Esposa advogada comida pelo bandido

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Elaine, minha esposa, tem 28 anos, é advogada criminal, e dona de uma beleza estonteante com seus longos cabelos loiros e lisos, rosto delicado, sorriso provocante, 61kg perfeitamente distribuídos por seus 1,73m, seios grandes, com deliciosas marquinhas de biquíni, cintura fina e coxas grossas. Suas amigas brincam que ela faz o estilo ‘loira cavala’, e a forma escultural do seu corpo bronzeado é mantida por uma rotina rígida de ginástica e natação. Seu melhor atributo, no entanto, é sua bunda, muito admirada por sinal, com cerca de 105cm, incomparável e absolutamente perfeita. A Nane nunca teve grandes na sua área de atuação, e sempre manteve sua imagem profissional inabalada. Trabalhando em um conceituado escritório de advocacia, ela foi envolvida em um processo de ampliação da imagem de mercado da empresa. A diretoria havia elaborado um plano de ação social, e solicitou que ela participasse de alguns serviços que a companhia prestaria para população de baixa renda. Apesar do grande contraste em relação a seus projetos anteriores, que sempre estavam ligados aos clientes que geravam o maior faturamento da firma, sua dedicação era tanta que chegava ao ponto de passar noites em claro na frente do computador, lendo referências e estudando os inúmeros casos, de forma a atender as metas e ajudar as pessoas necessitadas da melhor forma possível. Minha esposa foi designada para o caso Washington Silva, que tramitava há mais de onze meses, e já passara nas mãos de vários advogados da firma. O rapaz, de vinte anos, havia sido preso sob acusação de furto e suspeita de tráfico de entorpecentes. Ele alegava, no entanto, ter sido vítima de violência policial e abuso de autoridade; uma armação da polícia, que precisava apontar um culpado para a onda de crimes na comunidade que morava, e o elegeu como responsável para comprovar a eficiência de uma investigação que supostamente nunca aconteceu. Esse caso era tido como importante pela empresa, pela repercussão que o trabalho pró-bono poderia gerar. A Nane precisava visitar o réu na Casa de Detenção onde estava detido. Com receio de ir sozinha, minha esposa me pediu para acompanhá-la, me passando de representante designado do escritório. Concordei, já que realmente uma prisão não era um ambiente para mulheres, ainda mais uma linda como a Nane. Estacionei o carro em frente o presídio, havia um grande fluxo de pessoas ali, tanto de funcionários quanto familiares dos presos. Minha esposa se apresentou ao agente penitenciário, que indicou o caminho da sala de visitação, onde agradaríamos o Washington. Passamos por um corredor todo fechado por grades, de onde se podia ver o pátio e os presos. Alguns notaram a presença da Nane e a encaravam com olhos de animais famintos, fazendo vários comentários, mas ela se manteve firme, mostrando extremo profissionalismo. Chegamos a um primeiro portão, que foi aberto eletronicamente, e continuamos até um segundo, que guardava o corredor da sala que procurávamos. Outro agente abriu o portão e, quando ela passou pelo guarda, ele segurou seu braço e, quase ao pé do ouvido, sussurrou “A doutora vai precisar de ajuda? Cuidado, porque aqui tem muitos tarados…” Nane puxou seu braço com força, se soltando, e disse, olhando firme, “Não, muito obrigada.” Quase ri da cara do sujeito quando levou esse fora, enquanto ele fechava o portão com uma nítida expressão de frustração. . Seguimos pelo corredor e encontrávamos todas as portas trancadas, até que finalmente chegamos a tal sala de visitação, um cubículo com uma mesa de metal fixada ao chão e algumas cadeiras. Algum tempo depois, o rapaz foi conduzido, algemado, por um policial, que saiu e fechou a porta. O garoto se encontrava visivelmente alterado, os olhos vermelhos como se estivesse drogado. Para alguém de vinte anos, o garoto parecia ser bem subdesenvolvido. Maltrapilho, de baixa estatura, quase raquítico, cheio de hematomas pelo rosto e sem boa parte dos dentes. Por esses atributos, aparentava ser bem mais jovem. Senti pena dele, pois certamente não teve formação ou oportunidade de vida nenhuma, era apenas mais um pobre coitado que serviria para alimentar uma estatística de pobreza qualquer. “Olá, Washington.” A Nane o cumprimentou. “Sou a advogada que está cuidando do seu caso atualmente, meu nome é Elaine.” “Até que enfim mandaram alguém!” Ele fitou-a todinha, com o mesmo olhar agressivo dos presos do pátio. “Veio me liberar, doutora?” “Infelizmente não, Washington,” Minha esposa respondeu, tentando não gerar falsas expectativas. “Pretendo seguir a melhor alternativa…” “Sempre a mesma merda…” O rapaz sentou à mesa, interrompendo, sem se preocupar com o linguajar. “Pelo menos