão, tocar uma pro cara tudo bem. Vou levar camisinha!
-Não tenho coragem de fazer com um estranho, e se eu vejo você encostar numa piranha eu armo um barraco.
-Um cara que você nunca mais vai ver, tudo bem, eu deixo você perto dele pro cara gozar…
Um mês depois eu estava entrando no cine kratos. Passamos pelas cabines privadas (para um contato mais íntimo) que exibem filmes, entramos na sala de exibição um filme com sexo anal na tela e já vi homens se masturbando, puxei meu esposo para fora, parei bem em frete a um das cabines onde um homem branco meio careca bate na porta que se abre rapidamente e eu vejo lá dentro uma mulher branca jovem como eu ajoelhada nua da cintura para cima e um negro de pau duro fora da calça. Foi quem abriu a porta o homem branco entrega para ele e para mulher dois copos e tenta entrar, impedido pelo negro, antes da porta fechar a mulher grita.
-Amor a camisinha.
Meu marido fala em meu ouvido a esposa vai ser arrombada pelo negão e o corno vai ficar aqui fora de pau duro olhando para a porta, otário. Aquilo mexeu comigo e com a minha xana, que vontade de está no lugar da mulher que nesse momento gemia lá dentro. Pedi ao Jonas para entrarmos em uma cabine que eu queria foder assistido um filme.
-Não tem graça querida isso a gente faz em casa. Você está aqui para ver piru grande e grosso, vamos entrar que eu vou mostrar alguns para você.
Muito sem graça entramos, eu usava uma bermuda gins discreta e uma blusa preta de alcinha com sutiã, por cima um casaquinho curto. O lugar não estava cheio, mas eu via a cada passo homens sendo masturbados pelos seus parceiros e parceiras a minha xana estava molhadíssima. Meu marido parou no meio do caminho e tirou meu casaco, chamando a atenção de todos para os meus seios que são de tamanho médios com os mamilos grandes, reparei que todos os homens olhavam para mim, sentei rapidamente na segunda fileira de bancos, me encostei em Jonas que tirou seu pauzinho para fora, digo pauzinho porque todos que eu tive coragem de olhar eram maiores que o do meu marido. Eu estava curtindo aquele momento único, estava segura ao lado do meu marido, tanto que abri a minha bermuda. Um homem sentou do meu lado e tirou o pau para fora da calça e ainda passou a mão na minha coxa, Jonas argumentou com ele que fez cara de poucos amigos e continuou, logo vieram outros, eram quatro um deles empurrou Jonas e sentou do meu lado, puxaram meu cabelo para traz e fui beijada na boca a força tentei gritar, pedi para parar que eu não queria o meu marido ficou mudo, inerte, eu estava indefesa e ao lado do meu marido. Um homem moreno quase negro vestindo uma camisa de manga comprida e calça social parou em frente ao meu olhar e eu angustiada falei.
-Me ajuda…
Empurrando um dos homens, sentou-se ao meu lado e me entregando uma latinha de Coca-Cola e falou com voz autoritária.
-Chega, acabou a brincadeira o macho dela chegou!
Todos se afastaram e eu pude relaxar e fechar a minha bermuda, procurei meu marido, ele estava sentado do outro lado das cadeiras, agradeci ao homem que se chama Carlos, levantei para ir para lá, mas reparei que ao lado dele estava sentado o homem que deu inicio a tudo, tornei a me sentar e perguntei para o Carlos.
-Posso ficar aqui com você? Se você for se masturbar eu viro o rosto, não quero aquele homem nojento passando a mão em mim de novo.
-Pode sim, eu não vou me masturbar…, essa é a minha primeira vez…, eu nem queria entrar meu primo que insistiu…
Começamos a conversar enquanto o filme passava na tela e sempre que um homem se aproximava ele o mandava vazar. Contei tudo sobre mim e as taras do meu marido e ele contou a sua vida de como ele vive sozinho depois de uma paixão muito forte.
