Fui menina

Isto se passou comigo faz muito tempo. Sou filho único e meus pais moravam em um pequeno sítio e vieram tentar a sorte em uma cidade grande quando eu tinha doze anos. Passamos a morar em uma edícula dentro de uma propriedade de um comerciante. Foi aí que conheci Wagner que tinha quatorze anos.

Minha mãe passou a trabalhar como doméstica em várias casas e meu pai ajudava o pai de Wagner na Loja, fazendo as entregas. A mãe de Wagner trabalhava como enfermeira em um hospital. Assim, grande parte dos dias, eu e Wagner, após a escola ficávamos juntos e sem adultos por perto.

Foi num destes dias que ele me falou para mostrar o meu pinto para ele. Envergonhado, eu não queria expor, mas tanto ele insistiu que acabei mostrando. Ele deu risada mostrando o dele e me dizendo que eu devia estar com algum problema porque o meu estava atrofiando. Eu perguntei o que era atrofiar e ele me disse que meu pinto não iria se desenvolver e que eu iria virar menina. Eu era muito ingênuo e fiquei assustado, pois o dele era bem maior do que o meu. Ele me disse que iria conversar com a mãe dele, já que era enfermeira e saberia dizer o que poderia ser feito e pediu que eu ficasse calmo e não falasse com ninguém, pois ele não revelaria que este problema era comigo.

Angustiado eu quase não consegui dormir naquela noite. Como virar menina? Sempre vivi praticamente isolado no sítio e não tinha certeza de que isso poderia acontecer com as pessoas. Será que minhas tetas iriam crescer como as da minha mãe? Sugestionado, eu já olhava para elas e realmente parecia que estavam crescendo.

No final da tarde do dia seguinte, Wagner estava com ar de preocupado. Me disse que a mãe lhe havia contado que existem poucas pessoas que tem este tipo de doença, mas que existem dois tipos de tratamento. O primeiro era mais demorado e tinha que tomar remédios muito caros e que meus pais não conseguiriam pagar, além do que ficariam sabendo que eu iria virar menina e o segundo era fazer um tratamento rápido, tomando hormônios diretamente da fonte e uma terapia para fazer crescer o meu pinto.

Apavorado eu perguntei como fazer o tratamento rápido. Ele me falou que eu precisava ser ajudado por alguém que não tivesse a doença e se eu o quisesse me ajudaria, porém eu teria que fazer o que ele mandasse e não falar para ninguém. Aquilo deveria ficar em segredo para que não se espalhasse. É lógico que eu não falaria porque não queria que os outros soubessem que eu iria virar menina.

Então ele me perguntou se eu queria começar naquela hora. Concordei e ele falou que iria iniciar com os hormônios, mas que deveríamos ir para dentro da casa dele. Na sala, começou dizendo que eu teria que fazer como filhotes de cachorro quando mamam nas tetas de uma cadela para sugar o leite. Achei aquilo estranho. Será que ele queria que eu sugasse as tetas dele? Me aproximei, ele baixou o calção e a cueca ficando pelado me pedindo para ajoelhar e sugar o pinto dele. Não concordando, reclamei:

– Não quero por a minha boca no seu pinto. Você vai urinar em mim. Não vou tomar mijo.

– Ué… Se eu te pedisse para chupar meu dedo você não chuparia? O pinto é a mesma coisa que um dedo e além do mais, não vou mijar na sua boca. Do pinto dos homens que não tem a doença também sai um leitinho carregado de hormônios que vão ajudar você. Agora se você não quiser, que vire mulher. – disse Wagner ameaçando levantar a cueca.

Intimidado, imediatamente ajoelhei na sua frente e não o deixei levantar as roupas. Pela primeira vez fiquei frente a frente com um pinto. Estava duro, não era grande, cerca de uns doze centímetros, pelos loirinhos e alguns pretos no púbis, um odor estranho exalava, era de urina com alguma coisa que eu não conseguia identificar.

Diante da minha indecisão ele puxou a cabecinha para fora e pude ver aquele “sebinho”. Perguntei o que era e ele me disse que era um “queijinho” formado pelos hormônios. Relutante, com nojo, fui pouco a pouco colocando meus lábios nele. O gosto era ruim e rapidamente tirei da boca, reclamando. Wagner me disse que era assim mesmo e que melhoraria me incentivando a chupar como se fosse um sorvete de massa.

Gradualmente o gosto ruim deu lugar a um sabor mais salgadinho e até mesmo agradável. Ouvia Wagner gemer baixinho e estava com medo de estar machucando-o, mas entre os seus sussurros dava para ouvir que era para continuar.