a senhora é muito melhor que o último coroa que mandaram… Gostosa demais… Casada?” “Washington, não estamos aqui para falar nem de mim, nem do meu casamento e sim do seu caso.” A Nane o repreendeu. “Opa, doutora, desculpa.” Ele tentou se redimir. “Estou levantando dados para auxiliar na sua defesa, preciso de maiores detalhes do que aconteceu.” Minha esposa foi direto ao assunto, abrindo a pasta com informações para a audiência. “O que aconteceu é que eu fui sacaneado por aquela cambada de putos que me prendeu!” O rapaz estava mesmo alterado. “Eles falaram que tinha um monte de merda comigo, mas eu não tinha porra nenhuma!” “Consta nos autos, que você foi agredido pelos policiais.” Ela lia o documento, ignorando os comentários de baixo calão. “É verdade!” O garoto insistiu na versão. “Aquele bando de covarde viado me encheu de porrada!” “Não foi encontrado nenhum indício de agressão no laudo do IML.” A Nane analisava os dados friamente. “Como não? Porra, levei vários chutes no saco!” Ele ficou irritado por ela não ter acreditado. “Ainda tenho os roxos que ficaram! Olha só!” Subitamente, ele levantou e abaixou as calças, exibindo o órgão em questão. O rapaz ficou parado na frente da minha esposa, sem cerimônias, exibindo suas genitais. Ele tentava segurar seu saco com apenas uma das mãos, mas não conseguia, era enorme e balançava livremente, pendurado entre as pernas. Não apenas o saco do sujeito era avantajado; seu pau era descomunal, completamente desproporcional ao seu porte físico, realmente espantoso pra um cara como ele. Estava mole, mesmo assim passava da metade das suas coxas, além de bem grosso e com uma cabeça gigante. Pude perceber que a Nane ficou de queixo caído e olhos arregalados ao ver a piroca do bandido. “Washington!” A Nane estava visivelmente constrangida, e tentava desviar o olhar daquela rola imensa. “Desculpa, doutora.” O rapaz levantou as calças e sentou novamente. “É que eu fico puto porque ninguém acredita no que eu falo!” Minha esposa se recompôs e começou a discutir sobre o processo, mas o rapaz não aparentava estar interessado no que ela tinha a dizer, ficava a encarando e rindo o tempo todo. Demonstrando descaso, apoiou os braços pra trás, abrindo um pouco suas pernas, o volume da sua calça era notável. A desatenção do sujeito irritou a Nane, que perdeu a concentração e deixou alguns papeis caírem no chão. “Pode deixar, doutora, eu pego.” Ele prontamente se enfiou debaixo da mesa e foi pegando as laudas. A Nane organizava suas anotações, e não percebeu as reais intenções do meliante, que fingia recolher as laudas, mas olhava descaradamente por sob sua saia social preta e curta. Distraída com os documentos, ela abriu de maneira sutil suas pernas e acabou involuntariamente expondo sua minúscula calcinha para o favelado. Ao se levantar, a Washington ficou na frente dela segurando as folhas, como se estivesse as lendo. O tecido da calça estava extremamente esticado, ajustando-se ao grande volume que tentava conter. A Nane me olhava aflita e decidiu terminar aquela sessão, levantando e explicando detalhes finais do processo ao rapaz em pé mesmo. Minha esposa anunciou que iria rever alguns outros depoimentos gesticulou para irmos embora. Levantei, abri a porta e fiquei esperando, enquanto ela pediu que o Washington assinasse alguns protocolos. Tão logo ele terminou, ela deu as costas para o rapaz e caminhou em direção a porta. Rapidamente, ele se colocou atrás da Nane, levando sua mão à cintura dela, aproveitando para puxá-la contra ele. O meliante, sorrindo maliciosamente, sussurrou algo no ouvido da minha esposa, que imediatamente ficou muito vermelha, visivelmente constrangida. *** “Viu que absurdo? Por isso que eu não gosto de lidar com esses favelados imundos!” A Nane não escondeu sua indignação com a situação, assim que retornamos ao carro. “Vou encaminhar o pedido de relaxamento de prisão, mas assim que puder vou sair desse caso…” “O que foi que ele disse na saída?” Perguntei, já que parecia ter contribuído para aquele desabafo. “Esquece… Não vale a pena nem repetir…” Ela preferiu mudar de assunto “ Vamos pra casa…” *** À noite, a Nane rebolava no meu pau com força, de quatro, com a sua deliciosa bunda para cima, e pedia para eu meter com força e enche-la de tapas. Eu enfiava cada vez mais forte, enquanto ela gritava expressões do tipo: “Me fode que nem uma puta!”, “Me rasga toda com seu pau!”