Aninha a primeira bucetinha

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Dando continuidade ao Juninho o primeiro cuzinho.
No dia seguinte o Juninho estava na rua quando voltei da escola e ele veio rápido em minha direção e perguntei:
– Como voce está? Tudo bem?
O Juninho responde com sorriso nos lábios:
– Estou bem mas com dor no furinho
– Vamos em casa que passo uma pomadinha que vai passar a dor
O Juninho veio que mancando com a dor da perda das preguinhas ontem e parece ser bem ingênuo por que com a desculpa iria socar novamente. Ele entrou e já pedi para ele tirar a bermudinha e cueca e se debruçar no braço do sofá, igual ontem. O Juninho aproveitou e ficou peladinho e debruçado e abriu as poupas da bunda para eu ver e passar pomadinha. Eu tinha uma pomada que minha mãe passava quando assava minhas pernas e sem ele perceber tirei minhas calças enquanto passava a pomada e disse que precisava passar lá dentro para ele aguentar e fazer força para fora. Pronto, ele obedeceu e enfiei meu dedo e rodando o dedo e, com a outra mão passei esse creme no meu pau que estava durinho. Me levantei e troquei o dedo pela ponta do meu pau e disse: – Faz força para fora e continua abrindo a bunda com sua mãos. Forcei e pronto a cabeça passou e segurei a cintura dele e cravei tudo, Juninho tentou escapar mas já era tarde e mesmo chorando eu soquei forte e logo gozei e disse. – Juninho calma que enfiei a pomada lá no fundo e a dor vai passar e começar a esquentar e ficar gostoso e a dor vai virar uma coceira de vontade de levar mais pica.
O Juninho se vestiu e foi embora e aproveitei para almoçar e descansar da gozadinha que dei.
Umas 2 horas depois o Juninho voltou com uma menina que era a priminha dele com 11 anos e chamada Aninha e veio passar a tarde na casa dele e que ele confessou para ela que tinha chupado meu pau e dado o cuzinho pois ele estava muito feliz e ela forçou ele a confessar. Ela perguntou para mim se era verdade e disse que queria ver. Fui rápido na resposta que não era só ver, ela deveria fazer igual a ele pois no caso contrario não teria nem resposta e nem veria nada. O juninho incentivou ela a também fazer mas não queria, tinha medo da mãe saber e nós a convencemos que era segredo de morte e ela falou que ia tentar . Pedi para os dois ficarem peladinhos e tirei minha roupa também. A Aninha tinha dois carocinhos nos peitinhos e um pouco de pelos pretinhos e lisos encima da bucetinha com um risquinho na racha dela. Fiz os dois se ajoelharem e passei o meu pinto nos lábios dele que abriu rápido e começou a chupar, tirei e passei nos lábios dela como baton e ela não abria a boca e disse bem bravo:
– Aninha ou faz igual ou podem se vestir e ir embora
Ela falou que nunca tinha feito e que estava com medo e foi mais uma ordem, ou faz ou tchau.
Aninha abriu a boca e enfiei o pau todo e mandei-a aguentar e soltei, comecei o enfia até a garganta dela e puxava e enquanto isso o Juninho já se preparava debruçado no sofá e abriu a bundinha e disse para a Aninha:
– segura o meu pau na direção do cuzinho do Juninho que está bem vermelhinho
Passei a forçar e entrou frouxo com o creme que tinha passado no cu dele, no começo da tarde, e o meu leite dentro, mesmo assim soquei e ele gemeu gostoso mas não queria gozar nele, e logo tirei e falei:
– Aninha, agora é vc, vou bem devagar mas faça tudo que eu pedi, deite no braço do sofá e abre as perninhas que quero te chupar um pouco, abre a bundinha com as mãos.
Ao olhar sua bucetinha abaixo do cuzinho, eu pedi ao Juninho que ajudasse ela e com as mãos dele eu fiz abrir a bucetinha que tinha um furinho bem pequeno. Comecei a enfiar a língua naquele buraquinho da bucetinha e ela piscava muito, levantei a língua no cuzinho e ela piscou e gemeu gostosinho, voltava na bucetinha e disse:
– Aninha fique com o cuzinho relaxado que vou enfiar o meu pau.
O Juninho continuava a abrir a bucetinha da priminha e depois de passar creme no pinto pedi a ele que olhasse se ela fosse fazer cara de dor para eu parar mas não queria que ele visse que ia direcionar na bucetinha. Apontei e pedi para ela relaxar e comecei a enfiar a cabecinha na bucetinha, ela reclamou que estava doendo e senti que entrava um pouco agarrado nas paredes daquela bucetinha, e abria mais e mais enfiava, senti que deu uma travada e ela falou que doia muito e era para tirar que seu cuzinho dois até a bucetinha, sem ela perceber que era na bucetinha que estava entrando. Segurei firme no braço do sofá pois seria impossível dela fugir, fiz meu pau ficar mais duro e força total de encontro do meu corpo ao dela, entrou tudo até a parte mais grossa do meu pau, ela deu um grito e senti ele pular para dentro epois de passar por uma barreira que desapreceu, lá se foi o cabaço, ela começou a chorar e Juninho a consolava dizendo que a primeira vez no cu doi mesmo mas depois fica uma coceira deliciosa de querer dará toda hora. A Aninha soluçava de choro e eu soquei até gozar e ao tirar ela foi e levantar e ao passar a mão na bunda para sentir o cu ela percebeu que foi mais embaixo e perguntou:
– Voce comeu minha bucetinha ou meu cuzinho?
Respondi:
– Hoje foi a bucetinha e volte aqui outro dia para eu tirar as sua preguinhas.
Ela foi no banheiro e viu a esporra saindo da bucetinha com um pouco de sangue e disse
– Minha amiga disse que o tio dela tinha comido a bucetinha dela e que saiu um pouco de sangue e depois para.
Eu não podia perder a chance de arrancar o cabacinho da primeira bucetinha que apareceu na minha frente e nuca tive dó dessas crianças que caem na minha conversa, ou são ingênuos ou deixam fazer o que já queriam que fizesse.
Tenho muitas historias a mais, é só pedir

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