Eu já estava ficando cansado, tanto da posição de joelhos como de ficar chupando, quando suas mãos puxaram a minha cabeça me fazendo engolir o pinto dele inteiro e seguraram firmemente. Senti seu pau aumentar de tamanho, latejar e uns quatro jatos encheram a minha boca. O primeiro jato desceu direto na minha garganta provocando ânsia. A consistência era pegajosa e o gosto muito estranho.

Sem saber o que fazer, cuspi tudo no chão. Estava enjoado. Wagner então me disse que este era o leitinho dos hormônios e que eu tinha que fazer força para tomar tudo. Não podia desperdiçar. Somente lembro de sair dali e correr para casa escovar os dentes.

No dia seguinte ele me chamou. Contrariado mas sabendo que tinha que fazer para não virar menina, acabei atendendo o chamado dele, levando a pasta e a escova dental. Na casa dele tomamos um banho para iniciar a terapia.

No quarto, ambos pelados, ele se deitou e pediu que eu chupasse o pau dele como tivera feito no dia anterior. Fiz o que ele mandou e comecei a perceber que alguns movimentos que eu fazia com a boca o deixavam sussurrar com mais freqüência. Não tardou para sentir o seu pau pulsar e lançar os jatos na minha boca. Desta vez eu já sabia o que iria acontecer e me preparei procurando engolir o máximo possível.

Fui ao banheiro escovar os dentes e quando voltei ele estava com um pote vermelho na mão. Perguntei o que era aquilo e ele me disse que era um remédio que a mãe tinha conseguido, porém na verdade não passava de vaselina. Mandou que eu deitasse, encheu o dedo naquela pomada e foi enfiando, vagarosamente, no meu cú me dizendo que isto iria empurrar o meu pau para fora.

Após alguns minutos eu já não sentia nenhum desconforto e ele me mandou chupar novamente o pau dele. Agora era diferente porque estava mole, ainda com um pouco de liquido e cheiro, mas gradativamente foi endurecendo na minha boca e a sensação foi muito gostosa.

Completamente duro, ele lambuzou o pau naquela pomada e me mandou ficar de quatro, como se fosse uma cadelinha. Perguntei:

– O que você vai fazer?

– Vou enfiar o meu pau que é maior que o meu dedo para empurrar o seu pinto para fora. Aos poucos ele vai ficando maior e assim você não vai virar menina. Se doer um pouquinho você tem que aguentar. – disse Wagner.

Quando ele começou a me penetrar foi muito doloroso. Eu tentei sair, mas ele me segurou.

– Aiii… Tira Wagner…. Tira… Tira… Está doendo… Aiii… Tira… Tira…

Wagner permanecia impassível e tentava enfiar mais um pouco lentamente. Eu chorava e tentava desesperadamente que ele me soltasse, mas suas mãos seguravam firmemente os meus quadris. De repente o ouvi dizer que estava tudo dentro, que agora era para ter calma, que na primeira vez é dolorido mesmo, mas já passa.

Não sei se por instinto, eu respirava fundo. Sentia uma ardência enorme no cú, como se tivessem me enfiado um ferro em brasa. Ele começou um movimento de vai e vem, não tendo a mínima dó de mim. Pedia desesperadamente para ele parar, mas ele continuava me dizendo que era para aguentar.

Depois de uns cinco minutos a dor realmente diminuiu. As estocadas dele, cada vez mais fortes já não provocavam tanta tortura. O ritmo acelerou, o pau dele inchou e senti vários espasmos com um líquido quente preenchendo minha bunda. Eu, de quatro, senti o peso de o seu corpo cair contra o meu, o que me fez deitar imediatamente. Isso parece que fez o seu pau entrar mais fundo dentro de mim e percebi um novo espasmo do pau dele.

Ficamos assim por alguns minutos. Estávamos suados. Quando ele saiu de dentro de mim, senti um vazio na bunda. Olhei para o pau dele e havia um pouco de sangue e fiquei preocupado porque poderia ter machucado ele, mas ele me falou que era da minha bunda. Fui tomar outro banho para colocar a roupa e ele me disse que das próximas vezes seria mais fácil.

Durante quase um ano, eu chupei e ele me comeu sem que eu desconfiasse de algo. Achava que ele estava me ajudando e logo que entrava na casa dele, já ia tirando a roupa e ficando à disposição. Quando descobri a verdade fiquei puto. Ele me enrolou com aquela história e eu virei a menina dele. Nunca mais quis conversar com ele e nem tive outras experiências deste porte, mas hoje, tenho saudades.

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