. Ela gemia em um misto de dor e prazer. Após minha esposa ter tido dois orgasmos intensos, gozei nos seus lindos seios, terminando com uma bela chupada. “O que foi tudo isso?” Perguntei na hora de irmos dormir. “O que te deixou assim?” “Nada de mais, amor…” A Nane respondeu sorrindo. “Precisava só aliviar o estresse e relaxar, só isso…” *** No dia seguinte, iria chegar ao trabalho um pouco mais tarde, e aproveitei para descansar. Tomei banho e junto com a minha esposa e pude desfrutar da visão dela se arrumando para ir ao escritório. Notei que ela escolheu uma calcinha branca de rendinha, com apenas uma fina tira de cada lado, que praticamente sumia na sua enorme bunda, uma saia de tom escuro um pouco curta demais, uma blusinha de botão muito justa, com um decote avassalador, realçando seus seios, e optando por não usar sutiã, além de um enorme salto e óculos escuros que a deixavam bem sexy, com o cabelo preso no alto. Estranhei um pouco, já que ela normalmente preferia um visual mais sóbrio para trabalhar, mas era uma sexta-feira, o que permitia uma maior flexibilidade. Minha esposa recebeu uma ligação do escritório parabenizando-a pelo trabalho prestado, dizendo que o juiz havia deferido o pedido de habeas corpus interposto por ela, o que significava que o Washington responderia o processo em liberdade. A Nane ficou satisfeita com o elogio, mas, assim que abriu sua pasta, não escondeu sua irritação ao descobrir que o Washington não tinha assinado todas as páginas. Ela me pediu que a acompanhasse ate o endereço que o rapaz havia dado como referência, para que pudesse finalizar os protocolos e se livrar do caso de uma vez por todas. Fiquei com certa apreensão, pois, mesmo não sendo uma favela propriamente dita, era um bairro de subúrbio bastante pobre, sem a menor infra-estrutura básica, e que não comportava a quantidade de pessoas que ali residiam. Além disso, o trânsito naquela direção era impraticável, então resolvemos pegar o trem para nos livrarmos do enorme engarrafamento. Caminhamos até a estação mais próxima, e notei que, mesmo com a presença de várias mulheres usando roupas mais curtas, a única que chamava a atenção dos homens era a Nane, que rebolava discretamente ao andar. O terminal estava abarrotado, um misto composto do mais variado tipo de gente, de diversas idades: executivos, operários, estudantes, dentre outros. Reparava, no entanto, que todos ficavam igualmente pasmos com a beleza da minha esposa. Passamos pela catraca com muita dificuldade e aguardamos na plataforma principal, que estava tomada por uma multidão. Após um longo tempo de espera, o trem finalmente chegou, previsivelmente lotado. Contudo, não restava outra saída senão encarar a situação. Ao embarcamos no vagão, pude ver que muitos homens se empurravam, gerando uma comoção na multidão que ingressava, na tentativa de se posicionar atrás da Nane. Puxei minha esposa para perto de mim, e, com certo esforço, alcançamos um lugar ao fundo do vagão, evitando que ela fosse bolinada por algum desclassificado. O trem seguiu até o próximo ponto, onde um fluxo ainda maior de pessoas tentou adentrar. Fiquei bem atrás da Nane, sua saia havia ficado ainda mais colada, notava-se claramente a marca da sua calcinha, praticamente sumindo na sua enorme bunda. O trem parou em outro ponto, e mais gente entrou. Minha mulher ficou na ponta dos pés, e tive que me acomodar de forma que meu pau ficou pressionado contra a sua bunda durinha e arrebitada, me deixando com um tesão incontrolável. Ela percebeu minha excitação e balançava os quadris ao longo da minha ereção, sorrindo provocativamente. Após várias estações encoxando minha esposa, finalmente chegamos. Andamos algumas quadras, e percebemos que o endereço especificado não era residencial. Aparentava ser uma casa de festas mal improvisada, onde o teto e as paredes estavam infiltrados e rachados, e ameaçavam ceder a qualquer momento. Estava havendo algum tipo de churrasco, e ouvíamos um grande barulho, na verdade um funk tocado em volume bem alto, enquanto várias pessoas bebiam cerveja e dançavam ao som da música ininteligível. “Pode deixar que resolvo isso, amor…” A Nane se despediu. “Não sei quanto tempo vai demorar, e não quero que você se atrase… Pego um táxi na volta…” “Tem certeza?” Insisti, preocupado, me preparando para acompanhá-la. “Não acho uma boa idéia você ir sozinha… Ele pode nem estar aí…” “Sei me cuidar…” Ela me beijou, saiu do carro e fechou a porta. “Vejo você em casa, amor…” Esperei minha esposa passar pelo portão e fui embora, de fato já um pouco atrasado para o trabalho. Após voltar alguns quarteirões, percebi que, no meio daquela confusão, havia esquecido de devolver a pasta da minha esposa, que estava carregando, o que certamente causaria uma grande frustração. Tentei ligar para o celular dela para avisá-la, mas parecia estar sem sinal. Resolvi, então, entregar a pasta pessoalmente, já que ela ainda devia estar lá. Me apressei para entregar a pasta e retornei ao local referido. Toquei a campanhinha, esperando que alguém viesse me receber, mas não obtive resposta. Sem alternativa, destranquei o