Reparei que no bolço de sua camisa tinha o logo de empresa onde eu trabalho servindo café para os escritórios. Nos apresentamos e ele falou.
-Você então é a senhorinha do café.
-Sou sim, emprego está difícil….
-Mas eu não tomo café prefiro xá de maçã…
Descobri que ele trabalha na central do Rio e eu em São Paulo.
Deitei em seu ombro com a perna esquerda em cima da dele, alisei o seu pau por cima da calça e ele disse.
-Aqui não! Eu sou tímido.
-Eu também, por isso eu pedi ao meu marido para me levar em uma daquelas cabines ele não quis, disse que não tem graça que legal é com um estranho, mas eu nunca entraria lá com um estranho, ele então falou.
-Quer ir comigo? Não somos mais estranhos, trabalhamos na mesma empresa.
-A gente pode fazer o mesmo que está fazendo aqui, tá certo?
-Certo, só que mais a vontade.
Levantamos de mãos dadas e seguimos por todo salão. Estava segura ao lado de um macho de verdade o braço dele da três do meu marido na grossura, dois metros de puro musculo. Apresentei-o ao Jonas e disse para onde eu ia, Jonas tentou dizer não, mas o negão me puxando pela mão foi me levando em direção a saída. Chegamos, esperamos um pouco e uma das cabines abre e a mesma mulher branca de antes sai de lá arrumando o vestido e toda alegre beija a boca do esposo e os dois saem abraçados, eu pensei essa mulher deve ter ficado uma hora ou mais sendo arrombada por esse negão e o esposo dela a recebeu todo alegre, será que o Jonas vai me receber assim também kkk.
Entramos e eu pedi ao Jonas para ir comprar um refresco para nós, ele foi.
-Quero fazer uma brincadeira com o Jonas.
-Como?
Pedi para o Carlos abri a calça e tirou a camisa, ajoelhei no chão na mesma posição da outra mulher e tirei minha blusa ficando de sutei. Bateram na porta o negão atendeu, era o Jonas com três latinhas de cerveja, o negão pegou as cervejas e empurrando-o para fora fechou a porta, eu gritei.
-Amor! A camisinha.
Jonas tirou do bolço uma camisinha e duas bolinhas de lubrificante. Comigo ainda ajoelhada meu marido beijou minha boca, colocou-os em minha mão e falou.
-Espero você lá fora querida.
O negro fechou a porta e rindo disse:
-O corno pensa que vamos transar.
-Meu marido quer que eu masturbe você.
-Ele te liberou, quer ser corno.
Colocou um filme onde uma branca dava para um negão e sentou ao meu lado no sofá bebemos e conversamos. Ver um homem daquele tamanho quase pelado e de pau duro me abraçando e beijando minha boca, foi de mais pra mim eu nem sabia mais o que estava dizendo. A mulher do filme falou arromba meu cu negão, eu repeti olhando para o Carlos.
-Eu não como piranha, mas pelo que eu vejo você não é uma piranha, você é uma mulher linda com um marido corno filho da puta. Ele merece o que eu vou fazer com você agora.
-O que?
Beijou minha boca e foi tirando nossas roupas, passiva deixei. Me pegou no colo com as pernas para cima e a buceta na sua boca. Com a língua dentro de mim, cuspiu e melou bem, se é que era possível melar mais do que já estava, tentei colocar o pau dele na boca, mas era difícil naquela posição. Eu que adorei o seu papo e me sentia protegida ao seu lado me entreguei de vez. Quando que meu esposo ia fazer isso comigo? Pendurada de cabeça para baixo tendo a buceta chupada e na minha cara um piru preto enorme e muito, muito grosso. Deitou me no sofá e sobre mim, ficamos namorando, eu perdida em seus braços. Chupou meus seio mordendo o bico até doer, reclamei tirei sua boca, repetiu a mesma coisa com o seio direito só parou quando eu reclamei e partiu para o esquerdo, fazia isso com um sorriso de garoto sapeca, meus seios ficaram vermelhos e bem duros com os mamilos duríssimos eu nunca tinha visto eles assim. Voltou a beijar minha boca, cruzei as pernas em suas costas, aí foi inevitável, eu estava com um piru preto grosso de mais de vinte centímetros encostado na minha xana, aberta e babada, ele falou.