portão e adentrei o lugar para entregar a pasta em mãos. Chegando ao pátio interno, pude ver que todos bebiam e dançavam animadamente, sem aparentar se preocupar com a estrutura precária do estabelecimento. Imaginei que minha esposa não fosse demorar muito, então me dirigi para uma área menos tumultuada e resolvi aguardá-la. Após vinte minutos, a Nane ainda não havia saído, então resolvi procurá-la no meio daquele povo. “Vai um aí, doutor? Tá baratinho…” Um rapaz me ofereceu um cigarro aceso, de alguma substância ilegal, quando eu passei na sua frente. “Procuro o Washington.” Disse, declinando a oferta. “Conhece? Sabe se ele está por aqui?” “Tá sim…” O garoto respondeu, rindo. “Da última vez que vi, ele tava entrando na sala da administração com uma mulherzinha muito boa!” “Como ela era?” Queria confirmar se era a Nane. “Você lembra?” “É até difícil de esquecer… Uma loira muito gostosa, com o maior rabão…” O rapaz abriu as mãos, fazendo referência ao tamanho da bunda da minha esposa. “Acho que era a advogada que conseguiu soltar ele… Esse puto tem muita sorte mesmo…” Resolvi mandar esse rapaz entregar os documentos, para poupar tempo. Não era a melhor opção, mas pelo menos ela não teria que retornar mais uma vez e se livraria definitivamente. Abri a pasta da minha esposa e separei os papéis em questão. Notei que em uma folha havia um garrancho escrito, cheio de erros de português. A parte que consegui ler dizia: “Doutora, tu pode se achar muito foda, mas é só uma putinha gostosa! Quando eu sair dessa merda, tu vai me catar porque tu sabe que eu vou arregaçar essa tua xereca loira apertada com o meu caralhão, e encher esse teu rabão de cavala com porra quente! Tu vai ser minha cachorra, tu tá fudida!” Aquilo só podia ter sido escrito pelo Washington. Fiquei preocupado com a minha esposa, não sabia o que um marginal como ele podia fazer sozinho em uma sala com ela. Pedi para o garoto me indicar onde era a administração, e ele me falou que era na parte de trás do prédio. Percorrendo um corredor externo até o final, encontrei uma sala escrita “ADM”. Ouvi vozes no interior, e bati na porta, me identificando, porém não obtive resposta. Tentei abri-la, mas estava trancada. Dei a volta ao redor do prédio, e percebi que a sala tinha um pequeno vão de ventilação na parte superior. Usando uma lixeira como apoio, alcancei a pequena janela e vi os dois conversando no interior da sala. A princípio, fiquei aliviado ao constatar que ela não a estava atacando. No entanto, a Nane estava sentada sobre a mesa de pernas cruzadas, em frente ao Washington, tirando a presilha dos cabelos e jogando-nos no ar de maneira sensual. O rapaz não tirava o olho das suas pernas bem desenhadas, boa parte das suas coxas grossas e torneadas estava à mostra. Devido ao grande barulho, não conseguia ouvir direito o que conversavam. “Então, doutora, pensou na minha proposta?” O marginal exibia seu sorriso desdentado. “Estou com certas necessidades, se é que a senhora me entende?” Ele chegou perto dela e começou a alisar sua coxa. “Você é louco? Não vim aqui pra isso! Sou uma advogada! E casada!” A Nane o repreendeu e se afastou. “Se estiver tendo alguma dificuldade, consulte um psicólogo!” “Grandes merdas que você é ADEVOGADA, depois toda ADEVOGADA é puta mesmo!” O Washington continuava rindo. “Tu deve é ter sonhado com o meu caralho arrombando a tua xereca… Deve tar doida pra me dar, vagabunda!” Ele se aproximou novamente dela e voltou a alisar sua coxa, sussurando que ela era muito gostosa. A Nane estava visivelmente surpresa e sem ação, até que ele começou a forçar sua mão entre suas pernas e perguntou se ela daria aquele corpão loiro para um favelado que nem ele. Para minha surpresa, minha esposa não respondeu nada, apenas sorriu discretamente. Ele continuava a alisar suas coxas, agora com vontade, dizendo coisas do tipo “cheirosa”, “adoro mulher coxuda e rabuda”, “vou te chupar toda”, “tu deve ser muito apertada”. Minha esposa escorregava pela mesa, tentando se afastar das investidas, e acabou abrindo abriu um pouco as pernas. O meliante se aproveitou do desequilíbrio para tocar sua bucetinha, ainda por cima da calcinha. Subitamente, o filho da puta afastou a calcinha para o lado e enfiou um daqueles dedos calejados dentro da minha mulher. Ele continuava a chamando de gostosa, de safada, falando que o que ela precisava mesmo era de uma piroca grande e grossa. A Nane olhava para a porta, com medo de alguém aparecer, e, como não havia ninguém, começou a gemer alto, enquanto seu corpinho de sereia estremecia na mão daquele puto. Ele mexia com habilidade os dedos, masturbando-a e enfiando um, dois dedos nela… Pude observar a tremenda ferramenta armada na bermuda dele. Naquele momento, mesmo praticamente entregue, a Nane pareceu ter recuperado a sobriedade, levantando bruscamente e correndo para um canto da sala, pedindo para ele parar. Disse a ele que já havia passado dos limites, que era uma mulher acostumada a tudo do bom e do melhor, e que jamais daria para um favelado desdentado como ele. O Washington, sem a menor vergonha, desabotoou a calça e tirou o pau para fora. “Isso aqui é do bom e do melhor, piranha!” Ele ria, balançando a jeba, que a essa altura já estava bem dura. O pau do desgraçado era algo de enorme, grosso e com várias veias pulsantes, seu saco pendurado entre as pernas. A cabeça era um grande cogumelo de proporções ainda maiores, destoando do resto. Minha esposa mais uma vez olhava para aquela tora com uma expressão de espanto, seus olhos arregalados. “Tá vendo esse caralhão aqui, doutora?” Ele gargalhava. “Vou enterrar essa porra toda nessa tua xereca de princesinha mimada, putinha!” O animal começou a punhetar a jeba, que parecia crescer ainda mais, em um ritmo alucinado. Minha mulher parecia hipnotizada por aquela cena e foi se aproximando, lentamente, daquele monstro e, para minha surpresa, segurou no latejante membro do bandido. De tão grosso, não conseguiu circundá-lo com a mão, quando deu por si, já estava ajudando a tocar uma punheta para ele. Sua mão subia e descia o que parecia ser um tronco de mastro, até que perdeu a linha e, com as duas mãos, começou a bater a melhor punheta que provavelmente o puto já havia recebido. “Nunca vi um pau tão grande!” Dizia, admirada. “Tu pode ser toda estudada, mas é uma putinha como todas as outras! Sabia que tu ia me procurar depois que eu te mostrei minha piroca na cadeia e falei que ia te descabaçar!” Ele a interrompeu. “Agora chupa logo esse caralho, vai!” Naquele momento, a Nane parecia não aguentar a tara depois de punhetar aquela jeba. Ela ajoelhou na frente do meliante, e inclinou-se para frente, ajeitando o cabelo para trás da orelha. A pica estava a poucos centímetros do seu lindo rosto. Pareceu ponderar bem, até que tomou uma decisão: aproximou seu rosto, pôs a língua na cabeça gigante, meio com nojo, e tentou forçar a sua entrada na boca. A glande dele era grande demais, minha esposa escancarou ao máximo a boca, e só assim ela passou justinha, forçando entre seus dentes e língua, pondo sua doce boquinha naquela coisa. Vendo que não iria conseguir de primeira, ela tirou da boca e cuspiu na cabeça para lubrificá-la. “Seu pau é enorme!” Chupou feito uma puta enquanto massageava o saco dele, que lambeu em seguida. “Puta que pariu, vadia! Que língua macia!” Depois de lamber bastante, e quase o deixar a ponto de gozar, ela abriu os lábios e deixou seu pau deslizar pra dentro de sua boca, mas só conseguia engolir uns 15 ou 16 cm do poste. O favelado fechou os olhos e se sentiu num sonho: não acreditava que aquela boca quente, molhada e macia apertando o seu pau era de uma mulher linda como aquela. Sua boca subia e descia na sua rola, bem devagarzinho. O filho da puta começou a acelerar o vai-e-vem, segurando seu rosto com força. Começou a meter forte, até as bolas baterem no queixo da minha esposa, que engasgava tentando respirar. Com uma das mãos ela segurava a base e com a outra acariciava o saco. Ela estava muito abismada; lambia, beijava a cabeça, passava a língua no furo da cabeça, tentava pegá-lo todo, mas sua mão não fechava em torno dele devido à grossura. Minha mulher punhetava com as duas mãos e ainda sobrava um pedaço para pôr na boca. Abocanhou todo ele, chupando suas bolas enquanto ele batia seu cacete contra o rosto angelical dela. “Não goza na minha boca!” Ela o advertiu. De repente, ele segurou a cabeça da Nane e tentou enfiar tudo. Ela começou a se debater, tentando tirar a rola da boca. Tentava gritar, mas ele forçava até o talo. “Não goza o caralho! Vai, loira boqueteira gostosa! Vai, toma meu leite! Bebe a porra de um pobre, vadia rica tesuda!” Gemeu alto e encheu literalmente a boca da minha esposa de porra, despejando vários jatos em sua garganta. Pensei que ela fosse vomitar, mas, para minha surpresa, ela permaneceu chupando até que terminasse. “Seu puto favelado!” Minha esposa o xingou, levantando e lambendo os dedos e a porra que restava nos seus lábios. “Eu falei pra você não gozar na minha boca…” “Que se foda! O otário do teu marido não te ensinou, mas puta que é puta bebe porra do macho e pede mais!” O marginal deu um tapa estalado no rosto da minha esposa, mais uma vez exibindo seu sorriso desdentado. “Agora eu vou te currar, vadia!” Em um surto repentino, o Washington a agarrou pelos braços, a colocou contra parede e foi logo chupando seu pescocinho, ao mesmo tempo em que levantava sua saia e seus dedos tocavam sua xaninha por cima da calcinha. “Me solta, seu animal! Você é só um puto