-Você quer?
Não respondi, pensei, as palavras não saíram. Colocou a camisinha, quebrou uma bolinha de lubrificante, passou em minha xana, lubrificou seu pau e perguntou novamente, fechei meus olhos e joguei a cabeça para traz. Segurando minhas pernas abertas esfregou a pica em minha xana de cima para baixo muito rápido, gozei. Deitou sobre mim e tornou a perguntar.
-Você quer?
Respondi. -Quero!
-Você quer o que? Fala alto para o corno ouvi.
Falei alto. -Eu quero piru preto na buceta, me arromba toda, negão, meti logo, não aguento mais.
Foi o que ele fez, nossa, minha bucetinha não estava acostumada com tanta pica doía a cada estocada. Tive o meu segundo orgasmo, colocou-me de quatro e continuou metendo, segurou meu cabelo e os tapas estalavam na minha bunda e cochas, tive o terceiro orgasmos esse fortíssimo, não consegui ficar de quatro e cai deitada com o negro em cima de mim. Ele continuou metendo até gozar dentro da minha buceta enchendo a camisinha.
Descansamos alguns minutos e ouvi Jonas chamar por mim. Tirei a camisinha do pênis dele dei um nó e nem pensei submissa ajoelhei em sua frente, lambi, beije e chupei com toda fome, fome de porra, enfiei o máximo que consegui na garganta sem vomitar e ele falou.
-Caralho, para senão vou esporrar na sua boca.
-Quero porra.
E abri a boca, Carlos esporrou na minha língua, não foi tanta porra quanto da primeira vez, mas foi uma boa quantidade.
Eu saí primeiro, abracei, beijei a boca de meu esposo que regalou os olhos, mas não disse nada, acho que ele sabia que gosto é aquele em mina boca.
Encontramos o seu primo no bar do cinema bebemos juntos nos despedimos, Carlos me beijou na boca um beijo longo e molhado bem na frente do Jonas, ali parado com cara de corno manso.
Na volta para casa eu dormi assim que entrei no carro estava muito cansada, esgotada.
Tirei minha roupa na frente do espelho com Jonas olhando para mim, curioso para saber se eu masturbei ele com ou sem camisinha.
-Nossa seus peitos estão muito vermelhos.
-Nunca foram tão chupados e mordidos assim.
-Sua bunda tem varia marcas de tapas a mão dele é enorme.
-Só a mão não ele é todo enorme o caralho dele passa dos vinte centímetros grosso veiúdo com um cabeção…
Jonas me abraçou por traz, senti o seu pau duro encosta na minha bunda.
-Você fez o negão goza agora deixa eu fazer você gozar também.
Peguei a camisinha na minha bolça entreguei para ele e disse.
-Engano seu querido, senti o cheiro de buceta nessa camisinha e o gosto na minha boca é porra, gozei três vezes em duas horas de foda sem descansar estou toda arrombada.
Eu disse isso e fui tomar banho de lá ouvi ele perguntando.
-Você deu para um desconhecido, querida?
Eu respondi que ele não é mais um desconhecido ele trabalha na mesma empresa que eu só que em outra filial. Meu marido entrou no banheiro e disse que não podemos fazer com conhecidos porque senão vira amante e eu completei.
-Ele sabe onde eu trabalho basta ele querer serei sim sua amante fixa.

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5 Comentários

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  1. Raquel Silva

    Nossa que delicia fiquei excitada Belo conto

    • Anderson

      Quer transar comigo raquel

    • Negroludo

      Nossa vcs sd contenta com cada mentira vc acha que alguém irria sd expor assim

    • Alexandre..

      Oi gata vamos marcar pra gente ver um filme normal…..mas durante o filme fasso umas brincadeiras gostosas.

  2. NIlson

    MUITO BOM O CONTO ADOREI CONTINUA CONTANDO SUA FANTAZIA!!!!!!!!!!!!!!!!