sujo que não vale nada!” Minha esposa relutava, tentando se livrar dele. “Nunca que eu vou deixar você me tocar! Não vou dar pra você de jeito nenhum!” “Tu não tava falando isso agora pouco, quando engoliu minha porra todinha…” Ele continuava bolinando a bucetinha dela, sem nenhum constrangimento. “É, doutora… Já que não vai por bem, vai por mal…” A Nane parecia desejar aquilo, e gostava da pegada dele, o fato de parecer ser a força a excitava, e, meio a gemidos, ela acabou gritando “Abre minha blusa, seu filho da puta!” Washington abriu sua blusinha num golpe só, e, segurando o rosto da Nane, a beijou ardentemente. Ele a jogou contra a mesa, deitou-se sobre ela, os beijos se tornavam mais safados e quentes a cada instante. O marginal acariciava seus seios rosados e bicudinhos, arrepiados de tesão. O bandido salivava e não se fez de rogado, avançou sobre ela com aquelas mãos imundas e calejadas, apalpando seus seios e iniciando uma mamada. Imaginei que ele ia apenas babá-la inteira, mas ele dava chupadas compassadas e alternava brincando com a língua com seus biquinhos sensíveis. Ele tinha uma expressão de maníaco, levantou a saia dela e arrancou sua calcinha com violência, o pau roçando em sua coxa a excitava mais ainda. “Olha o que você quer comer, seu favelado… Aposto que você nunca viu nada igual…” A Nane começou a se tocar, se exibindo, o que instigava o marginal ainda mais. “Aiiii, seu safado! Vem! Fode sua putinha, vem…” “Vagabunda gostosa!” Ele gritou, morrendo de tesão, e começou a mamar nos seus seios, enquanto seu pau roçava na entrada da sua xaninha. Era um contraste imenso, um pobre favelado mamando aqueles peitões de menina abastada e estudada da Nane. “Posso ser um favelado sem dinheiro, mas tenho um pirocão que vai te fazer mulher de verdade, sua puta!” Mesmo não acreditando que ele conseguisse a penetração, com aquela ereção aberrante, a Nane abriu as pernas até o limite. Por várias vezes, ele tentou, mas nem sequer conseguia colocar a cabeça, fato que o deixou frustrado. “Aiiii, Washington! V-Você tá me… me…” Ela tentava falar, mas não conseguia, estava em choque. Sua buceta lubrificada começava a piscar, massageando a cabeça da pica do marginal. Apesar do terror, estava visivelmente excitada. “Eu vou te arregaçar toda, vagabunda!” Ele puxava, cada vez mais, o quadril da Nane em direção a ele, disposto a enterrar todo aquele poste nela. “O marginal favelado vai te fuder que nem uma vagabunda!” “Você tá me rasgando, seu puto!” Ela parecia estar se acostumando à dor, se entregando ao tesão, sentido seu corpo sendo empalado por aquela vara grossa. Subitamente, o filho da puta segurou seu quadril com ambas as mãos e pude ver o caralho enorme forçando a penetração. Aquela tora estava a rasgando por dentro e rompendo todas as barreiras impostas pela mãe natureza. A Nane gemia e gritava alucinadamente, não sei se de prazer ou de dor. Ela olhou para baixo e arregalou os olhos ao constatar que deviam ter apenas uns seis centímetros do pau enterrado na sua xaninha de princesa. “Puta que pariu, que xereca apertada!” Ele ria e socava cada vez mais fundo. “Teu marido pode ter dinheiro pra caralho, mas não te come direito, sua putinha!” “Seu desgraçado desdentado! Seu pauzão enorme tá rasgando minha bucetinha toda!” Apesar do desconforto causado pelo tamanho exagerado do membro, a Nane parecia estar morrendo de tesão de transar com ele. Eu nunca poderia imaginar uma situação como aquela, a humilhação dela, narrando as safadezas que ele estava fazendo. O Washington batia na sua bunda, para estimulá-la, e ela começou a mexer como ele mandava. Ele se afastava até o pau dele quase sair, então socava de novo. Minha esposa não conseguia agüentar mais, e tentava impedi-lo de ir mais fundo, ficando nos mesmos seis centímetros que já haviam entrado, mas ele forçava o corpo dela contra o dele, pela cintura, violentamente. Cada vez que ele socava, mais um pouco da jeba entrava na sua xotinha apertada. “Seu bandido! É bom comer uma advogada loirinha e gostosa, é?” A Nane gemia no ouvido do Washington, e o escutava grunhir de tesão. O animal voltou a chupar seus seios enquanto metia aquela vara grossa, mas claramente o pau era muito grande para ela. Olhava para baixo e via que ainda estava mais da metade para fora. “Doutora putinha…” O meliante apertava a bunda dela com as duas mãos e ria. “Tava doida pra sentir um caralhão nessa tua bucetinha de menina estudada…” Aquelas palavras a deixavam excitada, fazendo-a se sentir como uma puta. “Tá vendo o que é ser fudida por um pirocão de verdade?” Achei que minha esposa fosse ser rasgada ao meio, mas o garoto era hábil e, de súbito, enterrou o resto do seu caralho até as bolas, ela estava completamente entalada. “Toma, sua puta! Você não veio aqui pra levar vara? Cachorra! Vagabunda!” “Me fode com força, seu puto! Me fode mais rápido! Quero sentir este cacete enorme entrar com força!” Ela apertava suas pernas em torno da cintura do garoto, gemia e gritava. “Me come, vai! Me fode que nem uma cadelinha!” O marginal diminuiu a velocidade, e ficou colocando e tirando devagar, só pra provocá-la, dizendo que puta que é puta tem que implorar pro macho. “Vai, seu caralhudo desdentado! Me come com força! Enterra esse monstro em mim! Me deixa toda arregaçada! Aiiiiii, é muito grande! Não vou conseguir mais sentir meu marido! Me chama de puta, de cadela! Me fode com força! Quero gozar nesse caralho, que tá me deixando louca! Vai, mete, seu favelado sujo! Fode uma advogada loirinha e cavala que você nunca mais vai ter na vida!” O rapaz perdeu o controle e começou a meter com força. A Nane berrava alto e gemia sem parar. Ele bombava com força e a xingava de puta, vadia, gostosa, cachorra… Em seguida, ele tirou o caralho dela e a virou de costas, apoiada na mesa, com sua linda bunda empinada. Aproveitando a posição, o bandido socou aquele monstro até o talo, e a Nane deu um grito muito alto; “Ahhhhhhh! Seu filho da puta! Você ta me rasgando toda!” Aquilo o deixou mais louco ainda, o barulho das suas bolas batendo contra a bundinha linda dela tomava conta do ambiente. “Eu quero seu caralhão enfiado até as bolas na minha bucetinha!” Ela parecia querer mostrar o quanto podia ser safada! “Fode a sua putinha loirinha! Vem, come a doutora rabuda!” Ele tirou a sua vara e enfiou só a cabecinha na sua buceta e gritou alto de prazer. “Me faz gozar com essa pica grande e grossa! Me fode! Fode a loirinha gostosa e casada! Enterra esse caralhão na putinha de bunda grande!” Foi só começar a falar isso que o Washington continuou a meter sua pica descomunal na sua xaninha, dois centímetros de cada vez. Agia como uma autêntica puta, ficando cada vez mais excitada, querendo mais e mais daquela rola dentro dela, e estava disposta a se humilhar e falar todo tipo de safadeza para ser comida por aquele filho da puta marginal e bem dotado. “Come a doutorazinha mimada e metidinha… Que sempre atiça os homens com os decotinhos e sainhas curtas…” Ele chegou a tremer quando ouviu isso! Bem mais da metade do pauzão dele já estava dentro dela novamente e a Nane estava adorando, sentindo seu corpo suado junto ao dele, um contraste social absurdo. “Vadia gostosa… Que bucetinha apertada!” O Washington mal conseguia falar de tanto tesão, seu pau parecia um pistão, indo lá atrás e depois enfiando bem fundo nela, enterrando o pau na sua xaninha de menina, que parecia recém-descabaçada. “Merece receber uma surra de pau!” “Gostou de olhar minha calcinha pequena na prisão? Ficou com muito tesão de me ver?” A Nane continuou provocando. O Washington não conseguiu responder, apenas grunhia e socava a pica nela, cada vez mais forte. Suas bolas batiam obscenamente na bunda da Nane, fazendo um estalo alto. “Bateu muita punheta pensando em mim?” O filho da puta estava segurando para não gozar. “Tua puta!” O Washington falou com dificuldade. “Vagabunda, gostosa!” “Mete essa rola grossa em mim! Me faz sua cadelinha, seu pirocudo favelado filho da puta!” Ele perdeu o controle e começou a comê-la mais rápido, e ela parecia estar se segurando para gozar junto dele. “Eu sou uma putinha mesmo, adoro ser rasgada por um caralhão enorme!” O Washington, ao ouvir aquilo, começou a acelerar os movimentos, gemendo alto. Seu pau pulsava ainda mais forte, e ele socava com força, parecia que ia rasgar a Nane ao meio. Em uma última estocada mais forte, enterrou totalmente sua rola, fazendo-a delirar de prazer. Pude ver seu saco se contraindo, era claro que estava ejaculando sua porra direto no útero da minha esposa, em vários esguichos contínuos, fazendo-a gozar novamente. “Tou sentindo sua porra quente dentro de mim, seu filho da puta… Quero mais, seu pirocudo! Quero sentir sua porra escorrendo pelas minhas pernas o dia todo… Pingando da bucetinha que você arregaçou!” A Nane já estava quase sem forças de tanto gozar, e o marginal ainda estava tendo seu orgasmo. Ela dizia que nunca gozara tanto com um pau dentro da buceta e, já sem forças, chegou a mais um orgasmo, tremendo como uma louca, seus gemidos um misto de lágrimas e soluços. O Washington se levantou, tirando o pau de dentro dela, e vários jatos de porra quente jorraram para cima do seu lindo corpo. O desgraçado esporrou por todas as suas costas e em cima da sua enorme bunda. “Isso! Marca seu território! Goza na sua putinha toda! Me cobre de porra quente!” O Washington estava montado nela, seu pau jorrando ainda um último jato forte de porra no seus longos cabelos loiros, descendo pelo seu rosto, lançando mais um pouco de esperma antes de finalmente parar. O bandido lambuzou o dedo na xaninha dela e começou a acariciar seu cuzinho. “Isso, caralhudo! Mete o dedo no meu cuzinho!” Minha esposa urrava, gemia e berrava copiosamente. A Nane se curvou para frente, empinando ainda mais a bunda, deixando-a toda arrebitada. Ela continuava rebolando, e o marginal não se conteve e enfiou uns três tapas bem fortes na sua enorme bunda, que ficou com marcas vermelhas evidentes, e depois a abriu e foi passando sua língua naquele cuzinho que piscava para ele, ao mesmo tempo em que seus dois dedos não paravam de bolinar sua xaninha gostosa. Sem pestanejar, o desgraçado ajeitou sua enorme rola, ainda dura, no cuzinho dela e foi penetrando, bem devagar. Minha mulher tentou evitar a penetração, mas era tarde demais, a cabeça havia entrado no seu rabo, a vara era muito grande, ela não agüentou e ficou nas pontas dos pés, tentando fugir daquele cacetão. O marginal continuava batendo em sua bunda, enquanto enterrava seu pau, arrombando as paredes do cuzinho dela. Nane mordia os lábios e suas unham estavam cravadas na mesa, ela sentia aquela rola a rasgando todinha, estava prestes a gozar, suava de emoção, disfarçava ao máximo, mas estava adorando aquela putaria. Ela encostou a cabeça no seu ombro, mordendo a manga da blusa para conter os gemidos de tesão, e foi descendo da ponta dos pés, deixando entrar todo aquele cacete no seu rego. Depois do Washington estocar tudo, logo começou a bombar de forma intensa, a mesa rangia no chão e a borda batia inúmeras vezes na parede. “Washington, come meu cuzinho vai! Arromba ele bem gostoso!” A Nane já não podia falar, balbuciava palavras sem sentido, em um estado de êxtase. “Rebola mais rápido, vagabunda! Sua piranha riquinha! Sente esse caralho fudendo teu rabão!” A Nane estava rebolando cada vez mais rápido, cheia de tesão, e com mais força, já perto de gozar. O filho da puta aproveitou para forçar ainda mais, e ela não conseguiu parar a tempo. Ele socou mais da sua pica, causando um grito involuntário da minha esposa. Quando finalmente conseguiu respirar de novo, viu que o pau do favelado estava enterrado quase até o talo no seu cuzinho, menos de quatro centímetros estavam ainda de fora. “Viu como é grande o pau, vadia?” Ele sorria cruelmente, socando sem parar. A Nane mal conseguia se mexer, parecia estar sentindo como se o pau dele chegasse até sua garganta! O Washington não perdeu tempo e continuou a comendo, forçando-a para cima e para baixo. Já fazia uns vinte minutos que estavam ali, minha esposa chorava sem parar, mas sempre dizendo para ele continuar enterrando. “Me fode, seu filho da puta! Me come, seu favelado tarado! Come o cuzinho de uma advogada rica e casada, diferente das pretas desdentadas que você deve tar acostumado…” “Quer que eu arrombe seu rabinho, vadia?” Ele espalmava a bunda da minha esposa com força e puxava seu cabelo. “Já tinha sentido uma pirocona desse tamanho?” “Não, seu puto! Nunca tinha sentido um caralhão desse! Ahhhhh! ou toda arrombada! Isso que é pau! Mete, vai! Quero sentir seu saco batendo na minha bunda!” Mais um pouco e ele enterrou seu pau todo dentro do cú da Nane, suas bolas agora batiam no bundão como ela queria, sua rola entrando e saindo bem lentamente, e ele só vendo ela se debater com aquela enorme bunda empinada. A Elaine estava tão enlouquecida que tinha arranhado toda a mesa com as unhas. “Me fode, Washington! Como é bom levar um pau deste tamanho na bunda!” “Que rabão gostoso! Apertadinho!” Ele gritava. Ela só gemia. O moleque estocava mais e mais fundo, e a Nane rebolava, suas pernas estavam até bambas. Parecia sentir um prazer imenso, ainda maior do que havia sentido antes. Ela se contorcia e acariciava seu grelinho. Uma onda de eletricidade percorreu o corpo dela: gozou novamente. “Vou encher seu rabo de porra, agora!” O marginal puxou forte o cabelo de Nane virando seu rosto, beijando sua boca. “Vai, seu tarado filho da puta! Me enche de porra! Quero sentir sua porra na minha bucetinha e na minha bunda!” Em segundos, ela gozou de novo, e ele também não agüentou. Ela gemeu alto, dizendo que ia gozar, ele acelerou e gozou junto com ela, desabando sobre seu corpo e despejando todo seu leite no seu rabinho. A Nane desabou sobre a mesa, quase desmaiada. O animal ainda ficou por um tempo de pau duro dentro do cú dela, os dois de ladinho e, aos poucos, seus vinte e poucos centímetros saíram de dentro daquele mulherão. O Washington sentou na cadeira, ofegante, enquanto a Nane ajeitava sua saia e blusinha, sua calcinha ficaria de presente para ele já que estava em pedaços. Rapidamente, ela se aprontou, o Washington vestiu-se também e os dois se beijaram e sorriam um para o outro.

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